Sem título Sermão (4)
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Transcript
Jesus tem seus próprio caminhos ( V.1-4).
Jesus tem seus próprio caminhos ( V.1-4).
O que nos encanta nesse texto é que Jesus, mesmo sendo Deus, eu digo numa perspectiva humana, ele mudou de estratégia, porque havia uma querela entre a seita dos fariseus, sobre o seu batismo. Os fariseus estavam incomodados com o Batismo de João Batista e agora ficam ainda incomodados com o batismo de Jesus, porque os discípulos de Jesus batizavam mais discípulos do que os discípulos de João. Jesus deixou a região da Judeia, a parte sul da Palestina e foi para a Região Norte. Fica fica claro para nós que Jesus estava evitando o enfrentamento desnecessário. A seita dos fariseus estava em ascensão. Jesus esta querendo evitar uma crise prematura. A popularidade de Jesus na Judeia não seria bom para esse momento do seu Ministério. Jesus sabia que não era sua hora ainda. A judeia era o quartel general dos religiosos, eles possivelmente queriam instigar ciumes entre os discípulos de João e Jesus ( Jo 3. 26). Ao Deixar a Judeia, Jesus estava, inteligentente evitando que os Fariseus obtivem sucesso. Jesus esta tranformando uma a oportunidade para uma debate em oportunidade para evangelizar e conhecer pessoas - não se trata apenas de evitar os falsos líderes, mas, também de expandir a mensagem do Reino. Jesus tinha outra agenda, tinha outro compromisso. Ele não queria perder tempo com a querela sobre o batismo levantada pelos seus inimigos.
João afirma que era Necessário que ele atravessasse Samária ( v. 4). O que significa essa expressão “ era necessário”. O caminho mais curto entre a Judeia e a Galileia era passar por Samária, entretanto, os judeus para evitar passar por Samária, atravessavam pelo lado leste, caminhando pelo Jordão, pelo norte através da pereia e novamente pelo Jordão até a Galileia. Ao olharmos para a expressão “ era necessário” , podemos pensar apenas que Jesus estava ganhando tempo, mas, creio que há outro sentido aqui, esta necessidade tem a haver com Missão de Cristo.
Aplicação: aprendemos muito com a sabedoria e a estratégia de Cristo. Aprendemos que nem sempre é horas para enfrentamentos. Nem sempre é bom comprar todas as brigas. Devemos comprender que Deus tem novas direções para nós. Deus tem novas oportunidades. Deus tem novos desafios para a sua vida. Deus tem movimentos interessantes para você. Você ja parou para pensar no que é mais necessário para a sua vida? Quais são as prioridades da sua vida? Como você administra o seu tempo? Nós temos os nosso caminhos, Deus tem os caminhos dele para nós ( Is 55. 8,9)
Jesus é como um de nós (v.5,6).
Jesus é como um de nós (v.5,6).
Outra coisa que nos encanta neste texto é a afirmação de que Jesus sentiu sede e cansaço. O Evangelho de João é um dos Evangelhos que mais ressalta a divindade de Cristo como vemos no prologo ( Jo 1. 1- 14), Alías, D. Carson, aquele grande comentarista da Bíblia afirma que o Evangelho de foi escrito para combater um tal de Cerinto que negava a divindade de Cristo. Entretanto, o Evangelho de João faz questão de tocar em sua humanidade. Quando olhamos para uma passagem como esta, somos tentados a acreditar que quem estava cansado era Jesus como homem e não Jesus como Deus, porém, não podemos fazer essa divisão. Jesus é uma pessoa, portanto quem estava cansado era o Filho de Deus que que sentiu cansaço como qualquer um de nós. Na teologia nós chamamos isso de comunicatium idiomatum, ou seja, aquele que se diz da natureza humana de Cristo, se diz da natureza divina. Quem andou pelas ruas da Judeia e da Galileia era uma pessoa com duas naturezas, divina e humana.
Possivelmente, era meio dia, Jesus estava cansado, penso que ele estava exalto. Da Judeia de onde ele veio, até Samaria são 172 Km.
