Provérbios 14: 31-35
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Provérbios 14.31
Provérbios 14.31
Certo pastor relata:
Certo pastor relata:
“Conheci uma pessoa que queria ser pobre para ganhar sustento do governo sem ter de trabalhar. Arrumava emprego de tempos em tempos para, assim que deixasse o trabalho, receber o seguro-desemprego. Também não desejava mudar de classe social, pois, caso isso ocorresse, perderia benefícios sociais. Era algo tão contrário ao bom senso que se eu não tivesse visto, não acreditaria. De qualquer modo, isso só é possível porque hoje em dia há — bem ou mal-executada — uma política de socorro aos desamparados e de combate à pobreza. Por isso, ao mesmo tempo que há gente recebendo a devida ajuda, há também quem abuse dela.”
“Conheci uma pessoa que queria ser pobre para ganhar sustento do governo sem ter de trabalhar. Arrumava emprego de tempos em tempos para, assim que deixasse o trabalho, receber o seguro-desemprego. Também não desejava mudar de classe social, pois, caso isso ocorresse, perderia benefícios sociais. Era algo tão contrário ao bom senso que se eu não tivesse visto, não acreditaria. De qualquer modo, isso só é possível porque hoje em dia há — bem ou mal-executada — uma política de socorro aos desamparados e de combate à pobreza. Por isso, ao mesmo tempo que há gente recebendo a devida ajuda, há também quem abuse dela.”
Nos dias de Salomão isso não ocorreria, pois não havia políticas assistenciais vindas do governo como há hoje. Mesmo assim, o Senhor não deixou os pobres e necessitados à sua própria sorte. Deus ordenou que seus servos fossem bondosos com os carentes (Dt 15.7), dessem-lhes oportunidade de colher em suas terras (Êx 23.11), os ajudassem a reconquistar o que perderam (Lv 25.25-28) e até agir para com eles como se fosse um empréstimo a Deus, querendo dizer que o Senhor recompensaria tais ações (Pv 19.17). Por isso, parte do serviço a Deus, que consiste em obedecer às suas diretrizes, é socorrer pessoas que não podem sozinhas obter o que precisam para suprir suas necessidades básicas. Mas quem acha que é sobre isso que Salomão está falando, se engana. Trata-se de um caso muito pior.
Nos dias de Salomão isso não ocorreria, pois não havia políticas assistenciais vindas do governo como há hoje. Mesmo assim, o Senhor não deixou os pobres e necessitados à sua própria sorte. Deus ordenou que seus servos fossem bondosos com os carentes (Dt 15.7), dessem-lhes oportunidade de colher em suas terras (Êx 23.11), os ajudassem a reconquistar o que perderam (Lv 25.25-28) e até agir para com eles como se fosse um empréstimo a Deus, querendo dizer que o Senhor recompensaria tais ações (Pv 19.17). Por isso, parte do serviço a Deus, que consiste em obedecer às suas diretrizes, é socorrer pessoas que não podem sozinhas obter o que precisam para suprir suas necessidades básicas. Mas quem acha que é sobre isso que Salomão está falando, se engana. Trata-se de um caso muito pior.
O rei sábio não se dirige a pessoas que ignoram as necessidades do carente, mas “àquele que oprime o pobre”. Há gente que lucra tornando o pobre ainda mais pobre. Esse tipo de ganância cruel, mesquinha e maldosa é uma ação que “despreza o seu Criador”. Trata-se de destruir o que ele criou, além da ordem harmoniosa que ele ensinou. Não é apenas rebeldia contra o bem-estar dos homens, mas contra a moral e a justiça do Senhor. Por outro lado, “quem ao necessitado trata com bondade honra a Deus”. Assim, além de nos encher de ânimo a fim de socorrermos quem precisa de verdade, há aqui um grande alerta — “Se você lesa alguém em seu sustento básico, esteja certo que o Senhor desaprovará com rigor”. Para os servos de Deus a ordem é: “Portanto, enquanto temos oportunidade, façamos o bem a todos, especialmente aos da família da fé” (Gl 6.10).
