(1 Co 9:15-27)

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1Coríntios 9.15–18 “eu, porém, não me tenho servido de nenhuma destas coisas e não escrevo isto para que assim se faça comigo; porque melhor me fora morrer, antes que alguém me anule esta glória. Se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, pois sobre mim pesa essa obrigação; porque ai de mim se não pregar o evangelho! Se o faço de livre vontade, tenho galardão; mas, se constrangido, é, então, a responsabilidade de despenseiro que me está confiada. Nesse caso, qual é o meu galardão? É que, evangelizando, proponha, de graça, o evangelho, para não me valer do direito que ele me dá.”
Paulo ainda insiste mais no fato de que ele não se vale do direito de receber salário da igreja. Em 2Coríntios Paulo também sobre isso parece que com o objetivo diferente, que era de mostrar que não é como os falsos mestres, que fazem negócio da fé. Mas aqui Paulo quer muito ensinar os coríntios a estarem dispostos a abrir mão dos seus direitos por amor aos seus irmãos. A pensar na igreja, a pensar no outro, em todas as decisões que tomar.
Imagine por exemplo um pai, que teria muito a ganhar se decidisse trabalhar em tal empresa, mas que sabe que isso prejudicaria sua família. Então ele pensa duas vezes e decide recusar aquela oferta, ou aquela promoção. Vejam irmãos, como Paulo insiste nisso, como está preocupado com essa indisposição daquela igreja de abrir mão de certas coisas. É o nosso caso? Será que você tem decido coisas que na verdade tem prejudicado sua família, sua relação com Deus, seus filhos, ou seu relacionamento conjugal… mas você tem uma boa desculpa, de que agora você ganhar mais, ou você está se sentindo mais feliz… Então vamos aprender com Paulo algo que dói muito no nosso ego… que Deus não está interessado em realizar seus sonhos. Isso a grande mentira de Satanás, que muitos crentes têm engolido. São os demônios que têm falado dentro das igrejas, em palestras coachs, e não Deus. Deus não quer que você construa seu império nesse mundo - isso é mentira. Deus não está interessa na sua carreira. Deus quer que você morra pra si mesmo, que você carregue a sua cruz, que você se sacrifique pelo outro. Ele quer que você perca tudo por amor do nome dele, que você seja aperfeiçoado pelo sofrimento. Ele quer que você diga não ao amor próprio. Isso é o evangelho. Me desculpe, não estou falando nenhuma novidade. Leia aí. Leia aí agora. Leia os evangelhos, as palavras de Jesus. Veja a vida de Jesus, veja a vida Paulo, dos apóstolos e dos profetas. De onde você tirou essa ideia, esse lixo, de que Deus quer realizar seus sonhos? Não foi da Bíblia.
Mas é mais do que isso, irmãos. Não é quer Deus não quer que você feliz. Não é isso! Pelo contrário. Deus quer que sua felicidade seja ele, que sua felicidade esteja ligada a felicidade do outro. Deus nos fez para o outro. Esse pensamento egoísta é contrário a nossa natureza, e faz parte de uma natureza caída. Deus quer que sua glória, sua alegria, seja o evangelho, seja Cristo. Na prática, sua alegria deve ser louvar a Deus, ler a Bíblia, orar, agradar ao Senhor. Seu prazer e seu sonho deve ser ver sua família servindo ao Senhor. Desconfie desses desejos estranhos completamente contrário ao espírito do evangelho, de querer encontrar alegria em si mesmo, ou nas conquistas passageiras dessa vida. O que adianta ganhar o mundo inteiro e perder a alma? O triste é ver que muitos crentes estão com esse espírito. Estou ganhando o mundo dentro da igreja, e perdendo Deus, perdendo o interesse me Deus, sem alegria em servir ao Senhor, em orar, adorar a Deus, sem alegria nos irmãos, na igreja, no Culto, e muita empolgação nos colegas de trabalho, no videogame, na internet, no entretenimento, cheios de ambição vazia, mas sem fome pra com Deus, sem desejo ávido, empolgado, fervoroso, pra com Deus. Estamos mortos nas coisas de Deus.
