Verdadeiros Adoradores
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Jo 4.19-26
Jo 4.19-26
Introdução
Introdução
A verdadeira adoração não é da forma que queremos. Não podemos adorar a Deus do nosso jeito. Para adorar a Deus existe princípios que ele mesmo nos ordenou que cumpríssemos, ou seja, os requesítos que o próprio Deus nos deixou para adorar Ele mesmo, pois somos incapazes de adorar a Deus verdadeiramente por nós mesmos.
Jesus retorna à Galileia através de Samaria
Jesus retorna à Galileia através de Samaria
“Jesus decidiu deixar a Judeia e voltar para a Galileia — uma controvérsia que surgiu quando os fariseus, os inimigos de João Batista e de Jesus, “ouviram que ele estava ganhando e batizando mais discípulos do que João”.”
O termo crítico no versículo 4 é que Jesus “teve que” (grego: edei, “deve”) “passar por Samaria”.
Encontro inicial: Jesus pede água
Encontro inicial: Jesus pede água
Enquanto Jesus esperava seus dicípulos retornarem, pois tinham ido comprar comida, “uma mulher samaritana veio ao poço, também para buscar água. Isso era incomum por duas razões: primeiro, as mulheres geralmente vinham em grupos em vez de individualmente; e segundo, elas vinham pela manhã em vez do calor do dia. Provavelmente (como veremos), isso se deu porque ela era considerada uma mulher imoral e por isso não era bem-vinda na companhia das outras. Ela veio quando podia estar sozinha.”
7. “Você vai me dar de beber?” teria assustado a mulher. Ao falar com ela, ele quebrou vários tabus: (1) um tabu religioso, com os samaritanos aceitando apenas o Pentateuco como cânon e o Monte Gerizim em vez do Monte Sião como o monte sagrado; (2) um tabu sexual, com os homens não se associando socialmente com as mulheres; eles nunca iniciariam uma conversa com uma mulher que é estranha; (3) um tabu étnico, com os judeus ficando longe dos samaritanos e vice-versa.
9. “Como, sendo tu judeu, pedes de beber a mim, que sou mulher samaritana”, havia uma distancia entre os judeus e os samaritanos, a ponto de não usarem o mesmos utensílios (os judeus consideravam os samaritanos impuros).
Segundo encontro: Jesus oferece água viva
Segundo encontro: Jesus oferece água viva
10. “Se conheceras o dom de Deus e quem é o que te pede:...” O “dom de Deus” significa que Deus está estendendo a ela por intermédio de Jesus o dom da vida eterna e do Espírito Santo.
Jesus oferece a “água viva”. A mulher, como Nicodemos, entende isso no contexto do mundo terreno, e assim diz no versículo 11: “Senhor, tu não tens com que a tirar, e o poço é fundo; onde, pois, tens a água viva?”
Terceiro encontro: Jesus oferece água da vida
Terceiro encontro: Jesus oferece água da vida
Jesus começou a se aprofundar mais, oferecendo mais a samaritana. Começou passando da água para a água viva para a água da vida eterna. Jesus começou pela perspectiva terrena dela. Em João 4.13 “Afirmou-lhe Jesus: Quem beber desta água tornará a ter sede;”. Mas sem perder o significado espiritual disse: João 4.14 “aquele, porém, que beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede (significado grego “nunca mais até a eternidade”, pois uma nova vida explodirá, literalmente, desta fonte messiânica); pelo contrário, a água que eu lhe der será nele uma fonte a jorrar para a vida eterna.”
A samaritana questiona a Jesus, como Ele poderia tirar água do poço sem uma vasilha ou um balde e pede para que Jesus dê desta água para ela não precisar mais voltar ao poço.
Quarto encontro: Jesus está consciente de sua situação conjugal
Quarto encontro: Jesus está consciente de sua situação conjugal
Jesus pede para que ela busque o marido, levando-a a admitir que não era casada. Antes dela poder tomar parte da água viva, ela deve contemplar e acertar sua condição moral.
Cinco divórcios: diferente dos judeus que seguia uma escola rabinica rigorosa, os samaritanos seguiam uma escola rabinica que permitiam os divórcios, porém, mais de dois ou três divócios eram considerados vergonhosos. É por isso que ela foi buscar água no poço sozinha
Ela estava sendo considerada imoral por seu número de maridos, assim como estava sua vida atualmente. Jesus à confronta com o problema que a impede de participar da água viva.
Quinto encontro: a mulher cresce em consciência e adoração
Quinto encontro: a mulher cresce em consciência e adoração
Logo após Jesus mostrar a ela sua verdadeira situação, ela se sentiu obrigada a repensar quem realmente Jesus é. Então pergunta se ele é um profeta
Se ele é um profeta, ela espera que ele possa resolver um grande debate entre judeus e samaritanos a respeito do local apropriado de adoração. Se era naquele monte ou em Jerusalém o lugar de adoração. Jesus porém responde a samaritana que chegará um tempo em que nem neste monte ou em Jerusalém adorará ao Pai. Jesus estava mostrando uma nova era que seria após sua morte e ressurreição. O acesso ao Pai será direto, nem no Monte Gerizim nem Jerusalém serão importantes. Judeus e samaritanos deverão adorar juntos e sem conflitos uns com os outros.
Sexto encontro: a verdadeira adoração é em Espírito e verdade
Sexto encontro: a verdadeira adoração é em Espírito e verdade
A nova era da salvação chegou agora emJesus.
Jesus começa com “verdadeiros adoradores” por duas razões: (1) nem o culto judeu nem o samaritano serão mais suficientes (v. 21, “nem nesta montanha nem em Jerusalém”, cada um com seu próprio templo material), pois um novo culto foi introduzido na nova era da salvação; e (2) o culto adequado agora se concentra em Cristo e na nova vida que ele trouxe.
Jesus define esta verdadeira adoração João 4.24 “Deus é espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade.”
Ele não é material e não deve ser adorado de forma material, seja em Jerusalém ou no Monte Gerizim, nesta nova era de salvação.
Ele é “o Espírito da verdade” (14.17; 15.26; 16.13). O novo nascimento é “do alto” (3.3), e Jesus é “do alto” (3.31), portanto, a verdadeira adoração é tornada possível pelo céu e centrada no céu, ocorrendo quando estamos buscando e pensando “nas coisas do alto” (Cl 3.1,2). Aqueles no Espírito adoram com toda a sua alma, coração, mente e força.
Sétimo encontro: Jesus se identifica como o Cristo
Sétimo encontro: Jesus se identifica como o Cristo
A mulher percebe que Jesus é mais do que um profeta. Sua incrível explicação da verdadeira adoração desencadeia um pensamento a respeito do samaritano Taheb (significa “restaurador” equivalente ao messias judeu) e do Messias judeu. Ela ainda está confusa que algo incrível aconteceu, mas ainda não pode definir o que é, por isso fala a Jesus João 4.25 “Eu sei, respondeu a mulher, que há de vir o Messias, chamado Cristo; quando ele vier, nos anunciará todas as coisas.” e Jesus a responde João 4.26 “Disse-lhe Jesus: Eu o sou, eu que falo contigo.”. Construindo seu ponto sobre a autorrevelação de Deus na sarça ardente do Êxodo 3.14: “Eu sou quem eu sou”.
Conlusão
Conlusão
Para sermos verdadeiros adoradores requer conhecimento de quem é Jesus Cristo, como o Pai quer que o adoremos, reconhecermos nossos pecados para podermos fazer parte da água viva, a nossa adoração deve ser espiritual e não material (local físico). Adorar de toda sua alma, coração, mente e força.
