(Lv 13)

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Os capítulos 11 à 15 são uma seção no livro de Levítico que falam sobre as leis de pureza, como temos visto. Eles estão aqui pra nos ensinar, de um jeito chamativo, que nós somos mortais e que a morte é resultado do pecado e é a separação de Deus.
Esses capítulos fazem isso ensinado pra gente que os sinais de morte devem fazer da pessoa cerimonialmente impura e afastá-la do Tabernáculo. Mas que também, dependendo da condição da impureza, era possível a restauração.
Essas leis de pureza ensinam que a questão da santidade permeia toda a vida. A santidade é vista geralmente só como uma questão de bom comportamento, mas o conceito de santidade na bíblia é na verdade de um relacionamento da pessoa com o Senhor que é Santo. E que esse relacionamento foi resultado da redenção obtida por ele mesmo para o seu povo, libertando seu povo da escravidão do Egito. Então, os ensinos sobre vida de santidade devem começar com o relacionamento correto com Deus. A partir desse compromisso com DEus é que vem o desejo de viver de acordo com uma vida redimida que ele deu.
Efésios 5.3 “Mas a impudicícia e toda sorte de impurezas ou cobiça nem sequer se nomeiem entre vós, como convém a santos;”
Esse capítulo e o capítulo 14, são dedicados a um problema que é aqui traduzido na nossa bíblia por lepra. Mas mesmo lendo o texto em português conseguimos perceber que há algo mais do que isso aqui, afinal de contas o texto fala de uma “lepra” que dava nas paredes das casas, ou nos tecidos. Fala também tipos diferentes de lepras. A gente consegue perceber que esse problema que os capítulos 13 e 14 de Levítico trata não era simplesmente lepra. E é provável até que a lepra não fosse nenhum desses casos.
A impureza abordada em Levítico 13-14 resulta de algo chamado ṣāra'at. Nos seres humanos, ṣāra'at se manifestava como vários tipos de aflições cutâneas (13:1-46; 14:1-32), e tem sido tradicionalmente - embora erroneamente - traduzido como "lepra" (ver Comentário abaixo). Em outros contextos, ṣāra'at se refere a várias infestações fúngicas de roupas (13:47-59) ou casas (14:33-57), infestações que tinham sinais semelhantes ao ṣāra'at humano: descoloração (13:42, 49; 14:37), danos abaixo da superfície (13:3; 14:37) e a tendência de se espalhar (13:7, 51; 14:43-44). Em todos os casos - humanos ou não - o ṣāra'at sempre resultava em grave impureza ritual, que, se não fosse controlada, poderia acabar contaminando o próprio tabernáculo (veja Lv 15:31). Por esse motivo, Levítico 13-14 discute como identificar e tratar adequadamente o ṣāra'at em todas as suas formas.
Kenneth Matthews: Essa passagem descreve dois tipos de enfermidades humanas: os problemas de pele e os problemas com mofo (ou bolor) nas roupas e nas casas. Roupas e casas são os invólucros da existência humana diária. É surpreendente para nós que esses dois tipos de irregularidades desqualificassem uma pessoa para estar em adoração na tenda da congregação, uma vez que no nosso mundo atual esses são problemas relativamente benignos e fáceis de resolver. No entanto, para compreender a gravidade das doenças precisamos reconhecer a importância de estar em perfeitas condições do ponto de vista cerimonial, e não apenas higiênico. Os sintomas de deterioração da pele e da descoloração das roupas e das paredes de pedras eram sinais externos de um problema interior do qual todos sofremos – a deterioração do corpo humano e das coisas deste mundo. […] O capítulo 13 fornece o procedimento para o diagnóstico, distinguindo as inflamações rotineiras das crônicas. O capítulo 14 prossegue orientando acerca do curso de ação no tratamento dos problemas de pele corriqueiros e crônicos.
