APOCALIPSE 4-5

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Texto Biblico:

Apocalipse 4-5
Tema: A vitória de Cristo sobre a morte, a esperança da igreja
Divisa: Apocalipse 4 e 5
1.  Introdução
Você já parou para pensar que a vida “debaixo do sol” é sempre uma tensão entre obstáculos e expectativa de superação. Vivemos em busca de superar uma doença grave, talvez um câncer ou uma doença degenerativa; vivemos em busca de superar uma adversidade financeira, talvez um desemprego, ou investimento precipitado que trouxe prejuízos;vivemos em busca de superar uma crise relacional, talvez reconstruir um casamento ou o contato com um filho; quem sabe superar um trauma do passado, experiências difíceis que nos marcaram, com as quais lutamos ainda hoje.
E lutamos, constantemente, para superar esses ou outros obstáculos motivados com a esperança de que, uma vez superados esses desafios, alcançaremos o equilíbrio, a paz e a serenidade da vida.
Os dias em que esse livro fora escrito eram dias sombrios para as igrejas de Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira, Sardes, Filadélfia e Laodicéia, localizadas numa região conhecida como Ásia Menor (atual Turquia), as quais eram pastoreadas pelo apóstolo João, o qual estava preso na ilha prisional de Patmos, em virtude do testemunho do Evangelho. Em seus dias o imperador Domiciano reclamou para si o título de “filho dos deuses”, exigindo que todos os súditos do império o adorassem como um deus.
Essa exigência dera início a uma das mais sangrentas perseguições da igreja. Quem poderia superar à perseguição do grande império romano? Quem poderia superar o seu poderio? É nesse cenário sombrio e sem esperança que as portas do céu se abrem para João. Uma visão que realinhará o coração do apóstolo e o coração da igreja na direção da esperança.
Assim sendo, à luz dessa passagem falaremos da importância de: A vitória de Cristo sobre a morte, a esperança da igreja.
2. A vitória de Cristo sobre a morte renova nossa percepção da vida – Capítulo 4
O apóstolo João começa essa nova sessão do seu livro com uma afirmação surpreendente:
Depois dessas coisas olhei, e diante de mim estava uma porta aberta no céu... (v. 1a)
Até aqui era o céu que tinha decido até João para fornecé-lo um diagnótico da realidade das igrejas, no entanto, nesse momento uma porta, uma passagem para a dimensão celestial, da eternidade, é aberta diante dele.
A voz que eu tinha ouvido no princípio, falando comigo como trombeta, disse: “Suba para cá, e lhe mostrarei o que deve acontecer depois dessas coisas. (v. 1b)
Aqui mais uma vez João ouve a voz Jesus (Apocalipse 1.10), mas para convidá-lo a subir para a dimensão celestial, a fim de que ganhe uma percepção da realidade, ganhe consciência de tudo quanto, provavelmente, vai acontecer ou pode acontecer, mas de tudo quanto ... deve acontecer...” (v. 1).
Então, “tomado pelo Espírito” (v. 2) tem uma visão de tirar o fôlego:
... e diante de mim estava um trono no céu e nele estava assentado alguém. Aquele que estava assentado era de aspecto semelhante a jaspe e sardônio. Um arco-íris, parecendo uma esmeralda, circundava o trono... (v. 2b-3)
Diante dessa descrição gloriosa e ao escrevê-la para as igrejas, o apóstolo deseja, de início, ensinar algumas lições:
Em primeiro lugar, o domínio e o governo do universo não está na terra, mas no céu. Quando a João é concedida a graça de atravessar os portais da realidade temporal e adentrar na dimensão do eterno, a primeira coisa que ele vê é que, o único e verdadeiro trono está no céu e não na terra, está na dimensão da eternidade e não na dimensão temporal, é o trono de Deus e não o trono dos césares.
