Novas Qualidades
Sermon • Submitted • Presented
0 ratings
· 9 viewsNotes
Transcript
Cl 3.12
Cl 3.12
Introdução:
Em Cristo, vivemos uma nova vida, e esta se demonstra através dos passos que damos desde já. O texto de Colossenses, agora, se dedicará a tocar no novo modo de viver necessário a cada um que faz parte da família de Deus. Nessa família, novas qualidades são necessárias como uma clara evidência de que fazemos parte dela. É uma lógica evidente nos escritos de Paulo: essa mudança objetiva que cada um de nós deve ter. Por isso, devemos recordar que somos revestidos de um sentimento celestial. Notaremos isso no texto, conforme a permissão do Senhor.
Desenvolvimento:
Algo importante a se perceber no texto é que Paulo, novamente, nos conduz à lógica da nova vida.
Por isso, ele utiliza a palavra “pois” — ou seja, com base no que foi colocado antes, nos versos anteriores do capítulo três —, torna-se necessário aplicar isso em nossas vidas.
Algo importante é perceber no texto que Paulo, novamente, nos conduz a lógica da nova vida, por isso, ele utiliza a palavra “pois”, ou seja, com base no que foi colocado antes, que é os versos anteriores do capítulo três, se faz necessário aplicar isso em nossas vidas. Outra coisa que é necessária recordamos nesse versículo é que o autor nos recorda que somos povo escolhido de Deus, é necessário nos revestimos da nova dimensão que nos foi dada em Cristo. Nós, como seu povo eleito, o povo que Deus escolheu em seu plano eterno, devemos observar atentamente as qualidades que devem nos acompanhar enquanto vivermos. Outra observação importante no texto é o modo como somos tratados pelo Senhor, note que Paulo lembra isso no texto ao nos chamar de “santos e amados”. Primeiro, “santos”, pois, apesar de ainda pecarmos, somos santos de modo posicional, ou seja, dado o lugar que agora estamos que é no reino de Deus. Segunda coisa “amados”, irmãos somos advertidos aqui que Deus nos ama, ele tem seu amor leal, genuíno pelos seus, por conta disso, desde hoje já podemos dar aos outros o mesmo amor ao qual fomos amados.
Outra coisa que é necessário recordar neste versículo é que o autor nos lembra de que somos o povo escolhido de Deus. Por isso, devemos nos revestir da nova dimensão que nos foi dada em Cristo.
Nós, como seu povo eleito — o povo que Deus escolheu em seu plano eterno —, devemos observar atentamente as qualidades que devem nos acompanhar enquanto vivermos.
Outra observação importante no texto é o modo como somos tratados pelo Senhor. Note que Paulo nos chama de “santos e amados”.
Primeiro, “santos”, pois, apesar de ainda pecarmos, somos santos de modo posicional — ou seja, por causa do lugar onde agora estamos, que é no Reino de Deus.
Segundo, “amados”: irmãos, somos advertidos aqui de que Deus nos ama. Ele tem um amor leal e genuíno pelos seus. Por isso, desde já podemos dar aos outros o mesmo amor com o qual fomos amados.
Continuando, das coisas citadas no texto de devemos nos revestir, a primeira é “ternos afetos de misericórdia”.
Essa virtude, ou qualidade aqui citada, trata-se de uma profunda compaixão que somos chamados a praticar para com os outros.
A expressão nos convida a dedicar um tipo de ação que não é provocada pelo merecimento de alguém, mas por uma sincera compaixão — semelhante à demonstrada por alguém que passou por esta terra: Jesus.
Ao ver a morte de uma pessoa, Ele mesmo chorou, pois via a condição de cada um por causa do pecado.
Somos chamados a exercer esse tipo de compaixão por outras pessoas que necessitam.
Observe quantas estão perdidas no mundo e o quanto carecem de nosso olhar compassivo — não para aceitar o pecado, mas para vê-las como pessoas que necessitam do nosso Salvador.
