A Esperança da Ressurreição

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Nesta passagem, Paulo destaca a centralidade da ressurreição de Cristo como o fundamento da fé cristã, enfatizando que Cristo morreu por nossos pecados, foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, aparecendo a testemunhas que confirmam este evento extraordinário. A mensagem desta passagem oferece esperança em tempos de dor e perda, lembrando-nos que a ressurreição de Cristo garante nossa própria ressurreição e vida eterna. Esse entendimento nos capacita a enfrentar as lutas da vida com confiança e fé, sabendo que a morte não tem a última palavra. Este sermão ensina a importância da ressurreição como o cerne da fé cristã, mostrando que sem ela, nossa fé é vã. Paulo argumenta que a ressurreição de Cristo é a chave para a nossa esperança e a garantia de nossa própria ressurreição, assegurando que Cristo é o primeiro dentre os que ressuscitarão. A ressurreição de Cristo é o cumprimento das promessas messiânicas de Deus e a confirmação de sua divindade, oferecendo a esperança de vida eterna para todos que creem. Esta promessa se conecta com a narrativa redentora da Bíblia, do Gênesis ao Apocalipse, onde a vitória sobre a morte é o tema central da obra de Deus. A ressurreição de Jesus não é apenas um evento histórico, mas a garantia da nossa esperança eterna e a razão pela qual podemos viver com fé e coragem diante das adversidades (LOGOS BIBLE SOFTWARE. Assistente de sermão).

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Convidar os Irmãos a abrirem a Bíblia em 1Co 15.19.
Agradecer à Irmã Chris, por ter dado a lição de duas quarta-feira atrás, dia 9 de abril, quando estive doente.
Mencionar o tema do ano de 2025: Simplesmente Igreja;
a série de mensagens do mês de abril: Há Esperança Para Nós;
a lição de hoje: A Esperança da Ressurreição.
Ler a Palavra de Deus:
1Coríntios 15.19–20 RAStr
Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens. Mas, de fato, Cristo ressuscitou dentre os mortos [...].
Orar pela lição.
Essa Igreja de Corinto era problemática; e os problemas que ela apresentava eram uma escala: doutrinários, heréticos, morais, de arrogância e de facção.
1Coríntios 15.33 RAStr
33 Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes.
Corinto obrigou Paulo a discursar de maneira que não ele gostava; mas nem por isso ele deixou de asseverar a verdade (do Evangelho)!
Uma das coisas que recomendo é ler as Cartas de uma só vez; ajuda a contextualizar e a entender cada Palavra ali, para que não erremos.
É o caso desse versículo: Paulo estava argumentando contra quem cogitava que Cristo não ressuscitou na carne, esta que era considerada mal..
1Coríntios: Como Resolver Conflitos na Igreja Capítulo 15: A Suprema Importância da Ressurreição de Cristo (1Co 15.1–58)

A igreja de Corinto começou a abandonar a sua fé e a substituir a teologia pela filosofia grega. A filosofia grega acreditava na imortalidade da alma, mas não na ressurreição do corpo. Ela acreditava na vida futura, mas não na ressurreição. Os gregos acreditavam no dualismo filosófico. Para eles o espírito era essencialmente bom, mas a matéria essencialmente má. Para os gregos, o corpo era um claustro, uma prisão da alma. Nada havia de bom no corpo. Então os gregos se inclinavam para o ascetismo ou para o hedonismo. Eles adotavam o enclausuramento ou a licenciosidade.

Quando Paulo pregou sobre a ressurreição na cidade grega de Atenas, o povo escarneceu de Paulo (

1 Coríntios Capítulo 15

Esta afirmação mostra ainda mais claramente que os coríntios se deixaram influenciar por alguma noção equivocada e fantasiosa de que a ressurreição era de caráter simbólico, como aquela defendida por Himeneu e Fileto, naquele tempo, como se o fruto final de nossa fé estivesse diante de nós apenas nesta vida [