A imagem do trono no livro do Apocalipse é muito significativa; para os irmãos terem uma ideia das 60 passagens do Novo Testamento acerca de trono, 47 encontram-se em Apocalipse. A imagem do trono traz a ideia de honra, autoridade, julgamento, soberania e centralidade do universo.
Nos momentos das maiores crises do povo de Deus foram nesses momentos que o Senhor fendeu os céus e revelou que o verdadeiro trono está nos céus e não na terra.
Em face de uma crise política do reino do sul, onde o rei Uzias havia morrido, foi quando o profeta Isaías recebeu a visão do trono celestial(Isaías 6); fora num momento de grandecrise espiritual e nacional, em que o povo de Judá estava enfrentando as amarguras do cativeiro babilônico, foi quando Ezequiel teve a visão do trono celestial(Ezequiel 1)
O trono que governa, dirige, controla e julga com retidão e justiça não está na terra, está nos céus. E nós como povo de Deus, principalmente em tempos de crises e angústias, precisamos ter o nosso coração fortalecido com essa verdade gloriosa.
Em segundo lugar, no trono celestial está entronizado o glorioso e soberano Deus.
João escreve que “... nele estava assentado alguém...” (v. 2). Até aqui João não diz claramente quem está assentado, mas uma lição importante nos fornece aqui: em nenhum momento o trono deixou de estar ocupado. O tempo verbal (καθημαιkathemai) que João faz uso para descrever essa cena está no tempo presente, ou seja, não houve, não há e nem haverá um momento sequer em que o trono celestial esteja desgovernado, vazio e desocupado. O glorioso Deus está assentado todos os dias, todas as horas, todos os segundos guiando e controlando a história segundo a sua vontade.
Então o apóstolo começa a descrever a pessoa que está oacupando o trono com imagens fantásticas. Em primeiro lugar, o Deus que está assentado no trono é completamente puro e glorioso. Isso porque João afirma que aquele está assentado no trono “... tinha aspecto semelhante a jaspe e sardônio...” (v. 3). O “jaspe” era uma pedra preciosa cristalina, a mais pura, sem nenhuma poluição e o “sardônio” era uma pedra preciosa de cor avermelhada, a pedra mais luminosa e brilhante que existe. Em segundo lugar, o Deus que está assentado no trono é completamente gracioso. Isso porque João afirma que “Um arco-íris, parecendo uma esmeralda, cirundava o trono...” (v. 3). O arco-íris é símbolo da graça e da misericórdia de Deus, da sua aliança com a humanidade, de que não mais os destruiria. A imagem do arco-íris serve de lembrança ao povo de Deus de que o Senhor está agindo na história, não para destruir o seu povo, mas para promover salvação e libertação. Podemos descansar na realidade de todas as coisas estão de fato cooperando para o bem daqueles que amam a Deus e de que sua graça está sobre a sua igreja. Em terceiro lugar, o Deus que está assentado no trono é completamente justo. Quando João descreve que do trono de Deus “... saíam relâmpagos, vozes e trovões...” (v. 5). A descrição de João faz lembrar a aparição gloriosa do Senhor no Monte Sinai (Êxodo 19.16), passagem na qual o povo de Israel é alertado manter-se distante do monte para não ser fuminado pela santidade divina. Segundo o comentarista Grant R. Osborne, a imagem deescrita por João “... destaca a grandiosidade espantosa de Deus. É este Deus maravilhoso que está vindo para julgar e para governar sua criação.” (Apocalipse: Comentário Expositivo do Novo Testamento).
A visão de João se move do trono, especificamente, para o entorno do trono. E diante do trono “... estavam acesas sete lâmpadas de fogo, que são os sete espíritos de Deus...” (v. 5b). O número 7, no Apocalipse remonta a ideia de completude, totalidade, plenitude, ou seja, sete espíritos de Deus” indica a pessoa do Espírito Santo em sua plenitude e glória, o qual, conforme descrito por João, está, constantemente, diante do trono de Deus.
