O ATO QUE DEMONSTRA ADORAÇÃO E FIDELIDADE A DEUS

COLOCANDO A FAMÍLIA NAS MÃOS DE DEUS  •  Sermon  •  Submitted   •  Presented
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O sermão “O Ato que Demonstra Adoração e Fidelidade a Deus” ensina que colocar a família nas mãos de Deus é uma expressão suprema de adoração e fidelidade. A partir da história de Ana em 1 Samuel 1, o pregador mostra que esse ato se manifesta por meio de oração sincera, fé inabalável, compromisso verdadeiro e cumprimento fiel das promessas feitas a Deus. Ana, mesmo em meio à dor e humilhação, buscou a Deus com fé, comprometeu-se a entregar seu filho ao Senhor e cumpriu sua palavra, demonstrando total confiança em Deus acima de seus próprios desejos. O sermão desafia os ouvintes a fazerem o mesmo: orar com fé, assumir um compromisso espiritual com sua família e viver essa entrega com perseverança, pois colocar a família nas mãos de Deus é mais que uma decisão — é um ato contínuo de adoração e fidelidade.

Notes
Transcript

O ATO QUE DEMONSTRA ADORAÇÃO E FIDELIDADE A DEUS

Introdução:
Na primeira pregação sobre a temática “Colocando a Família nas Mãos de Deus”, vimos por que devemos fazer isso: porque Deus tem o melhor para a família. Também vimos como é uma mãe que está nas mãos de Deus: ela é uma mulher de fé que transmite fé aos filhos. Além disso, refletimos sobre o que são os pais que não estão nas mãos de Deus: eles representam um mal para os seus filhos. Por fim, observamos que uma família que não está nas mãos de Deus tem um fim trágico.
Hoje, trataremos do tema: “O ato que demonstra adoração e fidelidade a Deus”. Qual seria esse ato? Colocar a família nas mãos de Deus. Ou seja, colocar a família nas mãos de Deus é um ato de adoração e fidelidade.
Lição: Colocar a Família nas Mãos de Deus É um Ato de Adoração e Fidelidade.
Texto: 1Samuel 1.1-28.
A tradição judaica atribui a autoria dos livros de 1 e 2 Samuel — que originalmente formavam um único volume no texto hebraico, mas foram divididos pela primeira vez na Septuaginta — ao próprio Samuel, ou a Samuel, Natã e Gade (com base em 1 Crônicas 29.29). Outra possibilidade é que o livro tenha sido escrito por um redator posterior. Provavelmente, foi composto entre 931 e 722 a.C.
O livro se encontra no período de transição entre os juízes e a monarquia. O trecho que acabamos de ler se passa ainda nos dias dos juízes, um tempo que o livro de Juízes descreve da seguinte forma: “Naqueles dias, não havia rei em Israel; cada qual fazia o que achava mais reto” (Juízes 17.6; 21.25).
Ou seja, não havia rei que conduzisse o povo no caminho do Senhor, e, por isso, cada um vivia como bem entendia — ou, em outras palavras, viviam em pecado.
Além disso, não havia uma liderança religiosa fiel a Deus. Logo no início, o autor faz questão de mostrar quem era essa liderança: “Este homem subia da sua cidade de ano em ano a adorar e a sacrificar ao SENHOR dos Exércitos, em Siló. Estavam ali os dois filhos de Eli, Hofni e Finéias, como sacerdotes do SENHOR” (1 Samuel 1.3). Ou seja, o nascimento de Samuel aconteceu em meio à corrupção sacerdotal.
De fato, cada um fazia o que achava certo. Elcana tinha duas mulheres, Ana e Penina. A poligamia não faz parte do plano original de Deus (Gênesis 2.24), mas era uma prática tolerada pelas pessoas naquele tempo. Essa passagem é narrativa e seu foco está na fé de Ana e no nascimento de Samuel, não no pecado de Elcana. Além disso, Elcana pode ter tomado Penina por esposa por causa da esterilidade de Ana — o que não justifica o pecado, mas ajuda a compreender o contexto da época.