O rei sábio não se dirige a pessoas que ignoram as necessidades do carente, mas “àquele que oprime o pobre”. Há gente que lucra tornando o pobre ainda mais pobre. Esse tipo de ganância cruel, mesquinha e maldosa é uma ação que “despreza o seu Criador”. Trata-se de destruir o que ele criou, além da ordem harmoniosa que ele ensinou. Não é apenas rebeldia contra o bem-estar dos homens, mas contra a moral e a justiça do Senhor. Por outro lado, “quem ao necessitado trata com bondade honra a Deus”. Assim, além de nos encher de ânimo a fim de socorrermos quem precisa de verdade, há aqui um grande alerta — “Se você lesa alguém em seu sustento básico, esteja certo que o Senhor desaprovará com rigor”. Para os servos de Deus a ordem é: “Portanto, enquanto temos oportunidade, façamos o bem a todos, especialmente aos da família da fé” (Gl 6.10).
Um dos atributos de Deus é a justiça. Ele é justo em todas as suas obras. Deus abomina toda forma de injustiça. Ele julga a causa dos pobres e oprimidos. Quem oprime o pobre, por ser ele fraco, sem vez e sem voz, insulta Deus. Quem torce a lei para levar vantagem sobre o pobre conspira contra o Criador. Quem corrompe os tribunais, subornando juízes e testemunhas para prevalecer sobre o pobre em juízo, entra numa batalha contra o próprio Deus onipotente. Insultar Deus, porém, é uma insanidade consumada, pois ninguém pode lutar contra ele e prevalecer. Por outro lado, quem socorre o necessitado agrada ao coração de Deus.
Um dos atributos de Deus é a justiça. Ele é justo em todas as suas obras. Deus abomina toda forma de injustiça. Ele julga a causa dos pobres e oprimidos. Quem oprime o pobre, por ser ele fraco, sem vez e sem voz, insulta Deus. Quem torce a lei para levar vantagem sobre o pobre conspira contra o Criador. Quem corrompe os tribunais, subornando juízes e testemunhas para prevalecer sobre o pobre em juízo, entra numa batalha contra o próprio Deus onipotente. Insultar Deus, porém, é uma insanidade consumada, pois ninguém pode lutar contra ele e prevalecer. Por outro lado, quem socorre o necessitado agrada ao coração de Deus.
Verso 32
Verso 32
“Pela sua malícia é derribado o perverso, mas o justo, ainda morrendo, tem esperança.”
“Pela sua malícia é derribado o perverso, mas o justo, ainda morrendo, tem esperança.”
Que benefício poderíamos obter a partir destes repetidos lembretes e contratos no livro de provérbios e nos salvos sobre o destino malfadado dos ímpios?
Que benefício poderíamos obter a partir destes repetidos lembretes e contratos no livro de provérbios e nos salvos sobre o destino malfadado dos ímpios?
Como Deus quer, os ímpios prevalecem frequentemente, especialmente na esfera da política Moderna. Há uma atração particular dos ímpios para os centros de poder, e eles tendem sempre a consolidar o poder e a construir grandes impérios tirânicos. Normalmente, essas tiranias é pouco, fazem para promover a causa da justiça e o Reino do senhor Jesus Cristo. Mas, pior ainda, muitas vezes consomem recursos consideráveis para perseguir pessoas que amam a Deus e defendem as suas justas leis.
Como Deus quer, os ímpios prevalecem frequentemente, especialmente na esfera da política Moderna. Há uma atração particular dos ímpios para os centros de poder, e eles tendem sempre a consolidar o poder e a construir grandes impérios tirânicos. Normalmente, essas tiranias é pouco, fazem para promover a causa da justiça e o Reino do senhor Jesus Cristo. Mas, pior ainda, muitas vezes consomem recursos consideráveis para perseguir pessoas que amam a Deus e defendem as suas justas leis.