Daí surge nossa terceira lição: diante do trono celestial está o Espírito que fortalece e sustenta a igreja.
O Espírito Santo é aquele que nos assiste em nossas fraquezas, clamando por nós, intercedendo por nós, sumplicando por nós, apresentando às orações dos santos, conforme dito pelo apóstolo Paulo: “E aquele que sonda os corações conhece a intenção do Espírito, porque o Espírito intercede pelos santos de acordo com a vontade de Deus.” (Romanos 8.27). A igreja na terra não está órfã, abandonada, desamparada, temos um intercessor, um consolador, um encorajador: o glorioso Espírito Santo que está, constantemente, nos ajudando.
Em seguida João observa uma grande sessão de adoração; uma realizada pelos quatro seres viventes (seres que representam a mais alta ordem dos seres celestiais) e a última pelos vinte e quatro anciãos (seres celestiais que forma o conselho do céu, uma espécie de sacordeste celestiais, que apresentam as orações dos santos diante de Deus – Apocalipse 5.8)
Assim, em quarto lugar: o trono celestial é um cenário de profunda adoração e reconhecimento da grandeza de Deus.
Cada um deles tinha seis asas e era cheio de olhos, tanto ao redor como por baixo das asas. Dia e noite repetem sem cessar: “Santo, santo, santo é o Senhor, o Deus todo-poderoso, que era, que é e que há de vir”. (v. 8)
Toda vez que os seres viventes dão glória, honra e graças àquele que está assentado no trono e que vive para todo o sempre, os vinte e quatro anciãos se prostram diante daquele que está assentado no trono e adoram aquele que vive para todo o sempre. Eles lançam as suas coroas diante do trono, e dizem: “Tu, Senhor e Deus nosso, és digno de receber a glória, a honra e o poder, porque criaste todas as coisas, e por tua vontade elas existem e foram criadas”. (v. 11)
A visão de João dos quatro seres viventes e os vinte quatro anciãos servem de ensino para a igreja na história que está na história que, é no ambiente de adoração, que o nosso coração e mente são realinhados e reconduzidos para vida na centralidade de Deus. Realinhados ao Deus que é santo, santo, santo; Todo-Poderoso, que é, de geração em geração e que virá consumar o seu Reino de paz e justiça. Ao Deus que é digno de glória, honra e poder porque é o Criador de todas as coisas e aquele que sustentação a obra de suas mãos com grande providência. É nesse Deus que nossos corações deve estar centralizados.
3. A vitória de Cristo sobre a morte renova nossa esperança de vida – Capítulo 5
O apóstolo João marca a sequência da sua narrativa pela expressão “vi” (v. 1, 2 e 6). Em primeiro lugar, João vê o livro, em forma de rolo; em segundo lugar, João viu o anjo poderoso questionando quem seria capaz de abrir o livro e, em terceiro lugar, João viu um Cordeiro, que parecia estar morto.
Sendo assim, João relata sua primeira visão com as seguintes palavras:
Então vi na mão direita daquele que está assentado no trono um livro em forma de rolo, escrito de ambos os lados e selado com sete selos. (v. 1)
É consenso entre os estudiosos que esse “livro em forma de rolo, escrito de ambos os lados e selado com sete selos” aponta, não para o Livro da Vida (Apocalipse 20.12) - no qual está registrado o nome de todos os eleitos e salvos de Deus -, mas para o livro contendo os eventos históricos que culminarão no fim dos tempos e a chegada plena do Reino de Deus. Segundo o pastor e comentarista Hernandes Dias Lopes “Esse livro contém todos os decretos de Deus, as linhas gerais de todos os acontecimentos até o fim dos tempos.” (Comentário de Apocalipse). Outro comentarista bíblico Grante Osborne ainda diz: “Um livro celestial contendo o plano redentor e Deus e como Ele vai levar a história ao fim.” (Comentário de Apocalipse)
Portanto, o livro que João vê na mão soberana de Deus é o livro que traça os principais acontecimentos históricos, que culminarão no cumprimento do plano de Deus em trazer, definitivamente, o Seu Reino.
