A história do amor do Pai! | Lucas 15.20
Culto de Domingo! • Sermon • Submitted • Presented
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Introdução!
Introdução!
Ainda pensando em MISSÕES MUNDIAIS, em um dia como hoje, onde estamos também agradecendo a Deus pelos 11 anos da Embaixada Dcº José João da Silva, o nosso desejo é refletir sobre o AMOR DO PAI.
Na semana passada falamos sobre características do amor do PAI em Romanos 8.31-39. (DOADOR | JUSTIFICADOR | VITORIOSO | NADA PODE NOS SEPARAR DESSE AMOR - Romanos 8.31-39)
Uma palavra nos levando a pensar sobre o tema de MISSOES MUNDIAIS - NO AMOR DO PAI, VAMOS COMPLETAR A MISSÃO.
Existe uma missão a se completar e só conseguiremos completa-la espalhando o amor do Pai.
Realmente o amor de Deus é algo inexplicável. Não conseguimos com Palavras humanas descrever.
Uma das formas em que Jesus ensinou sobre o AMOR DO PAI é contando algumas parábolas. E eu separei uma para essa noite.
Ler o texto: Lucas 15.20.
Conhecemos essa parábola como A PARÁBOLA DO FILHO PRÓDIGO ou do FILHO PERDIDO. Isso é o que está escrito em sua bíblia acima do v.11.
Apesar de realmente contar a história de um filho pródigo, essa noite nós vamos dar evidência não aos fatos do filho, mas eu quero conta a A HISTÓRIA DO AMOR DO PAI.
É sobre essa história que eu quero pensar com você essa noite.
A história do amor do Pai vai nos ensinar sobre o amor de Deus por cada um de nós.
Assim como aconteceu na semana passada nós seremos inundados pelo amor de Deus nesta noite também e com isso seremos impulsionados a COMPLETAR A MISSÃO.
A história do filho pródigo ou a história do amor do Pai vai nos ensinar sobre as INCONSEQUÊNCIAS DA NATUREZA HUMANA, O RESULTADO DAS ESCOLHAS ERRADAS, A LEMBRANÇA DA CASA DO PAI e O AMOR, A CONFISSÃO E O PERDÃO.
Uma sequencia que se inicia no v.12-13 apontando sobre as INCONSEQUÊNCIAS DA NATUREZA HUMANA.
As inconsequências da natureza humana! v.12-13
As inconsequências da natureza humana! v.12-13
Realmente sabemos que a nossa NATUREZA não é boa. Não tem como sair algo bom de nós mesmos desde a queda do homem.
E a história contada por Jesus em Lucas 15.11-32 fala um pouco sobre isso.
O texto vai dizer que o filho mais jovem disse ao Pai: “Pai, quero que o senhor me dê a parte dos bens que me cabe.” (v.12)
O que nós podemos entender aqui é que o filho mais jovem ENJOOU DA CASA DO PAI.
Esse rapaz estava convicto em sua ignorância que conseguiria viver longe da casa do seu pai.
Ele queria viver a vida dele. Ele queria descobrir as coisas do mundo. Ele queria viver fora do alcance dos olhos do seu pai.
E como isso acontece com a humanidade. São muitas criaturas de Deus que conhecem a Deus, sabem quem Deus é, até frequentaram a igreja, mas pelas propostas do mundo ABANDONARAM A CASA DO PAI.
Isso é resultado das INCONSEQUÊNCIAS DA NATUREZA HUMANA.
Esse filho sabia que segundo a lei de Deuteronomio 21.17, ele tinha direito a um terço da herança paterna. O filho primogênito tinha direito a 2 terços.
O texto vai dizer que o Pai chega, não fala nada, acata o pedido do seu filho e reparte os seus bens e entrega ao filho o que ele mesmo tinha pedido.
Com essa atitude o jovem estava “gritando” para o Pai que a sua “liberdade” era mais importante que o cuidado, conselho e o AMOR DO SEU PAI.
Eu imagino como deveria estar o coração daquele Pai. Receber um pedido desse naquela altura da sua vida, depois de já ter feito tanto pelo seu filho, com certeza o deixou muito triste.
É exatamente assim quando Deus recebe o pedido do homem para viver a sua vida longe dEle.
A natureza humana vai nos levar a tentar viver longe do pai, como um adulto imaturo.
Era isso que o filho mais jovem estava dizendo. Ele estava falando sobre a sua imaturidade de não querer mais viver na casa do seu pai.
