PORQUE JESUS FALOU POR PARÁBOLAS? (2)

PRÁBOLAS DE JESUS EM MATEUS  •  Sermon  •  Submitted   •  Presented
0 ratings
· 115 views

Durante o seu ministério, Jesus usou de parábolas com o objetivo de distinguir aqueles que haviam recebidos os mistérios do reino dos céus daqueles que não receberam por conta da dureza de coração.

Notes
Transcript

PROPOSIÇÃO:

PASSAGEM: Mateus 13. 10 -17
Então se aproximaram os discípulos e lhe perguntaram: por que lhes fala por parábolas? Ao que respondeu: porque a vós outros é dado o conhecer os mistérios do reino dos céus, mas aqueles não lhes é isso concedido. Pois ao que tem se lhe dará, e terá em abundância; mas, ao que não tem, até o que tem lhe será tirado. Por isso lhes falo por parábolas; porque, vendo, não veem; e, ouvindo, não ouvem, nem entendem. De sorte que neles se cumpre a profecia de Isaías:
Ouvireis com os ouvidos e de nenhum modo entendereis; vereis com os olhos e de nenhum modo percebereis. Porque o coração deste povo está endurecido, de mau grado ouviram com os ouvidos e fecharam os olhos; para não suceder que vejam com os olhos, ouçam com ouvidos, entendam com coração, e se convertam e sejam por mim curados.    
Bem-aventurados, porém, os vossos olhos, porque veem; e os vossos ouvidos, porque ouvem. Pois em verdade vos digo que muitos profetas e justos desejaram ver o que vedes e não viram; e ouvir o que ouvis e não ouviram.
ESBOÇO
INTRODUÇÃO
Tive uma disciplina na faculdade de Pedagogia sobre a Prática de Ensino para jovens e adultos. O objetivo dessa disciplina era instruir como elaborar uma aula para os alunos dessa faixa etária que obviamente não será como se fosse para criança do dos anos iniciais do ensino fundamental. Embora os assuntos sejam os mesmos, mas a didática é diferente.
No entanto, apesar da didática ser diferente, existe uma situação que é muito útil e pode ser usada tanto para criancinha, jovens e adultos, independente de idade: a contação de história! Todos nós gostamos de ouvir história. Talvez se você chegar para um grupo de adultos e falar que vai contar uma história para eles pode ser que fiquem meio desconfiado como se sentido criança. Mas se você não disser nada e começar a contar uma história, logo você cativa a atenção deles.
A didática de contar história não é algo novo da pedagogia atual, nosso Senhor Jesus Cristo no primeiro século tinha na sua didática a contação de história. Jesus foi um Mestre por excelência, e em muitos ensinos durante o seu ministério ele se apropriou do uso de parábolas que eram histórias analógicas que continham lições espirituais implícitas.
Muitas pessoas gostam de pregar nas parábolas de Jesus por acharem que por ser histórias termina sendo mais fácil para elas pregar nestas passagens. No entanto, mal sabem eles que interpretação das parábolas tem seus desafios. Aqueles que acham que pregar nas histórias que Jesus contou é mais fácil poque com histórias do cotidiano daquelas pessoas seriam mais fáceis pra eles entenderem as lições. É bem verdade que com a contação de história o ensino ficava mais claro e mais fácil de entender. Todavia, nem sempre isso acontecia. O primeiro versículo que lemos são os discípulos questionando por que Jesus falava por parábolas. o questionamento veio após Jesus ter contado a parábola do semeador. Se contar história era para deixar o ensino mais fácil de compreender, por que os discípulos não entenderam a parábola do semeador? Pois os versículos 18-23 Jesus teve que explicar o significada daquela história que ele havia contado.
Concluímos que Jesus não ensinou por meio de parábolas simplesmente por ser mais fácil para entender seus ensinos, mas certamente tem outras razões e os versículos seguinte nos ensinarão quais os objetivos de Jesus ensinar por meio de parábolas.
I. PARA SE CUMPRIR UMA PROFECIA
A primeira razão para Jesus ensinar por meio de parábolas era para que as escrituras se cumprissem. Isso fica claro quando Mateus destaca nos versículos 34 e 35 que diz: “Todas estas coisas disse Jesus às multidões por parábolas e sem parábolas nada lhes dizia; para que se cumprisse o que foi dito por intermédio do profeta: abrirei em parábolas a minha boca; publicarei coisas ocultas desde a criação”.
