Uma alegria Indizível. Fp. 4.4

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Fp. 4.4
Paulo exorta a igreja de Filipos para que a sua alegria não fosse obstruída por qualquer aflição que acontecesse a eles.
· Assim, a alegria do mundo é distinta da alegria da igreja.
O apóstolo nos exorta a nos alegrarmos no Senhor e não em outras coisas neste mundo, não em honras, riquezas, amigos, parentes, ouro, prata, terras, posses, em sabedoria ou na força do corpo.
Portanto, aquele que se alegra deve se alegrar em Deus, que é o autor de toda bondade, libertador de todos os males e de todas as adversidades.
O apóstolo diz em (1Co 1.31), aquele que se alegra, alegre-se em Deus e, assim, sua alegria será completa, segura, constante, permanente e perfeita.
Ele aqui reprova a alegria colocada mais em coisas terrenas do que em Deus. Alegrem-se, portanto, no Senhor, sempre, em todos os momentos e em todos os lugares.
Vamos pensar juntos este texto com base em três perguntas:
1° - Quais os motivos?
2° - Como encontrar essa alegria?
3° - Quando se alegrar?
1° - Quais os motivos para se alegrar no Senhor?
· Há pouco motivo para nos alegrarmos em qualquer outra coisa.
Tiago 1.17: “Toda boa dádiva e todo dom perfeito são lá do alto, descendo do Pai das Luzes, em quem não pode existir variação ou sombra de mudança”.
Nossa alegria deve ser n’Ele porque tudo parte d’Ele.
Outros motivos para vivermos a verdadeira alegria cristã é que:
· O Espírito Santo dá testemunho ao nosso espírito de que somos filhos de Deus (Rm. 8.16-17)
· As trevas do nosso entendimento são iluminadas (Ef. 1.18)
· A obstinação de nossa vontade é corrigida (Rm. 8.6)
· A corrupção de nossos sentimentos é purificada.
· Sentimos em nós mesmos a virtude da ressurreição de Cristo por meio da morte do pecado, e da vida de Deus em nós (Gl. 2.20)
· Nossa alma está plenamente segura do perdão gratuito dos nossos pecados pela graça (Ef. 1.7)
· Até nos atrevemos ir ousadamente ao trono da graça e clamar: Abba, isto é, Pai (Gl. 4.6)
· Sabemos que ninguém pode nos acusar (Rm. 8.33)
· Sabemos que ninguém pode nos condenar (Rm. 34
· Sabemos que a morte não terá domínio sobre nós e que o inferno nunca poderá prevalecer contra nós (Rm. 8.38-39)
· Temos uma família enorme que se chama igreja e que nos abençoa sempre (Fp. 4.10)
Vejam quantos motivos temos para nos alegrarmos no Senhor.
2° - Como encontrar essa alegria?
Martinho Lutero disse que: Essa alegria é fruto e consequência da fé; como Paulo afirma em Gálatas 5.22–23.
“O fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio”.
· Não é possível um coração se alegrar em Deus antes de crer nele.
· Onde não há fé, há somente medo, apreensão, pavor e terror ao mero pensamento ou menção de Deus.
Com isso o coração se acha culpado e não confia que Deus é misericordioso e favorável a ele, e tudo o que ele sabe é que Deus é inimigo do pecado e o pune assustadoramente.
· Estas duas coisas:
· Consciência de pecado – conhecimento da punição da parte de Deus – A pessoa vive constantemente em aflição e desespero.
· Não tem como sentir essa alegria no Senhor.
Tentar falar a esses corações sobre a alegria em Deus é como tentar ordenar que a água queime – isso simplesmente não pode acontecer.
É por isso que o profeta diz, no salmo 32.11: “Alegrai-vos no Senhor e regozijai-vos, ó justos; exultai, vós todos que sois retos de coração”.
· É o justo e reto que se alegra no Senhor.
· Assim, essa carta não foi escrita para ímpios, mas para santos.
· Está ordem de se alegrar no Senhor é para os filhos.  
Aos que não experimentaram a graça de Cristo devemos, primeiro, explicar como ser libertos do pecado e encontrar um Deus misericordioso.
· Respondendo de forma mais direta – Como encontrar a alegria?
o Encontrando Jesus.
o Sendo alcançado pela Graça salvífica de Cristo Jesus.
3° - Quando se alegrar?
Alegrem-se sempre – não apenas quando tudo está bem.
· A nossa alegria deve ser constante.
Martinho Luterocensura severamente aqueles que ficam satisfeitos com Deus, louvando-o e dando graças a Ele somente parte do tempo, isto é, quando as coisas vão bem. Se as coisas vão mal, então sua alegria é apagada.
Davi, no salmo 34.1: “Bendirei ao Senhorem todo o tempo, o seu louvor estará sempre nos meus lábios”.
· Davi tem uma boa razão para isso, pois quem é capaz de causar dor e sofrimento naquele que tem um Deus misericordioso?
· O pecado não lhe condena, nem a morte, nem o inferno.
Davi canta no salmo 23.4: “Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum”.
Podemos pensar novamente em: (Rm. 8.31-39)
· Quando se alegrar? Em todo tempo.
Concluindo:
Olhando para tudo isso:
· Não era um absurdo o apóstolo Paulo exortar os irmãos a se alegrarem.
· Não era um absurdo o apóstolo Paulo preso em uma masmorra morrer se alegrando no Senhor.
· Não é um absurdo nós hoje vivermos essa alegria no Senhor independentemente do que tenhamos que passar.
Não podemos esquecer que é uma ordem e não uma mera sugestão.
Vamos orar.
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