Na casa do Pai existe amor. Na casa do Pai existe consolo. Na casa do Pai existe conforto. Mas na casa do Pai existem também algumas formas de viver.
Existe alguns pedidos que o pai faz para se viver em sua casa e esses precisam ser obedecidos.
A casa do Pai não é um desordem. Tem alguns mandamentos para se cumprir.
Não é como quer, do jeito que quer, a hora que quer. A natureza humana ela justamente quer falar pra nós que a CASA DO PAI É CHATA por ser organizada e ter determinações específicas.
A casa do Pai é o melhor lugar para o homem habitar.
O texto vai continuar dizendo que o jovem não quis nem saber. Quando o pai entregou em sua mão a “parte dos bens”, esse como diz o v.13 juntou tudo o que era seu e SAIU DE CASA.
O texto não da muitos detalhes sobre a saída, mas eu imagino o filho saindo com as suas coisas de casa, andando por um longo caminho e o pai na porta, olhando o seu filho indo embora.
E o filho foi para “uma terra distante e lá desperdiçou todos os seus bens, vivendo de forma desenfreada.”.
Que caminho triste ele percorreu. Ele gastou todo o seu dinheiro.
Só que como nós sabemos, um dia a conta chega. A partir do v.14 nós vamos ver O RESULTADO DAS ESCOLHAS ERRADAS do homem.
O resultado das escolhas erradas! v.14-16
O resultado das escolhas erradas! v.14-16
É muito claro perceber que a vida longe da casa do Pai é uma vida que acaba em tragédia.
E não foi diferente com esse menino da história contada por Jesus.
Quando ele se afastou do AMOR DO SEU PAI, quando ele saiu de casa e gastou todo o seu dinheiro ele passou por um tempo horrível em sua vida desnecessariamente.
É certo de saber que se aquele jovem não tivesse saído de perto do seu pai ele não viveria o que viveu.
Os v.14-16 vai dizer o que aquele jovem passou.
A terra estrangeira para qual ele foi passou por uma grande fome e aquele jovem começou a passar NECESSIDADE.
Lembrando: Tudo por ele ter escolhido sair de perto do seu pai.
De acordo com a sua escolha, o dinheiro já tinha acabado, ele estava passando necessidade, precisou ir atrás de um trabalho em terra estrangeira.
Muito provavelmente estava difícil, pois o lugar onde ele foi estava vivendo uma crise econômica.
O único emprego que ele achou foi TRABALHAR COM PORCOS. Ele era o responsável por cuidar dos porcos.
Alguém já chegou perto de um chiqueiro? É um cheiro horrível.
Mas o problema não era o cheiro, essa história está sendo contada em um ambiente judaico.
Os judeus consideravam o PORCO como um animal IMUNDO. (Levítico 11.7)
Existia um ditado judeu que dizia o seguinte: Que a maldição caia sobre o homem que cuida de porcos.
O filho mais jovem estava sendo humilhado pelas escolhas que tinha feito.
Só que enquanto ele cuidava dos porcos, ele estava vivendo em grande fome. O dinheiro que recebia pelo seu trabalho não dava para ele se alimentar bem. Ele estava com fome.
O texto diz no v.16 que ele desejava se alimentar das ALFARROBAS (vagem de uma árvore) que os porcos comiam.
Apesar da sua vontade de comer a comida dos porcos, ninguém lhe dava nada.
Esse trecho nos ensina muito sobre OS RESULTADOS DAS ESCOLHAS ERRADAS.
Quando nós escolhemos o que não devemos nós iremos colher o resultado disso.
Não existe possibilidade de se ter uma vida boa recusando estar com o Pai.
Não existe possibilidade de se ter bons resultados na vida se estamos vivendo LONGE DA CASA DO PAI, longe do amor do Pai.
E no meio do caos, no meio da humilhação, no meio da fome aquele jovem tem uma LEMBRANÇA.
No meio disso tudo ele LEMBRA DO LAR QUE ELE TINHA ABANDONADO.
Existe A LEMBRANÇA DA CASA DO PAI. Depois de um tempo cego pelo mundo, as escamas dos seus olhos começam a cair e ele tem a LEMBRANÇA DA CASA DO PAI.
A lembrança da casa do Pai! v.17-19
A lembrança da casa do Pai! v.17-19
O texto original vai dizer “QUANDO ELE VOLTOU A SI MESMO”, ou seja, quando ele começou a refletir sobre tudo o que havia acontecido quando saiu de casa ele LEMBROU DA CASA DO SEU PAI.
Ele percebeu diante do que estava vivendo que a condição dos EMPREGADOS do seu pai era melhor que a condição que ele estava vivendo.