No verso 16 Paulo diz que não tem espaço para se vangloriar em sua pregação do evangelho, porque ele é compelido a pregar. Ele coloca uma maldição sobre si se ele não pregar. Paulo mostra que existe uma necessidade Divina que o pressiona a pregar a Palavra. Ele não pode fugir disso. Isso lembra o sentimento do profeta Jeremias:
Jeremias 20.9 “Quando pensei: não me lembrarei dele e já não falarei no seu nome, então, isso me foi no coração como fogo ardente, encerrado nos meus ossos; já desfaleço de sofrer e não posso mais.”
Jeremias não poderia deixar de anunciar a Palavra. Ela queimava em seu coração. Quantos de nós nos sentimos assim, irmãos, com as coisas de Deus? Esse texto é facilmente aplicado ao ministro da Palavra, mas você precisa entender como isso se aplica a sua vida. Por exemplo, o quanto voce se sente culpado por não a Bíblia, por não ir a igreja, o quanto as coisas de Deus ardem no seu coração? Você não se sente mal por falhar com o Senhor? Por não buscar a Deus como você deveria. Sabendo que você poderia fazer isso, mas você tem tido outras prioridades? Isso não queima no seu peito? Não rasga a sua alma? Ai de mim, ai de mim se eu não pregar… ai de mim se eu não orar… ai de mim se eu não louvar… ai de mim se eu não adorar… ai de mim se eu não guardar o dia o Senhor… ai de mim se eu não ler a Bíblia… ai de mim...
1Coríntios 9.19–23 “Porque, sendo livre de todos, fiz-me escravo de todos, a fim de ganhar o maior número possível. Procedi, para com os judeus, como judeu, a fim de ganhar os judeus; para os que vivem sob o regime da lei, como se eu mesmo assim vivesse, para ganhar os que vivem debaixo da lei, embora não esteja eu debaixo da lei. Aos sem lei, como se eu mesmo o fosse, não estando sem lei para com Deus, mas debaixo da lei de Cristo, para ganhar os que vivem fora do regime da lei. Fiz-me fraco para com os fracos, com o fim de ganhar os fracos. Fiz-me tudo para com todos, com o fim de, por todos os modos, salvar alguns. Tudo faço por causa do evangelho, com o fim de me tornar cooperador com ele.”
Os versículos 19 a 23 explicam por que Paulo renuncia ao seu direito de apoio material e esclarecem sua postura em relação ao ministério de maneira geral. Ele não vê sua liberdade como uma oportunidade para buscar seus próprios interesses. Em vez disso, ele sacrifica voluntariamente sua liberdade para se tornar um escravo [edoulōsa] de todos. A palavra livre ecoa o início do capítulo 9, onde Paulo afirma sua liberdade; aqui, ele explica que a liberdade se torna o caminho para a escravidão (cf. 8:1–3; 13:1–7), o que é uma ideia bastante chocante. A verdadeira liberdade, segundo Paulo, é a liberdade de amar, de se entregar aos outros. Da mesma forma, Gálatas 5.13 “Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade; porém não useis da liberdade para dar ocasião à carne; sede, antes, servos uns dos outros, pelo amor.”
A palavra 'servir' aqui significa 'estar escravizado' (doulouete) uns aos outros. Paradoxalmente, a liberdade está atrelada aos desejos e ao benefício dos outros. O bem para o qual a liberdade é direcionada é a salvação dos outros, que é o que Paulo quer dizer com a palavra ganhar (kerdēsō).
O que é notável na primeira afirmação é que Paulo diz que se tornou como um judeu ao ministrar aos judeus. A afirmação é surpreendente porque Paulo era judeu. Sua identidade étnica como judeu, portanto, não era mais a realidade primária em sua vida; Paulo se identificava, antes de tudo, como um cristão. Ao dizer que se tornou como um judeu, a adesão à lei mosaica está especialmente em mente, e, na prática, isso seria visto especialmente na observância do sábado semanal e nas leis de pureza que os judeus seguiam. Exemplos dessa abordagem incluem a circuncisão de Timóteo (Atos 16:1–3).
