Santa Ceia - Jesus, vida e obra (5)

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Transcript
IGREJA PRESBITERIANA DE APIAÍ
PLANEJAMENTO PASTORAL – SERMÕES EXPOSITIVOS
MAIO/2025
Rev. Mateus Lages
Saudação
Leitura bíblica - Ap 1.4-6
Oração inicial
Hino 52 - Glória e coroação
Leitura bíblica - Êx 19.3-6
Oração de confissão
Hino 128 - Comunhão preciosa
Sermão:
PROPÓSITO TEMÁTICO: Desde 2021 temos tido temas anuais, que nos conduzem como Igreja sede e congregações. Em 2021: Sua vida bem fundamentada; 2022: A Igreja é essencial; 2023: Uma Igreja missionária; 2024: Deus é com seu povo, e, agora um tema que prioriza a Igreja Sede: Jesus, vida e obra - como Deus redime seu povo (2025).
Após quase três anos expondo o Evangelho de Mateus nos Cultos, proponho expor o Evangelho de Marcos nos Cultos de Ceia este ano, com a finalidade de recebermos uma visão panorâmica da vida santa e obra redentora de Jesus, para fortalecer nossa fé e encorajar-nos a viver como discípulos do Senhor
Como fonte criativa, usarei o livro A história de Jesus, de Augustus Nicodemus Lopes, publicado pela nossa Editora em 2023.

Dia 04/05: Santa Ceia - Jesus, vida e obra - exposições no Ev de Marcos: Messias e Servo Sofredor: Marcos 9.2-50

Introdução/Contexto

O propósito de estudarmos a vida de Jesus é recebermos uma visão panorâmica de sua vida e obra redentora, e, assim termos nossa fé fortalecida, o que certamente nos encorajará a viver como discípulos.
Sabemos que o Evangelho de Marcos é o menor e provavelmente o primeiro a ser escrito. Sua ênfase é apresentar Jesus de forma rápida, e assim também farei.
A autoria do livro é atribuída a João Marcos, mas também um registro das memórias do Apóstolo Pedro, que testemunhou cada acontecimento.
O propósito do livro foi escrever a gentios, para que reconheçam o chamado de Jesus ao discipulado. Assim, este evangelho é tanto para que permaneçamos em Cristo quanto para muitos serem chamados à conversão.
Em abril, vimos como o aumento da rejeição gerou sua saída para os arredores da Galileia, mas também fez com que Jesus se revelasse mais intimamente ao grupo de discípulos tanto como Messias quanto Servo Sofredor.
Vamos ao tema: Messias e Servo Sofredor: Marcos 9.2-50
Aqui, a mente e o coração de Jesus se voltam para Jerusalém, onde haveria de morrer e ressuscitar. A caminho de sua entrega sacrificial, é necessário revelar aos discípulos quem ele é, sua identidade divina, de modo que no chamado monte da transfiguração, possivelmente o monte Hermon, Jesus tenha revelado a sua glória diante de Pedro, Tiago e João.
Junto deles estava Moisés e Elias, representando a lei e os profetas, e foram tomanos no alto desse monte por uma espeça nuvem, como aconteceu em Êx 19 e todos ouviram a voz de Deus dizer: “Este é o meu Filho amado; a ele ouvi.”

Tafera para as crianças: Desenhar no alto de um monte Jesus, Moisés e Elias vestidos de branco com Pedro, Tiago e João.

Isso aconteceu para confirmar que ele era aquele de quem a lei e os profetas haviam prenunciado. De modo que o propósito desse acontecimento extraordinário tenha sido revelar ainda mais claramente aos discípulos a identidade de Jesus como o Messias como João Batista tinha feito, ao dizer: Marcos 1.7 “E João pregava, dizendo: — Depois de mim vem aquele que é mais poderoso do que eu, do qual não sou digno de, curvando-me, desamarrar as correias das suas sandálias.”, sendo, por isso, o cumprimento da profecia de Malaquias sobre a vinda de um novo Elias (Mc 9.12-13), profeta, que prenunciaria a chegada do Messias (Ml 3.1).
Então, Jesus mais uma vez realiza um milagre na cura do jovem possesso, confrontando a incredulidade do povo, mas também dos discípulos (Mc 9.19). E afirma a importância da fé, no sentido de tornar possível o impossível: a salvação pelo perdão dos pecados (Mc 9.23).
Esta falta de fé, que se demonstra numa vida de oração, não permitiu que os discípulos curassem o rapaz possesso, mas em nós causa algo ainda mais extraordinário: salvação.
Por fim, em Mc 9.31, Jesus novamente anuncia que embora seja o Messias também lhe foi conferido ser o Servo Sofredor (Is 53), que será morto, mas ressuscitará. Crer nisso é um reconhecimento de humildade muito importante no reino de Deus, comparado ao reconhecimento da criança que se sujeita aos cuidados dos seus pais (Mc 9.37).
O problema principal da falta de humildade é a soberba e o orgulho, que são pecados que causam um dano, segundo Jesus, gravíssimo: a morte (Mc 9.42).
CONCLUSÃO/APLICAÇÃO Irmãos, para concluirmos, reconheçamos que os Evangelhos são os livros mais importantes de toda a Bíblia porque narram o cumprimento da promessa de Deus na pessoa de Jesus, o Deus-homem, nosso Salvador e Senhor.
Hoje, sobre o Messias e Servo Sofredor, de modo que Jesus seja enfático sobre todo ser humano ter a necessidade da fé para a salvação. Uma fé que seja fruto de um coração humilde, que evita a soberba, mas se sujeita como uma criança.
Ele mesmo se sujeitou ao Pai até a morte, mesmo sendo todo poderoso. Também nos cabe a sujeição ao Pai, contudo, para que a morte não nos alcance, porque Jesus a venceu.

SANTA CEIA (1Co 11.23-29)

Hino 225 - Dedicação pessoal
ORAÇÃO FINAL E BÊNÇÃO
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