Portanto, será sempre um conforto constante para as Almas pobres e em dificuldade, saber que estes homens poderosos e maus um dia enfrentarão uma derrota total. Será uma derrota completa. A grande ironia de tudo isso é que os grandes centros de poder das pessoas perversas são sempre corroídos pela corrupção do seu o próprio caráter. Eles estão enredados em sua própria maldade e isso traz sua morte final.
Portanto, será sempre um conforto constante para as Almas pobres e em dificuldade, saber que estes homens poderosos e maus um dia enfrentarão uma derrota total. Será uma derrota completa. A grande ironia de tudo isso é que os grandes centros de poder das pessoas perversas são sempre corroídos pela corrupção do seu o próprio caráter. Eles estão enredados em sua própria maldade e isso traz sua morte final.
Para os servos de Deus a esperança é outra, bem diferente. Pela fé que depositaram em Deus, têm a certeza de encontrá-lo não como um juiz severo, mas como um pai amoroso. Por isso, Salomão diz que “em face da morte” —a morte em si — os servos de Deus “encontram refúgio” e esse refúgio é o seu salvador. É claro que as Escrituras ensinam que muitas vezes o Senhor protege seus filhos e os livra da morte, mas Salomão vai além e mostra que até na morte o crente está seguro.
Para os servos de Deus a esperança é outra, bem diferente. Pela fé que depositaram em Deus, têm a certeza de encontrá-lo não como um juiz severo, mas como um pai amoroso. Por isso, Salomão diz que “em face da morte” —a morte em si — os servos de Deus “encontram refúgio” e esse refúgio é o seu salvador. É claro que as Escrituras ensinam que muitas vezes o Senhor protege seus filhos e os livra da morte, mas Salomão vai além e mostra que até na morte o crente está seguro.
O justo tem uma viva esperança. Ele sabe que o seu Redentor vive. Ele caminha para uma eternidade de glória. Ele receberá um corpo de glória. Ele será coroado com uma coroa de glória. A esperança do justo jamais morre!
O justo tem uma viva esperança. Ele sabe que o seu Redentor vive. Ele caminha para uma eternidade de glória. Ele receberá um corpo de glória. Ele será coroado com uma coroa de glória. A esperança do justo jamais morre!
Verso 33
Verso 33
“ No coração do prudente, repousa a sabedoria, mas o que há no interior dos insensatos vem a lume.”
“ No coração do prudente, repousa a sabedoria, mas o que há no interior dos insensatos vem a lume.”
Do coração procedem as fontes da vida.
Do coração procedem as fontes da vida.
O que guardamos no coração, ainda que nos arquivos mais secretos, trancados pelos cadeados do sigilo, acaba vindo a lume e se tornando público, pois a boca fala do que está cheio o coração. O coração é a moldura do caráter. Dele transbordam torrentes que se esparramam por nossos poros. É do coração que procedem os maus desígnios. É desse poço profundo que brotam tanto o bem quanto o mal. A maldade escondida e maquiada dos insensatos acaba vindo à tona.
O que guardamos no coração, ainda que nos arquivos mais secretos, trancados pelos cadeados do sigilo, acaba vindo a lume e se tornando público, pois a boca fala do que está cheio o coração. O coração é a moldura do caráter. Dele transbordam torrentes que se esparramam por nossos poros. É do coração que procedem os maus desígnios. É desse poço profundo que brotam tanto o bem quanto o mal. A maldade escondida e maquiada dos insensatos acaba vindo à tona.
Mas no coração do prudente repousa a sabedoria.
Mas no coração do prudente repousa a sabedoria.
Quer se trate de sabedoria ou loucura, o que está no coração acaba por se tornar evidente para todos os presentes. O coração trairá sempre a sua verdadeira natureza, sempre. Naturalmente, os homens em seu estado natural trabalharão arduamente para manter em vigor uma tenuidade moral.