Havia dois sintomas da doença a serem considerados. O primeiro era a descoloração dos pelos da área afetada, e o segundo, alguma região na pele que fosse mais profunda do que o normal. Se esses fossem os casos, o sacerdote declarava a pessoa inapta para as atividades corriqueiras, e ela era mantida em isolamento por um período de duas semanas. Se, passado esse tempo de observação, os sintomas não houvessem se espalhado, o sacerdote declarava aquele mal como apenas uma “pústula”. A pessoa lavava suas roupas e era reintegrada à sua vida normal. Porém, caso a mancha houvesse se espalhado, a área afetada era declarada como gravemente enferma, e a pessoa permaneceria em isolamento por tempo indeterminado, até que os sintomas desaparecessem. Quando uma pessoa sofria de algum mal crônico, o critério para avaliação da cura era o crescimento de uma nova camada de pele. A pele afetada, identificada no texto como “carne viva”, teria sido curada se uma nova pele houvesse coberto a área afetada.
Os versículos 45–46 descrevem os passos para segregar de qualquer contato pessoal quem estivesse afligido pela doença. A pessoa usava roupas rasgadas, desgrenhava os cabelos, cobria a boca e gritava “Imundo! Imundo!” para alertar outros da sua presença (v. 46). Usar roupas esfarrapadas e deixar os cabelos despenteados eram atos simbólicos de pesar. A pessoa adoecida vivia “só”, permanecendo fora do arraial.
1-46. O objetivo desta seção é ajudar os sacerdotes a identificar o ṣāra'at. Ela faz isso fornecendo uma série de leis que são agrupadas em sete casos distintos (vv. 1-8, 9-17, 18-23, 24-28, 29-37, 38-39, 40-44). Cada caso segue um padrão semelhante. Primeiro, a lei descreve os sinais iniciais que podem indicar a presença de ṣāra'at e que, portanto, devem ser examinados pelo sacerdote. Em seguida, ela fornece diagnósticos para ajudar o sacerdote a determinar se os sinais de fato indicavam ṣāra'at. Se os diagnósticos fossem conclusivos, o sacerdote proclamava oficialmente a pessoa impura ou pura. Caso contrário, a pessoa era colocada em quarentena por um período de tempo para ver se os sinais se desenvolviam, ao final do qual o sacerdote fazia um pronunciamento oficial.
Muito importante notarmos que não era um médico que examinava a doença, mas o Sacerdote, o líder religioso. De alguma forma, essa doença que a gente não consegue identificar, pode não ser uma doença qualquer. Calvino diz que era uma doença sobrenatural, era necessário um acompanhamento e um tratamento religioso.
Levítico 14.33–35 “Disse mais o Senhor a Moisés e a Arão: Quando entrardes na terra de Canaã, que vos darei por possessão, e eu enviar a praga da lepra a alguma casa da terra da vossa possessão, o dono da casa fará saber ao sacerdote, dizendo: Parece-me que há como que praga em minha casa.”
1-8. O primeiro caso começa com a identificação de três sinais que podem indicar a presença de "uma doença de pele ritualmente contaminante": uma "lesão elevada", erupção cutânea ou "descoloração" (v. 2)… Outros dois sinais: o cabelo na ferida havia ficado branco (v. 3), e a ferida parecia ter mais do que a profundidade da pele. o ver esses dois sinais, o sacerdote proclamaria a pessoa "ritualmente impura", e as restrições dos versículos 45-46 seriam aplicadas.
Levítico 13.45–46 “As vestes do leproso, em quem está a praga, serão rasgadas, e os seus cabelos serão desgrenhados; cobrirá o bigode e clamará: Imundo! Imundo! Será imundo durante os dias em que a praga estiver nele; é imundo, habitará só; a sua habitação será fora do arraial.”
Mas se esses dois sinais não fossem vistos, a pessoa era "colocada em quarentena"; o texto não especifica como - por sete dias. Isso dava tempo para ver se a ferida se desenvolvia. Se depois de uma semana ela não tivesse mudado, seguia-se outra semana de quarentena. Se a ferida tivesse desaparecido e não tivesse se espalhado, era considerada um tipo inofensivo de erupção cutânea (vv. 5-6), e o sacerdote declarava a pessoa "pura". Mas se a ferida fosse uma erupção cutânea que tivesse se espalhado, era considerada uma doença de pele ritualmente contaminada, e o sacerdote declarava a pessoa impura (vv. 7-8).