Mateus faz esse registro após Jesus proferir uma série de ensinamentos e boa parte deles por meio de parábolas. o autor bíblico faz questão de justificar o motivo de Jesus ensinar tanto por parábola, era para que uma profecia fosse comprida. O versículo 35 faz uma citação que se encontra no Salmo 78.2 que foi escrito por Asafe. Hendriksen comenta que esse Salmo não revela claramente a pessoas de Jesus, mas trata das obras magníficas de Deus[1].
Embora não seja um salmo Messiânico, o fato de ser um salmo que trata das providências de Deus para o seu povo, podemos entender que era plano de Deus que seu Filho ensinasse por meio de parábolas e vemos isso sendo cumprido no ministério de Jesus. O fato de uma profecia sendo cumprida é digno de nota pois são as Escrituras sendo cumprida, portanto é mais uma prova de sua veracidade.   
Portanto, a primeira razão de Jesus ter se apropriado desse recurso para ensinar à multidão era para que mais uma profecia se cumprisse, e se cumpriu. Vejamos agora a segunda razão pela qual Jesus ensinou por parábolas.
II. PARA FAZER DISTINÇÃO ENTRE DISCIPULOS E OS DEMAIS
A segunda razão é para fazer distinção entre aqueles que estavam seguindo a Cristo com o interesse de aprender aquilo que ele tinha a ensinar daqueles que o seguiam apenas para encontrar defeitos em seus ensinos. Nos versículos 11 a 17 encontramos essas distinções sendo feitas. Faço menção a três.
a) A primeira é que aos discípulos foram dado o entendimento dos mistérios de Deus e aos outros não: “ao que respondeu: porque a vós outros é dado conhecer os mistérios do reino dos céus, mas àqueles não lhe é isso concedido” (v.11). A diferença está a quem foi concedido a capacidade de entender “os mistérios do reino dos céus”. EssesMistério é tudo aquilo que estava oculto desde os tempos antigo, ou seja, tudo aquilo que não foi revelado no Antigo Testamento sobre o reino dos céus que será revelado por meio de Cristo Jesus. Willian Hendriksen destaca, que uma das revelações é a manifestação do reino por meio de Jesus[2]. Em suas palavras: “Um desses mistérios que então estava se revelando é o fato de que, com a entrada de Jesus no cenário da história, o reinado do reino do céu na terra se manifestou.[3]
Jesus fala essas coisas após ele ter contado a parábola do semeador, que na ocasião estavam presentes os discípulos de Jesus e mais uma “grande multidão que havia se reunido perto dele” (2). Dentre outras parábolas que Jesus contou naquela ocasião, a do semeador é que ficou sem explicação que nem mesmo os discípulos conseguiram entender. Em um outro momento, quando os discípulos estão a sós com seu Mestre, pedem esclarecimento do motivo de falar por parábolas. A resposta de Jesus é que a eles, seus discípulos, foi dado os mistérios do reino dos céus, mas àqueles, Jesus estava se referindo à multidão que ouviu aquelas parábolas, não havia sido concedido os mistérios. Sobre isto, Itamir Neves comenta: “Os que seguem a Jesus, que aceitaram o seu reinado, é que podem conhecer os “segredos do reino” e não as pessoas em geral[4]
Mas, duas perguntas podem surgir: quem concedeu esses mistérios aos discípulos? Quando eles haviam recebidos? A resposta para essas perguntas é, a pessoa de Jesus Cristo. É Jesus que irá revelar todos os mistérios a seus discípulos, isso porque os seus discípulos decidiram renunciar a sua vida para seguir a Cristo. Porém, os demais judeus ignoram Jesus e seus ensinos, e, esta é a principal razão de ele não receberem os mistérios, por conta da dureza de seus corações, o que veremos mais adiante.
