35- CRISTO FIEL, PEDRO FRACO. MC 14.53-72

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Ele foi fiel, Pedro infiel

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TEMA: “Cristo Fiel, Pedro Fraco: O Julgamento de Jesus e a Queda do Discípulo”
Mc 14.53-72
CONTEXTO
A. Contexto Imediato e Literário
a. O que vem antes:
A última Ceia e a instituição da Santa Ceia (Marcos 14.12-26).
Jesus prediz a negação de Pedro (Marcos 14.27-31).
O Getsêmani: Jesus ora em angústia e é traído por Judas (Marcos 14.32-52).
b. O que vem depois:
Jesus é entregue a Pilatos (Marcos 15.1-5).
O povo escolhe Barrabás e rejeita Jesus (Marcos 15.6-15).
A crucificação de Cristo (Marcos 15.16-39).
B. Contexto Histórico e Cultural
O Sinédrio: Conselho judaico composto por 71 membros, responsável por julgar questões religiosas e civis.
O julgamento ilegal: O Sinédrio não podia realizar julgamentos à noite ou sem provas concretas, mas aqui houve pressa e manipulação.
A posição de Pedro: Um discípulo confuso, pressionado pelo medo da perseguição.
Traição de Cristo por um amigo próximo
Profecia: “Até o meu próprio amigo íntimo, em quem eu confiava, que comia do meu pão, levantou contra mim o seu calcanhar.” (Salmo 41:9)
Cumprimento: Judas Iscariotes traiu Jesus. (Mateus 26:47-50; João 13:18)
2. Traição por 30 moedas de prata
Profecia: “E eu lhes disse: Se parece bem aos vossos olhos, dai-me o meu salário; e, se não, deixai-o. E pesaram o meu salário, trinta moedas de prata.” (Zacarias 11:12)
Cumprimento: Judas recebeu 30 moedas de prata para trair Jesus. (Mateus 26:14-16)
3. Dinheiro da traição usado para comprar um campo de oleiro
Profecia: “Tomaram as trinta moedas de prata, o preço em que foi avaliado, segundo o que certos filhos de Israel avaliaram, e deram-nas pelo campo do oleiro, como o Senhor me havia ordenado.” (Zacarias 11:13)
Cumprimento: As moedas foram usadas para comprar o campo do oleiro. (Mateus 27:3-10)
4. O Messias seria abandonado por seus discípulos
Profecia: “Fere o pastor, e espalhar-se-ão as ovelhas.” (Zacarias 13:7)
Cumprimento: Os discípulos fugiram quando Jesus foi preso. (Mateus 26:56; Marcos 14:50)
5. Jesus permaneceria em silêncio diante de seus acusadores
Profecia: “Foi oprimido e humilhado, mas não abriu a sua boca; como um cordeiro foi levado ao matadouro.” (Isaías 53:7)
Cumprimento: Jesus não se defendeu diante do Sinédrio e Pilatos. (Mateus 27:12-14; Marcos 15:3-5)
6. Jesus seria ferido e esbofeteado
Profecia: “Ofereci as minhas costas aos que me feriam, e as minhas faces aos que me arrancavam os cabelos; não escondi a minha face dos vexames e dos escarros.” (Isaías 50:6)
Cumprimento: Jesus foi espancado, esbofeteado e cuspido. (Mateus 26:67; Marcos 14:65)
7. Jesus seria contado entre os transgressores
Profecia: “Porquanto derramou a sua alma na morte, e foi contado com os transgressores.” (Isaías 53:12)
Cumprimento: Jesus foi crucificado entre dois ladrões. (Marcos 15:27-28; Lucas 22:37)
8. Sorteio de suas vestes
Profecia: “Repartem entre si as minhas vestes, e sobre a minha túnica lançam sortes.” (Salmo 22:18)
Cumprimento: Os soldados lançaram sortes sobre as roupas de Jesus. (Mateus 27:35; João 19:23-24)
9. Jesus clamaria a Deus na cruz
Profecia: “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?” (Salmo 22:1)
Cumprimento: Jesus repetiu essas palavras na cruz. (Mateus 27:46; Marcos 15:34)
10. O Messias teria sede na cruz
Profecia: “Na minha sede me deram a beber vinagre.” (Salmo 69:21)
Cumprimento: Jesus foi oferecido vinagre na cruz. (João 19:28-30)
11. Nenhum de seus ossos seria quebrado
Profecia: “Ele lhe guarda todos os seus ossos; nem sequer um deles se quebra.” (Salmo 34:20)
Cumprimento: Os soldados não quebraram os ossos de Jesus, ao contrário dos outros crucificados. (João 19:32-36)
12. Seu lado seria traspassado
Profecia: “Olharão para mim, a quem traspassaram.” (Zacarias 12:10)
Cumprimento: Um soldado perfurou o lado de Jesus com uma lança. (João 19:34-37)
13. Ele seria sepultado com os ricos
Profecia: “E puseram a sua sepultura com os ímpios, e com o rico na sua morte.” (Isaías 53:9)
Cumprimento: José de Arimateia, um homem rico, sepultou Jesus em seu túmulo. (Mateus 27:57-60)