9-17. O segundo caso começa abordando uma situação em que há uma "lesão branca e elevada", com "pelos brancos" (v. 10a), mas aparentemente sem espessamento da pele (cf. v. 3). Nesse caso, uma ferida aberta (carne crua) era o sinal de uma doença de pele ritualmente contaminada (v. 10b). Isso indicava que a doença era "antiga" (JPS), ou seja, bem estabelecida (v. 11; a crônica da NVI é improvável). Nenhuma quarentena era necessária, porque a pessoa já estava impura, e as restrições dos versículos 45-46 seriam aplicadas imediatamente.
12-13. Se a pele que ficasse branca, era a pele onde a carne crua havia sido curada (onde quer que tenha ocorrido em todo o corpo, da cabeça aos pés). De fato, os versículos 16-17 indicam que a carne crua que se tornava branca era o primeiro sinal de que a cura havia começado. Em todo caso, quando essa cura acontecia, a pessoa era considerada "pura" (vv. 13, 17), embora se a carne crua aparecesse novamente, a pessoa era considerada "impura" (vv. 14-15).
Essa doença na verdade em certo estágio deixava a pele branca, ou literalmente, “como neve”, mas se ela passasse da carne viva para a brancura, então isso indica que a doença melhorou e a pessoa era considera pura.
MH: Assim como havia certas marcas pelas quais se podia saber que se tratava de lepra, também há marcas dos que estão no fel da amargura. O sacerdote deve tomar tempo para fazer seu julgamento. Isso ensina a todos, tanto ministros quanto o povo, a não serem apressados nas censuras, nem julgarem nada antes do tempo. Se os pecados de alguns homens precedem o julgamento, os pecados de outros vêm depois, assim como as boas obras dos homens. Se a pessoa suspeita fosse considerada limpa, ainda assim ela deveria lavar suas roupas, porque havia motivo para a suspeita. Precisamos ser lavados no sangue de Cristo para nos livrarmos de nossas manchas, embora não sejam manchas de lepra, pois quem pode dizer: "Estou puro de pecado"?
18-23. O terceiro caso trata de condições de pele relacionadas a algum tipo de lesão curada (geralmente traduzida como furúnculo, embora a identificação exata seja incerta).
MH: O sacerdote é informado sobre o julgamento a ser feito, caso houvesse qualquer aparência de lepra em feridas antigas; e esse é o perigo daqueles que, tendo escapado das poluições do mundo, são novamente envolvidos por elas.
24-28. O quarto caso trata das condições da pele relacionadas à carne crua de uma queimadura que se torna branca ou avermelhada (v. 24).
29-37. O quinto caso trata de doenças de pele em locais onde o cabelo pode crescer (vv. 30, 31, 37), a saber, a cabeça (ou seja, o couro cabeludo) ou, para os homens em particular, o queixo.
38-39. O sexto caso trata da presença de manchas brancas opacas, manchas lustrosas (vv. 38-39). (Os israelitas descreveram essa condição com a palavra que pode ser traduzida como erupção cutânea inofensiva, embora "condição de descoloração da pele" possa ser melhor. Poderia ser vitiligo. Um um caso assim a pessoa era considerada pura.
40-44. O sétimo caso trata de uma doença de pele associada à queda de cabelo.
45-46. Caso a pessoa fosse finalmente considera impura por algum desses problemas, então ela devia seguir 3 regras:
Primeiro, tinha de mudar sua aparência física, talvez em parte para alertar os outros à distância. Elas usavam roupas rasgadas, deixaram o cabelo despenteado e cobriram a parte inferior do rosto (v. 45). Essas ações também eram sinais de luto (10:6; Ezequiel 24:17) e, portanto, especialmente apropriadas para aqueles que estavam sentindo a dor de viver fora da comunidade da aliança (v. 46).
Segundo, elas deveriam gritar: "Impuros! Impuro!", alertando claramente os outros sobre sua condição.
Terceiro, elas tinham de viver fora do acampamento (v. 46), embora pudesse estar em companhia de outras pessoas que também estavam separadas.
MH: Quando o sacerdote declarava o leproso impuro, isso acabava com seus negócios no mundo, separava-o de seus amigos e parentes e arruinava todo o conforto que ele poderia ter no mundo. Ele deve se humilhar sob a poderosa mão de Deus, não insistindo em sua pureza, quando o sacerdote o declarou impuro, mas aceitando a punição. Assim, devemos tomar para nós a vergonha que nos pertence e, com o coração partido, chamar-nos de "impuros, impuros"; coração impuro, vida impura; impuros pela corrupção original, impuros pela transgressão real; impuros, portanto, merecendo ser para sempre excluídos da comunhão com Deus e de toda esperança de felicidade nele; impuros, portanto, desfeitos, se a misericórdia infinita não intervir.