Na sequência, o apóstolo tem outra visão:
Vi um anjo poderoso, proclamando em alta voz: “Quem é digno de romper os selos e de abrir o livro?(v. 2)
A pergunta o anjo “Quem é digno?” poderia ser traduzida, literalmente, como “Quem merece?” e o termo αξιοςaxios é originado do termo αγω ago, o qual significa: “guiar, conduzir, comandar”. Noutras palavras a pergunta do anjo é “Quem é digno, quem merece romper os selos e abrir o livro e comandar e guiar a história, a fim de que os planos redentores de Deus se cumpram na história e o Seu Reino seja plenamente estabelecido?
Então, João complementa:
Mas não havia ninguém, nem no céu nem na terra nem debaixo da terra, que pudesse abrir o livro, ou sequer olhar para ele. (v. 3)
Ninguém foi achado digno nem no céu (Miguel, Gabriel, serafins, querubins, os quatro seres viventes, os vinte e quatro anciãos, os redimido), nem na terra (João, César, filósofos, autoridades poderosas), nem debaixo da terra (o Diabo, os anjos caídos). Ninguém.
E aqui aprendo que: nenhuma pessoa, ideologia, organização, sistema político ou riquezas deste mundo pode preencher o vazio de esperança em nossos corações.
Nenhum ser criado, nenhum elemento da criação, nada que possamos obter nessa vida debaixo do sol tem a capacidade de trazer esperança em nossos corações, de fazer cumprir os planos redentores de Deus em nossas vidas e na história. Nenhuma ideologia política, nenhum partido político, nenhuma autoridade política tem a capacidade de abrir o livro e trazer sentido e direção à história humana. Enquanto buscarmos na dimensão horizontal o sentido, a alegria, a esperança pra nossas vidas iremos nos frustrar.
Por essa razão João entra em desespero:
Eu chorava muito, porque não se encontrou ninguém que fosse digno de abrir o livro e de olhar para ele. (v. 4)
O choro de João é o nosso choro em vermos a igreja sendo perseguida, violentada, atacada; ao vermos guerras, violência, morte, criminalidade, divórcios, abusos sexuais, adultérios. Ao vermos crianças sendo abandonadas, morrendo de fome, violentadas sexualmente e ninguém é capaz de trazer a ordem, a paz, a justiça, o Reino de Deus na terra.
No entanto, a esperança de João e a nossa é recobrada quando um dos anciãos lhe diz:
Então um dos anciãos me disse: “Não chore! Eis que o Leão da tribo de Judá, a Raiz de Davi, venceu para abrir o livro e os seus sete selos”. (v. 5)
E aqui eu tiro mais uma lição: somente Jesus Cristo, o Leão da tribo de Judá, a Raiz de Davi pode nos conceder esperança, mediante a sua vitória.
A solução para a humanidade e para o mundo está em Jesus: o Leão da tribo de Judá, a Raiz de Davi, venceu para abrir o livro e os seus selos. Porque Jesus venceu o pecado e o Diabo na cruz e a morte no domingo da ressurreição, podemos ter esperança da chegada do Reino de Deus. Somente Jesus Cristo tem o poder e a capacidade de dar sentido à história global e a nossas histórias pessoais, pois somente Ele venceu a morte no domingo da Páscoa. Somente Jesus venceu, em definitivo a morte, e todo aquele que crer em Jesus, no Leão, no descendente de Davi recebe a promessa de que um Dia também romperá os laços da morte e viverá eternamente com seu Senhor.
