Jesus Cristo é o Rei da verdade.

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Sermão para o Natal de 2022.
Texto: João 18. 33-38
Tema: Jesus Cristo é o Rei da verdade.
INTRODUÇÃO
No texto que lemos temos a seguinte pergunta?
O que é a verdade?
Você consegue definir a verdade?
Definir a verdade tem sido cada vez mais difícil em um tempos em que acredita-se está vivendo na era da pós-verdade
“Pela definição do dicionário [Oxford], pós-verdade quer dizer ‘algo que denota circunstâncias nas quais fatos objetivos têm menos influência para definir a opinião pública do que o apelo à emoção ou crenças pessoais’. Em outros termos: a verdade perdeu o valor. Não nos guiamos mais pelos fatos. Mas pelo que escolhemos ou queremos acreditar que é a verdade. (...) O terreno da internet tem se revelado fértil para a propagação de mentiras.  A pós-verdade arrasta a política, o jornalismo, a justiça, a economia, a nossa vida pessoal…
(pós-verdade | Academia Brasileira de Letras)
Ao longo da história da humanidade, desde tempos anteriores a Cristo, muitos homens e estudiosos têm buscado encontrar a verdade ou trazer um conceito sobre a verdade que faça sentido, quero citar alguns estudiosos neste momento:
“No que diz respeito à verdade, não se pode dizer que tudo o que parece é verdadeiro, e se é preciso em primeiro lugar reconhecer que não há sensação falsa do sensível como tal, deve-se também reconhecer que a imaginação não se confunde com a sensação”. Aristóteles (384 a.C.-322 a.C.)
Já reparou crianças, que quando a luz está apagada parece ter “monstros” por todo o quarto? Mas depois que as luzes se acenderam percebemos que erá só uma toalha pendurada, um objeto fora do lugar e então conseguimos perceber o que é a verdade…
“Para examinar a verdade, é necessário colocar todas as coisas em dúvida o máximo possível”. Descartes (1596-1650)
“As verdades são ilusões que esquecemos serem ilusões”. Nietzsche (1844-1900)
CONTEXTUALIZAÇÃO
O evangelho de João possui características próprias que o diferencia dos demais evangelhos que são conhecidos como sinóticos: Mateus, Marcos e Lucas.
João é único por apresentar longos discursos de Jesus como:
O pão da vida (cap. 6);
a luz do mundo (cap. 8);
o bom pastor (cap. 10);
o discurso no cenáculo (cap. 14-16);
e seus debates com a liderança judaica (caps. 5, 8, 10 e 12).
Uma marca recorrente nestes discursos de Jesus durante todo o evangelho é as 6 afirmações de Jesus com a frase “Ego Eimi” que é traduzida por “Eu sou”:
1) cap. 6. 35, eu sou pão da vida;
2) 8.12 eu sou a luz do mundo;
3) 10.7 eu sou a porta;
4) 10.11, eu sou o bom pastor;
5) 11. 25, eu sou a ressurreição  e a vida;
6) 14.6, eu sou o caminho a verdade e a vida.
Outra característica marcante são os diálogos de Jesus com pessoas que eventualmente reconhecem Jesus como o Messias:
Os primeiros discípulos (cap. 1);
Nicodemos (cap. 3);
A mulher samaritana (cap. 4);
O cego de nascença (cap. 9);
A família de Lázaro (cap. 11);
Uma outra característica marcante do texto de João é o seu dualismo vertical entre as coisas “deste mundo” com as do “mundo de cima”; ou seja, um contraste entre as coisas terrenas e as coisas celestiais, bem como o contraste entre Deus e o diabo e a luz e as trevas.
Os diálogos de Jesus com Nicodemos e o jovem rico demonstram a diferença de natureza entre as coisas terrenas e as coisas celestiais, pois, para seguir a Cristo é necessário “nascer de novo” e amá-lo mais do que os bens mais valiosos.
Além destas características marcantes, outro aspecto do livro de João que é importante ressaltar é o seu propósito que está estabelecido de forma clara no 20.30-31, em que está escrito que:
30 Na verdade, fez Jesus diante dos discípulos muitos outros sinais que não estão escritos neste livro. 31 Estes, porém, foram registrados para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome.
Sendo assim, o propósito de João é proclamar que Jesus Cristo é a encarnação do verdadeiro filho de Deus e que por meio de sua vida, morte e ressurreição os homens podem usufruir da vida eterna, da graça e  das bençãos que fluem da genuína fé em Deus.
De acordo com este propósito, o texto que lemos e vamos meditar nesta noite é claro em demonstrar o objetivo e propósito da encarnação do Verbo. Esse propósito fica claro nas afirmações de Jesus no verso 37.
