JESUS NÃO NOS DEIXARÁ NO TÚMULO
Encontro com Jesus • Sermon • Submitted • Presented
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· 14 viewsA morte não tem poder para segurar aqueles que Jesus ama na sepultura
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JOÃO 11:1-44
JOÃO 11:1-44
INTRODUÇÃO
INTRODUÇÃO
a. A dor que a morte de Zéu me causou, embora ele fosse mais velho que eu. Fico pensando como seria se fosse mais novo do que eu porque enterrar o mais novo é contraria a nossa natureza.
b. Hoje a dor é ainda maior porque embora eu creia na graça que opera no último minuto, eu não tenho aquela esperança.
c. Mesmo não sabendo o destino dele eu creio que o amor de Deus foi e será aplicado na vida dele e na minha.
II. O AMOR DE DEUS NÃO IMPEDE O SOFRIMENTO
II. O AMOR DE DEUS NÃO IMPEDE O SOFRIMENTO
a. O texto é claro em dizer que o amigo (philéō) de Jesus estava enfermo.
Eliseu ficou doente
O rei Ezequias ficou doente
“No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo. ″ (Jo 16:33 b)
b. O amor não impede a morte e as vezes até morte trágica.
c. ILUSTRAÇÃO: A história da morte de mãe.
III. JESUS NÃO ATRASA ELE AGUARDA.
III. JESUS NÃO ATRASA ELE AGUARDA.
a. Pedro diz que não retarda o Senhor a sua promessa… (2Pe 3:9)
b. Jesus não está atrasado na sua vinda ele esta aguardando você.
c. Jesus não atrasou para ressucitar Lázaro
Quando Jesus chega ele encontra Lázaro morto a quatro dias. Provavelmente quando Jesus recebeu a notícia, Lázaro já esta morto. (v. 17)
havia uma crença da época que dizia que uma pessoas até quatro dia poderia receber de volta o espírito e voltar a viver.
Jesus estava aguardando o momento certo para fazer o maior milagre e o mais impactante dos milagres.
IV. UM ENCONTRO PERSONALIZADO.
IV. UM ENCONTRO PERSONALIZADO.
a. Um encontro com Marta. “Senhor se estiveras aqui, não teria morrido meu irmão” (v.21)
b. Um encontro com Maria. “Senhor se stiveras aqui, meu não teria morrido” (v.32)
c. Está dor que eu não consigo sentir por ser mais novo que Zeu eu pude ver nos olhos das minhas irmãs e irmãos. Mas não dava para comparar com as lágrimas de meu pai e de minha mãe. Minha mãe dizia que uma parte dela havia morrido.
“Si Cristo hubiese estado en la pieza del enfermo, Lázaro no habría muerto; porque Satanás no hubiera tenido poder sobre él. La muerte no podría haber lanzado su dardo contra Lázaro en presencia del Dador de la vida. Por tanto, Cristo permaneció lejos. Dejó que el enemigo ejerciese su poder, para luego hacerlo retroceder como enemigo vencido” (El Deseado de todas las gentes, 487)
V. EU SOU A RESSURREIÇÃO E A VIDA.
V. EU SOU A RESSURREIÇÃO E A VIDA.
a. “EU SOU” Só Jesus é, o resto está!
b. Ressureição
Ressucitou o morto
ressucitou os sonhos do morto
ressucitou a alegria das irmãs
c. Jesus deseja ressucitar muitas pessoas que morreram, mas ele quer ressucitar muitos mortos no alcool, nas drogas, na prostituição, na pornografia, na infidelidade, na apostasia, na vida financeira e que ainda vivi como verdadeiros zumbis. Jesus quer ressucitar seus sonnos, sua família, seu casamento.
VI. JESUS NÃO VAI FAZER A SUA PARTE
VI. JESUS NÃO VAI FAZER A SUA PARTE
a. A vida ninguém consegue dá, mas a pedra as pessoas conseguem remover.
b. Jesus também poderia ordenar para que as ataduras que amarravam Lazaro o deixasse, mas ele ordenou que as pessoas desatasse.
c. Jesus não vai fazer o que você pode fazer.
Ele não vai tirar o copo da cerveja da sua mão. Jesus não vai tirar o cigarro da sua boca. Jesus não vai fechar a página do tigrinho. Jesus não vai fechar a ágina da internet que pode fechar.