Naquele tempo, o centro de adoração a Deus ficava em Siló, onde estava o Tabernáculo. Elcana e sua família iam todos os anos adorar a Deus ali (v. 3). A oferta mencionada no versículo 4 era uma oferta pacífica (Levítico 7.11–18), pois os adoradores participavam do sacrifício comendo dele. No versículo 5, é dito que Elcana dava porção dobrada a Ana, por amor a ela, como se ela tivesse filhos.
Penina, sua rival, a provocava constantemente por causa de sua esterilidade. Os versículos 6 e 7 dizem: “E porque o Senhor a tinha deixado estéril, sua rival a provocava continuamente, a fim de irritá-la. Isso acontecia ano após ano. Sempre que Ana subia à casa do Senhor, sua rival a provocava, e ela chorava e não comia.”
Essa situação era repetitiva, e levava Ana ao choro e à tristeza profunda.
Ana desejava muito ter filhos, mas não podia. Ela sofria com as provocações constantes de Penina (v. 6). Diante dessa situação, Ana toma uma decisão — fruto de um coração fiel e adorador: ela decide pedir um filho a Deus e prometê-lo ao Senhor, caso Ele o concedesse.
Essa decisão de Ana demonstra uma fé extraordinária. Ela coloca seu único filho nas mãos de Deus. Ana é um grande exemplo para nós. Assim como ela colocou seu filho nas mãos de Deus, nós também devemos colocar nossa família nas mãos do Senhor. Fazer isso é um verdadeiro ato de adoração e fidelidade.
A partir desse texto, quero apresentar quatro elementos importantíssimos para colocar a família nas mãos de Deus.
Oração.
9 Após terem comido e bebido em Siló, estando Eli, o sacerdote, assentado numa cadeira, junto a um pilar do templo do SENHOR, 10 levantou-se Ana, e, com amargura de alma, orou ao SENHOR, e chorou abundantemente. 11 E fez um voto, dizendo: SENHOR dos Exércitos, se benignamente atentares para a aflição da tua serva, e de mim te lembrares, e da tua serva te não esqueceres, e lhe deres um filho varão, ao SENHOR o darei por todos os dias da sua vida, e sobre a sua cabeça não passará navalha.
O casamento de Ana não ia bem: ela era estéril (1Sm 1.5–6), seu marido tinha outra mulher (1Sm 1.2), e essa mulher a provocava constantemente com zombarias (1Sm 1.6–7).
Ana vivia abatida de alma. Provavelmente, já eram anos sofrendo com as provocações de sua rival. Sua tristeza era visível, e, embora Elcana percebesse isso, não conseguia compreendê-la (1Sm 1.8).
Abatida e profundamente entristecida, Ana fez o que todo servo de Deus deve fazer em tempos de angústia: buscou o Senhor em oração. Após terem comido e bebido (v. 9), o versículo 10 afirma: “Levantou-se Ana e, com amargura de alma, orou ao SENHOR, e chorou abundantemente.” Ana, profundamente aflita, derramou sua alma diante de Deus em oração e lágrimas.
Aplicação:
Muitas pessoas dizem: “Se nada der certo, então ore a Deus.” Mas a oração não deve ser o último recurso, e sim a primeira atitude. Nos momentos de angústia e dificuldade, Deus é a primeira opção, não a última. A oração é o primeiro passo, não o último recurso.
Ana orou pedindo a bênção de Deus para sua família — um filho — e prometeu entregar essa bênção de volta a Deus. Se o Senhor a tirasse daquela aflição, ela honraria a Deus com aquilo que mais desejava: um filho. E Deus ouviu sua oração. Ana teve um filho e o consagrou a Deus por todos os dias da sua vida.
