Santa Ceia - Jesus, vida e obra (3)

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IGREJA PRESBITERIANA DE APIAÍ
PLANEJAMENTO PASTORAL – SERMÕES EXPOSITIVOS
MARÇO/2025
Rev. Mateus Lages
Saudação
Leitura bíblica - Salmo 1.1-3
Oração inicial
Hino 06 - Doxologia
Leitura bíblica - Salmo 1.4-6
Oração de Confissão
Hino 79 - Glória ao Salvador
Sermão:
PROPÓSITO TEMÁTICO: Desde 2021 temos tido temas anuais, que nos conduzem como Igreja sede e congregações. Em 2021: Sua vida bem fundamentada; 2022: A Igreja é essencial; 2023: Uma Igreja missionária; 2024: Deus é com seu povo, e, agora um tema que prioriza a Igreja Sede: Jesus, vida e obra - como Deus redime seu povo (2025).
Após quase três anos expondo o Evangelho de Mateus nos Cultos, proponho expor o Evangelho de Marcos nos Cultos de Ceia este ano, com a finalidade de recebermos uma visão panorâmica da vida santa e obra redentora de Jesus, para fortalecer nossa fé e encorajar-nos a viver como discípulos do Senhor
Como fonte criativa, usarei o livro A história de Jesus, de Augustus Nicodemus Lopes, publicado pela nossa Editora em 2023.

Dia 09/03: Santa Ceia - Jesus, vida e obra - exposições no Ev de Marcos: O aumento da rejeição (Mc4.35-6.29)

Introdução/Contexto

O propósito de estudarmos a vida de Jesus é recebermos uma visão panorâmica de sua vida e obra redentora, e, assim termos nossa fé fortalecida, o que certamente nos encorajará a viver como discípulos.
Sabemos que o Evangelho de Marcos é o menor e provavelmente o primeiro a ser escrito. Sua ênfase é apresentar Jesus de forma rápida, e assim também farei.
A autoria do livro é atribuída a João Marcos, mas também um registro das memórias do Apóstolo Pedro, que testemunhou cada acontecimento.
O propósito do livro foi escrever a gentios, para que reconheçam o chamado de Jesus ao discipulado. Assim, este evangelho é tanto para que permaneçamos em Cristo quanto para muitos serem chamados à conversão.
Na primeira parte do livro, Mc 1.1-15, vimos o surgimento de João Batista no deserto pregando batismo de arrependimento e anunciando a chegada do Reino de Deus. Depois, o batismo de Jesus por João no rio Jordão, com o povo. E, na sequência, a tentação de Jesus por Satanás durante quarenta dias no deserto.
Na segunda parte, sobre o início do ministério de Jesus, no trecho de Mc 1.16-3.34, destacando Mc 3.7-12, para entendermos que àquela altura, para os discípulos, Jesus era o Messias, ainda que não houvessem entendido o que isso representava: que ele teria de morrer para salvar o seu povo dos pecados deles.
Hoje, pensando sobre o aumento da rejeição de Jesus, vamos destacar Mc 6.1-6.

A partir dessa introdução, vamos ao tema: O aumento da rejeição (Mc 6.1-6)

Em Mc 4.35-41, Jesus acalma a tempestade, que embora fosse comum aos experientes pesacadores, estava tão intensa que gerou medo. Isso fez Jesus provando aos discípulos que era o Filho de Deus, que domina sobre a criação, mas ainda não era plenamente crido dessa forma pelos discípulos.
Desenho para as crianças: Jesus acalmando a tempestade
Em Mc 5.1-20, lemos sobre a libertação de um endemoninhado, que ao deparar-se com Jesus, curiosamente, o chama de “Filho do Deus altíssimo”, contrastando a falta de fé dos discípulos com o reconhecimento dos demônios, que tanto reconhecem Jesus com toda autoridade, que pedem para serem enviados para outro lugar, o que Jesus faz porque ainda não é chegada a hora do juízo.
Em Mc 5.21-42 temos o conhecido relato da cura da mulher com fluxo de sangue e a ressurreição da filha de Jairo, mais uma vez provando seu poder divino, agora, sobre a vida humana. Esses quatro eventos preparam o caminho no livro de Marcos para revelar a identidade de Jesus aos discípulos, mas também ao mundo.
Agora, sobre a rejeição de Jesus, Rev Hernandes muito acertivamente, chama a atenção para: o perigo da familiaridade com o sagrado e da incredulidade. A familiaridade com Jesus produziu preconceito e não fé. Nada é mais perigoso para a alma do que se acostumar com o sagrado. William Barclay diz que, às vezes, estamos demasiadamente próximos das pessoas para ver a sua grandeza. Sobre isso, popularmente dizemos: “a grama do vizinho é sempre mais verde”. Eles pensaram que conheciam Jesus, mas seus olhos estavam cegos pela incredulidade. Egidio Gioia diz que na religião a familiaridade gera o desprezo por causa da inveja.
Desse modo, a incredulidade também fechou as portas da oportunidade para Nazaré. Jesus não permaneceu na cidade de Nazaré. Ele foi adiante. Nazaré perdeu o tempo da sua oportunidade. Realizar milagres em Nazaré poderia não ter nenhum valor porque o povo não aceitou a sua mensagem nem creu que ele vinha de Deus. Jesus deixou Nazaré pela segunda vez, e não há menção de que tenha voltado lá. A maioria das pessoas pensa que tem ilimitadas oportunidades para crer, mas isso é um engano: (Isaías 55.6).
CONCLUSÃO/APLICAÇÃO Irmãos, para concluirmos, reconheçamos que os Evangelhos são os livros mais importantes de toda a Bíblia porque narram o cumprimento da promessa de Deus na pessoa de Jesus, o Deus-homem, nosso Salvador e Senhor.
Hoje, sobre o tema o aumento da rejeição, vimos sobre os perigos da familiariedade com o sagrado e da incredulidade. Desse modo, ser religioso nos afasta de Jesus tanto quanto a falta de fé. Por isso, lute contra a sua religiosidade tal como entende ser importante que o incrédulo negue seu ceticismo. Pois ambos nos levam para longe de Cristo e são fruto da ausência da fé genuína.
Mas, então, como deve ser nossa reação diante de Cristo? Como a dos discípulos no trecho seguinte: Confiante, obediente e sincera (6.7-13).

SANTA CEIA (1Co 11.23-29)

Irmãos, esta é uma celebração instituída pelo Senhor Jesus, para que todo o que nele crê coma do pão e beba do cálice, a fim de participar dessa refeição que ensina sobre o corpo e o sangue de Cristo, que representam a realidade da oferta que ele fez em nosso favor.
Hino 268 - Redenção
ORAÇÃO FINAL E BÊNÇÃO
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