V. JESUS CHAMOU LAZARO PELO SEU NOME.
V. JESUS CHAMOU LAZARO PELO SEU NOME.
a. Se chamase sem especificar todos levantariam
b. Embora todos naquele semitério fossem crianturas de Deus, apenas Lázaro era filho.
c. Quando Jesus voltar ele vai chamar apenas seus filhos/amigos.
CONCLUSÃO
CONCLUSÃO
a. Porque Jesus chorou?
b. Cristo no lloraba por Lázaro, pues iba a sacarlo de la tumba. Lloró porque muchos de los que ahora estaban llorando por Lázaro pronto maquinarían la muerte de quien era la resurrección y la vida (El Deseado de todas las gentes 490)
c. As pessoas longe de Jesus se tornam tão insensatas que tentam matar a vida.
APELO
APELO
Nesta passagem, vemos a história de Lázaro, um amigo querido de Jesus, que adoeceu e morreu. Jesus, sabendo da morte de Lázaro, demora-se, e quando finalmente chega a Betânia, Lázaro já está no túmulo há quatro dias. Esta narrativa destaca não apenas o poder de Jesus sobre a morte, mas também a profundidade do seu amor em meio ao sofrimento.
Este sermão pode ajudar os cristãos a entender que o amor de Jesus não elimina a dor ou o sofrimento, mas está presente e ativo durante esses momentos difíceis. Através da ressurreição de Lázaro, somos lembrados de que Deus tem um propósito mesmo nas circunstâncias mais sombrias e que a dor pode ser um veículo para a manifestação da Sua glória.
O ensino central aborda como o amor de Jesus é expresso mesmo na dor e no sofrimento. Ele não promete que a vida será perfeita, mas garante que Ele está conosco em meio às tribulações, trazendo conforto e esperança.
A história de Lázaro aponta para a vitória final de Cristo sobre a morte, culminando na Sua própria ressurreição. Assim como Jesus ressuscitou Lázaro, Ele também oferece a todos que creem Nele a promessa da vida eterna, reforçando a ideia de que a morte não é o fim, mas uma passagem para uma nova vida.
O amor de Jesus não nos livra do sofrimento, mas nos traz esperança e renovação em meio à dor; mesmo nas situações mais desesperadoras, Ele está presente e ativo.
Ao preparar este sermão, considere examinar o uso do verbo grego 'kliroi' na passagem e como ele se relaciona com o tempo em que Lázaro ficou morto. Logos pode ser útil para explorar questões exegéticas sobre a natureza do sofrimento e o amor de Jesus, especialmente à luz do contexto cultural da época de Jesus e documentações dos costumes funerários judaicos.
1. Esperança em Espera
1. Esperança em Espera
Jo 11.1-16
Talvez você considere como Jesus demonstra seu amor permitindo um atraso intencional para a ressurreição de Lázaro. Neste ponto, a passagem sublinha a importância da fé em momentos de espera, destacando que Jesus não apenas conhece nossa dor, mas também tem um propósito maior. O atraso de Jesus é um ato de amor que visa fortalecer a nossa confiança nele, mesmo quando não podemos enxergar a solução imediata para nosso sofrimento.
2. Encontro de Crença
2. Encontro de Crença
Jo 11.17-27
Você poderia refletir sobre a conversa entre Jesus e Marta, onde Ele afirma ser a Ressurreição e a Vida. Este ponto destaca como Jesus conforta e desafia a crença de Marta em meio à dor. É um convite para reconhecer que, mesmo quando enfrentamos a morte e sofrimento, Jesus oferece vida eterna e esperança. Permita-se sentir o amor profundo de Cristo que nos acompanha, mesmo quando desafiamos nossa compreensão.
3. Empatia na Dor
3. Empatia na Dor
Jo 11.28-37
Talvez você contemple como Jesus sente nossa dor, partilhando de nossa tristeza ao chorar por Lázaro. Aqui, o sermão nos leva a entender que, em nossa dor, Jesus não permanece distante, mas compartilha intimamente de nossas lutas. Sua compaixão por Marta e Maria nos recorda que em meio ao sofrimento, o amor de Cristo é consolador e empático, proporcionando força para perseverar.
4. Esperança na Ressurreição
4. Esperança na Ressurreição
Jo 11.38-44
Você poderia se focalizar na poderosa ressurreição de Lázaro, que revela o poder supremo de Cristo sobre a morte. Nesta parte do sermão, reflectimos sobre como a ação de Jesus traz transformação e esperança onde havia desespero, revelando que Ele é soberano mesmo nas circunstâncias mais impossíveis. Este ato milagroso é uma prova de que, apesar dos desafios, nosso futuro está seguro em Seu amor.