ESTRUTURA
1. O Julgamento de Jesus perante o Sinédrio (Marcos 14.53-65)
A. Jesus é levado ao sumo sacerdote, onde estão reunidos os principais líderes religiosos (v. 53).
O sumo sacerdote da época era Caifás, que já havia planejado matar Jesus (João 11.49–53Mas um deles, Caifás, que era sumo sacerdote naquele ano, advertiu-os, dizendo: — Vocês não sabem nada, nem entendem que é melhor para vocês que morra um só homem pelo povo e que não venha a perecer toda a nação. Ora, Caifás não disse isto por conta própria, mas, sendo sumo sacerdote naquele ano, profetizou que Jesus estava para morrer pela nação. E não somente pela nação, mas também para reunir em um só corpo os filhos de Deus, que andam dispersos. Desde aquele dia, resolveram matar Jesus.” ).
O julgamento foi apressado para garantir que Jesus fosse condenado antes do amanhecer.
B. Pedro segue Jesus de longe e se senta entre os guardas (v. 54).
Pedro quer estar perto, mas com medo de ser identificado.
Seu distanciamento físico reflete seu distanciamento espiritual naquele momento.
C. O Sinédrio busca testemunhos contra Jesus, mas os depoimentos são contraditórios (vv. 55-59).
O Snédrio já tinha um veredicto pronto, mas não conseguia provas.
v58 Testemunhas tentaram acusá-lo falsamente, citando sua frase sobre destruir o templo (João 2.19 “Jesus lhes respondeu: — Destruam este santuário, e em três dias eu o levantarei.” ), mas distorceram seu significado.
Este trecho faz parte do julgamento de Jesus diante do Sinédrio, que ocorreu na noite de sua prisão. Os líderes religiosos estavam determinados a condená-lo, mas precisavam de uma acusação que justificasse sua execução perante as autoridades romanas.
Sinédrio
1.Sumo Sacerdote Líder do Sinédrio e da religião judaica.
2. Anciãos (Chefes de Famílias) – Representantes das tribos e famílias importantes.
3. Escribas (Doutores da Lei) – Especialistas na Torá, geralmente fariseus.
4. Fariseus e SaduceusOs grupos religiosos que compunham o conselho.
Origem e Base Bíblica
Baseado no conselho de 70 anciãos estabelecido por Moisés (Números 11.16 “O Senhor disse a Moisés: — Reúna para mim setenta homens dos anciãos de Israel, que você sabe que são anciãos e superintendentes do povo, e traga-os diante da tenda do encontro, para que estejam ali com você.” ).
Durante o tempo de Jesus, tinha autoridade sobre questões religiosas e civis, mas precisava da aprovação romana para decretar a pena de morte (João 18:31).
(v. 55)
O Sinédrio (conselho religioso judaico) já havia decidido matar Jesus (Marcos 14:1-2), mas precisavam de uma acusação formal.
A Lei de Moisés exigia duas ou três testemunhas confiáveis para uma condenação à morte (Deuteronômio 17.6 “Por depoimento de duas ou três testemunhas, será morto o que houver de morrer; por depoimento de uma só testemunha, não morrerá.” ).
No entanto, mesmo com diversas testemunhas, não encontraram uma acusação válida.
(v. 56)
A presença de testemunhas falsas mostra a corrupção do julgamento.
