Alegrai-vos no Senhor - Filipenses 4.4-7

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Introdução

Irmãos, o tema proposto por Deus a tratarmos nessa noite, talvez não pudesse ser mais pertinente, afinal, a juventude clama por alegrar-se. A pergunta é: seu coração está verdadeiramente alegre? Que nessa noite, a palavra de Deus possa esquadrinhar o coração de todos nós para respondermos a essa pergunta e sermos guiados ou encorajados usufruirmos da verdadeira alegria.
O ponto é que o clamor por alegria não é exclusivo da juventude. Na verdade, desde que nascemos, vivemos uma busca constante por nos alegrar: quando crianças, nossa alegria parece fundamentar-se nas brincadeiras e presentes; quando jovens, nossa alegria parece fundamentar-se no prazer; quando adultos, na estabilidade; e, quando a velhice chega, parece fundamentar-se no descanso. Porém, o curioso, é que, através dessa perspectiva, essa busca por alegria, que vivemos desde o nascimento até a nossa morte, parece um tanto ilusória, afinal, quando estamos prestes a alcançá-la, logo seu fundamento muda, e ela parece esvair das nossas mãos. Salomão parece ter percebido isso através de uma experiência totalmente prática. Ele declara ao escrever Eclesiastes:
Eclesiastes 2.1–2 ARA
Disse comigo: vamos! Eu te provarei com a alegria; goza, pois, a felicidade; mas também isso era vaidade. Do riso disse: é loucura; e da alegria: de que serve?
Salomão se propôs e provou, efetivamente e elevado grau, de tudo aquilo que o mundo traz como fonte de alegria e chegou à conclusão que nada disso possuía peso substancial para preencher o anseio do homem em alegrar-se; no final, tudo era loucura, tudo era vaidade, como correr atrás do vento.
Isso só nos remete a uma pergunta: será que estamos buscando a alegria na fonte correta? Será que sabemos onde essa fonte se encontra? Se sabemos, será que sabemos como beber dessa fonte e alcançar a alegria? E se sabemos, será que temos permanecido alegres? Precisamos entender que, como povo santo e escolhido de Deus, temos a responsabilidade de agirmos de modo diferente do mundo. Não podemos viver a ilusória e insensata corrida pela alegria que o mundo proporciona.

Contexto

A carta de Paulo aos Filipenses parece ser o norte direcionador para respondermos a essas perguntas. Conhecida como a “carta da alegria”, foi escrita por Paulo ao fim de sua primeira prisão em Roma. Paulo, apesar de todas as dores de suas cadeias, transborda sua alegria, através das palavras escritas nessa carta, agradecendo pela generosidade e cooperação dos filipenses para com o Evangelho de Cristo e para com ele. Sua alegria é tamanha, que ele declara regozijar-se até mesmo com a sua situação, visto que estava contribuindo para a pregação de Cristo:
Filipenses 1.18 ARA
Todavia, que importa? Uma vez que Cristo, de qualquer modo, está sendo pregado, quer por pretexto, quer por verdade, também com isto me regozijo, sim, sempre me regozijarei.
Mas ele não apenas transborda sua alegria, como convoca, constantemente, para que aqueles irmãos também se alegrassem, mesmo que em um cenário de aparente tristeza, afinal, Paulo estava preso e a situação não parecia nada favorável para aqueles que anunciavam o evangelho de Cristo.
O contexto de alegria da carta já nos deixa muito claro que a alegria bíblica é incoerente com o conceito de alegria mundano. Tanto Paulo, quando seus discípulos e irmãos viviam, aos olhos do mundo, um situação de profunda tristeza, mas, ainda sim, ele grita a sua alegria como nenhum outro! De onde vem essa alegria?

Divisão do texto

Filipenses 4.4 - Onde buscar a alegria?
Filipenses 4.5-6 - Como alcançar a alegria?
Filipenses 4.7 - O que mantém a alegria?