Reflexão:
Hoje, muitas famílias estão destruídas, desestruturadas, sem direção. E muitos crentes não oram por suas famílias. Não suplicam por elas, não rogam a Deus por um milagre, não se humilham diante do Senhor Todo-Poderoso. A igreja tem desprezado a oração — e ainda assim espera que Deus abençoe as famílias.
Aplicação:
Se não orarmos, não colocaremos nossa família nas mãos de Deus. Quando não oramos, dificultamos ainda mais essa missão.
A oração é a porta dos milagres e o caminho para o possível. O que é impossível para nós, é plenamente possível para Deus.
Se realmente desejamos colocar nossa família nas mãos de Deus, precisamos nos derramar aos pés do Senhor em oração constante e persistente. Colocar a família nas mãos de Deus é uma necessidade. Por isso, é preciso orar.
Colocar a família nas mãos de Deus é um ato de adoração e fidelidade — e isso se faz por meio da oração.
Fé.
11 E fez um voto, dizendo: SENHOR dos Exércitos, se benignamente atentares para a aflição da tua serva, e de mim te lembrares, e da tua serva te não esqueceres, e lhe deres um filho varão, ao SENHOR o darei por todos os dias da sua vida, e sobre a sua cabeça não passará navalha.
Na sua oração, Ana exalta a Deus como “SENHOR dos Exércitos”. Essa expressão apresenta Deus como o guerreiro supremo que luta em favor do Seu povo, soberano nos céus e na terra, com autoridade absoluta. Ana está reconhecendo a soberania de Deus e confiando que Ele guerreia em seu favor contra os inimigos. Mais do que isso: ela crê que o SENHOR dos Exércitos tem poder para lhe conceder um filho. Isso é fé.
Ana tinha plena certeza de que Deus podia realizar um milagre em sua vida — ela só não sabia se Deus queria fazer. Por isso, ela introduz o "se" em sua oração: “Se benignamente atentares para a aflição da tua serva... e lhe deres um filho varão, ao SENHOR o darei por todos os dias da sua vida...”
É como se Ana dissesse: "Ó SENHOR, Tu és o Todo-Poderoso. Tu podes fazer todas as coisas, e eu creio nisso. Se o SENHOR quiser, pode me dar um filho — e eu Te peço: concede-me essa bênção! Se o SENHOR me der, eu Te darei esse filho de volta."
Naquela época, a vida era difícil para viúvas e órfãos. Ana, sem filhos, não tinha boas expectativas quanto ao futuro (lembre-se da situação de Noemi: idosa, sem marido, sem filhos e sem recursos para sobreviver). Quando Ana pede um filho e promete devolvê-lo a Deus, ela não tinha nenhuma garantia de que teria outro filho depois — mas ela age pela fé.
Colocar a família nas mãos de Deus exige fé: Fé de que Deus pode fazer; Fé de que Deus pode transformar; Fé de que Deus pode suprir; Fé de que Deus pode agir; Fé de que Deus receberá nossa família. Nossa família precisa das nossas orações — e com fé.
Deus deixou a ciência, a tecnologia, a internet, entre outras coisas que, se usadas corretamente, podem ser bênçãos para a família. Mas tudo isso tem limites. Esses recursos não podem suprir a maior necessidade da família: Deus. Há coisas que só Deus pode fazer pela nossa família. Há situações em que nem o dinheiro, nem a ciência, nem a tecnologia, nem mesmo nós mesmos podemos agir. um milagre pode resolver.
Colocar a família nas mãos de Deus é um milagre: O milagre de abrirmos mão do controle; O milagre de confiarmos nossa família a Deus; O milagre da fé da família em Deus; O milagre de Deus receber e sustentar nossa família. Por isso, precisamos de . Precisamos orar com fé.
Aplicação:
As orações devem ser acompanhadas de fé. Sem fé, as orações são apenas palavras lançadas ao vento. E o contrário também é verdadeiro: sem oração, a fé é vazia. A fé é essencial. Devemos crer que Deus pode agir em favor da nossa família, e que Ele a sustentará em Suas mãos poderosas.