Mas, segundo a Lei Judaica, se duas testemunhas não concordassem, a acusação era inválida (Deuteronômio 19.15 “— Uma só testemunha não poderá se levantar contra alguém por qualquer iniquidade ou por qualquer pecado, seja qual for que cometer; pelo depoimento de duas ou três testemunhas se estabelecerá o fato.” ).
(v. 57-58)
Esta é uma distorção das palavras de Jesus.
Em João 2:19, Jesus realmente disse: “Derribai este santuário, e em três dias o reconstruirei.
Mas Ele falava do seu próprio corpo, não do Templo físico.
Os acusadores, porém, torceram suas palavras para fazer parecer que Ele ameaçava destruir o Templo.
(v. 59)
Mesmo com testemunhas falsas, seus depoimentos eram contraditórios.
Isso demonstra que a acusação contra Jesus era frágil e injusta.
Conexões Bíblicas
1. Cumprimento da Profecia
Isaías 53:7: “Foi oprimido e humilhado, mas não abriu a boca.
Jesus sabia que estava cumprindo as Escrituras e permaneceu em silêncio diante das acusações (Marcos 14:61).
2. Distorção da Verdade
Satanás e seus agentes frequentemente distorcem as palavras de Deus (como na tentação de Jesus em Mateus 4.6e disse: — Se você é o Filho de Deus, jogue-se daqui, porque está escrito: “Aos seus anjos ele dará ordens a seu respeito. E eles o sustentarão nas suas mãos, para que você não tropece em alguma pedra.”” ).
Aqui, os líderes religiosos fazem o mesmo para justificar seu pecado.
3. O Templo e a Nova Aliança
O Templo simbolizava a presença de Deus entre o povo.
Jesus, como o verdadeiro Templo, foi destruído (morto) e ressuscitou em três dias, estabelecendo uma nova forma de adoração.
4. Aplicação para Nós
O mundo pode nos acusar falsamente, mas Deus conhece a verdade.
Assim como Jesus enfrentou mentiras, os cristãos podem sofrer perseguições injustas (João 15:18-20).
A verdade de Deus prevalece sobre as mentiras dos homens.
Mesmo com testemunhas falsas, Jesus foi vindicado por sua ressurreição (Romanos 1.4 “e foi designado Filho de Deus com poder, segundo o Espírito de santidade, pela ressurreição dos mortos, a saber, Jesus Cristo, nosso Senhor.” ).
Devemos ter cuidado para não distorcer a Palavra de Deus.
Muitas heresias surgem quando as Escrituras são mal interpretadas, como fizeram os acusadores de Jesus.
Conclusão
O julgamento de Jesus foi marcado por mentiras, mas isso apenas confirmou que Ele era o Cordeiro inocente de Deus. Sua morte foi injusta do ponto de vista humano, mas fazia parte do plano soberano de Deus para a salvação do mundo.
D. O sumo sacerdote interroga Jesus, que permanece em silêncio (vv. 60-61).
Cumpre Isaías 53.7: "Como cordeiro foi levado ao matadouro… e não abriu a sua boca."
Jesus não tenta se defender porque sua missão era morrer pelos pecadores.
E. Jesus declara ser o Messias e o Filho do Homem, referindo-se a Daniel 7.13–14“Eu estava olhando nas minhas visões da noite. E eis que vinha com as nuvens do céu alguém como um filho do homem. Ele se dirigiu ao Ancião de Dias, e o fizeram chegar até ele. Foi-lhe dado o domínio, a glória e o reino, para que as pessoas de todos os povos, nações e línguas o servissem. O seu domínio é domínio eterno, que não passará, e o seu reino jamais será destruído.”” (v. 62).
A expressão “Filho do Homemaponta para sua divindade e realeza.
Ele afirma que um dia voltará em glória, contrariando a autoridade do Sinédrio.
F. O sumo sacerdote rasga suas vestes e o Sinédrio condena Jesus por blasfêmia (vv. 63-64).
Rasgar as vestes era um sinal de indignação, mas aqui foi um ato teatral para justificar a condenação.
G. Jesus é esbofeteado, cuspido e zombado (v. 65).
O Messias é tratado com desprezo, cumprindo Isaías 50.6: “Ofereci as costas aos que me feriam...