A Esperança nas Sombras da Dor: Lições da Ressurreição de Lázaro
A Esperança nas Sombras da Dor: Lições da Ressurreição de Lázaro
Jo 11.1-44
Jo 11.1-44
A narrativa da ressurreição de Lázaro revela a complexidade do amor de Jesus e seu relacionamento com o sofrimento humano. Quando Lázaro adoece, Jesus é informado, mas escolha esperar antes de ir até ele. Esse tempo de espera não é simplesmente uma ausência; é um ato que manifesta tanto a soberania de Cristo quanto a intensidade do amor divino. A história enfatiza que, mesmo nas situações que parecem desesperadoras, há um propósito divino em ação.
Este sermão estimulará os ouvintes a confiarem em Deus durante os momentos difíceis da vida, lembrando-os de que o amor de Jesus não garante uma vida livre de dor, mas oferece firmes promessas de Sua presença e o poder de transformar situações aparentemente sem esperança. Ao abraçar a dor e a espera com fé, podemos testemunhar a glória de Deus sendo revelada em nossas vidas.
O ensino principal é que o sofrimento pode ser uma parte essencial do nosso testemunho cristão. Jesus não é indiferente à nossa dor; Ele se importa profundamente. Ele usa momentos de sofrimento para nos aproximar dEle e nos preparar para algo maior do que podemos imaginar.
A ressurreição de Lázaro é um precursor da ressurreição de Cristo, simbolizando a vitória final sobre a morte. Jesus é revelado como o Senhor da vida e da morte, e essa narrativa nos diz que a ressurreição não é apenas um evento, mas uma promessa que é cumprida em Cristo, que traz esperança a todos os que acreditam nele e participam da ‘ressurreição’ espiritual.
Deus usa a dor para manifestar Sua glória; ainda que o sofrimento faça parte da caminhada da fé, Ele transforma a adversidade em oportunidade para revelação e esperança.
Enquanto prepara este sermão, você pode explorar as nuances da palavra grega para 'amor' usada nesta passagem e considerar suas implicações sobre como o amor de Jesus é expresso em momentos de dor. Utilize o Logos para investigar os detalhes históricos e culturais sobre a prática funerária judaica e o papel da comunidade em luto, o que ajudará a contextualizar a profundidade do relacionamento de Jesus com Lázaro, suas irmãs e a multidão.
1. Confiança na Espera Divina
1. Confiança na Espera Divina
Jo 11.1-16
Você poderia considerar como a reticência de Jesus em ir imediatamente até Lázaro desafia nossa compreensão do amor divino. Sua demora não é negligência, mas uma preparação para manifestar uma glória maior. Quando enfrentamos esperas em nossa vida, talvez possamos aprender a confiar que há um propósito divino, assim como Marta e Maria tiveram que aprender a confiar no tempo de Jesus. Permitir que Deus trabalhe em Seu tempo nos ajuda a perceber que momentos de sofrimento são oportunidades para Sua obra resplandecer.
2. Caminhando com Cristo na Dor
2. Caminhando com Cristo na Dor
Jo 11.17-32
Talvez estejamos prontos para seguir o exemplo das irmãs de Lázaro, Marta e Maria, que expressaram tanto fé quanto dor em suas interações com Jesus. Jesus responde ao coração partido delas com compreensão e verdade. Isso nos ensina que Jesus não está distante na nossa tristeza; Ele caminha conosco. Podemos ver o sofrimento como um caminho para maior intimidade com Cristo, onde Ele revela suas promessas e nos prepara para algo além da compreensão humana.
3. Convicção na Transformação Divina
3. Convicção na Transformação Divina
Jo 11.33-44
Você poderia refletir sobre a demonstração direta do poder de Jesus sobre a morte ao comandar a ressurreição de Lázaro. Nesse ato, Jesus não apenas devolve a vida, mas oferece uma promessa de renovação em meio à desesperança. Quando enfrentamos desafios que parecem insuperáveis, somos chamados a crer na habilidade de Jesus de trazer vida mesmo nas circunstâncias mais sombrias. Essa confiança nos permite ver a glória de Deus na ressurreição e na nossa própria transformação.
