O AMOR, A VIRTUDE SUPREMA!
Mensagens na epistola de 1 João • Sermon • Submitted • Presented
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Texto base:
Almeida Revista e Atualizada Capítulo 2
7 Amados, não vos escrevo mandamento novo, senão mandamento antigo, o qual, desde o princípio, tivestes. Esse mandamento antigo é a palavra que ouvistes. 8 Todavia, vos escrevo novo mandamento, aquilo que é verdadeiro nele e em vós, porque as trevas se vão dissipando, e a verdadeira luz já brilha. 9 Aquele que diz estar na luz e odeia a seu irmão, até agora, está nas trevas. 10 Aquele que ama a seu irmão permanece na luz, e nele não há nenhum tropeço. 11 Aquele, porém, que odeia a seu irmão está nas trevas, e anda nas trevas, e não sabe para onde vai, porque as trevas lhe cegaram os olhos.
INTRODUÇÃO
INTRODUÇÃO
Contextualização / Conexão
Contextualização / Conexão
Conhecer → Guardar → Permanecer → Andar como Cristo
O amor de Deus não é apenas conhecido, mas aperfeiçoado em quem vive essa dinâmica.
O ato de guardar os mandamentos revela que o conhecimento é verdadeiro.
Essa vida é evidência de comunhão autêntica com Cristo.
Nesta prática somos aperfeiçoados por Deus;
Ponto de conexão
-Sobre “guardar os mandamentos” João falou com muita seriedade nos v. 3 s. Sem dúvida a igreja tinha o direito de indagar:
A que “mandamentos” você se refere?
Porventura aos Dez Mandamentos?
Ou você está pensando em novas prescrições apostólicas que foram dadas ou devem ser dadas às igrejas?
Objetivo da mensagem
Objetivo da mensagem
Mostrar a sublimidade e a excelência do amor com fundamento e evidência da vida na Luz
Qual a importância da mensagem?
Fazer uma avaliação de como nós estamos compreendendo exercício do amor para nossa vida prática.
1 - O ANTIGO MANDAMENTO
1 - O ANTIGO MANDAMENTO
1João 2.7 “Amados, não vos escrevo mandamento novo, senão mandamento antigo, o qual, desde o princípio, tivestes. Esse mandamento antigo é a palavra que ouvistes.”
Havia um homem, que desde pequeno ouvia falar sobre a importância o sol. Ele sabia que o sol brilhava no céu, que era poderoso e que dava luz ao mundo. Mas, por muito tempo, ele não compreendia sua real importância pratica. Um dia, durante um inverno rigoroso, ficou preso em uma cabana na montanha. O frio era intenso, e ele tremia sem cessar. Então, ao amanhecer, os primeiros raios de sol atravessaram a janela. Aos poucos, ele sentiu o calor penetrando sua pele, aquecendo seu corpo e lhe dando vida.Naquele momento, ele entendeu algo profundo: o sol não apenas existe no céu, mas ele se comunica conosco através do calor. Sua luz ilumina o mundo, mas seu calor toca cada pessoa de maneira pessoal.
1.1 - Deus continua o “Deus antigo”
1.1 - Deus continua o “Deus antigo”
O que ele exige da igreja é um “mandamento antigo
-Diante da palavra do apóstolo a igreja não precisa estremecer, como se agora repentinamente lhe fossem apresentadas exigências das quais não tinha se dado conta.
Esse mandamento antigo é a palavra que ouvistes.”