O desprezo dos guardas contrasta com a reverência que Jesus merece.
Explicação dessa passagem:
O julgamento de Jesus foi uma farsa, mas fazia parte do plano redentor de Deus.
Ele foi rejeitado para que pudéssemos ser aceitos por Deus.
Frase de grande teólogo:
“Aquele que era o Juiz de toda a terra se submeteu ao julgamento dos homens pecadores.” – Charles Spurgeon.
Frase de transição:
Enquanto Jesus se mantinha firme em sua missão, Pedro enfrentava sua própria provação.
2. A Negação de Pedro (Marcos 14.66-72)
Após a prisão de Jesus, Pedro o seguiu de longe até o pátio da casa do sumo sacerdote (Marcos 14:54). Lá, enquanto Jesus era julgado pelo Sinédrio, Pedro estava entre os servos e soldados, tentando se aquecer no frio da noite. Nesse momento, acontece sua tríplice negação, cumprindo a profecia de Jesus (Marcos 14:30).
A. Primeira negaçãoUma criada do sumo sacerdote reconhece Pedro, mas ele nega conhecer Jesus (vv. 66-68).
Versículo 66
Pedro estava no pátio do sumo sacerdote Caifás, onde Jesus estava sendo julgado.
A criada era uma serva que trabalhava para os líderes religiosos e reconheceu Pedro.
Versículo 67
Pedro tentava se misturar à multidão, mas a criada o reconheceu como seguidor de Jesus.
“Jesus, o Nazareno” – um termo que poderia ser usado de forma despreziva.
Versículo 68
Primeira negação: Pedro mente e diz que não conhece Jesus.
O canto do galo já era um sinal de alerta para Pedro.
Ele começa negando Jesus sutilmente, dizendo: “Não sei, nem compreendo o que dizes.”
B. Segunda negaçãoOutra criada afirma que Pedro estava com Jesus, mas ele nega novamente (vv. 69-70a).
Versículo 69
A criada agora fala publicamente, aumentando a pressão sobre Pedro.
Isso mostra que sua identidade estava ficando evidente.
Versículo 70
Segunda negação: Pedro novamente nega conhecer Jesus.
Os outros notam seu sotaque galileu (Mateus 26.73Pouco depois, aproximando-se os que estavam ali, disseram a Pedro: — Com certeza você também é um deles, porque o seu modo de falar o denuncia.” ), o que confirma que ele era seguidor de Jesus.
O medo cresce, e Pedro se afasta ainda mais da verdade.
Ele não apenas nega, mas se recusa a sequer admitir que conhece Jesus.
C. Terceira negaçãoOutros insistem que Pedro era um dos seguidores de Jesus, mas ele jura que não o conhece (vv. 70b-71).
Versículo 71
Terceira negação: Agora Pedro pragueja e jura, tentando afastar qualquer suspeita.
“Esse homem” – ele nem menciona o nome de Jesus, tentando se distanciar.
O uso de “praguejar e jurar” mostra que Pedro invocou maldição sobre si para confirmar sua mentira.
D. O galo canta pela segunda vez, e Pedro se lembra das palavras de Jesus, chorando amargamente (v. 72).
Versículo 72
O galo canta pela segunda vez, cumprindo a profecia de Jesus (Marcos 14.30Mas Jesus lhe disse: — Em verdade lhe digo que hoje, nesta noite, antes que o galo cante duas vezes, você me negará três vezes.” ).
Pedro se dá conta do que fez e cai em profundo arrependimento.
Explicação:
Pedro caiu por confiar em sua própria força.
Sua restauração viria depois, mostrando que Deus perdoa os arrependidos (João 21.15-19).
Exemplos:
Como Pedro, podemos fraquejar diante da pressão, mas o arrependimento nos leva de volta a Cristo.
Muitos cristãos enfrentam dificuldades ao confessar sua fé em ambientes hostis.
3. Restauração de Pedro (João 21:15-17)
Após a ressurreição, Jesus restaura Pedro perguntando três vezes: “Tu me amas?”
Assim como negou três vezes, Pedro declara seu amor por Jesus três vezes.
Aplicação para Nós
1. O Medo Pode Nos Fazer Cair
Pedro era corajoso, mas cedeu à pressão.
Muitas vezes negamos Jesus com nossas atitudes quando temos medo de represálias.