Onde buscar a alegria (Filipenses 4.4)

Filipenses 4.4–5 ARA
Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo: alegrai-vos. Seja a vossa moderação conhecida de todos os homens. Perto está o Senhor.
O versículo Fp 4.4 é direto ao ponto em declarar onde devemos buscar a verdadeira alegria: essa alegria não encontra-se nas coisas que podemos obter, nem nas circunstâncias prazerosas que podemos viver, mas encontra-se em uma Pessoa; a verdadeira alegria é fundamentada no Senhor!
Quando retrocedemos ao relato do Gênesis, percebemos que toda a criação, especialmente o homem, usufrui de uma alegre e completa harmonia que flui do relacionamento com o Senhor; entretanto, essa alegria é maculada pela queda e quebrada pela separação de Deus. A mensagem é clara, toda a alegria flui da comunhão com o Senhor e toda a tristeza flui da separação dele, ao ponto que Paulo declara que toda a criação geme pela redenção que restaurará por completo a comunhão com o Criador:
Romanos 8.22–23 ARA
Porque sabemos que toda a criação, a um só tempo, geme e suporta angústias até agora. E não somente ela, mas também nós, que temos as primícias do Espírito, igualmente gememos em nosso íntimo, aguardando a adoção de filhos, a redenção do nosso corpo.
É por isso que Paulo declara: “não se enganem, a alegria verdadeira só pode ser vivida em uma vida de união com o Senhor”. É por isso que Paulo usa o verbo “alegrar” como um imperativo, como uma ordem, porque se a verdadeira alegria é oriunda da união com o Senhor, para o cristão, a alegria não é apenas um sentimento circunstancial como o mundo prega, mas um mandamento a ser vivido, visto que todo cristão verdadeiro foi redimido pelo sangue de Cristo e reconciliado com Deus:
Colossenses 1.21–22 ARA
E a vós outros também que, outrora, éreis estranhos e inimigos no entendimento pelas vossas obras malignas, agora, porém, vos reconciliou no corpo da sua carne, mediante a sua morte, para apresentar-vos perante ele santos, inculpáveis e irrepreensíveis,
Paulo ainda reforça a alegria do cristão como um mandamento quando declara que ela deve ser vivida “sempre no Senhor”, ou seja, em todos os momentos da nossa vida, em todas as ocasiões e o tempo todo o motivo de nossa alegria deve ser a nossa comunhão com o Senhor:
Todos os momentos: se tudo está indo mal, nos mantemos alegres porque temos comunhão com Deus; se tudo está indo bem, não colocamos o foco da alegria na bonança, mas mantemos o foco da alegria na comunhão com Deus;
Todas as ocasiões: se vivemos coisas ordinárias, não nos fadigamos, mas nos mantemos alegres porque temos comunhão com Deus; se vivemos as coisas mais extraordinárias, não nos gloriamos nelas, mas continuamos alegres pela comunhão com o nosso Senhor.
Todo o tempo: se você está na igreja, no domingo, sua alegria é vívida no senhor, mas quando a segunda chega e você volta às lutas do dia a dia, sua alegria se mantém vívida no Senhor.
Por mais que a comunhão com o nosso Senhor nos console nos momentos mais angustiantes, ela não é um prêmio de consolação, mas é o verdadeiro prêmio! E por mais que as bençãos da criação alegrem o nosso coração, elas apenas refletem a glória da verdadeira alegria, afinal, sem a comunhão com Deus, não passam apenas de vaidade, um sopro que logo passa.
A suma de tudo é que viver triste não é uma opção para o crente em Cristo Jesus. Mas se a verdadeira alegria encontra-se em nossa união com o Senhor, como nos apropriamos dela? Como a alcançamos na prática?

