4- Que tipo de Igreja devemos ser?

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Que tipo de Igreja devemos ser? | Igreja dedicada à Missão

João 17.18 “Assim como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo.”
Já aconteceu com você? Saiu de casa para ir ao mercado comprar detergente. Ao passar pelos corredores viu que precisa de outras coisas. Ao chegar em casa com algumas sacolas, foi lavar a louça e percebeu: comprou várias coisa, menos o detergente.
Isso é considerado um sintoma de TDAH.

INTRODUÇÃO

O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é um distúrbio neurodesenvolvimental que afeta o comportamento, a atenção e o controle de impulsos. Ele é caracterizado por três aspectos principais:
Desatenção: Dificuldade em manter o foco, distração frequente e esquecimento, mesmo em tarefas rotineiras.
Hiperatividade: Agitação constante, dificuldade em ficar parado e sensação de inquietação.
Impulsividade: Ações feitas sem pensar nas consequências, como interromper conversas ou tomar decisões precipitadas.

Percebi que nós, os cristãos e a Igreja, estamos apresentando alguns dos sintomas do TDAH:

Desatenção: Dificuldade em manter o foco em tarefas ou atividades, distração frequente e esquecimento de compromissos ou detalhes importantes.
Dificuldade de organização: Problemas para planejar e concluir tarefas.
Procrastinação: Tendência a adiar tarefas consideradas entediantes ou desafiadoras.
Hiperfoco: se concentrar intensamente em algo que lhes interessa.
Por isso devemos nos perguntar?
Perdemos a atenção de que?
Em que precisamos manter o foco?
Que organização devemos ter, como dividir?
Quais desfios devemos enfretar e parar de procrastinar?
Em que hiperfocamos e o que deixamos de lado?
O TDAH das Igrejas:

DESATENÇÃO QUANTO A PRICIPAL DOUTRINA: EVANGELHO

Gálatas 1.6–10 “Estou muito surpreso em ver que vocês estão passando tão depressa daquele que os chamou na graça de Cristo para outro evangelho, o qual, na verdade, não é outro. Porém, há alguns que estão perturbando vocês e querem perverter o evangelho de Cristo. Mas, ainda que nós ou mesmo um anjo vindo do céu pregue a vocês um evangelho diferente daquele que temos pregado, que esse seja anátema. Como já dissemos, e agora repito, se alguém está pregando a vocês um evangelho diferente daquele que já receberam, que esse seja anátema. Por acaso eu procuro, agora, o favor das pessoas ou o favor de Deus? Ou procuro agradar pessoas? Se ainda estivesse procurando agradar pessoas, eu não seria servo de Cristo.”
Atos dos Apóstolos 2.42 “E perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações.”
Um evangelho que não é mais evangelho -
Sem arrependimento
Sem renúncia
Sem mudança de vida
Sem sacrifício
Sem serviço.
Um evangelho que busca agradar seus ouvintes, não é evangelho.
Evangelho é confronto, transformação e serviço.
Qual evangelho deve ser o centro da nossa pregação?
Deus-Filho esvaziou a si mesmo, deixou sua glória, veio ao mundo e tornou-se servo. RENÚNCIA.
Sacrificou a si mesmo, morrendo na cruz pelos nossos pecados. SACRIFÍCIO.
Ressuscitou, tornado-se o primeiro fruto de um mundo totalmente restaurado. RESSURREIÇÃO.
A Grande desatenção: apenas pregar e não SE TORNAR.
A renúncia do pecado e de si mesmo.
O arrependimento e a mortificação da carne.
A Nova Vida em Cristo. Viver o céu hoje.

PERDA DO FOCO DA MISSÃO

Mateus 28.19–20 “Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a guardar todas as coisas que tenho ordenado a vocês. E eis que estou com vocês todos os dias até o fim dos tempos.”
IR é o centro da missão. No sentido de envio.
A ORDEM: fazer discípulos, mediante ao BATISMO e o ENSINO.
A forma de fazer discípulos é muito específica.
Ocorre que muitos pararam de ir. Ou pararam de formar discípulos, ou pararam de ensinar.
Não é fazer admiradores, nem seguidores, mas discípulos.
Ser um discípulo implica:
Mateus: Jesus, o Rei dos Reis A Grande Comissão de Jesus (28.16–20)

1) fazer do reino de Deus seu tesouro; 2) renunciar a tudo por amor a Jesus; 3) guardar as palavras de Jesus. Hoje, temos muita adesão e pouca conversão. Temos grandes ajuntamentos e pouco quebrantamento. Temos igrejas cheias de pessoas vazias de Deus e vazias de pessoas cheias de Deus. Temos grandes multidões que buscam as bênçãos, mas não a Deus. São religiosos, mas não discípulos de Cristo.

HERNANDES DIAS LOPES
Discípulos são pessoas que estão sendo transformadas, se tornando como Jesus.

O HIPERFOCO QUE DESEQUILIBRA

E se Jesus hiperfocasse em milagres? As pessoas iam atrás de benefícios, sem conteúdo, sem transformação.
E se Jesus hiperfocasse em Pregações? Seria respeitado como gande mestre, mas nunca como Filho de Deus.
E se Jesus hiperfocasse em si mesmo? Não produziria discípulos, pessoas que continuassem sua obra.
Igrejas e seus hiperfocos:
Batalhas Espirituais e Expulsão de Demônios;
Prosperidade terrena;
Manifestações do Espírito (falar em línguas, profetizar);
Experiências transcendentais (visões, sonhos e revelações);
Identidade denominacional;
Organização Institucional;
Solenidade Cúltica;
O Evangelho é o nosso foco, e esses temas são marginais em relação ao Evangelho.
1Coríntios 2.2 “Porque decidi nada saber entre vocês, a não ser Jesus Cristo, e este, crucificado.”
Tudo e todos na igreja têm de ter foco na MISSÃO: que é fazer DISCÍPULOS mediante BATISMO e ENSINO DO EVANGELHO.
É a única razão de estarmos aqui.

Como fazer todas as coisas convergirem ao Evangelho? Exemplificar cada área da Igreja.

CONCLUSÃO

A Igreja deve ter clareza sobre sua maior e mais essencial doutrina: a doutrina apostólica. A Renúncia, o Sacrifício e a Ressurreição de Jesus.
A Igreja dever ser fiel e constante no que deve fazer: IR fazer discípulos mediante Batismo e Ensino.
A Igreja deve manter-se fiel ao foco principal: tudo pelo Evangelho.
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