Fica claro, portanto, que Jesus começa a distinguir os seus discípulos dos demais como aqueles que possuem os mistérios do reino que é Cristo Jesus o Mestre deles. 
b) A segunda distinção é, que aos discípulos foi dado o mistério e terão em dobros; e aos demais seriam tomado o pouco que tinham. Diz assim o versículo doze: “Pois ao que tem se lhe dará, e terá em abundância; mas, ao que não tem, até o que tem lhe será tirado”. Essas palavras ainda está se referindo a quem recebeu e não recebeu os mistérios do reino. Este versículo traz promessas e juízo. Faz promessa para aqueles que receberam os mistérios quanto para quem não recebeu. Para aqueles que recebeu os mistérios a promessa é que receberão mais para que tenham em abundância. Para aqueles que não recebeu é, que o pouco que tinham será tirado.
A palavra do Senhor nos ensina claramente que no trato das questões espirituais não existem meio termo, ou você cresce no conhecimento ou você enfraquece espiritualmente. Hendriksen comenta: “Em questões espirituais, a estagnação é impossível. Uma pessoa ou ganha ou perde; ou ela progride ou definha. Quem tem, receberá ainda mais”.[5]
Aquelas pessoas não têm receberam do Senhor a capacidade de discernir espiritualmente será subtraído as poucas coisas que sabem, e como diz: “Isso é julgamento! E como é sério: “Quem não permite que a palavra aja sobre ele com abundância, esse será despojado até do que tem”.[6] Deus age com juízo sobre a vida daqueles que ignoram os seus ensinos simplesmente ofuscando o seu entendimento.
Concluímos a segunda distinção é que aos que receberam a capacidade de entender as verdades espirituais que até então estavam ocultos, receberam mais de forma que tenham com fartura, enquanto aqueles que não tiveram a capacidade de entender por alguma razão que veremos mais adiante, terão o pouco conhecimento retirados como forma de juízo sobre si.
c) A terceira distinção é, que aos discípulos foi dado a bem-aventurança de verem e de ouvirem; enquanto os outros tiveram seus olhos fechados e corações endurecidos.Vejamos o que diz os versículos de treze a dezessete:
Por isso lhes falo por parábolas; porque, vendo, não veem; e, ouvindo, não ouvem, nem entendem. De sorte que nele se cumpre a profecia de Isaías: “ouvireis com os ouvidos e de nenhum modo entendereis; vereis com os olhos e ne nenhum modo percebereis. Porque o coração deste povo está endurecido, de mau grado ouviram com os ouvidos, e fecharam os olhos; para suceder que vejam com os olhos, ouçam com os ouvidos, entendam com o coração, se convertam e sejam por mim curados”. Bem-aventurados, porém, os vossos olhos, porque veem; e os vossos ouvidos, poque ouvem. Pois em verdade vos digo que muitos profetas e justos desejaram ver o que vedes e não viram; ouvir o que ouvis e não ouviram.[7]
Esses versículos contrastam bastante a realidade dos discípulos para a realidade da multidão que já havia partido. Os versículos de treze a quinze esclarecem a verdadeira realidade da multidão que não creram em Jesus. A razão de Jesus falar por parábolas é para que eles “vendo não, não veem; e, ouvido, não ouvem, nem entendem” (13). Essas declarações aparecem quatro vezes nestes versículos. As parábolas, como já foi destacado, consistiam em histórias com lições espirituais, sendo necessário, portanto, que eles tivessem recebido a capacidade de entender as questões espirituais dessas histórias, porém, como já vimos nos versículos anteriores, essa capacidade somente os discípulos haviam recebido.
Portanto, era proposital que o Senhor não quisesse que aquelas pessoas entendesse os seus ensinos e compreendê-los. Você pode então questionar: Como assim, Deus não queria que aquelas pessoas não compreendessem os seus ensinos? Bom! É o que o texto está nos dizendo!
