Ceia Iturama - 23/03/25

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Ceia Iturama - 23/03/25

LAVA PÉS
A Purificação - Lava pés como preparativo para a Ceia
Nosso Senhor e nosso exemplo - O Deus que se fez servo
O estreitamento de laços do lava-pés - Parte comigo
Chamados ao serviço - Fazer o que ele fez, humilde como ele foi, santificador como ele foi, e doador como ele foi.
PÃO E VINHO
Introdução
Há alguns dias viralizou nas redes sociais um corte de um jovem que dizia: “Jesus não te faz feliz.”
E a justificativa dele era que tudo o que nos faz feliz Cristo chama de pecado, como bebida, sexo fora do casamento e balada.
Bem, nós cremos que existe um problema muito grande com essa afirmação.
Aqueles que estão vivendo segundo suas vontades, pecando contra Deus, não parecem ter uma vida mais plena.
Estamos reunidos aqui entre pessoas que tiveram uma vida sem Cristo até o momento em que foram encontradas por ele. E invariavelmente, o que ouvimos é que a vida começou de verdade naquele momento em que nós cremos em Jesus.
A Bíblia possui várias passagens que mostram como o povo de Deus tem motivos para ser feliz.
Salmo 128.1–2 “1 Como é feliz quem teme o Senhor, quem anda em seus caminhos! 2 Você comerá do fruto do seu trabalho, e será feliz e próspero.”
Salmo 16.11 “11 Tu me farás conhecer a vereda da vida, a alegria plena da tua presença, eterno prazer à tua direita.”
Salmo 4.7 “7 Encheste o meu coração de alegria, alegria maior do que a daqueles que têm fartura de trigo e de vinho.”
Filipenses 3.4–8 “4 embora eu mesmo tivesse razões para ter tal confiança. Se alguém pensa que tem razões para confiar na carne, eu ainda mais: 5 circuncidado no oitavo dia de vida, pertencente ao povo de Israel, à tribo de Benjamim, verdadeiro hebreu; quanto à Lei, fariseu; 6 quanto ao zelo, perseguidor da igreja; quanto à justiça que há na Lei, irrepreensível. 7 Mas o que para mim era lucro, passei a considerar como perda, por causa de Cristo. 8 Mais do que isso, considero tudo como perda, comparado com a suprema grandeza do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor, por quem perdi todas as coisas. Eu as considero como esterco para poder ganhar Cristo”
E essa relação de como Cristo é infinitamente mais alegrador que qualquer coisa dessa vida ganha volume no culto.
Enquanto em outras religiões você tem muito silêncio, mantras, e pouquíssimos cânticos, “quando o povo cristão se reúne é praticamente impossível fazer que parem de cantar. A comunidade cristã é uma comunidade de celebração.” Stott
E uma celebração que muitas vezes se parece estranha, porque constantemente celebramos a morte de alguém.
Não estamos acostumados em olhar com bons olhos pra alguém que está feliz por outro ter morrido, nem mesmo por alguém se dar mal. Na verdade, isso inclusive é muito distante do que a fé cristã propõe.
Mas quando se trata da cruz de Jesus, não estamos pensando em alguém que se deu mal, como fruto do acaso ou da justiça da vida. Jesus não é pendurado na cruz por acaso.
João 10.17–18 NVI
17 Por isso é que meu Pai me ama, porque eu dou a minha vida para retomá-la. 18 Ninguém a tira de mim, mas eu a dou por minha espontânea vontade. Tenho autoridade para dá-la e para retomá-la. Esta ordem recebi de meu Pai”.
E da mesma forma que o povo de Israel festejava a festa da Páscoa por centenas de anos, felizes porque foram libertos do Egito, somos chamados a festejar também Cristo, a nossa nova e verdadeira Páscoa.
1Coríntios 5.7–8 “[…} Pois Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi sacrificado. 8 Por isso, celebremos a festa […].”
Se deixar de ser escravo no Egito era maravilhoso, quem dirá deixar de ser escravo do pecado que sufoca a humanidade desde a Queda, e tudo isso por meio do sacrifício de Jesus, o Filho de Deus.
Se em Êxodo 12 um cordeiro é morto e seu sangue faz com que muitos filhos sejam poupados, na parte final dos Evangelhos Cristo é morto e seu sangue nos poupa por toda a eternidade, nos limpando e purificando de todo pecado.
Toda a vida da igreja devia acontecer como uma festa, cheia de ousadia, amor e alegria, celebrando o que Deus fez por nós por meio de Cristo.
Então enquanto o crente é naturalmente feliz por ter esperança em Cristo, mesmo diante dos desafios, a Cria do Senhor é o evento de maior alegria! É a nossa Páscoa.
Onde Jesus substitui a declaração pascal de que “Este é o pão da aflição que nossos pais comeram” pra dizer “Este é o meu corpo que é dado por vós” e “Este é o meu sangue derramado por vós”.
E veja, é impossível individualizar essas declarações. Uma nação comeu pães sem fermento na saída do Egito; e nós somos esse “vós” dito por Jesus, um novo grupo de pessoas que servem umas às outras, formando o corpo vísivel de Cristo, comendo juntas na mesma mesa.
Algumas coisas na fé cristã são possíveis de serem praticadas individualmente, como orar, jejuar, cantar… Mas algumas são impossíveis.
Não é possível alguém se autobatizar.
E por mais que isso tenha gerado certo debate no tempo da pandemia, também não existe Santa Ceia doméstica ou individual.
São práticas essencialmente dependem de uma comunidade.
Celebramos em comunidade.
“A pior coisa que já aconteceu foi a morte do Filho de Deus. A melhor coisa que já aconteceu foi a morte do Filho de Deus.”
Enquanto muitos heróis de guerra se sacrificaram sonhando em ter um busto ou uma estátua em seu país, fotos estampadas em paredes importantes, feriados nacionais… a única coisa que Cristo pediu que fizéssemos por sua morte era testemunhar dela, e deu inclusive a forma através de Paulo, o apóstolo:
1Coríntios 11.26 “26 Porque, sempre que comerem deste pão e beberem deste cálice, vocês anunciam a morte do Senhor até que ele venha.”
A obra de Jesus não pode ser esquecida.
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