Paulo saca a tradição bíblica e o fato histórico, e os põe na sua exortação: Jesus reviveu sim, e foi visto por muitas testemunhas, todas idôneas.
1Coríntios 15.3–8 RAStr
3 Antes de tudo, vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras,4 e que foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras.5 E apareceu a Cefas e, depois, aos doze.6 Depois, foi visto por mais de quinhentos irmãos de uma só vez, dos quais a maioria sobrevive até agora; porém alguns já dormem.7 Depois, foi visto por Tiago, mais tarde, por todos os apóstolos 8 e, afinal, depois de todos, foi visto também por mim, como por um nascido fora de tempo.
Por isso que o Calvinismo e o ensino dos puritanos nos ajudam tanto: até a escatologia se torna um tema fácil e claro nas Escrituras.
Talvez você explore as aparições de Cristo a diversas testemunhas, como um testemunho irrefutável da ressurreição. Esse ponto realça a veracidade do evento e nos convida a confiar nos registros bíblicos. A múltipla evidência da ressurreição não apenas fortalece nossa fé, mas também nos dá coragem para compartilhar essa verdade com outros, sabendo que a vida em Cristo triunfa sobre a morte (LOGOS BIBLE SOFTWARE. Assistente de sermão).
E quando lemos Atos e as Cartas, vemos o quanto a ressurreição mudou a postura dos discípulos, do medo e da inércia para a coragem e imediatez.
1 Coríntios Capítulo 15

A terceira razão, como disse antes, a qual era peculiar ao próprio tempo de Paulo, consiste em que o nome cristão era, naquele tempo, algo tão odioso e desacreditado, que ninguém selaria seu compromisso de fidelidade a Cristo sem se expor a imediatos riscos de morte.

A vida eterna que nos é dada pelo Filho de Deus nos torna um com Ele. Por meio da nossa confiança Nele, vivenciamos o poder que O ressuscitou. E, este mesmo grande poder nos ajudará a viver uma vida moralmente renovada e regenerada, morrendo sempre para o pecado. Sua crucificação marca a morte de nossa antiga natureza pecaminosa. Não podemos conhecer a vitória da ressurreição sem nos aplicarmos pessoalmente à crucificação. Esta é a nossa esperança – viver hoje as bênçãos da ressurreição de Cristo, aguardando a vida eterna conquistada por Ele (BATISTA DO POVO. Lições das células).
Poderia concluir refletindo sobre a transformação pessoal de Paulo, que, de perseguidor, tornou-se apóstolo, tudo por causa do encontro com o Cristo ressurreto. Esse exemplo de transformação revela a poderosa esperança de que, pela mesma graça, todos somos chamados a viver. A ressurreição não apenas garante o futuro, mas transforma nosso presente, dando-nos coragem para viver em fé e obediência (LOGOS BIBLE SOFTWARE. Assistente de sermão).
Oração de transição: por isso que destacarei um único ponto nessa passagem de 1Co 15, mas que é o mais importante: o efeito da ressurreição em nós!
1Coríntios: Como Resolver Conflitos na Igreja Quais São as Implicações da Ressurreição dos Mortos?

Warren Wiersbe comentando esse texto identifica quatro áreas da experiência cristã que são atingidas em função da ressurreição do corpo: O evangelismo (15.29), o sofrimento (15.30–32), a separação do pecado (15.33,34) e a morte (15.49–58).

Estabelecer a ideia exegética.

Jesus É a Nossa Certeza de Vitória Contra a Morte! Ele Nos Dá Plena Segurança!

Não devemos temer a morte, ela também é um inimigo já derrotado. A fé verdadeira, forte é aquela que tem certeza da ressurreição e da vida eterna.
1Coríntios 15.25–26 RAStr
25 Porque convém que ele reine até que haja posto todos os inimigos debaixo dos pés.26 O último inimigo a ser destruído é a morte.
João 11.25–26 RAStr
[...] Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá;e todo o que vive e crê em mim não morrerá, eternamente. Crês isto?
Uma das coisas mais impressionantes que o Espírito me fez recentemente foi não temer a morte, crer fortemente na minha vida eterna com Cristo!
O poder, o efeito da morte é minar nosso sentimento de esperança, que vem da certeza da ; e nos fazer sofrer pelo amor que temos às pessoas.
1Coríntios 15.19 RAStr
19 Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens.
1 Coríntios Considerações Doutrinárias em 15.14

Os descrentes já vivem sem esperança, e assim buscam tirar todo o proveito possível da vida presente. Os crentes esperam pela restauração de todas as coisas na vida futura. Se sua esperança desaparece na hora da morte, são mais dignos de compaixão do que qualquer pessoa.

A falta de uma ressurreição iria significar uma fé vazia, um testemunho falso, e uma vida sem sentido para o cristão (15.13–19).