Esse jovem chega a uma conclusão. A lembrança da casa do Pai o faz voltar para a casa.
Ele começa a ensaiar o discurso do retorno. Ele pensa no seguinte: não preciso mais ser tratado como filho, se me tratar como um empregado fome eu sei que não vou passar.
Ele entende o quão ingrato e egoísta foi e ele tem uma atitude.
É importante destacar. Mais do que apenas se lembrar é necessário “se arrumar e voltar para o pai”.
Aquele filho se arrumou e fez o caminho de retorno.
É necessário se arrumar e fazer o caminho de volta para o Pai.
A lembrança nos leva a ação. Enquanto lembramos do amor do Pai nós somos projetados a fazer o caminho de volta.
O texto foi claro em nos dizer que esse filho foi para um lugar distante, então o caminho de volta não seria fácil, mas era necessário ser feito.
Ele faz. Ele volta. Ele está disposto a enfrentar o que for para ser um TRABALHADOR DA CASA DO SEU PAI.
Mesmo diante de um caminho difícil de retorno, aquele filho VOLTA.
E quando está chegando perto da casa do seu pai, nós veremos agora a conclusão da HISTÓRIA DO AMOR DO PAI.
Até agora nós só falamos do filho, o que ele fez, o que passou por resultado das suas escolhas e o que ele lembrou.
Agora nós vamos ver sobre O AMOR, A CONFISSÃO e o PERDÃO.
O amor, a confissão e o perdão! v.20-24
O amor, a confissão e o perdão! v.20-24
O texto diz que ele se ARRUMOU e foi para o seu pai. (v.20)
Esse v.20 é muito forte. Enquanto ele vinha ainda longe, o seu pai o vê e COMPADECIDO DELE CORRENDO, o abraçou o beijou.
É muito claro que o PAI NUNCA TINHA PERDIDO O INTERESSE pelo seu filho.
O amor do Pai continua o mesmo. O amor do Pai não alterou devido as escolhas que o filho fez. Porque o amor desse pai é INCONDICIONAL.
O pai de COMPADECEU DELE E CORREU. Com certeza esse pai não era um novinho. Era um senhor.
Quando ele avista o seu filho ele corre em sua direção.
Naquela parte do mundo, geralmente não se considerava digno que um ancião corresse, mas ele correu. Não conseguiu evitar diante do que tinha visto.
Com o coração cheio de amor ele abraça o seu filho e o beija. O pai estava extremamente feliz.
Abraçar e beijar no Oriente Próximo era um sinal de reconciliação e perdão. (2Samuel 14.33)
O pai liberou o perdão para o seu filho.
E diante daquele abraço e beijo do seu pai o filho começa a falar o que tinha preparado.
Ele faz a confissão do seu pecado. Ele reconhece o seu erro. Ele sabe que falhou diante de Deus e do seu Pai.
Ele diz inclusive que sabe que não merece ser novamente chamado de filho.
Interrompendo o discurso do filho, o pai da um grito aos seus servos.
“Tragam depressa a melhor roupa e vistam nele. Ponham um anel no dedo dele e sandálias nos pés. Tragam e matem o bezerro gordo.”. v.22-23
O pai nesse momento está dizendo ao FILHO: seja bem vindo de volta.
Apesar de não se achar digno de ser chamado de meu filho, eu restauro o nosso relacionamento e te dou autoridade e te faço um membro valioso da família.
A confissão do filho e o amor do Pai nos mostram o perdão que está disponível para nós.
Conclusão!
Conclusão!
Sim, essa história é uma história com o final feliz. Essa é a história do homem.
Essa é a minha e a sua história.
A verdade é que o nosso Pai Celestial está a porta esperando o seu retorno.
A verdade é que o nosso Pai Celestial já correu ao seu encontro enviando JESUS CRISTO ao mundo.
A verdade é que o Pai Celestial já pagou a sua dívida e está querendo ter você de volta habitando na presença dele.
Pra isso acontecer, é necessário atitudes semelhantes a do filho em sua volta.
Faça o caminho de volta, você veio aqui… o Pai já entendeu.
A confissão é necessária para alcançar o perdão. O pai está esperando você dizer: Pequei contra o Senhor, não sou digno de ser chamado seu filho.
Mas o Pai também está pronto pra nos dizer: peguem uma roupa e vistam-no, peguem um anel e coloquem em seu dedo, matem um bezerro gordo e vamos nos alegrar.
Porque esse filho estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado. (v.24)