Também vemos Paulo seguindo costumes judaicos ao tomar o que provavelmente foi um voto de nazireu (Atos 18:18), quando se purificou e pagou pelos votos de quatro outros em Jerusalém para refutar as alegações judaicas de que ele estava exigindo que os judeus abandonassem a lei (Atos 21:20–25).
A próxima categoria é a daqueles que ‘estão sem a lei’ (anomois, CSB), que é outra forma de descrever a vasta maioria dos gentios. Ao viver entre aqueles que não seguiam a lei, Paulo não seguia as prescrições da lei. Certamente, Paulo pensa aqui em questões como a circuncisão, o sábado e as leis de pureza.
A abstinência de Paulo em relação à lei quando estava entre os gentios não tinha a intenção de agradá-los; seu objetivo era conquistar—trazer à fé em Cristo—aqueles que não tinham a lei. A motivação de Paulo era fundamentalmente missionária, e não cultural. Isso não quer dizer que Paulo carecesse de sensibilidade às circunstâncias culturais, mas somos lembrados de que sua motivação primária era evangelística.
Schreiner: A adaptação cultural para que outros possam encontrar a salvação segue os passos de Paulo. Os cristãos não devem impor seus próprios padrões culturais a outras culturas que estão sendo conquistadas para o evangelho. No entanto, a flexibilidade cultural não é infinitamente elástica. Por exemplo, Paulo não compromete normas morais ou verdades fundamentais do evangelho.
Essa postura de Paulo é muito interessante, porque tinha aspectos da lei que Paulo poderia guardar quando quisesse e poderia também guardar. O que determinada o que ele faria era amor. Era como aquilo poderia ser útil para ganhar as almas. Ele era paciente com uma pessoa que ainda não entendia que estava livre da circuncisão, por outro lado ele pregava veementemente contra a circuncisão. Em um momento ele era mais maleável, em outro, era mais inflexível. O que ajudava Paulo a discernir e decidir esses momentos era o amor - que ele chama de Lei de Cristo, que é na prática o resumo dos Dez Mandamentos. Amar a Deus e amar ao próximo.
Schreiner: Os crentes têm direitos, mas esses direitos devem sempre ser exercidos em amor, de modo que os cristãos vivam para o benefício e a salvação dos outros. O padrão da vida de um crente deve ser cruciforme, o que significa sacrificar seu modo de vida preferido para o bem e a boa vontade dos outros.
Quando nós amamos de verdade uma pessoa, irmãos, isso nos ajuda muito a tomar nossas decisões. Cuidado, não confunda o amor. Deus derrama o seu amor em nossos corações. Deus é amor, e o verdadeiro consiste em que Ele nos amou e entregou seu Filho por nós. O amor é muito mais do que sentimento, é também um ato, um ato sacrificial, de abnegação. Essa é essencialmente a prática do amor. Por isso o perdão, a paciência, estão ali refugiados no amor. E sem amor, nada importa. Estamos adiantando um pouco do Paulo vai falar no capítulo 13, mas perceba que na verdade ele está desenvolvendo tema desde o início da carta, quando ele passa a explicar que pra que haja unidade e santidade na igreja, é preciso que haja amor.
No verso 23 Paulo esclarece que seu modo de vida não é apenas para o benefício dos outros; como ele vive como seguidor de Cristo também é importante para seu próprio bem. Paulo faz tudo em prol do evangelho. Seu objetivo é promover o evangelho em todos os lugares e de todas as maneiras. Paulo age dessa forma para que possa compartilhar de suas bênçãos.
Paulo faz uma transição aqui pra explicar que tudo isso que ele está fazendo pelos seus irmãos, a quem ele ama muito, em pra o seu próprio benefício. E aqui é muito irmãos, que a gente entenda que o que a bíblia está ensinando pra nós não é que não devemos pensar na nossa felicidade, mas que a nossa felicidade é a felicidade do outro. A nossa alegria é completa na alegria do outro. Então o ministério e o propósito de Paulo se resumem nisso: que outras pessoas sejam salvar, para que ele seja feliz. Então ele passa a falar da perseverança no ministério usando ilustrações.