Se nossa esperança se limitar a esta vida, teremos negado a nós mesmos o que as pessoas chamam de prazeres e não teremos felicidade no além. Os epicureus têm o argumento sobre nós. Paulo faz com que a moralidade se volte para a esperança da imortalidade. Ele não está certo? Testemunhe a quebra dos laços morais hoje em dia quando as pessoas adotam uma visão meramente animal da vida.

Jesus anula o poder da morte e restaura em nossos corações o efeito da segurança em Deus; nos cabe manter a postura de fé, andar de acordo.
1Coríntios 15.55 RAStr
55 Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão?
1Coríntios 16.13 RAStr
13 Sede vigilantes, permanecei firmes na fé, portai-vos varonilmente, fortalecei-vos.
1Coríntios: Como Resolver Conflitos na Igreja Quais São as Implicações da Ressurreição dos Mortos?

Em quarto lugar, a morte (15.49–57). A morte passa a ter outra perspectiva para aquele que crê na ressurreição. A morte já não é mais sinal de desespero. A morte não é o fim. Ela não tem a última palavra. O apóstolo afirma: “Eis que vos digo um mistério: nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos, num momento, num abrir e fechar d’olhos, ao ressoar da última trombeta. A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados” (15.51,52). A morte não é mais um quarto fechado, sem janela como pensava Jean Paul Sartre. A morte é um quarto de janelas abertas para o trono de Deus. Quando Jesus voltar em majestade e glória, receberemos um corpo novo semelhante ao corpo da Sua glória.

Nos dias do apóstolo Paulo, crer em Jesus poderia trazer perseguição, separação da família e, em muitos casos, a pobreza. Havia poucos benefícios tangíveis para uma pessoa que fosse cristã naquela sociedade. Por isto, Paulo diz que se a nossa esperança em Cristo for só nesta vida, somos os mais miseráveis. Ser cristão não era um passo acima na escada social ou profissional. Mais importante é o fato de que se Cristo não tivesse ressuscitado dos mortos, os cristãos não teriam seus pecados perdoados, e nem teriam a esperança da vida eterna (BATISTA DO POVO. Lições das células).
Considere a ordem e os resultados da ressurreição, enfatizando que Cristo, as primícias, garante nossas 'próprias ressurreições'. Incentive os crentes a viverem com esperança e compromisso, sabendo que a obra redentora de Cristo levará ao cumprimento total do Seu Reino, onde até a morte será destruída (LOGOS BIBLE SOFTWARE. Assistente de sermão).
Você poderia abordar a vida prática em vista da ressurreição, questionando como seu impacto futuro deve moldar nosso comportamento atual e compromisso moral. Desafie os ouvintes a fugir da incredulidade e do pecado, vivendo de maneira consistente com a esperança que temos (LOGOS BIBLE SOFTWARE. Assistente de sermão).
Durante os cultos, se você sente que a esperança da ressurreição não ressoa em seu coração, busque uma forma de se conectar mais profundamente. Participe de estudos bíblicos focados em passagens sobre a ressurreição. Isso permitirá explorar a importância dessa esperança na sua vida. Além disso, considere compartilhar seu testemunho com outros, mostrando como a promessa da vida eterna trouxe transformação em sua vida. Isso não apenas reforça sua própria fé, mas também pode inspirar e fortalecer a fé dos seus irmãos na igreja (LOGOS BIBLE SOFTWARE. Assistente de sermão).
Se você sente que sua jornada de fé está estagnada, reflita sobre a esperança da ressurreição como um convite ao crescimento espiritual. Procure participar de retiros espirituais ou cursos de aprofundamento sobre a vida de Cristo e o significado da ressurreição. Isso não apenas renovará sua compreensão da fé, mas também o conectará a outros que buscam crescimento espiritual. Ao se envolver com novas fontes de inspiração e aprendizado, você poderá experimentar a revitalização da sua fé, assim como a ressurreição representa um renascimento que todos podem vivenciar em sua vida espiritual (LOGOS BIBLE SOFTWARE. Assistente de sermão).
Lembre-se da história de José, que foi vendido como escravo e acabou na prisão. Ele nunca perdeu a esperança e, no momento certo, Deus o elevou à posição de governador. A ressurreição é nosso testemunho de que, mesmo em tempos sombrios, Deus tem um plano. Assim como José, devemos confiar que os finais tristes podem levar a novas e gloriosas começos, especialmente na promessa da vida eterna (LOGOS BIBLE SOFTWARE. Assistente de sermão).
Devemos viver como se Cristo fosse voltar a qualquer momento, ou como se fôssemos morrer a qualquer hora, como, de fato, ambos são possíveis.
Por isso, procuremos saber sobre uma das doutrinas fundamentais do Cristianismo: a ressurreição dos mortos quando Jesus voltar para julgar.
1Coríntios 15.20 RAStr
20 Mas, de fato, Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo ele as primícias dos que dormem.
1Coríntios 15.51–53 RAStr
51 Eis que vos digo um mistério: nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos,52 num momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta. A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados.53 Porque é necessário que este corpo corruptível se revista da incorruptibilidade, e que o corpo mortal se revista da imortalidade.
1Tessalonicenses 4.14–17 RAStr
14 Pois, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também Deus, mediante Jesus, trará, em sua companhia, os que dormem.15 Ora, ainda vos declaramos, por palavra do Senhor, isto nós, os vivos, os que ficarmos até à vinda do Senhor, de modo algum precederemos os que dormem.16 Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro;17 depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor.
João 5.29 RAStr
os que tiverem feito o bem, para a ressurreição da vida; e os que tiverem praticado o mal, para a ressurreição do juízo.
Daniel 12.3–4 RAStr
3 Os que forem sábios, pois, resplandecerão como o fulgor do firmamento; e os que a muitos conduzirem à justiça, como as estrelas, sempre e eternamente.4 Tu, porém, Daniel, encerra as palavras e sela o livro, até ao tempo do fim; muitos o esquadrinharão, e o saber se multiplicará.