Essa passagem do cap. 18. 33-38 está situado na parte em que João descreve a Paixão do Filho de Deus bem como a glória divina e a Sua missão redentora. Esta seção que vai do capítulo 18.1 até o capítulo 20.31, narra:
A prisão de Jesus (18. 1-11);
Seu julgamento perante os líderes religiosos (18. 12-26);
Seu julgamento civil perante o governo da sua época (18.27 - 19.16);
A sua  rejeição e crucificação (19.17-42);
Por fim, a sua ressurreição e suas aparições (20. 1-31).
PROPOSIÇÃO COM BASE NO FCD
Portanto, se vivemos na era da pós-verdade, em tempos da explosão de informações em que sabemos de muita coisa, mas não conhecemos nada a fundo, quero pensar com irmãos, nesta noite, sob a perspectiva deste texto de João, considerando o seguinte tema: Jesus Cristo é o Rei da verdade. Diante da pergunta de Pilatos (v.38): “O que é a verdade?” quero discorrer nesta noite sobre três verdades relacionadas a encarnação e o nascimento de Cristo:
Jesus é o verdadeiro Rei (v. 36).
O seu Reino não é deste mundo (v. 36).
Os seus súditos respondem ao seu chamado (v. 37).
ARGUMENTAÇÃO
Ele é o verdadeiro Rei dos céus e do universo (v. 36).
Após ser preso, Jesus passa por um julgamento religioso (18. 19-24) seguido de um julgamento civil (18.28-19.16).
Jesus é tido como condenado pelo sinédrio e agora é encaminhado para o governador romano, Pôncio Pilatos, para que o veredito de morte decretado pelo sinédrio fosse cumprido, pois o sinédrio tinha prerrogativa para decretar a morte mas não tinha o direito de executar esse decreto.
Desta forma os membros do Sinédrio apresentam três principais queixas sobre Jesus:
Ele perverteu a nossa nação.
Ele nos proibiu de pagar tributo ao imperador.
Ele diz ser ele mesmo Cristo, um rei.
O que verdadeiramente esses homens estavam dizendo é que Jesus era um altamente perigoso e inimigo de roma, ou seja, culpado de traição.
irmãos observem comigo que estes homens estavam completamente cegos por seu egos inflados e orgulho exaltado ao ponto de não enxergarem a verdade sobre Jesus e o acusaram indevidamente. No entanto, Pilatos sabia que o que verdadeiramente movia as acusações destinadas a Jesus nada mais era que a mais pura inveja daqueles líderes religiosos.
Portanto, os versos de 33-40 relatam o momento em que Pilatos interroga Jesus.
O verso 33, relata o momento em que Pilatos inicia seu interrogatório perguntando se Jesus é “o rei dos Judeus”. O interessante é que a forma é que Pilatos coloca ênfase no pronome “tu”, o que possivelmente pudesse representar um tom de zombaria na sua pergunta. Mas, apesar disso, no verso 34, Jesus responde o questionamento de Pilatos com uma pergunta pertinente: Você está dizendo isso por sua própria iniciativa ou outros lhe disseram isso a meu respeito?
A pergunta é pertinente porque Jesus precisava se certificar se Pilatos estava fazendo essa pergunta com base no que o líderes religiosos disseram em sua acusação, pois, sendo assim, é evidente que a resposta seria não, mas, se a pergunta de Pilatos, é fruto de sua própria iniciativa, a resposta seria sim, pois Jesus era, de fato, o rei dos verdadeiros judeus.A grande questão é se Pilatos está falando apenas de um reinado carnal, terreno e revolucionário como defendiam os seus acusadores ou não.
O verso 35, relata a resposta de Pilatos a Jesus e essa resposta é carregada de um tom de desdém da parte do governador. Mesmo assim, a sua resposta é clara em demonstrar que Pilatos não estava perguntando como um judeu e que nem mesmo via um revolucionário na pessoa de Jesus, mas ele não era nenhum tolo e precisava se certificar do que de fato Jesus estava sendo acusado e o que ele havia feito para que os líderes religiosos o condenassem. Foi justamente este sentido da conversa de Jesus com Pilatos que preparou caminho para  a explicação de Jesus acerca da verdadeira natureza do seu reinado.
É justamente, neste momento, descrito pelo verso 36, que Jesus retorna a pergunta de pilatos sobre ser ele “o rei dos judeus” afirmando que seu reinado não é deste mundo.
O que Jesus está querendo dizer com essa afirmação?