1Coríntios 9.24–27 “Não sabeis vós que os que correm no estádio, todos, na verdade, correm, mas um só leva o prêmio? Correi de tal maneira que o alcanceis. Todo atleta em tudo se domina; aqueles, para alcançar uma coroa corruptível; nós, porém, a incorruptível. Assim corro também eu, não sem meta; assim luto, não como desferindo golpes no ar. Mas esmurro o meu corpo e o reduzo à escravidão, para que, tendo pregado a outros, não venha eu mesmo a ser desqualificado.”
O assunto muda para competição atlética, particularmente corrida e boxe, que Paulo aplica à vida dos crentes. Paulo provavelmente tem em mente os Jogos ístmicos, que eram realizados a cada dois anos em Corinto.
A vida cristã aqui é concebida como uma corrida, uma imagem que encontramos em outros lugares no Novo Testamento (Fil. 3:14; Heb. 12:1–2). O objetivo da corrida é receber o prêmio (brabeion), ou seja, a recompensa por vencer a corrida. Portanto, os crentes devem se esforçar ao máximo para vencer, para alcançar o prêmio. O prêmio ou a recompensa aqui é a própria vida eterna. As ilustrações dadas da vida de Israel mostram que eles não entraram na terra por causa de seu pecado (10:1–12). Então importante que Paulo interprete esse pecado, o resuma pela falta de amor ao próximo, à igreja.
Aqueles que se envolvem na competição (ho agōnizomenos) entram em um treinamento rigoroso, ou, mais literalmente, ‘[exercem] autocontrole’ (CSB) em tudo o que fazem. Eles se esforçam ao máximo para estar prontos para a corrida. A coroa que os atletas competem para ganhar é ‘perecível’ (CSB); assim, a alegria da vitória desaparece. A coroa era feita de aipo, folhas de pinheiro ou alguma outra folhagem. Os crentes, no entanto, competem para obter uma coroa ‘imperessível’.
2Timóteo 4.8 “Já agora a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, reto juiz, me dará naquele Dia; e não somente a mim, mas também a todos quantos amam a sua vinda.”
Tiago 1.12 “Bem-aventurado o homem que suporta, com perseverança, a provação; porque, depois de ter sido aprovado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor prometeu aos que o amam.”
Apocalipse 2.10 “Não temas as coisas que tens de sofrer. Eis que o diabo está para lançar em prisão alguns dentre vós, para serdes postos à prova, e tereis tribulação de dez dias. Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida.”
A imagem muda para o boxe, que era uma das competições nos Jogos ístmicos. Boxeadores eficazes não se cansam golpeando o ar, mas direcionam seus golpes contra seus oponentes. Aqui Paulo era seu próprio oponente. Paulo golpeia o próprio corpo. Assim, os crentes exercem a disciplina necessária em suas vidas, vivendo com intencionalidade e propósito.
Quando Paulo fala de golpear o próprio corpo, ele não está defendo o ascetismo, a ideia de machucar o corpo, dá chicotada no corpo etc. Mas ele tá falando de negar-se a si mesmo. De cortar de nossas vidas aquilo que nos faz pecar, que atrapalha nossa caminhada.
Hebreus 12.1–4 “Portanto, também nós, visto que temos a rodear-nos tão grande nuvem de testemunhas, desembaraçando-nos de todo peso e do pecado que tenazmente nos assedia, corramos, com perseverança, a carreira que nos está proposta, olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus. Considerai, pois, atentamente, aquele que suportou tamanha oposição dos pecadores contra si mesmo, para que não vos fatigueis, desmaiando em vossa alma. Ora, na vossa luta contra o pecado, ainda não tendes resistido até ao sangue”
Hebreus 12.11–13 “Toda disciplina, com efeito, no momento não parece ser motivo de alegria, mas de tristeza; ao depois, entretanto, produz fruto pacífico aos que têm sido por ela exercitados, fruto de justiça. Por isso, restabelecei as mãos descaídas e os joelhos trôpegos; e fazei caminhos retos para os pés, para que não se extravie o que é manco; antes, seja curado.”
