Gênesis 7.1-16 Noé entra na Arca

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IGREJA PRESBITERIANA DE APIAÍ
PLANEJAMENTO PASTORAL – SERMÕES EXPOSITIVOS
JUNHO/2025
Rev. Mateus Lages
Tema: Como tudo começou
Dia 08/06: Gênesis 7.1-16 Noé entra na Arca
Deus fala: Saudação - Malaquias 3.10
Nós falamos: Oração inicial
Nós cantamos: Hino 128 - Comunhão preciosa
Deus fala: Ezequiel 18.20
Nós falamos: Oração de confissão
Nós cantamos: Hino 266 - Rude cruz
LOUVOR
•⁠ ⁠Bondade de Deus?
•⁠ ⁠Poder pra Salvar
•⁠ ⁠Eterno Amor
Tema: Como tudo começou
Gênesis 7.1-16 Noé entra na Arca
INTRODUÇÃO/CONTEXTO
No capítulo 7 encontramos a ordem de Deus para o embarque na arca, a entrada propriamente dita e o começo do dilúvio na primeira parte (1-17) e, na segunda parte (17-24) a amplitude do dilúvio.
Lembramos que antes de chegar neste ponto, o culto a Deus haia se corrompido, o casamento havia se destorcido, a violência estava por toda parte e as pessoas pensavam em fazer o mal, prque haviam se esquecido de Deus.
A esperança se concentra, agora, num remanescente, Noé. A ele Deus ordenou que construísse uma arca, porque Deus haveria de destruir o mundo com um grande dilúvio. Noé obedeceu e fez exatamente o que Deus ordenou. Mesmo sendo agricultor, em obediênca a Deus, Noé fez o que não sabia, mas teve de aprender para fazer.
Desenho para as crianças: Crianças, desenhem Noé entrnado na Arca.
Vamos ao texto: Gênesis 7.1-16 Noé entra na Arca
A primeira cena que encontramos no relato é o embarque (7.1–5) Deus fala diretamente com Noé, porém não se pode inferir que os outros sete membros da família não fossem justos. Segundo o profeta Ezequiel (14.20; 18.20), a justiça de Noé não pode salvar sua família. Ao contrário, Deus mantém cada membro da família responsável. O hebraico literalmente diz: “tenho visto”, formando um contraste com Gênesis 6.5 “O Senhor viu que a maldade das pessoas havia se multiplicado na terra e que todo desígnio do coração delas era continuamente mau.”. Mas Noé era justo. A justiça de Noé salva sua família e as criaturas viventes; de uma forma misteriosa, como vimos na semana passada, seu sacrifício após o dilúvio provê salvação para as gerações futuras (8.21).
Na sequência, a ordem de levar pares de animais para a arca é agora desenvolvida pela ordem mais específica de levar sete pares de animais limpos. Para tornar a capacidade da arca mais apta para salvar toda espécie de animais e aves terrestres, etudiosos afirmam que o hebraico significa sete de cada espécie limpa, e que o número tão grande de animais é aquele que Noé oferece após o dilúvio. A ideia do hebraico significa “puro”. Esta é a primeira ocorrência dessa característica aos animais (Lv 11 e Dt 14.3–12). O futuro da terra depende desses animais típicos e sacrificiais. Então, é possível que Noé tenha conhecido a distinção entre puro e impuro por seu andar com Deus. As instituições fundamentais da “lei cerimonial”, do sábado (2.1–3) e do sacrifício (3.21; 4.3–5) nos fazem retornar à criação original, distinto de algumas outras práticas religiosas e sociais daquele mundo. E outro ponto é que esses animais deviam ser preservados em casais, macho e fêmea, porque existe a ordem de ser frutífero e de crescer em número e reabastecer a terra (8.17; 9.1). Por fim, o texto diz que em sete dias os animais ocupam a arca. Noé e sua família, contudo, entram na arca no dia em que começa o dilúvio (7.13), que durou quarenta dias e quarentas noites. Este é um número convencional para um tempo longo e representa a introdução de uma nova era. Não duvidamos do tempo, mas é importante termos essa consciência.
Na segunda metade do trecho, reconhecemos o início do dilúvio, quando também há uma crescente na tensão do relato. Primeiro, apresenta-se os fatos essenciais da cena (7.6–10): a data de seiscentos anos de Noé, a classificação de entrada dos ocupantes da arca e a extensão de tempo de sete dias para o dilúvio. Então, a cena deste momento histórico continua com maior detalhe e se expande na terceira parte (7.11–16). A data precisa é o décimo sétimo dia do segundo mês do ano seiscentos de Noé (7.11), a chuva começa e dura quarenta dias (7.12) e, no mesmo dia que o dilúvio começa, Noé e sua esposa, seguidos por seus filhos e as esposas deles, entram na arca. Toda essa narrativa leva à conclusão final: “Então o SENHOR fechou a porta” (7.16b). Lembrando que com Noé tudo se reinicia, notamos como os animais vieram a Noé. Isso lembra quando Deus traz os animais a Adão para que lhes desse nome (2.19); agora Deus os traz a Noé para que os preservasse. São citadas as fontes e comportas, que oferecem uma expressão poética para a liberação da água que estava retida (cf. Ml 3.10). A terra está retornando a seu caos pré-criação, pela liberação das águas. Isso se torna tão significativo que o profeta jeremias apela para imagens da reversão da criação para descreverem o dia do juízo do Senhor: Jeremias 4.23–26 “Olhei para a terra, e eis que ela estava sem forma e vazia; olhei para os céus, e eles não tinham luz. Olhei para os montes, e eis que tremiam; e todas as colinas estremeciam. Olhei, e eis que não havia ninguém, e todas as aves dos céus haviam fugido. Olhei ainda, e eis que a terra fértil era um deserto, e todas as suas cidades estavam derrubadas em ruínas diante do Senhor, diante do furor da sua ira.”
EntÃo, a última frase do relato surge dando a Deus a glória, quando coloca início àquilo que havia prometido fazer, tanto pelo dilúvio quanto pela arca. Ele manda as águas para o dilúvio oferecer juízo, mas também fecha a porta da arca para preservar os que quer salvar. A ação divina marca a conclusão final desta cena. A salvação de Noé se deve à graça divina. O ato de Deus marca a proteção divina que impede o dilúvio de tragar a arca e os tripulantes. E, deste modo, as obras da graça divina serão sempre notáveis, soberanas e particulares, pois Deus está provando ser fiel aos que confiam em sua palavra.
CONCLUSÃO/APLICAÇÃO
Concluindo, aprendemos pelo tema foi assim que tudo começou, hoje, sobre quando Noé entrou na Arca, o que nos ensina que sempre valerá a pena observar e obedecer as ordenanças de Deus. Dele recebemos tudo, inclusive a fé. Como haveríamos de conduzir nossa vida sem observar seus princípios estabelecidos e revelados para conduzir nossa vida!? Lembremos que Deus não desviou seu olhar, mas continua observando a terra e as nossas posturas. Ele continua percebendo se somos como Noé, íntegros e retos. Não passa despercebido diasnte do Senhor qualquer que seja a nossa postura.
Podemos crer, irmãos. A própria natureza da nossa fé provem de Deus. Então, se cremos, podemos viver de modo seguro nesta fé. Não tema escolher ou decidir conforme os princípios bíblicos. Deus está vendo.
Hino 92 - A fé contemplada
ORAÇÃO FINAL E BÊNÇÃO
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