Primeiramente, com a expressão “meu reinado”, Jesus está deixando claro que ele, de fato, é rei. Essa mesma afirmação é confirmada também nas afirmações do verso 37.
O termo “reinado” é usado por Jesus para demonstrar que ele não domina apenas sobre todas as coisas criadas, mas especialmente para se referir ao seu reinado espiritual no coração e na vida dos seus seguidores.
Os líderes religiosos que condenaram Jesus não entendiam essa verdade. Jesus não se revelou a eles como seu rei porque seus corações estavam endurecidos por suas práticas religiosas legalistas a ponto que não podiam ver a verdade e nem compreendê-la. Macos 4. 11-12
A vós outros vos é dado conhecer o mistério do reino de Deus; mas, aos de fora, tudo se ensina por meio de parábolas, 12 para que, vendo, vejam e não percebam; e, ouvindo, ouçam e não entendam; para que não venham a converter-se, e haja perdão para eles
(Mc 4.11–12).
Cristo não se encarnou para se assentar em tronos ou para receber honrarias humanas, nem mesmo para ter prestígio entre facções religiosas corruptas e hipócritas, longe disso, Jesus nasceu para reinar nos corações daqueles que eram humilhados, rejeitados e tidos como sem importância nenhuma. Ele veio para exercer domínio espiritual e não político, e por isso ele foi rejeitado e humilhado e sofreu as nossas dores, carregou sobre si a culpa pelos nossos pecados para que os seus fossem dignos de se juntarem ao Pai. Isaías 53 diz:
não tinha aparência nem formosura; olhamo-lo, mas nenhuma beleza havia que nos agradasse. 3 Era desprezado e o mais rejeitado entre os homens; homem de dores e que sabe o que é padecer; e, como um de quem os homens escondem o rosto, era desprezado, e dele não fizemos caso. 4 Certamente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido. 5 Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. 6 Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo caminho, mas o Senhor fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos. 7 Ele foi oprimido e humilhado, mas não abriu a boca; como cordeiro foi levado ao matadouro; e, como ovelha muda perante os seus tosquiadores, ele não abriu a boca. (Is 53.2–7).
 
Sob o domínio de Jesus os humilhados são exaltados, os coxos andam, os cegos vêem, os mortos ressuscitam, os endemoninhados são curados, poi até mesmo o diabo e suas hostes reconhecem o senhorio de Cristo, mas os seus o rejeitaram e o condenaram injustamente para que se cumprisse o que foi dito nas Escrituras a seu respeito. Jesus no sermão do monte diz:
3 Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus.
4 Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados.
5 Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra.
6 Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão fartos.
7 Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia.
8 Bem-aventurados os limpos de coração, porque verão a Deus.
9 Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus.
10 Bem-aventurados os perseguidos por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus.
11 Bem-aventurados sois quando, por minha causa, vos injuriarem, e vos perseguirem, e, mentindo, disserem todo mal contra vós. 12 Regozijai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus; pois assim perseguiram aos profetas que viveram antes de vós. (1993). (Mt 5.3–12).
Esse sim é um rei perfeito, esse é o nosso rei.
IRMÃOS, A VERDADE QUE ESTÁ CLARA, MAS QUE O HOMEM NÃO CONSEGUE COMPREENDER POR SI MESMO É QUE, JESUS DE NAZARÉ, É O REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES.
Em segundo lugar:
 II. O seu Reino não é deste mundo (v. 36).
O reinado do qual Cristo reina eternamente, parece frustrar todas as expectativas do povo judeu acerca do messias. Eles estavam esperando um líder político que viria para livrá-los do domínio militar de Roma, mas Cristo demonstra que seu reinado não é como os reinos terrestres.
 O reinado de Jesus não foi dado a ele por nenhuma autoridade terrestre, mas o próprio Pai, Adonai, foi quem entregou ao Filho o governo supremo sobre todas as coisas e tudo quanto existe nos céus e na terra.
Seu reinado possui um caráter completamente diferente. Sendo assim, Jesus não se vale dos meios terrenos de autoridade e governo. O reinado de Jesus não possui um exército ou força policial como o governo romanano obtinha. Isso fica claro quando Jesus afirma que (v.36): “Se o meu reino fosse deste mundo, os meus ministros se empenhariam por mim, para que não fosse eu entregue aos judeus; mas agora o meu reino não é daqui”.
Desta forma, em vez de ordenar que seus seguidores lutem para que ele não fosse entregue aos seus inimigos, Jesus faz exatamente o oposto (18. 10-11):
10 Então, Simão Pedro puxou da espada que trazia e feriu o servo do sumo sacerdote, cortando-lhe a orelha direita; e o nome do servo era Malco. 11Mas Jesus disse a Pedro: Mete a espada na bainha; não beberei, porventura, o cálice que o Pai me deu?