Quer se trate de sabedoria ou loucura, o que está no coração acaba por se tornar evidente para todos os presentes. O coração trairá sempre a sua verdadeira natureza, sempre. Naturalmente, os homens em seu estado natural trabalharão arduamente para manter em vigor uma tenuidade moral.
Entretanto o coração sempre trará átona quem a pessoa realmente é.
Entretanto o coração sempre trará átona quem a pessoa realmente é.
Verso 34
Verso 34
“A justiça exalta as nações, mas o pecado é o opróbrio dos povos.”
“A justiça exalta as nações, mas o pecado é o opróbrio dos povos.”
“Feliz a nação cujo Deus é o Senhor” (Sl 33.12a — ARA).
“Feliz a nação cujo Deus é o Senhor” (Sl 33.12a — ARA).
as nações marcadas ou fundadas sobre a fé cristã e os alicerces da Palavra de Deus acabam se tornando potências mundiais como a Grã-Bretanha e, em especial, os Estados Unidos da América. Diferente do Brasil, que foi explorado em seus recursos naturais, os Estados Unidos são uma nação fundada para ser o lar de servos do Senhor, razão pela qual foi estruturada sobre os fundamentos das Escrituras.
as nações marcadas ou fundadas sobre a fé cristã e os alicerces da Palavra de Deus acabam se tornando potências mundiais como a Grã-Bretanha e, em especial, os Estados Unidos da América. Diferente do Brasil, que foi explorado em seus recursos naturais, os Estados Unidos são uma nação fundada para ser o lar de servos do Senhor, razão pela qual foi estruturada sobre os fundamentos das Escrituras.
O motivo disso parece ser que “a justiça engrandece a nação”.
O motivo disso parece ser que “a justiça engrandece a nação”.
Os historiadores afirmam que o Império Romano só caiu nas mãos dos bárbaros porque já estava podre por dentro. Os grandes impérios caíram nas mãos de seus inimigos porque primeiro tropeçaram em seus próprios pecados. O profeta Oseias disse a Israel: Pelos teus pecados, estás caído (Os 14.1). O pecado é a vergonha dos povos, o opróbrio das nações. Uma nação não é maior do que seus valores morais. Se uma nação promove o pecado, faz apologia do vício, levanta a bandeira da imoralidade e inverte os valores morais, chamando luz de trevas e trevas de luz, então sua ruína já está lavrada.
Os historiadores afirmam que o Império Romano só caiu nas mãos dos bárbaros porque já estava podre por dentro. Os grandes impérios caíram nas mãos de seus inimigos porque primeiro tropeçaram em seus próprios pecados. O profeta Oseias disse a Israel: Pelos teus pecados, estás caído (Os 14.1). O pecado é a vergonha dos povos, o opróbrio das nações. Uma nação não é maior do que seus valores morais. Se uma nação promove o pecado, faz apologia do vício, levanta a bandeira da imoralidade e inverte os valores morais, chamando luz de trevas e trevas de luz, então sua ruína já está lavrada.
Infelizmente, nosso país tem sérios problemas nesse campo. Além de ter sido colonizado longe do temor do Senhor e com intenções puramente econômicas e exploratórias, ele tomou seus próprios rumos em sentidos piores daqueles que foram impostos a nós pela colonização. A própria vergonha deixou de existir, seja no campo da moralidade — mulheres nuas e músicas com letras sujas são o orgulho nacional —, seja no campo da justiça — os homens não têm mais vergonha de enganar, roubar e mentir e de continuar fazendo as mesmas coisas depois que são descobertos. Entretanto, a “vergonha” a que o texto se refere é um estado vergonhoso, ainda que o povo tenha perdido o que chamamos de “vergonha na cara”. Por isso, duas coisas os servos de Deus têm de fazer. A primeira é agir de modo justo, ainda que todas as pessoas sejam injustas. A segunda é priorizar a justiça nas suas escolhas eleitorais em lugar de procurar vantagens pessoais. O fato é que devemos viver como cidadãos da pátria celeste, lar da justiça (Fp 3.20), e aguardar com firmeza o dia em que o Senhor irá instalar sua justiça entre nós.