A segunda vinda de Cristo não é um mero ponto no tempo, mas um período que começa com a ressurreição dos justos em Sua aparição e termina com o julgamento geral.

The New Bible Commentary 15:12–34 Christ’s Resurrection and Our Resurrection

Quando isso for finalmente realizado, Cristo dobrará os joelhos diante de Deus, o Pai, para que Deus possa ser tudo em todos. Em uma passagem tão curta, Paulo traçou o paraíso perdido e reconquistado, e a recuperação da submissão de todas as coisas a Deus, como no início da criação. E é a ressurreição de Cristo que garante isso.

A ressurreição física de Cristo é o centro da fé cristã. Ele prometeu que ressuscitaria e, por isto, sabemos que o que Ele diz é verdade, e que Ele é Deus (Atos 2.24). A ressurreição afirma a autenticidade da vida e palavras de Jesus (BATISTA DO POVO. Lições das células).
Você poderia começar reconhecendo como Paulo reafirma o coração do evangelho, que Cristo morreu, foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, assegurando que esses eventos são fundamentais para a nossa fé. Ao nos lembrarmos dessa obra redentora, podemos encontrar esperança mesmo diante dos desafios, pois a ressurreição é nossa garantia de vida eterna. Encoraje a congregação a confiar nesse fundamento seguro em meio a suas lutas diárias (LOGOS BIBLE SOFTWARE. Assistente de sermão).
Talvez explique a natureza gloriosa dos corpos ressuscitados, enfatizando que nosso futuro corpo será imperecível e glorioso. Esse entendimento deve inspirar coragem e constância em nossa obra para o Senhor, pois nosso labor não é em vão. Essa promessa da transformação final é o motivador para vivermos buscando a santidade e o serviço fiel (LOGOS BIBLE SOFTWARE. Assistente de sermão).
1Coríntios: Como Resolver Conflitos na Igreja Capítulo 15: A Suprema Importância da Ressurreição de Cristo (1Co 15.1–58)

E. M. Bounds corretamente afirma: “A ressurreição de Cristo é a pedra fundamental da arquitetura de Deus, é o coroamento do sistema bíblico, o milagre dos milagres. A ressurreição salva do escárnio a crucificação e imprime à cruz glória indizível”.