Se não tivermos fé, não colocaremos nossa família nas mãos de Deus.
Colocar a família nas mãos de Deus é um ato de adoração e fidelidade — e isso se faz com fé.
Compromisso.
Na certeza do poder de Deus, mas na incerteza da Sua vontade, Ana faz um compromisso: “Se benignamente atentares para a aflição da tua serva, e de mim te lembrares, e da tua serva não te esqueceres, e lhe deres um filho varão, ao SENHOR o darei por todos os dias da sua vida, e sobre a sua cabeça não passará navalha.”
Pela forma como ela expressa essa entrega, fica evidente que Ana está consagrando seu filho a Deus: “...ao SENHOR o darei por todos os dias da sua vida, e sobre a sua cabeça não passará navalha.”
Essa consagração lembra o voto do nazireado (Nm 6.1–21), no qual se exigia que nenhuma navalha passasse sobre a cabeça (Nm 6.5). Contudo, vale observar que o voto nazireu era feito pela própria pessoa que desejava se consagrar ao Senhor, e tinha prazo determinado (Nm 6.13ss). O nazireado de Sansão foi estabelecido por Deus desde o ventre de sua mãe para livrar o povo de Israel do poder dos filisteus (Jz 13.5).
Não é possível afirmar com certeza se Ana fez exatamente um voto de nazireado, mas é certo que ela consagrou seu filho totalmente ao Senhor, por toda a vida.
Ana tinha uma necessidade. Ela tinha um desejo profundo. Mas essas coisas não foram mais importantes do que sua fidelidade a Deus. Quando o Senhor lhe concedeu um filho, ela não se apegou ao desejo realizado nem se deixou dominar pelo medo da necessidade. A pessoa mais importante na vida de Ana não era seu esposo, não era seu desejo, não era seu orgulho, nem era seu filho. Era Deus.
Aplicação:
Se pessoas forem mais importantes em nossa vida do que Deus, nunca teremos compromisso verdadeiro com Ele.
Ana se comprometeu em entregar a Deus sua herança e galardão (Sl 127.3). Esse tipo de entrega não é para qualquer um. Somente aqueles que amam a Deus de verdade e O adoram fielmente são capazes de fazer isso.
Esse tipo de crente se compromete em colocar sua família nas mãos de Deus, porque entende qual é o lugar de Deus (acima de tudo) e o lugar da família (aos pés do Senhor).
Muitos não se comprometem em colocar a família nas mãos de Deus porque sabem que isso exige tempo, esforço, atenção, dinheiro e dedicação. Assumir esse compromisso significa: Vida de oração; Tempo devocional com a família; Estudo bíblico em casa; Participação nas programações da igreja; Disposição para ensinar a Palavra de Deus; Atenção para instruir nos erros e corrigir os pecados.
Muitos não se comprometem porque são centrados em si mesmos, e não têm verdadeiro amor por sua família. Adoram a si mesmos, e não a Deus. Colocar a família nas mãos de Deus exige compromisso — um compromisso de dedicação.
Aplicação:
O que tem nos impedido de nos comprometer em colocar nossa família nas mãos de Deus? Será que é: Falta de compromisso com Deus? Infidelidade? Egoísmo? Individualismo? Materialismo? Mundanismo? Desamor? Ganância? Idolatria? Será que estamos dispostos a assumir esse compromisso?
O compromisso de colocar a família nas mãos de Deus é feito por quem ama a Deus acima de tudo e deseja o bem da sua família. Se comprometa em colocar sua família nas mãos de Deus. Se você for um adorador fiel, você fará esse compromisso.
Colocar a família nas mãos de Deus não é fácil, mas é o melhor para todos. Essa atitude é um ato de adoração e fidelidade — e ela é feita com compromisso.
Cumprimento.