2. O Arrependimento é Essencial
Pedro chorou amargamente e depois foi restaurado.
Quando pecamos, devemos buscar perdão em Cristo.
3. Deus Usa Pessoas Fracas
Pedro falhou, mas depois se tornou líder da igreja primitiva (Atos 2:14-41).
Deus pode transformar nossas falhas em crescimento espiritual.
Conclusão
A negação de Pedro é um lembrete do perigo do medo e da fraqueza humana, mas também do poder da graça e restauração de Cristo. O mesmo Pedro que negou Jesus se tornaria um grande pregador e mártir.
Frase de grandes teólogos:
“A diferença entre Pedro e Judas não foi a queda, mas o arrependimento.” – John MacArthur.
GRANDE IDEIA
“Cristo permaneceu fiel diante da injustiça, enquanto Pedro falhou diante do medo – mas a graça de Deus restaura os arrependidos.”
TEOLOGIA BÍBLICA
1. Isaías 53.7Ele foi oprimido e humilhado, mas não abriu a boca. Como cordeiro foi levado ao matadouro e, como ovelha muda diante dos seus tosquiadores, ele não abriu a boca.” – O Messias sofreria em silêncio.
2. Daniel 7.13–14“Eu estava olhando nas minhas visões da noite. E eis que vinha com as nuvens do céu alguém como um filho do homem. Ele se dirigiu ao Ancião de Dias, e o fizeram chegar até ele. Foi-lhe dado o domínio, a glória e o reino, para que as pessoas de todos os povos, nações e línguas o servissem. O seu domínio é domínio eterno, que não passará, e o seu reino jamais será destruído.”” – Jesus é o Filho do Homem que reinará para sempre.
3. Lucas 22.31–32— Simão, Simão, eis que Satanás pediu para peneirar vocês como trigo! Eu, porém, orei por você, para que a sua fé não desfaleça. E você, quando voltar para mim, fortaleça os seus irmãos.” – Jesus predisse a queda e restauração de Pedro.
4. João 21.15–19Depois de terem comido, Jesus perguntou a Simão Pedro: — Simão, filho de João, você me ama mais do que estes outros me amam? Ele respondeu: — Sim, o Senhor sabe que eu o amo. Jesus lhe disse: — Apascente os meus cordeiros. Jesus perguntou pela segunda vez: — Simão, filho de João, você me ama? Ele respondeu: — Sim, o Senhor sabe que eu o amo. Jesus lhe disse: — Pastoreie as minhas ovelhas. Pela terceira vez Jesus lhe perguntou: — Simão, filho de João, você me ama? Pedro ficou triste por Jesus ter perguntado pela terceira vez: “Você me ama?” E respondeu: — O Senhor sabe todas as coisas; sabe que eu o amo. Jesus lhe disse: — Apascente as minhas ovelhas. Em verdade, em verdade lhe digo que, quando era mais moço, você se cingia e andava por onde queria. Mas, quando você for velho, estenderá as mãos, e outro o cingirá e o levará para onde você não quer ir. Jesus disse isso para significar com que tipo de morte Pedro havia de glorificar a Deus. Depois de falar assim, Jesus acrescentou: —…” – Jesus restaura Pedro e reafirma sua missão.
APLICAÇÃO
1. Fidelidade em meio à perseguição
Jesus se manteve firme diante do Sinédrio.
Aplicação: Não devemos comprometer nossa fé diante da pressão social.
2. Cuidado com a autoconfiança
Pedro achava que nunca negaria Jesus, mas caiu.
Aplicação: Devemos confiar na graça de Deus, não em nossa força.
3. Restauração para os arrependidos
Pedro chorou, mas foi restaurado por Jesus.
Aplicação: Se você já falhou na fé, há perdão e nova oportunidade em Cristo.
4. Nosso testemunho importa
A negação de Pedro nos ensina que devemos confessar Jesus publicamente.
Aplicação: Como temos testemunhado Cristo no trabalho, família e redes sociais?
Conclusão
Jesus enfrentou um julgamento injusto, mas permaneceu fiel.
Pedro caiu, mas foi restaurado pela graça.
Deus nos chama a confiar Nele, testemunhar nossa fé e buscar restauração quando falhamos.
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