Como alcançar a alegria? (Filipenses 4.5-6)

Filipenses 4.5 ARA
Seja a vossa moderação conhecida de todos os homens. Perto está o Senhor.
Primeiramente, mantendo-nos unidos à Igreja, que é o Corpo de Cristo. Não há como estar unido a Deus, sem estar unido à igreja; a união com Cristo, o cabeça, nos leva à união com a Igreja, o Corpo, afinal, somos unidos ao corpo pela cabeça: se minha perna comunga com o meu tronco, sustentando-o por todos os lugares, o faz porque estão unidos à cabeça. Para que nossa alegria seja completa e verdadeira, precisamos nos manter unidos como corpo ao Senhor.
Essa união não é trata apenas de uma reunião física, mas também da manutenção de um só pensamento. O contexto imediato do nosso texto traz exatamente essa ideia: Paulo exorta duas irmãs, Evódia e Síntique, que estavam vivendo em desacordo na Igreja, a viverem “pensando concordemente”; elas estavam, de alguma forma, ameaçando a unidade do corpo por suas causas pessoais.
Então, Paulo convoca a Igreja de Filipos a alegrarem-se no Senhor, inclusive aquelas duas irmãs. O verbo imperativo “alegrai-vos” não denota apenas uma ordenança, mas a mutualidade da ordem. Aqueles irmãos deveriam alegrar-se no Senhor e alegrar uns aos outros no Senhor, ao colocarem os interesses do corpo à frente dos interesses individuais; não trata-se de colocar os interesses do próximo à frente dos meus, mas de colocar os interesses da Igreja de Cristo à frente dos meus.
Por isso, aqui, Paulo declara “seja a vossa moderação conhecida de todos os homens”. O termo moderação denota, no original, uma postura de misericórdia para com o próximo, mesmo que seus direitos estejam em jogo. A unidade do corpo reflete a nossa união com Cristo; por isso, se entendemos que nossos direitos pessoais são feridos, não murmuramos, nem provocamos contendas no corpo, mas alegramos uns aos outros ao nos mantermos unidos como igreja e unidos a Cristo, colocando os interesses do corpo à frente do meu.
Nos mantermos unidos como Igreja nos leva à alegria de estarmos unidos a Cristo e que nos faz reluzir diante dos homens que estão separados dEle, diante da humanidade que busca em vão alegrar-se ao alimentar seus próprios interesses, alimentar sua perversão e corrupção:
Filipenses 2.14–15 ARA
Fazei tudo sem murmurações nem contendas, para que vos torneis irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis no meio de uma geração pervertida e corrupta, na qual resplandeceis como luzeiros no mundo,
Filipenses 4.5b ARA
Perto está o Senhor.
Filipenses 4.6 ARA
Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças.
Em segundo lugar, enxergando que o Senhor é Emanuel, Deus conosco; enxergando que o Senhor está perto! Compreendendo que mesmo quando os momentos, ocasiões e tempos não nos são favoráveis aos nossos interesses individuais, o Senhor permanece conosco, nossas vidas estão diante dEle e nas mãos dEle! O termo que Paulo utiliza como “perto” denota uma tripla aplicação: lugar, relacionamento e tempo; ou seja, o Senhor está conosco, se relaciona conosco e não tarda em consumar sua promessa de vivermos eternamente com Ele na criação redimida.