Porém, os versículos quatorze e quinze destacam que o Senhor obscurece o entendimento dessas pessoas por dois motivos: o primeiro é para que se cumprir uma profecia. Esses versículos é uma citação do profeta Isaías 6.9,10 que já anunciava esse momento em que o povo teria seu entendimento ofuscado. A segunda razão é que era pela dureza do coração dessas pessoas. O versículo quinze diz: “porque o coração deste povo está endurecido, de mau grado ouviram com os ouvidos, e fecharam os olhos”. John MacArthur faz um comentário que parece fazer sentido, ele propõe que o ato de não fazer com que essas pessoas entendam a mensagem implícita nas histórias é um ato de misericórdia de Deus para eles. Em suas palavras: “Jesus encobriu a verdade dos incrédulos, o que foi um ato de julgamento com um ato de misericórdia: o julgamento, porque os mantinha nas trevas que eles amavam (cf. Jo 3.19); mas também misericórdia, pois já haviam rejeitado a luz então qualquer exposição a verdade maiores só aumentaria sua condenação”.[8] Paulo escreve em Romanos 2. 12-14 que as pessoas serão julgadas mediante o conhecimento que tem da lei, ou seja, aquelas pessoas que conhecem a palavra de Deus, que já ouviram do evangelho, mas rejeitam, terão sua condenação diferente daqueles que nunca ouviram do evangelho. Isso não quer dizer que aqueles que nunca ouviram do evangelho serão absolvidos por nunca terem ouvido, apenas terão seu julgamento diferente daqueles que tiveram acesso.
Vimos bastante coisa sobre aqueles que não receberam os mistérios espirituais que tiveram seus olhos fechado e ouvidos tapados, por outro lado, aqueles que receberam a capacidade de entender as questões espirituais são bem-aventurados: “Bem-aventurados, porém, os vossos olhos, porque veem; e, os vossos ouvidos, porque ouvem. Pois em verdade vos digo que muitos profetas e justos desejaram ver o que verdes e não viram; e ouvir o que ouvis e não ouviram” (16,17).
A expressão bem-aventurado quer dizer uma felicidade extrema; uma pessoa muito feliz. Portanto o texto afirma que os discípulos por terem recebidos a capacidade de entender as lições espirituais são pessoas extremamente felizes. No entanto, vale ressaltar que eles não receberam por méritos próprios, pois assim como os demais, mereciam o castigo eterno, mas por Deus querer que eles recebessem os mistérios do reino. Não é porque eles mereciam, mas porque Deus quis dar a eles, por isso eles são bem-aventurados, por receber algo sem eles merecerem; puramente graça do Senhor.
A bem-aventurança é também em razão de eles receberem aquilo que muitos anterior a eles almejaram, mas não chegaram a ver, assim diz o versículo dezessete: “pois em verdade vos digo que muitos dos profetas e justos desejaram ver o que vedes e não viram; e ouvir o que ouvis e não ouviram”. Jesus está se referindo aos santos do Antigo Testamento que ansiavam por ver a revelação do reino de Deus que é o próprio Jesus Cristo, mas não tiveram a oportunidade de vê-lo e nem de ouvi-lo, pois morreram antes, mas aqueles homens que estava ali em sua volta estavam tendo a oportunidade de andar com Ele, de ouvir Seus ensinos. Hebreus 11.13 fala que os heróis da fé descritos nesse capítulo “morreram na fé sem ter obtido as promessas”.
 Vejam quanto privilégio esses homens estavam tendo, não é à toa que Jesus diz a eles que eles são bem-aventurados.
 Assim como foi nos dias de Jesus são nos nossos dias. As pessoas que foram agraciadas por Deus para entender as questões espirituais são aquelas pessoas que já creram em Cristo Jesus como Senhor e salvador, ou seja, se você já creu em Cristo Jesus é porque você, assim como os discípulos receberam a capacidade de entender as lições espirituais nós também recebemos. Os discípulos através de Cristo Jesus, nós através do Espírito Santo (Jo 14.16-27). Aquelas pessoas que ainda não entregaram sua vida ao Senhor permanecem com o seu coração endurecidos. Nossa oração é para que o Senhor venha está quebrantando esses corações e conceda a eles a capacidade de entender as lições espirituais.
III. POR CONTA DA DUREZA DE CORAÇÃO DO POVO
A terceira razão pela qual Jesus falou por Parábolas era em razão da dureza do coração daquelas pessoas que não é diferente das pessoas de hoje. Veja novamente o versículo quinze: “Porque o coração deste povo está endurecido, de mau grado ouviram com os ouvidos; e fecharam os olhos...”.