Infelizmente, nosso país tem sérios problemas nesse campo. Além de ter sido colonizado longe do temor do Senhor e com intenções puramente econômicas e exploratórias, ele tomou seus próprios rumos em sentidos piores daqueles que foram impostos a nós pela colonização. A própria vergonha deixou de existir, seja no campo da moralidade — mulheres nuas e músicas com letras sujas são o orgulho nacional —, seja no campo da justiça — os homens não têm mais vergonha de enganar, roubar e mentir e de continuar fazendo as mesmas coisas depois que são descobertos. Entretanto, a “vergonha” a que o texto se refere é um estado vergonhoso, ainda que o povo tenha perdido o que chamamos de “vergonha na cara”. Por isso, duas coisas os servos de Deus têm de fazer. A primeira é agir de modo justo, ainda que todas as pessoas sejam injustas. A segunda é priorizar a justiça nas suas escolhas eleitorais em lugar de procurar vantagens pessoais. O fato é que devemos viver como cidadãos da pátria celeste, lar da justiça (Fp 3.20), e aguardar com firmeza o dia em que o Senhor irá instalar sua justiça entre nós.
A justiça, porém, exalta as nações. As nações em cujo berço estava a verdade e que beberam o leite da piedade, essas cresceram fortes, ricas, bem-aventuradas e se tornaram protagonistas das grandes transformações sociais. Tais nações sempre estiveram na vanguarda e lideraram o mundo na corrida rumo ao progresso. A justiça não pode ser apenas um verbete nos dicionários, mas uma prática presente nos palácios, nas cortes, nas casas legislativas, nas universidades, na indústria, no comércio, na família e na igreja.
A justiça, porém, exalta as nações. As nações em cujo berço estava a verdade e que beberam o leite da piedade, essas cresceram fortes, ricas, bem-aventuradas e se tornaram protagonistas das grandes transformações sociais. Tais nações sempre estiveram na vanguarda e lideraram o mundo na corrida rumo ao progresso. A justiça não pode ser apenas um verbete nos dicionários, mas uma prática presente nos palácios, nas cortes, nas casas legislativas, nas universidades, na indústria, no comércio, na família e na igreja.
Verso 35
Verso 35
“O servo prudente goza do favor do rei, mas o que procede indignamente é objeto do seu furor.”
“O servo prudente goza do favor do rei, mas o que procede indignamente é objeto do seu furor.”
É sobre merecimento que Salomão fala no último versículo do capítulo 14 de Provérbios. No sentido positivo, ele diz que “o servo sábio agrada o rei”. O texto não diz como o sábio agrada seu rei, nem como o rei retribui o agrado. Uma tradução judaica diz que “o favor do rei é dado a um servo que age sabiamente”. Nessa versão fica nítido o que é implícito no primeiro texto: que o sábio age de tal modo que nutre o rei do desejo e até do dever de recompensar o servo e lhe conferir responsabilidades na administração do governo. O que é exposto no contexto de um palácio pode ser tomado como certo em outras esferas como no trabalho, em uma comunidade, na igreja e até em uma pequena família. A verdade é que a confiança e os elogios devem ser merecidos por aqueles que temem a Deus e agem bem para com seus próximos.
É sobre merecimento que Salomão fala no último versículo do capítulo 14 de Provérbios. No sentido positivo, ele diz que “o servo sábio agrada o rei”. O texto não diz como o sábio agrada seu rei, nem como o rei retribui o agrado. Uma tradução judaica diz que “o favor do rei é dado a um servo que age sabiamente”. Nessa versão fica nítido o que é implícito no primeiro texto: que o sábio age de tal modo que nutre o rei do desejo e até do dever de recompensar o servo e lhe conferir responsabilidades na administração do governo. O que é exposto no contexto de um palácio pode ser tomado como certo em outras esferas como no trabalho, em uma comunidade, na igreja e até em uma pequena família. A verdade é que a confiança e os elogios devem ser merecidos por aqueles que temem a Deus e agem bem para com seus próximos.