Enxergar que o Senhor está perto nos leva a enxergar quem Ele É, enxergar Sua Pessoa, Seu caráter. Isso faz com que mudemos a nossa perspectiva quanto às circunstâncias. Por isso, é como se Paulo declarasse: diante dos homens, não façam reluzir os vossos anseios individuais, mas a unidade do corpo de Cristo; diante de Deus, o Único e verdadeiro Deus, Pai Soberano, Justo e Compassivo, diante dEle sim, reluzam os vossos anseios, mas sempre com gratidão pelo que Ele já fez, acima de tudo, pela imerecida graça que nos direcionou.
A suma aqui é a responsabilidade de todo cristão verdadeiro em não deixar que nenhum de seus anseios, sejam grandes ou pequenos, o afastem da comunhão com o Corpo e com o Cabeça, mas de enxergar Quem Deus É, o Deus Soberano que governa tudo e todos, inclusive governa sobre nossos anseios e que Ele está perto, podemos colocar diante dEle tudo que desejamos, tudo que nos angustia, mas, principalmente devemos colocar diante dEle a nossa gratidão pelo que Ele já fez! Se nos aproximamos de Deus em busca de alegria sem um coração grato, isso mostra que estamos buscando alegria nas circunstâncias que Deus pode nos proporcionar e não nEle mesmo! Uma oração desprovida de gratidão por Quem Deus É e pela sua obra em Cristo Jesus, que só foca nas circunstâncias, revela o coração de uma pessoa que perdeu o foco da verdadeira alegria.
O conhecimento de Deus nos leva a tirar o foco das circunstância e coloca-lo no Deus que governa soberanamente sobre cada uma delas, sejam boas ou más segundo a nossa perspectiva; se é Ele quem governa soberanamente sobre as circunstâncias, só nos resta a entender que toda e qualquer circunstância coopera para o bem dos filhos de Deus (Rm 8.28). Tanto o sofrimento, quanto a bonança só fazem a diferença para nossa perspectiva de bem quando olhamos para Quem Deus É e reconhecemos que Ele é conosco!
Foi exatamente o que Jó, em todo o seu extremo sofrimento, compreendeu! Durante quase todo o livro de Jó, vemos a perspectiva a sua perspectiva focada na sua dor e sofrimento, até o clímax do relato, quando Deus se apresenta diante dele e começa a declarar Quem Ele É, é então que Jó tem o foco das suas lentes redirecionadas das circunstâncias para o Deus delas e declara:
Jó 42.5 ARA
Eu te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te veem.
Enquanto conhecermos a Deus só de ouvir, ou seja, não compreendermos que Deus é Pessoal, ou seja, que Ele está perto e é conosco, se relacionando conosco através do governo de cada momento, ocasião e tempo de nossas vidas, nosso foco estará nas circunstâncias, sejam elas ruins, ou mesmo boas, e isso nos distanciará da comunhão da unidade Corpo e com o Cabeça. Mas quando nossos olhos se abrem para o conhecimento genuíno de Quem Ele É e entendemos que Ele é Pessoal e governa com sua poderosa destra cada circunstância boa ou ruim em nossas vidas, a verdadeira alegria invade o nosso coração, o ponto de declarar como o salmista:
Salmo 16.11 ARA
Tu me farás ver os caminhos da vida; na tua presença há plenitude de alegria, na tua destra, delícias perpetuamente.
Entretanto, apesar de já termos sido resgatados da escravidão do pecado, muitas vezes, à semelhança do povo de Israel que atravessava o deserto após resgatados do Egito, somos iludidos pelas promessas de alegria propostas pelo pecado. Muitas vezes o pecado macula aquilo que deveria ser uma benção nas nossas vidas ao nos oferecê-la como o fundamento da nossa alegria, algo sem o qual não poderemos nos alegrar. A pergunta é: como nos manteremos fundamentados na verdadeira alegria e buscando-a pelos caminhos propostos por Deus?

