A Esperança dos crentes

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Notes
Transcript

Legenda de Cores:

Estrutura do sermão e coisas que tenho que falar no sermão puxando da memória;
.Texto da Pregação;
Texto bíblico citado;
Coisas para ler na íntegra;
Aplicações;
Comandos para mim mesmo;
Frases de transição;

Texto Base: I Co 15. 12-19

Ora, se é corrente pregar-se que Cristo ressuscitou dentre os mortos, como, pois, afirmam alguns dentre vós que não há ressurreição de mortos? E, se não há ressurreição de mortos, então, Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação, e vã, a vossa fé; e somos tidos por falsas testemunhas de Deus, porque temos asseverado contra Deus que ele ressuscitou a Cristo, ao qual ele não ressuscitou, se é certo que os mortos não ressuscitam. Porque, se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados. E ainda mais: os que dormiram em Cristo pereceram. Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens. Mas, de fato, Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo ele as primícias dos que dormem. Visto que a morte veio por um homem, também por um homem veio a ressurreição dos mortos. Porque, assim como, em Adão, todos morrem, assim também todos serão vivificados em Cristo. Cada um, porém, por sua própria ordem: Cristo, as primícias; depois, os que são de Cristo, na sua vinda. E, então, virá o fim, quando ele entregar o reino ao Deus e Pai, quando houver destruído todo principado, bem como toda potestade e poder. Porque convém que ele reine até que haja posto todos os inimigos debaixo dos pés. O último inimigo a ser destruído é a morte.

Introdução:

A Palavra de Deus trata do tema morte de uma maneira muto especial, removendo daqueles que têm fé em Cristo, o medo desse inimigo que tanto apavora a humanidade, a morte.
É muto comum, ao realizarmos uma cerimônia fúnebre, vermos duas situações ou reações distintas diante da morte:
às vezes um pranto sem esperança e desespero diante da impotência humana diante da morte. Pessoas chorando de maneira inconsolável, pois um amigo, um ente querido partiu para a eternidade.
Por outro lado, no enterro de crentes, apesar da tristeza pelo afastamento temporário da quele ente querido, há a lembrança da ressurreição no último dia e a alegria da certeza de que aquela pessoa que nos deixou está na Glória Eterna com Cristo.
Este paradoxo nos leva a buscar nas Escrituras, o conforto e consolo que só O Espírito COnsolador pode nos oferecer. “Oh que maravilha servir a Cristo, meus irmãos! vale a pena estar na presença de Deus, vale a pena passar por provações e ser aprovado em Cristo Jesus.
Há esperança para você e para mim nesta noite. A comunidade daquela localidade estava acostumada com a lógica grega e Paulo usou dessa ferramenta para defender uma das doutrinas mais fundamentais do Cristianismo, que é a ressurreição dos mortos.
Os gregos achavam que a carne, istoé, nosso corpo, não poderia ressuscitar porque , para eles, o corpo era uma prisão para o espírito humano e no corpo, se praticava todo tipo de imundície. Esta concepção errônea estava influenciando os crentes em Corinto, que passaram a desacreditar da ressurreição e se entisteceram por não ter esperança.

Há esperança para os que dormem em Cristo, Pois Ele ressuscitou!

I - Ponto: RESSUSCITOU DENTRE OS MORTOS!

Comentário Bíblico Popular: Novo Testamento A. A Certeza da Ressurreição (15:1–34)

Cristo, porém, ressuscitou dentre os mortos, ou seja, quando ele ressuscitou, o mesmo não aconteceu com todos os mortos. Nesse sentido, foi uma ressurreição limitada. Toda ressurreição é uma ressurreição dos mortos, mas somente a ressurreição de Cristo e dos cristãos é dentre os mortos.

II - Ponto: O CONCEITO DE PRIMÍCIAS

Comentário Bíblico Popular: Novo Testamento A. A Certeza da Ressurreição (15:1–34)

As primícias eram um punhado de cereais maduros retirados dos campos antes do início da colheita. Eram o penhor, a garantia e o antegozo daquilo que seguiria.

III - Ponto: ADÃO E CRISTO COMO REPRESENTANTES:

Comentário Bíblico Popular: Novo Testamento A. A Certeza da Ressurreição (15:1–34)

As expressões-chave são em Adão e em Cristo. Todos os que estão em Adão […] morrem. Todos os que estão em Cristo hão de ser vivificados. Somente aqueles que creem no Senhor Jesus Cristo serão ressuscitados dentre os mortos para viver eternamente com ele. O versículo 23 esclarece a quem se refere o pronome indefinido “todos”: os que pertencem a Cristo serão vivificados em sua vinda. Não estão incluídos os inimigos de Cristo, pois estes serão postos debaixo dos seus pés (v. 25), o que, como alguém observou, é um modo estranho de descrever o céu.

III - Ponto: ADÃO E CRISTO COMO REPRESENTANTES:

CRISTO, AS PRIMÍCIAS;
OS QUE SÃO DE CRISTO, NA SUA VINDA;
OBSERVAÇÃO:
Comentário Bíblico Popular: Novo Testamento A. A Certeza da Ressurreição (15:1–34)

A primeira ressurreição não inclui todos os que morreram na história do mundo, mas somente aqueles que morreram crendo em Cristo.

Aplicações:

Com a pressão do mundo ao seu redor, é fácil sentir que a vida é curta e limitada. Essa sensação pode levá-lo a viver sem propósito, focando apenas em prazeres momentâneos. A ressurreição nos lembra que há algo além dessa vida, essencialmente que nossas ações têm consequências eternas. Para viver com essa perspectiva, comece a diário anotar ações e decisões que refletem sua fé em relação a um futuro eterno e busque oportunidades de servir aos outros de maneira que honre a Deus.

Conclusão:

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Rascunho

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