O oposto disso é a “ira do rei”, ou o castigo por atos ruins. Isso não é dado a qualquer um, mas também àquele que merece, só que, dessa vez, merece punição. O alvo desse castigo é o homem “que procede vergonhosamente”.
O oposto disso é a “ira do rei”, ou o castigo por atos ruins. Isso não é dado a qualquer um, mas também àquele que merece, só que, dessa vez, merece punição. O alvo desse castigo é o homem “que procede vergonhosamente”.
Ler isso na Bíblia nos enche de confiança nessa verdade, mas quando olhamos a realidade de um país como o nosso, em que frequentemente criminosos se elegem para cargos públicos e homens sem honra são admirados por todos, parece-nos que há algo errado no provérbio. Entretanto, esses extremos se devem não à verdade de Deus, mas ao extremo pecado dos homens. Ainda assim, de modo geral permanece intacto o princípio de que as más ações são recompensadas com castigo, se não pelos homens, finalmente por Deus.
Ler isso na Bíblia nos enche de confiança nessa verdade, mas quando olhamos a realidade de um país como o nosso, em que frequentemente criminosos se elegem para cargos públicos e homens sem honra são admirados por todos, parece-nos que há algo errado no provérbio. Entretanto, esses extremos se devem não à verdade de Deus, mas ao extremo pecado dos homens. Ainda assim, de modo geral permanece intacto o princípio de que as más ações são recompensadas com castigo, se não pelos homens, finalmente por Deus.
O fato é que o sucesso ou o fracasso dos nossos relacionamentos depende muito de quem somos. Favor ou fúria serão as colheitas da nossa semeadura. Se formos prudentes, ceifaremos favor; se formos indignos, colheremos fúria. Semearemos uma ação e colheremos uma reação. Aqueles que semeiam vento colhem tempestade. Quem semeia na carne colhe corrupção. Quem planta as sementes malditas do ódio colhe o desprezo. Porém, aqueles que semeiam amor farão uma abundante ceifa de amizade. O empregado prudente, que vive de forma irrepreensível, fala de forma irrefutável e realiza obras inegáveis, goza do respeito e do favor de seus superiores. Aqueles, porém, cujo proceder é irresponsável e indigno acabam provocando o furor dos seus superiores e o desprezo de seus pares.
O fato é que o sucesso ou o fracasso dos nossos relacionamentos depende muito de quem somos. Favor ou fúria serão as colheitas da nossa semeadura. Se formos prudentes, ceifaremos favor; se formos indignos, colheremos fúria. Semearemos uma ação e colheremos uma reação. Aqueles que semeiam vento colhem tempestade. Quem semeia na carne colhe corrupção. Quem planta as sementes malditas do ódio colhe o desprezo. Porém, aqueles que semeiam amor farão uma abundante ceifa de amizade. O empregado prudente, que vive de forma irrepreensível, fala de forma irrefutável e realiza obras inegáveis, goza do respeito e do favor de seus superiores. Aqueles, porém, cujo proceder é irresponsável e indigno acabam provocando o furor dos seus superiores e o desprezo de seus pares.
A Bíblia nos ensina a respeitar aqueles que exercem autoridade. Devemos entender que Deus instituiu a ordem, razão pela qual toda autoridade é por ele constituída. Devemos dar honra a quem tem honra. Não fazemos as coisas para ser reconhecidos. Não praticamos o bem para ser aplaudidos nem falamos palavras bonitas para ser bajulados. Nosso compromisso é com Deus.
A Bíblia nos ensina a respeitar aqueles que exercem autoridade. Devemos entender que Deus instituiu a ordem, razão pela qual toda autoridade é por ele constituída. Devemos dar honra a quem tem honra. Não fazemos as coisas para ser reconhecidos. Não praticamos o bem para ser aplaudidos nem falamos palavras bonitas para ser bajulados. Nosso compromisso é com Deus.