João 4.1–26
Foi nesse pedaço de terra que pertencera a Jacó, não longe de onde José foi enterrado, que Jesus parou para descansar um pouco. O lugar era bem apropriado para isso, pois a fonte (ou poço) de Jacó estava ali.
João 4.1–26
Jesus parou em um local cerca de um quilômetro a sudoeste de Sicar, perto das terras que Jacó dera a seu filho José. Segundo
João 4.1–26
Dou-te, de mais que a teus irmãos, um declive montanhoso (hebraico shechem, do qual a cidade de Siquém deriva seu nome), o qual tomei da mão dos amorreus com a minha espada e com o meu arco. (
Foi ao lado do poço de Jacó, que sentou-se a fonte da água da vida.
Aplicação:
Jesus sentiu nossa sede, para nos saciar com água da vida. Jesus sentiu nossa fome, para ser para nós o pão vivo que desceu do céus ( Jo 6.51) Ele sentiu nosso cansaço para poder nos aliviar ( Mt 11. 28- 30). Jesus é aquele que pode nos socorrer ( Hb 4. 15,16). Qual é a sua dor? qual é o seu sofrimento? Jesus pode aliviar sua dor, pode dar aquilo que você mais precisa, salvação e vida com abundância.
Jesus quebra barreiras ( 7-9).
Jesus quebra barreiras ( 7-9).
Vemos no texto que Jesus quebrou três barreiras.
Barreira cultural.
Jesus mandou que os discípulos comprassem comida em Sicar. A palavra “Sicar” significa “ cidade dos bêbados” , era um lugar promiscuo para os judeus. Os judeus acreditavam que a comida dos samaritanos era imunda. Jesus conversa com uma mulher que se aproximou para retirar água do poço. Ele se dirige a ela ( v. 7). Jesus então faz uma solicitação nada convencional para aquela mulher. Ele lhe pede água ( v. 7). Nada melhor do que pedi um simples favor, para criar pontes com as pessoas, porém, os rabinos da época não podiam conversar com uma mulher em público. homens não falavam com mulheres e os judeus não se comunicavam com os samaritanos. A atitude de Jesus significa o fim de sua reputação.
Ninguém se aproximaria de uma mulher samaritana e de má fama ela há havia se casado 5 vezes, era considerada uma mulher prostituta, uma mulher imoral, todos desprezavam ela. Ninguém se comrpormeteria em falar com uma pessoa assim.
Aplicação: O Evangelho é supra cultural, ele está acima de qualquer cultura, cujos elementos contrariam a vontade de Deus. O Evangelho traz elementos retentivos para qualquer cultura.
Jesus rompe a barreira racial. Os samaritanos eram um povo misturado. Era a mistura de judeus com povos considerados gentios, já havia 500 anos de conflito entre esses dois povos. Quando Israel, o Reino do Norte foi levado Cativo, orei da Assíria trouxe outros povos , como os babilôncos para povoar samária. Esses povos trouxeram também seus deses e esua cultura. Jesus então quebra a berreira racial. A prporia mulher samaritana está impregnada dessa cultura ( V. 9).
Aplicação. Jesus é o Senhor da igreja e sua igreja é composta de povos de todas as tribos, línguas e povo, ele destriu completamente as barreiras para fazer de nós um só povo ( Ef. 2 14- 17). Por isso que experimentamos a comunhão na igreja, somos todos iguais, somos cidadaões do céu. Sao o povo de Deus, nação santa, povo de propriedade de Deus ( 1 Pd 2. 9 )
Jesus rompe a barreira religiossa: Os Samaritanos haviam comropindo a religião. Eles afirmavam que o Monte da adoração era o Monte Jerasim, não acreditavam no Restante do antigo Testamento, apenas do 5 primeiros livros, na torá, eram místicos em sua adoração. Tinham uma adoração mística, sencretiva e heretica, mas, Jesus entao prega a verdade para ela.
Aplicação: Há muitas barreiras entre nós e outros religiosos, porém, não podemos, precisamos entder que devemos manter o diláogo e proucar todas as aberturas para proclamarmos o Evangelho