47-59. Infestações em roupas e couro. As infestações ritualmente contaminantes eram, sem dúvida, alguma forma de fungo, como mofo ou bolor, de aparência esverdeada ou avermelhada (v. 49). Os fungos podiam infectar as roupas, geralmente feitas de lã (de ovelha) ou linho (de linho) (v. 47).
Se a marca tivesse se espalhado, ela era considerada uma infestação persistente (ou "maligna", RSV) (v. 51). A tentativa de removê-la era infrutífera, e o item tinha de ser queimado (vv. 51b-52). Se, no entanto, a marca não tivesse se espalhado, o item deveria ser lavado, colocado em quarentena por mais sete dias e reexaminado pelo sacerdote (vv. 53-55a). Se não houvesse nenhuma mudança na aparência - mesmo que a marca não tivesse se espalhado - o item ainda era impuro e tinha de ser queimado (v. 55b). Mas se a marca tivesse desaparecido, a área afetada deveria ser arrancada (v. 56) e o item deveria ser lavado novamente (e, sem dúvida, remendado) (v. 58). Se a marca reaparecesse, era considerado um "surto" (NASV; NIV espalhando molde), e o item deveria ser queimado imediatamente (v. 57).
Por que essas coisas eram feitas, irmãos? Devemos entender como as doenças estão associadas ao pecado. O pecado trouxe a miséria, trouxe a morte. A morte se manifesta visivelmente pela degradação do nosso corpo. Não apenas morreremos um dia, mas nós nós já estamos morrendo, à medida que envelhecemos ou adoecemos. Jamais esqueça disso. Deus é o autor da vida e a própria vida. O pecado contraria a própria natureza de Deus, por isso a impureza tinha de ser colocada em quarentena, porque podia se espalhar, podia contaminar o Santuário.
Os israelitas deviam entender como a impureza cerimonial era uma representação da impureza moral, e como Deus queria ensinar um vida santa ao seu povo. Como o pecado se espalha e destrói. A pureza de vida deve ser a marca do povo de Deus.
Hoje à noite continuaremos a ver sobre a situação da igreja de Corinto, e como Paulo ordena que o pecado de um irmão seja tratado. Como? Que ele seja afastado da comunidade… tire do vosso meio. Qual o objetivo? O arrependimento...
Devemos lembrar de Davi, e como um pecado de Davi levou a outro pecado, como se espalhou e se alastrou por sua vida, como uma doença infecciosa. Quando Davi se arrependeu ele orou...
Salmo 51.2 “Lava-me completamente da minha iniquidade e purifica-me do meu pecado.” Salmo 51.7 “Purifica-me com hissopo, e ficarei limpo; lava-me, e ficarei mais alvo que a neve.”
A lepra podia ser um juízo de Deus sobre um pecado específico, como aconteceu com Miriã, irmã de Moisés, ou não, como aconteceu com Jó. Miriã pecou contra o Senhor se voltando contra a autoridade de seu irmão Moisés.
Números 12.9–16 “E a ira do Senhor contra eles se acendeu; e retirou-se. A nuvem afastou-se de sobre a tenda; e eis que Miriã achou-se leprosa, branca como neve; e olhou Arão para Miriã, e eis que estava leprosa. Então, disse Arão a Moisés: Ai! Senhor meu, não ponhas, te rogo, sobre nós este pecado, pois loucamente procedemos e pecamos. Ora, não seja ela como um aborto, que, saindo do ventre de sua mãe, tenha metade de sua carne já consumida. Moisés clamou ao Senhor, dizendo: Ó Deus, rogo-te que a cures. Respondeu o Senhor a Moisés: Se seu pai lhe cuspira no rosto, não seria envergonhada por sete dias? Seja detida sete dias fora do arraial e, depois, recolhida. Assim, Miriã foi detida fora do arraial por sete dias; e o povo não partiu enquanto Miriã não foi recolhida. Porém, depois, o povo partiu de Hazerote e acampou-se no deserto de Parã.”