Deus se revela através de princípios imutáveis
Todos os princípios da Lei são fundamentados no amor
Mandamentos sobre o Amor a Deus:
"Não terás outros deuses diante de mim" (Êxodo 20:3)
"Não farás para ti imagem de escultura" (Êxodo 20:4-6)
"Não tomarás o nome do Senhor, teu Deus, em vão" (Êxodo 20:7)
"Lembra-te do dia do sábado para o santificar" (Êxodo 20:8-11)
Mandamentos sobre o Amor ao Próximo:
"Honra teu pai e tua mãe"(Êxodo 20:12)
"Não matarás" (Êxodo 20:13)
"Não adulterarás"(Êxodo 20:14)
"Não furtarás" (Êxodo 20:15)
"Não dirás falso testemunho contra o teu próximo" (Êxodo 20:16)
"Não cobiçarás" (Êxodo 20:17)
Aos “Amados” de Deus
“Amados, não vos escrevo mandamento novo,
-É relevante que neste ponto o apóstolo interpele os destinatários pela primeira vez como “amados”. O “mandamento antigo” não se dirige à igreja como se fosse um poder duro e oneroso, mas interpela-os como “amados”, amados de Deus, que como tais estão abertos para seu “mandamento antigo”
1.3 - Aplicações
1.3 - Aplicações
Apl 1
2 -O NOVO MANDAMENTO
2 -O NOVO MANDAMENTO
1João 2.8 “Todavia, vos escrevo novo mandamento, aquilo que é verdadeiro nele e em vós, porque as trevas se vão dissipando, e a verdadeira luz já brilha.”
“O amor é o cumprimento da lei. O que pode estar mais perfeitamente de acordo com a antiga do que aquilo que é eterno? E o que pode ser mais novo do que aquilo que nunca envelhece?”
(Tratados sobre a Primeira Epístola de João, Tract. I, 10).Ilustração
Agostinho de Hipona
2.1 - Reaplicando o antigo
2.1 - Reaplicando o antigo
João 13.34 “Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros.”
2.1.1 - Jesus tornou verdadeiro e aplicável - (Trouxe a luz)
2.1.1 - Jesus tornou verdadeiro e aplicável - (Trouxe a luz)
Todavia, vos escrevo novo mandamento
-Não é novo em seu conteúdo, como se a vontade de Deus tivesse se alterado e tornasse necessário um “novo mandamento”. Tampouco previu uma nova legislação, e sim um lugar completamente novo para o “mandamento antigo”, o lugar em nossos corações, que nesta nova maneira torna o mandamento antigo eficaz e verdadeiro..
O amor incondicional a Deus - (Obediência absoluta)
João 4.34 “Disse-lhes Jesus: A minha comida consiste em fazer a vontade daquele que me enviou e realizar a sua obra.”
O amor sacrificial ao outro - (O levou a Cruz)
João 15.13–15 “Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos. Vós sois meus amigos, se fazeis o que eu vos mando. Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho dado a conhecer.”
2.1.2 - O divino principio tornou-se realidade
2.1.2 - O divino principio tornou-se realidade
aquilo que é verdadeiro nele e em vós
-É nesse ponto que ocorreu a reviravolta na igreja de Jesus. O que o mandamento de Deus requer é “mostra-se verdadeiro nele e em vós”. Também aqui a palavra “verdadeiro” representa toda a “realidade”. O mandamento já não paira como mera exigência sobre os seres humanos
-Tornou-se “verdadeiro”, realidade viva, “nele”, em Jesus. E se a igreja agora “permanece” e vive “nele”, no Senhor vivo, participando de sua natureza e atuação (v. 6), então o mandamento “antigo” se torna realidade completamente “nova” também “em vós”, nos membros da igreja.
2.1.3 - O divino principio transforma a realidade
2.1.3 - O divino principio transforma a realidade
porque as trevas se vão dissipando, e a verdadeira luz já brilha.”
-Na vida, luta, sofrimento, morte e vitória de Jesus o antigo poder do pecado e da morte foi fundamentalmente superado. O esplendoroso dia de Deus já teve início.
Paulo em plena concordância com João (Rm 13:12).
Romanos 13.12 “Vai alta a noite, e vem chegando o dia. Deixemos, pois, as obras das trevas e revistamo-nos das armas da luz.”