O que mantém a alegria? (Filipenses 4.7)

Filipenses 4.7 ARA
E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus.
Paulo responde a essa pergunta: nos manteremos fundamentados na verdadeira alegria e buscando-a da forma correta enquanto nos mantivermos usufruindo do verdadeiro descanso. O ponto aqui é que quando estamos sofrendo, acreditamos que nos falta descanso; quando estamos em bonança, acreditamos que já o temos descanso; porém, as duas perspectivas estão totalmente incorretas! Por que? O motivo é simples: porque nosso descanso não está nas circunstâncias boas ou ruins que se colocam sobre nós, mas está na Pessoa de Cristo Jesus que nos dá o verdadeiro caminho de alegria.
Quando Paulo declara que a “Paz de Deus excede todo o entendimento” ele está falando exatamente sobre o fato de que nos alegrarmos nAquele que governa todas as circunstâncias é muito superior a buscar viver essas circunstâncias pelo nosso próprio entendimento. Vivemos as circunstâncias pela destra poderosa de Deus, não pela nossa. A paz que o cristão usufrui e que alegra seu coração verdadeiramente não faz o menor sentido ao entendimento humano.
Essa Paz nos guarda na fortaleza que preserva os nossos sentimentos e pensamentos alegres no Senhor. Essa fortaleza nos dá o verdadeiro descanso ultra circunstancial, essa fortaleza é Cristo Jesus. Nos matemos alegres quando nossos sentimentos e pensamentos estão guardados em Cristo, ou seja, na sua palavra. A paz de Deus é a sentinela que vigia nossos sentimentos e pensamentos e Cristo é a fortaleza que os mantém seguros. Na antiguidade, caso as sentinelas de uma cidade identificassem ataques inimigos, soavam alarmes para que toda a população se protegesse na parte fortificada da cidade; é exatamente o que Paulo está declarando: a paz de Deus vigia nossos sentimentos e pensamentos e quando os ataques dos anseios desta vida se manifestam, ela soa os alarmes para nos guiar a Cristo, nossa cidade fortificada, nos guiar para a sua Palavra! Em Cristo, em Sua Palavra estamos protegidos e nos mantemos alegres mesmo com os ataques do pecado em nossas vidas.
Nos alegremos no Deus que é Pessoal para conosco, em cuja destra nossas vidas estão sendo guiadas, e que guarda nossos sentimentos e pensamentos descansados na fortaleza que é Cristo Jesus, para nos preservar alegres como um só corpo.

Conclusão e aplicações

Respondendo às três perguntas que iniciamos nessa noite:
Onde devemos buscar a alegria? Somente no Senhor, somente unido a Ele vivemos a alegria da comunhão proposta desde nossa criação;
Como alcançamos a alegria? Primeiramente, vivendo a verdadeira união do Corpo de Cristo, alegrando uns ao outros ao colocarmos os interesses do corpo à frente dos meus próprios anseios; em segundo lugar, enxergando que Deus é pessoal para conosco; Ele está perto de nós e é Ele quem governa todas as circunstâncias envolvidas em nossos anseios, por isso, colocamo-os diante dEle em oração, sem perder o foco de que já alcançamos a verdadeira alegria pela obra redentora que Ele já consumou;
O que mantém a nossa alegria? Em meio às ansiedades da vida, devemos nos refugiar na cidade fortificada que é Cristo Jesus nos direcionando à Sua Palavra! Assim, Ele protegerá nossos sentimentos e pensamentos das ansiedades da vida que tentam nos iludir, guardando-os em tudo que verdadeiro, respeitável, justo, puro, amável, de boa fama!
À luz de tudo que foi falado nessa noite, mantemos então a primeira pergunta da noite: o seu coração está verdadeiramente alegre? Jovem, o mundo conhece o nosso anseio por alegria e nos promete falsas alegrias por todas as partes: nas promessas de relacionamentos, no sexo, naquela faculdade, naquele emprego, naquela posição mais proeminente, na riqueza, nos bens que tanto desejamos etc. O inimigo sabe o quão fácil é tomar em suas mãos aqueles que não estão fortificados em Cristo pela Sua Palavra.
Não se iluda jovem; o tempo passa, e passa rápido. Ontem você era uma criança, amanhã a velhice te alcançará. Se a nossa alegria se limitasse a essa vida, qual seria o seu sentido? A verdadeira alegria é eterna, ela não tem fim, porque está fundamentada em uma Pessoa que é Eterna! Somente em Deus nos alegramos verdadeiramente!
Por isso, alegrai-vos mutuamente unidos a Cristo pela comunhão e pelo amor à Igreja e guarde seus sentimentos e pensamentos na Palavra de Deus, pois através dela você o conhecerá mais e mais, sabendo que todas as coisas que acontecem na sua vida, até os mínimos detalhes, foram decretadas pelo Deus pessoal que opera em tudo para completar a boa obra que começou na sua vida! Nisso, você se alegrará e será levado a alegrar seus irmãos ao lembrá-los e encorajá-los a viverem verdadeiramente alegres!
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