Em seguida é dito o que João vê:
Depois vi um Cordeiro, que parecia ter estado morto, em pé, no centro do trono, cercado pelos quatro seres viventes e pelos anciãos. Ele tinha sete chifres e sete olhos, que são os sete espíritos de Deus enviados a toda a terra. Ele se aproximou e recebeu o livro da mão direita daquele que estava assentado no trono. (v. 6-7)
Somente Jesus Cristo pode nos conceder esperança porque: (i) Jesus Cristo vencera nosso último inimigo: a morte. É dito que “Depois vi um Cordeiro, que parecia ter estado morto, em pé, no centro do trono, cercado pelos quatro seres viventes e pelos anciãos”. Como bem escreveu o apóstolo Paulo: “O aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a Lei. Mas graças a deus, que nos dá vitória por meio de nosso Senhor Jesus Cristo.” (1 Coríntios 15.56-57); (ii) Jesus Cristo possui perfeito poder. É dito que “Ele tinha sete chifres...” (v. 6a). A imagem do “chifre” indica poder e sete a totalidade, a completude; (iii) Jesus Cristo possui perfeita sabedoria. João diz que Jesus possui “... sete olhos...” (v. 6b) e (iv) Jesus Cristo possui perfeita presença. É dito que “... que são os sete espíritos de Deus enviados a toda a terra.” (v. 6b)
A nossa esperança deve está somente em Cristo Jesus, o Leão da tribo de Judá, a Raiz de Davi, o Cordeiro morreu, mas ressuscitou, derrotando a morte, o Cristo Onipotente, Onisciente e Onipresente, o nosso Salvador e Redentor.
Assim, à luz desse nosso grande Salvador e Redentor, todo o céu rasga em adoração e louvor:
Em primeiro lugar, os quatro seres viventes e os vinte e quatro anciãos cantavam:
“Tu és digno de receber o livro e de abrir os seus selos, pois foste morto, e com teu sangue compraste para Deus gente de toda tribo, língua, povo e nação. Tu os constituíste reino e sacerdotes para o nosso Deus, e eles reinarão sobre a terra”. (v. 9-10)
Em segundo lugar, milhares de milhares e milhões de milhões de anjos cantavam:
e cantavam em alta voz: “Digno é o Cordeiro que foi morto de receber poder, riqueza, sabedoria, força, honra, glória e louvor!” (v. 12)
E, por último, criaturas no céu, na terra, e debaixo da terra e no mar cantavam:
...“Àquele que está assentado no trono e ao Cordeiro sejam o louvor, a honra, a glória e o poder, para todo o sempre!” (v. 13)
Louvado seja o bendito e glorioso Pai e o Cordeiro por sua graça, soberania, poder e majestade. A nossa esperança não pode ser encontra nessa dimensão debaixo do sol, terrena, mas somente diante na dimensão celestial, diante do Trono de Deus e diante da face do Cordeiro. A nossa esperança é Jesus Cristo, e a nossa confiança que não seremos decepcionados, é porque Cristo venceu a morte, para abrir o livro e dar cumprimento ao plano redentor do Pai. Glória a Deus!!!!
4. Conclusão
Queridos irmãos e irmãs, hoje refletimos sobre como a realidade da ressurreição de Cristo, pode renovar a nossa percepção da vida e da realidade e a nossa esperança frente aos desafios que ainda enfrentamos enquanto Cristo não consuma seu Reino.
As realidades deste mundo tem a capacidade de enganar nosso coração, a ponto de começarmos a construir nossas vidas sobre o fundamento daquilo que é passageiro e terreno. Nossos pensamentos, sentimentos e ações começam a ser dominados pelos valores deste lado da realidade. Nós precisamos nos voltar para o trono do Cordeiro. Precisamos deixar que o nosso coração seja modelado pela realidade domínio de Deus. Nós precisamos da graça do Cristo que venceu a morte e que possui autoridade para conduzir a nossa história.
Se clamarmos, Aquele que está assentado no trono e o Cordeiro soberano podem renovar os nossos corações nesta noite e nos conceder esperança e vida.
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