A lepra aqui foi o juízo de Deus, mas não apenas isso, a lepra representava o próprio pecado de Miriã, e como o pecado traz sofrimento e morte, separação. Como também aconteceu com o rei Azarisa:
2Reis 15.5 “O Senhor feriu ao rei, e este ficou leproso até ao dia da sua morte e habitava numa casa separada.
No caso de Jó foi diferente. Jó não havia cometido um pecado específico, mas Deus permitiu que o diabo o atacasse com chagas terríveis.
Jó 2.7–8 “Então, saiu Satanás da presença do Senhor e feriu a Jó de tumores malignos, desde a planta do pé até ao alto da cabeça. Jó, sentado em cinza, tomou um caco para com ele raspar-se.”
Isso nos lembra que, apesar da mortalidade da vida humana decorrente do pecado, Deus está no controle, e devemos correr pra ele. E que por mais puros que sejamos, nessa vida sempre seremos pecadores, sempre merecedores das chagas dessa vida. Nem Jó escapou disso.
Qual a nossa esperança, irmãos? Quem pode restaurar nosso corpo e nossa alma? Quem pode nos livrar do pecado e da morte? Foi isso que Jesus veio fazer. Quando Jesus veio ele tocava os leprosos e os PURIFICAVA (não os curava), restaurava sua pele e perdoava seus pecados.
Marcos 1.40–42 “Aproximou-se dele um leproso rogando-lhe, de joelhos: Se quiseres, podes purificar-me. Jesus, profundamente compadecido, estendeu a mão, tocou-o e disse-lhe: Quero, fica limpo! No mesmo instante, lhe desapareceu a lepra, e ficou limpo.”
Jesus cura 10 leprosos em Lucas 17
Jesus cura um homem cheio de lepra em Lucas 5:12-16
Porque Jesus disse João 11.25 “Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá;”
Em Cristo Jesus nosso corpo ainda se degrada nessa vida, mas nossa alma foi ressuscitada, e em breve nosso corpo ressuscitará pra nunca mais morrer.
1Coríntios 15.50–54 “Isto afirmo, irmãos, que a carne e o sangue não podem herdar o reino de Deus, nem a corrupção herdar a incorrupção. Eis que vos digo um mistério: nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos, num momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta. A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados. Porque é necessário que este corpo corruptível se revista da incorruptibilidade, e que o corpo mortal se revista da imortalidade. E, quando este corpo corruptível se revestir de incorruptibilidade, e o que é mortal se revestir de imortalidade, então, se cumprirá a palavra que está escrita: Tragada foi a morte pela vitória.”
Em Cristo, e só nele, temos vida eterna, mas isso só um possível em um relacionamento com o Senhor, numa aliança com ele, em comunhão com ele. Por isso, creia no Senhor Jesus e viva para ele, uma vida de santidade, porque o Senhor é santo.
O sacerdote só podia condenar o leproso (pela lei há o conhecimento do pecado), mas Cristo pode curar o pecador, pode tirar o pecado.
Essa semana estava conversando com um amigo sobre a situação de um irmão querido que vem caindo no mesmo erro há anos, e isso tem prejudicado sua vida e vai prejudicar ainda mais. Tive essa conversa justamente quando comecei a meditar nesse texto, e conversando eu disse… devemos ter cuidado com nossos erros, pra que não sejam como a lepra, que se espalha e evolui até nos afastar completamente do Senhor.
Se você hoje tem sido marcado por uma mancha, por uma lesão que retorna ou que se espalha, ainda dá tempo de se arrepender, ainda dá tempo de ser purificado e restaurado. Ore como Davi orou: Salmo 51.2 “Lava-me completamente da minha iniquidade e purifica-me do meu pecado.” Salmo 51.7 “Purifica-me com hissopo, e ficarei limpo; lava-me, e ficarei mais alvo que a neve.” E quando Davi confessou seu pecado ao profeta Natã, a resposta veio de imediato:
2Samuel 12.13 “Então, disse Davi a Natã: Pequei contra o Senhor. Disse Natã a Davi: Também o Senhor te perdoou o teu pecado; não morrerás.”
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