O reinado de Jesus existe para libertar o homem da excravidão da carne, da morte e do pecado.
Em terceiro Lugar:
Os seus súditos ouvem a voz da verdade (v. 37)
Neste verso 37, Jesus deixa claro que o objetivo do seu nascimento é para testemunhar acerca da verdade sobre o fato de que ele é o rei supremo e que seu reino não consiste em governo terreno mas espiritual, e que somente aqueles à quem o Pai  escolheu desde a eternidade poderiam se tornar súditos desse reino glorioso e eterno.
Jesus veio para testemunhar aquilo que ele havia recebido e ouvido do próprio Pai celestial a respeito da salvação do homem. Essa verdade fica evidente no capítulo 8.28 e 38
28 Disse-lhes, pois, Jesus: Quando levantardes o Filho do Homem, então, sabereis que Eu Sou e que nada faço por mim mesmo; mas falo como o Pai me ensinou
38 Eu falo das coisas que vi junto de meu Pai; vós, porém, fazeis o que vistes em vosso pai.
Sendo assim, ele tinha vindo com o objetivo de testemunhar da verdade que envolve a salvação do homem para a glória de Deus.
Jesus veio para destruir o reino de mentira que se estabeleceu na terra sob o domínio de satanás, segundo o capítulo 8.44:
44 Vós sois do diabo, que é vosso pai, e quereis satisfazer-lhe os desejos. Ele foi homicida desde o princípio e jamais se firmou na verdade, porque nele não há verdade. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira.
Portanto, Jesus não só dá testemunho da verdade bem como ele mesmo é a verdade e afirma que “Todo aquele que é da verdade ouve a sua voz”. Com estas afirmações Jesus deixa claro a origem e o caráter do seu reinado convidando, de forma implícita, o próprio Pilatos a que ouvisse as suas palavras e se tornasse um súdito do reino divino.
O reino que Jesus estava inaugurando de forma visível na terra através de sua encarnação, vida e obra é de alcance universal, pois tanto judeus quanto gentios, irão ouvir e responder a voz da verdade.
No capítulo 10 João registra as palavras de Jesus ao dizer que:
2 Aquele, porém, que entra pela porta, esse é o pastor das ovelhas. 3Para este o porteiro abre, as ovelhas ouvem a sua voz, ele chama pelo nome as suas próprias ovelhas e as conduz para fora. 4 Depois de fazer sair todas as que lhe pertencem, vai adiante delas, e elas o seguem, porque lhe reconhecem a voz; 5 mas de modo nenhum seguirão o estranho; antes, fugirão dele, porque não conhecem a voz dos estranhos.
Nós ouvimos a voz de Jesus porque ele nos chama pelo nome e nós o seguimos porque pertencemos a ele, ele nos ama e nós o amamos.
CONCLUSÃO E APLICAÇÃO
Já reparou crianças, que quando a luz está apagada parece ter “monstros” por todo o quarto? Mas depois que as luzes se acenderam percebemos que erá só uma toalha pendurada, um objeto fora do lugar e então conseguimos perceber o que é a verdade…
Por fim, caminhando para a conclusão da exposição desta noite, o verso 38 encerra este parágrafo com a seguinte frase: Que é a verdade?
Esta pergunta de Pilatos soa com tom de ceticismo e ironia, pois este assunto sobre a religião do povo judeu não lhe despertava nenhum interesse. Percebe-se que, para Pilatos, a verdade que lhe interessava era aquela que poderia lhe trazer alguma vantagem, por isso ele foi incapaz de perceber que a resposta a sua pergunta estava de pé a sua frente.
Jesus o nazareno que estava prestes a ser condenado, açoitado, e morto na cruz do calvário, este homem é o Cristo, Ele é a verdade, Ele é o caminho, Ele é a vida e ninguém pode se achegar ao Pai se não for por intermédio dele, pois, de fato, Jesus é a encarnação da verdade.
Aplicando a mensagem, se você reconhece que Jesus é o seu rei e você faz parte do reinado dele, jure lealdade a Jesus, seja leal a ele mesmo que isso custe a sua vida. Cuidado com as muitas verdades que nos é apresentadas na esfera da escola, faculdade e trabalho.
Se você ainda não reconheceu a Jesus como seu rei legítimo, eu te desafio a, hoje mesmo, se curvar diante da majestade de Cristo e entregar sua vida a Ele para que ele te governe para todo sempre.
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