Então é impressionante como o escritor aos hebreus liga isso à igreja, porque ele diz:
Hebreus 12.14–15 “Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor, atentando, diligentemente, por que ninguém seja faltoso, separando-se da graça de Deus; nem haja alguma raiz de amargura que, brotando, vos perturbe, e, por meio dela, muitos sejam contaminados;”
Paulo esmurra o seu próprio, ele nega a si mesmo, arranca seu olho e corta sua mão direita, nas palavras de Jesus, para que não venha a ser desqualificado. Irmãos, vejam como essa doutrina, do amor sacrificial, da abnegação, tem tudo a ver com a nossa salvação, com a nossa perseverança. Ele está correndo, saltando obstáculos, para alcançar o prêmio. Ele lutando para nocautear seu grande inimigo - ele mesmo. Está fazendo tudo isso pra não ser desqualificado (“adulterado, falso...”), pra que no final ele não perceba que a sua fé na verdade é falsa, é uma fé temporal. Porque a fé verdadeira segue em frente, é vitoriosa, a fé legítima não desaparece, não desiste.
Hebreus 10.39 “Nós, porém, não somos dos que retrocedem para a perdição; somos, entretanto, da fé, para a conservação da alma.”
1João 5.4 “porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé.”
Avalie hoje a sua fé. É isso que Paulo queria que os coríntios fizessem. Você tem sempre cedido aos desejos egoístas da sua carne? Você tem sempre sido dominado pelo orgulho, pela soberba, pelo individualismo? Em outro lugar Paulo diz:
2Coríntios 13.5 “Examinai-vos a vós mesmos se realmente estais na fé; provai-vos a vós mesmos. Ou não reconheceis que Jesus Cristo está em vós? Se não é que já estais reprovados.”
Isso aconteceu com Janes e Jambres:
2Timóteo 3.8 “E, do modo por que Janes e Jambres resistiram a Moisés, também estes resistem à verdade. São homens de todo corrompidos na mente, réprobos quanto à fé;”
Os falsos mestres em Tito afirmam conhecer a Deus, mas o negam pela maneira como vivem, e são ‘inaptos [adokimoi] para qualquer boa obra’.
Tito 1.16 “No tocante a Deus, professam conhecê-lo; entretanto, o negam por suas obras; é por isso que são abomináveis, desobedientes e reprovados para toda boa obra.”
Correr a corrida para vencer e competir com intensidade são necessários para ganhar a vida eterna. A perseverança é um aspecto fundamental da salvação, é um sinal, uma evidência, junto com o amor sacrificial, que abre mão dos seus direitos de bom grado. A necessidade de correr a corrida até o fim não encheu Paulo de dúvida nem abalou sua confiança. Em vez disso, a admoestação para correr a corrida o estimulou a continuar na fé, e sua perseverança fortaleceu sua confiança de que ele receberia a salvação final. Aqueles que não perseveram revelam que não eram genuínos (11:19); assim, a perseverança é a marca de um verdadeiro crente.
É assim que devemos lembrar do nossa Salvador. Nosso Senhor Jesus se sacrificou por nós, para nos salvar. Seu nome e sua obra são o fundamento da nossa salvação, da nossa perseverança e do nosso amor. Podemos amar porque ele nos amou primeiro. Podemos morrer porque ele morreu primeiro. E viveremos porque ele viveu primeiro. Está difícil lutar contra aquilo que atrapalha você? Olhe pra Cristo, contemplo o salvador em toda sua luta, em seu sangue, em sua paixão, em seu amor.
Hebreus 12.2–3 “olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus. Considerai, pois, atentamente, aquele que suportou tamanha oposição dos pecadores contra si mesmo, para que não vos fatigueis, desmaiando em vossa alma.”
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