1Coríntios: Como Resolver Conflitos na Igreja Quando os Mortos Hão de Ressuscitar? (15.20–24,51–57)

Quando os mortos hão de ressuscitar? (15.20–24,51–57)

Quatro verdades são destacadas aqui:

Em primeiro lugar, quando essa ressurreição dos mortos acontecerá? A Bíblia diz que será na segunda vinda de Cristo (15.23,51,52). Haverá uma única ressurreição. Uns ressuscitarão para a ressurreição da vida e outros para a ressurreição do juízo. Ao ressoar da última trombeta, os mortos ressuscitarão, uns para a ressurreição da vida e outros para a ressurreição do juízo (

1Coríntios: Como Resolver Conflitos na Igreja Quando os Mortos Hão de Ressuscitar? (15.20–24,51–57)

Há quatro aplicações práticas, que merecem ser destacadas na conclusão desse glorioso capítulo.

• A ressurreição de Cristo é a doutrina central da fé cristã. Não seguimos um Cristo preso na cruz, retido no túmulo, mas o Cristo vivo e todo-poderoso.

• A ressurreição de Cristo é a garantia de que Sua obra expiatória a nosso favor foi plenamente eficaz e aceita pelo Pai. Ele morreu pelos nossos pecados e ressuscitou para a nossa justificação.

• A ressurreição de Cristo nos prova que a morte não tem a última palavra. O aguilhão da morte foi tirado. Cessou o poder da morte. A morte foi vencida. A morte que hoje arranca lágrimas dos nossos olhos já foi vencida por Jesus. Não haverá mais a morte que nos tem feito chorar.

• A ressurreição de Cristo nos mostra que a vida não é um simples viver nem a morte é um simples morrer. Se Cristo ressuscitou, também nós vamos ressuscitar. E se nós vamos ressuscitar, importa-nos trabalhar para Deus. A nossa obra no Senhor não é em vão. Portanto, devemos trabalhar com ardor na expansão do Reino de Deus (15.58). Que Deus nos ajude a viver de forma coerente com a fé que temos na ressurreição dos mortos.

E um dos significados da Páscoa em Jesus é que podemos sair deste mundo às pressas; a fé nele é o que nos vale já agora, e nos valerá no porvir!
1Coríntios 7.29–31 RAStr
29 Isto, porém, vos digo, irmãos: o tempo se abrevia; o que resta é que não só os casados sejam como se o não fossem;30 mas também os que choram, como se não chorassem; e os que se alegram, como se não se alegrassem e os que compram, como se nada possuíssem;31 e os que se utilizam do mundo, como se dele não usassem; porque a aparência deste mundo passa.
Colossenses 3.1–4 RAStr
1 Portanto, se fostes ressuscitados juntamente com Cristo, buscai as coisas lá do alto, onde Cristo vive, assentado à direita de Deus.2 Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra;3 porque morrestes, e a vossa vida está oculta juntamente com Cristo, em Deus.4 Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então, vós também sereis manifestados com ele, em glória.
Em 1Co 5.8, com festa, não ordena a Páscoa judaica, não estabelece uma Páscoa cristã, nem mesmo se refere à ceia, mas à vida do cristão.
1Coríntios 5.8 RAStr
[...] celebremos a festa não com o velho fermento, nem com o fermento da maldade e da malícia, e sim com os asmos da sinceridade e da verdade.
Comentário Bíblico Popular: Novo Testamento B. Imoralidade entre os Cristãos (5)

5:8 A festa mencionada aqui não é a Páscoa dos judeus nem a ceia do Senhor. Antes, o termo é usado de modo geral para referir-se à vida do cristão em sua totalidade.

1 Coríntios b. Uma Ilustração Oportuna (5.6–8)

a. Negativo. “Vamos celebrar a festa não com o velho fermento, ou seja, com o fermento da malícia e da maldade.” Paulo não está pedindo que os cristãos coríntios observem a celebração judaica da Páscoa. Se estivesse pedindo que fizessem isso, ele estaria negando a importância da expiação de Cristo. E mais, estaria pedindo aos gentios para se tornarem judeus antes que ele pudesse aceitá-los como cristãos. Nem está Paulo dizendo que os coríntios devem celebrar a Ceia do Senhor, porque num capítulo subsequente (11.17–34) ele lhes ensinará a respeito da Santa Comunhão. Não. Paulo está falando figuradamente sobre a alegria que os cristãos sentem por saber que estão limpos do pecado. Essa exortação implica celebrar nossa liberdade em Cristo Jesus, pôr em ação nossa própria salvação (

1 Coríntios Capítulo 5

Entretanto, esta passagem requer nossa prestimosa atenção, pois ela evidencia que a antiga páscoa não era só μνημοσυνον,18 isto é, o memorial de uma bênção no passado, mas também um sacramento do Cristo que estava para vir, o qual é o vínculo de nossa passagem da morte para a vida. De outro modo não ficará confirmado que em Cristo está a substância das sombras da lei [