No seguimento, vemos a palavra “bondade”. Ela nos fala de uma atitude amorosa para com os outros, lembrando a mesma atitude já citada de Cristo enquanto esteve entre nós.
Também nos remete às ações de Deus no Antigo Testamento para com Israel. Lá, notamos que o povo era bastante ingrato para com o Senhor — como nós tantas vezes somos —, mas, ainda assim, Deus exercia amor por seu povo.
Mesmo diante da dura consequência do cativeiro, o povo não foi aniquilado e, ao final, retornou à sua terra. Deus não agiu com ira, mas com amor por Israel, mesmo quando o povo fazia o possível para merecer o contrário.
O texto de Jeremias 10.24 nos mostra o modo como o Senhor age com o seu povo: “Corrige-me, Senhor, mas somente com justiça, não com ira, para que não me reduzas a nada.”
Outra virtude citada no texto é a “humildade”. Ela fala de uma vida de serviço em benefício dos outros.
Antigamente — e ainda hoje, de forma bastante comum — isso é visto como uma “fraqueza”, uma forma de rebaixamento. Muitos consideram essa atitude como algo desonroso ou indigno, preferindo que outro haja assim, e não “eu”.
No entanto, quem é o nosso padrão? Cristo. E como Ele agiu? Com humildade. Apesar de ser Deus, Ele não se importou em viver como homem, pois isso nos traria redenção.
Ele saiu do trono de Sua glória e habitou entre os homens. Veja: o nosso Rei desceu do trono para salvar seus súditos. Logo, nós, os súditos, deveríamos ter uma atitude diferente da d’Ele? Depois de Ele nos ter dado esse lindo exemplo de serviço e humildade?
O texto de Filipenses nos ensina que Ele não agiu com egoísmo, mas com humildade — ao ponto de trocar de posição com aqueles que eram infinitamente menores do que Ele. Ainda assim, Ele o fez.
O mesmo é dito a cada um de nós: considerem o exemplo de Cristo como os passos que devemos seguir!
Seguindo adiante, aparece a palavra “mansidão”. Essa palavra se soma à anterior. Do mesmo modo, o nosso Senhor teve uma postura mansa — caracterizada por uma atitude de humildade: colocar-se abaixo dos outros, assumir a posição de servo.
Lembramos, por exemplo, da entrada triunfal. Jesus não estava montado em um grande cavalo, nem numa carruagem. O nosso Rei entrou montado em um jumento.
Não havia pompa ali. Não se via grandeza aos olhos humanos. Mas ali estava o maior de todos, agindo com mansidão.
Olhemos para Ele. Pensemos naquela cena: foi por nós, foi para nós. Louvemos por tudo o que Ele viveu e suportou em nosso favor.
Que imitemos o seu espírito gentil, mesmo quando somos maltratados pelas pessoas ao nosso redor. Ele próprio foi deixado por aqueles que prometeram jamais abandoná-lo — e ficou só.
Por último, aparece a palavra “longanimidade”, que podemos entender como “paciência”. Creio que esse é um dos maiores desafios.
Agora, imagine Deus: o quanto Ele suportou ao longo do tempo, e ainda assim não derramou todo o Seu furor sobre a humanidade — e isso teria sido merecido! Mas Ele não o fez. Ele teve paciência conosco.
Como 1 Pedro 3.20 nos ensina, Deus esperou pacientemente nos dias do dilúvio — e tem feito isso ao longo de toda a história.
Nós também somos chamados a ter paciência uns com os outros. Tiago já nos advertiu a ter cuidado com as palavras, para que não ajamos com ira e venhamos a pecar.
Na nova vida, há muitas virtudes a cultivar — e não podemos adiar isso.
Conclusão:
Na próxima mensagem, veremos o restante das virtudes comentadas por Paulo até o verso 17. Precisamos dar espaço para essa nova forma de vida — essa é a nossa chamada nesta noite.
E você? O que tem feito? Tem levado a sério sua vida com Deus? Preserve esses bons costumes incentivados pelas Escrituras!