Deus lembrou-se de Ana e lhe concedeu um filho, como vemos nos versículos 19 e 20: Levantaram-se de madrugada, e adoraram perante o SENHOR, e voltaram, e chegaram a sua casa, a Ramá. Elcana coabitou com Ana, sua mulher, e, lembrando-se dela o SENHOR, ela concebeu e, passado o devido tempo, teve um filho, a quem chamou Samuel, pois dizia: Do SENHOR o pedi.”
Ana havia feito um compromisso com Deus: se Ele lhe concedesse um filho, ela o dedicaria ao SENHOR (v. 11). Quase um ano depois, ela não esqueceu seu compromisso, conforme vemos nos versículos 21 a 23: “Subiu Elcana, seu marido, com toda a sua casa, a oferecer ao SENHOR o sacrifício anual e a cumprir o seu voto. Ana, porém, não subiu e disse a seu marido: Quando o menino for desmamado, levá-lo-ei para ser apresentado perante o SENHOR e para lá ficar para sempre. Respondeu-lhe Elcana, seu marido: Faze o que melhor te parecer; fica até que o desmames; tão-somente confirme o SENHOR a sua palavra. Assim, ficou a mulher e criou o filho ao peito, até que o desmamou.”
Ana não apenas se lembrava do compromisso, mas estava decidida a cumpri-lo: “Quando o menino for desmamado, levá-lo-ei para ser apresentado perante o SENHOR e para lá ficar para sempre.”
Pela Lei, Elcana poderia ter anulado o voto da esposa (Nm 30.6–8), mas ele não o fez.
E Ana cumpriu fielmente o compromisso, como narrado nos versículos 24 a 28: “Havendo-o desmamado, levou-o consigo, com um novilho de três anos, um efa de farinha e um odre de vinho, e o apresentou à Casa do SENHOR, em Siló. Era o menino ainda muito criança. Imolaram o novilho e trouxeram o menino a Eli. E disse ela: Ah! Meu senhor, tão certo como vives, eu sou aquela mulher que aqui esteve contigo, orando ao SENHOR. Por este menino orava eu; e o SENHOR me concedeu a petição que eu lhe fizera. Pelo que também o trago como devolvido ao SENHOR, por todos os dias que viver; pois do SENHOR o pedi. E eles adoraram ali o SENHOR.”
Quantos compromissos são feitos diante de Deus e não são cumpridos? Quantas promessas são esquecidas assim que Deus abençoa a família? Muitos fazem votos por interesse — e o cumprem somente até receber o que desejam. Depois, abandonam o compromisso, como se Deus fosse apenas um meio para se alcançar o fim desejado. O compromisso de colocar a família nas mãos de Deus deve ser mantido até o fim de nossa vida.
Aplicação:
Cumprir o compromisso de colocar a família nas mãos de Deus vale para toda a eternidade.
Colocar a família nas mãos de Deus é um ato de adoração e fidelidade — e isso se faz com cumprimento.
Ana foi uma fiel adoradora. E, como tal, ela: Orou a Deus por sua família, humilhando-se e chorando diante d’Ele; Creu no poder de Deus para suprir a necessidade de sua casa; Comprometeu-se a dedicar sua família a Deus; Cumpriu fielmente o compromisso assumido.
Conclusão:
Não colocar a família nas mãos de Deus é uma demonstração de independência e falta de confiança na Sua soberania. Deixar Deus fora dos cuidados com a família é negligenciar a fé em Cristo e desprezar a Deus.
Adorar a Deus e ser fiel a Ele não se resume a frequentar a igreja. Adorar é reverenciar, exaltar, reconhecer quem Deus é — a ponto de a vida não fazer mais sentido sem Ele. É entender que tudo o que possuímos pertence a Ele, e por isso, o entregamos com obediência, amor e confiança na Sua Palavra.
Colocar a família nas mãos de Deus é um dos atos que demonstram essa verdadeira adoração e fidelidade. E isso só é possível por meio de: Oração, Fé, Compromisso e Cumprimento. Se somos verdadeiramente fiéis e adoradores… O que estamos esperando para colocarmos nossa família nas mãos de Deus?
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