Já foi bastante discutido esse ponto de que Jesus falou por parábolas por conta da dureza do coração daquelas pessoas. Quero, portanto, fazer algumas observações sobre as consequências da dureza do coração.
a) A primeira é que a dureza de coração fez com que não entendesse. O não entendimento das pessoas não eram simplesmente porque Deus não queriam que elas não fossem salvas, mas era pela dureza de coração deles. Por conta da dureza de coração fez com que o Senhor não concedesse a eles a capacidade de entender os mistérios. Algo semelhante podemos ver o que Deus fez com Faraó para libertar o povo do Egito, endureceu o coração de faraó para que ele não deixasse o povo sair para que todos pudesse ver o quão poderoso o Senhor é (Ex).
b) A segunda é que a dureza de coração fez com que não percebesse. Aquelas pessoas em virtude de seu coração duro, não perceberam que aquele que estava no meio deles era o próprio Messias que fora prometido em todo Antigo Testamento. Eles aguardavam alguém que pudesse restaurar o povo das mãos dos Romanos, sendo que o Messias anunciados pelos profetas regataria o seu povo da escravidão do pecado. Mas eles não conseguiram perceber isso.
c) A terceira é que a dureza de coração do povo fez com que não se convertessem. A palavra converter significa mudança de direção. Você está andando em uma direção, mas chega determinado momento você entende que aquele cominho não levará você a um lugar bom, então você converte, isto é, você dá meia volta e retorna para a direção para qual você estava se distanciando. Por conta da dureza de coração essas pessoas não conseguem entender que estão caminhando para um lugar de morte.
Os Judeus não entendiam que eram pecadores, muito pelo contrário, acreditavam que por serem descendente sanguíneos de Abraão, os tornariam naturalmente pessoas santas e filhas de Deus. Por esta razão que Paulo escreve em Romanos 3.10: “não há justo, nenhum sequer”, colocando todos, tanto judeus como gentios como pecadores sendo necessário arrepender e se converter. Mas a dureza de coração impedia de entender esta realidade. Assim como foi naquele tempo é nos nossos dias, as pessoas por dureza de coração não conseguem entender que estão no caminho de morte e condenação
d) A quarta é que a dureza de coração do povo fez com que não fossem curados por Deus. Esta consequência e o resultado de todas as outras. Por causa do coração duro as pessoas não entendem, não percebem, não mudam de direção, isso tudo impede de que o Senhor os cure.
A cura que Deus propõe não é uma cura de uma enfermidade física, mas a enfermidade da alma. No entanto, assim com a doença física, a cura só acontece quando a pessoa se conscientiza de realmente tem um problema que precisa de ajuda para ser curado, é a doença espiritual, enquanto a pessoa não entender, nem perceber que está no caminho de morte não converterá, portanto não será restaurada espiritualmente.
Contudo, somente o Senhor, por meio de sua graça é capaz de conscientizar a pessoas de tal realidade, portanto, nosso dever enquanto cristão é orar para que o Senhor quebrante os corações e pregar a palavra que é o poder de Deus para salvação. De resto é o Senhor que fará a obra que desejar.
[1]William Hendriksen, Mateus, trad. Valter Graciano Martins, 2a edição em português, vol. 2, Comentário do Novo Testamento (Cambuci; São Paulo, SP: Editora Cultura Cristã, 2010), 85.
[2]Ibidem, p. 64
[3]Ibidem.
[4]Itamir Neves e John Vernon McGee, Comentário Bíblico de Mateus: Através da Bíblia, org. Walkyria Freitas, Segunda edição, Série Através da Bíblia (São Paulo, SP: Rádio Trans Mundial, 2012), 106.
[5]William Hendriksen, Mateus, trad. Valter Graciano Martins, 2a edição em português, vol. 2, Comentário do Novo Testamento (Cambuci; São Paulo, SP: Editora Cultura Cristã, 2010), 64.
[6]Fritz Rienecker, Comentário Esperança, Evangelho de Mateus (Curitiba: Editora Evangélica Esperança, 1998), 219.
[7]Mateus 13.13-17. ARA
[8]MACARTHUR, John. Comentário Bíblico MacArthur: desvendando a verdade de Deus, versículo a versículo. Rio de Janeiro. Thomas Nelson, Brasil, 2019. p.1114.
Related Media
See more
Related Sermons
See more
Earn an accredited degree from Redemption Seminary with Logos.