1 Coríntios 5:8

Portanto, celebremos a festa (ὡστε ἑορταζωμεν [hōste heortazōmen]). Subjuntivo presente ativo (volitivo). Continuemos a celebrar a festa, uma festa perpétua (Lightfoot), e mantenhamos o fermento fora. É bem possível que Paulo estivesse escrevendo sobre a época da páscoa judaica, uma vez que era antes do pentecostes (

5:8 celebremos a festa Períodos de tempo dedicados a Deus. Paulo incentiva os coríntios a viverem uma vida dedicada a Deus em celebração à Sua graça e ao Seu perdão.

A imagem para nós é que saímos do Egito - o mundo - por meio do sangue que nosso Cordeiro pascal derramou por nós na cruz. Portanto, continuemos a partir desse ponto sem fermento - sem os pecados secretos que incham e se espalham por nossas comunidades com tanta facilidade.

Enquanto Praticamos a Fé e Esperamos Jesus, Vivamos o Amor que Nos Ordenou!

Não sejamos como Corinto: cheia de divisões e fofocas; e orgulhando-se do que é errado. Sigamos para o que é maior: o amor a Deus e ao próximo.
1Coríntios 13.13 RAStr
13 Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; porém o maior destes é o amor.
1Coríntios 16.14 RAStr
14 Todos os vossos atos sejam feitos com amor.
A obra que Jesus consumou na terra não foi somente para a vida eterna. Temos esperança hoje porque temos a vida eterna. E, esta vida para a eternidade inicia aqui. Portanto, o que Paulo disse sobre “Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida”, quer dizer que a esperança em Cristo tem início na terra e continua em Deus, que é Eterno. A vida eterna reflete suas bênçãos na vida terrena (BATISTA DO POVO. Lições das células).
Se sua família enfrenta situações de conflito ou desentendimentos, a esperança da ressurreição pode trazer um novo ângulo. Busque fazer um estudo familiar sobre como a ressurreição de Cristo nos ensina sobre reconciliação e perdão. Faça uma reunião onde cada membro da família possa expressar seus sentimentos, orando juntos pela restauração das relações. Crie um espaço seguro para dialogar e encontrar soluções. Essa iniciativa não só ajudará a sanar feridas, mas também reforçará a unidade familiar, mostrando que a esperança de Cristo pode realmente transformar as nossas vidas e relacionamentos (LOGOS BIBLE SOFTWARE. Assistente de sermão).
Se você vive um ambiente familiar carregado de desânimo e falta de motivação, a esperança da ressurreição pode trazer uma nova perspectiva. Realize reuniões familiares para discutir os desafios que todos enfrentam e como cada um pode se apoiar mutuamente. Ao incluir leituras da Bíblia sobre a ressurreição e testemunhos sobre superação, você pode incentivar cada membro a compartilhar suas esperanças e a construir um ambiente mais otimista. Isso pode transformar a cultura familiar de desânimo em uma de encorajamento e fé mútua, sempre lembrando que temos esperança em Cristo (LOGOS BIBLE SOFTWARE. Assistente de sermão).

PERGUNTA PARA REFLEXÃO E INTERAÇÃO NO GRUPO: Irmãos, ficou alguma dúvida na lição de hoje?

A) Você já pensou que a vida eterna não começa depois da morte, mas agora? Como essa perspectiva transforma suas decisões e atitudes diárias?
B) Em quais momentos você percebe que sua esperança tem sido mais terrena do que eterna?
C) Paulo vivia numa época em que crer em Jesus era algo fora da lei, causando separação e perseguição. Ainda hoje, temos irmãos vivendo essa realidade. Consegue nomear regiões ou países em que ter a esperança de vida eterna em Jesus, coloca a vida terrena em risco?
D) De que maneira a ressurreição pode ajudar você a lidar com a perda e a dor em sua vida cotidiana?
E) Qual mensagem da ressurreição você sente que é mais importante compartilhar com aqueles que não conhecem a Cristo?

DESAFIO DA SEMANA

Nesta semana, seja intencional em levar esperança a uma pessoa que está enfrentando desânimo, tristeza ou desesperança. Faça isso de forma prática [...].
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