-A noite ainda paira sobre o mundo. Contudo as trevas estão cedendo. Existem agora “filhos do dia e filhos da luz”
1Tessalonicenses 5.5 “porquanto vós todos sois filhos da luz e filhos do dia; nós não somos da noite, nem das trevas.”
Efésios 5.8 “Pois, outrora, éreis trevas, porém, agora, sois luz no Senhor; andai como filhos da luz”
2.3 - Aplicações
2.3 - Aplicações
Apl 1
3 - AMOR E ÓDIO
3 - AMOR E ÓDIO
1João 2.9 “Aquele que diz estar na luz e odeia a seu irmão, até agora, está nas trevas.”
1João 2.10 “Aquele que ama a seu irmão permanece na luz, e nele não há nenhum tropeço.”
1João 2.11 “Aquele, porém, que odeia a seu irmão está nas trevas, e anda nas trevas, e não sabe para onde vai, porque as trevas lhe cegaram os olhos.”
3.1 - O que é o ódio
3.1 - O que é o ódio
1João 2.9 “Aquele que diz estar na luz e odeia a seu irmão, até agora, está nas trevas.”
-Diante dessa frase de João temos de esclarecer desde já terminologicamente que tanto aqui quanto em outras passagens da Bíblia a palavra “odiar” possui uma acepção muito mais ampla do que nós lhe atribuímos hoje.
O ódio
Mateus 6.24 “Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de aborrecer-se de um e amar ao outro, ou se devotará a um e desprezará ao outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas.”
Deuteronômio 21.15–17 “Se um homem tiver duas mulheres, uma a quem ama e outra a quem aborrece, e uma e outra lhe derem filhos, e o primogênito for da aborrecida, no dia em que fizer herdar a seus filhos aquilo que possuir, não poderá dar a primogenitura ao filho da amada, preferindo-o ao filho da aborrecida, que é o primogênito. Mas ao filho da aborrecida reconhecerá por primogênito, dando-lhe dobrada porção de tudo quanto possuir, porquanto aquele é o primogênito do seu vigor; o direito da primogenitura é dele.”
Em consonância, “odiar o irmão” já acontece em qualquer forma de:
“Desamor” que temos para com ele: na frieza e
Indiferença que não se interessa por sua situação
Na aversão e rejeição que mesmo sob o manto da cordialidade não deixa de erguer, no íntimo, um muro contra ele.
-Para João, tudo isso pode ser resumido na palavra “ódio”. A “neutralidade” em si já seria negação do amor e nesse sentido já constitui “ódio” ao irmão, uma negativa de fraternidade. Ninguém, portanto, pode se esquivar da palavra de João alegando que, afinal, de forma alguma estaria “odiando” seu irmão.
3.2 - Não há nele impulso para a queda
3.2 - Não há nele impulso para a queda
1João 2.10 “Aquele que ama a seu irmão permanece na luz, e nele não há nenhum tropeço.”
-Nesse caso João diria ao que ama que nesse caminho não é preciso temer qualquer “armadilha” ou “queda”.
Livra-se de mágoas
Livra-se de iras
Livra-de contendas
Livra-se de brigas
3.3 - Cego pela falta de amor
3.3 - Cego pela falta de amor
1João 2.11 “Aquele, porém, que odeia a seu irmão está nas trevas, e anda nas trevas, e não sabe para onde vai, porque as trevas lhe cegaram os olhos.”
-Com objetividade, que por isso possui grande força de impacto, mostra-se ao ser humano o aspecto que sua vida possui aqui e agora. Viver no desamor é viver nas trevas.
Está nas trevas
Anda nas trevas
Não sabe para onde vai
-Quem deixou de amar não consegue mais “ver”. Está cego para a realidade. Por isso tampouco consegue conceber que exista outra vida, uma vida na luz. Considera normal sua vida sombria, fria,
3.4 - Aplicações
3.4 - Aplicações
Apl 1
4. CONCLUSÃO
4. CONCLUSÃO
Revisões das aplicações
Aplicações finais
