10 Mandamentos - Cultos Domésticos
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¹ Então falou Deus todas estas palavras, dizendo:
¹ Então falou Deus todas estas palavras, dizendo:
² Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão.
² Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão.
³ Não terás outros deuses diante de mim.
³ Não terás outros deuses diante de mim.
⁴ Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra.
⁴ Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra.
⁵ Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniquidade dos pais nos filhos, até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam.
⁵ Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniquidade dos pais nos filhos, até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam.
⁶ E faço misericórdia a milhares dos que me amam e aos que guardam os meus mandamentos.
⁶ E faço misericórdia a milhares dos que me amam e aos que guardam os meus mandamentos.
⁷ Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão.
⁷ Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão.
⁸ Lembra-te do dia do sábado, para o santificar.
⁸ Lembra-te do dia do sábado, para o santificar.
⁹ Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra.
⁹ Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra.
¹ Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, ⁰nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas.
¹ Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, ⁰nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas.
¹¹ Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou.
¹¹ Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou.
¹² Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá.
¹² Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá.
¹³ Não matarás.
¹³ Não matarás.
¹⁴ Não adulterarás.
¹⁴ Não adulterarás.
¹⁵ Não furtarás.
¹⁵ Não furtarás.
¹⁶ Não dirás falso testemunho contra o teu próximo.
¹⁶ Não dirás falso testemunho contra o teu próximo.
¹⁷ Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo.
¹⁷ Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo.
Êxodo 20:1-17
Êxodo 20:1-17
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I
I
³ Não terás outros deuses diante de mim.
³ Não terás outros deuses diante de mim.
Não terás outros deuses…
Não terás outros deuses…
Aqui temos as leis da primeira tábua, como são comumente chamadas – os quatro primeiros dos dez mandamentos, que dizem respeito ao nosso dever para com Deus, e constituem um comentário sobre o primeiro grande mandamento em Marcos 12:29-30
Aqui temos as leis da primeira tábua, como são comumente chamadas – os quatro primeiros dos dez mandamentos, que dizem respeito ao nosso dever para com Deus, e constituem um comentário sobre o primeiro grande mandamento em Marcos 12:29-30
O primeiro mandamento diz respeito ao objeto da nossa adoração, Jeová, e somente Ele
O primeiro mandamento diz respeito ao objeto da nossa adoração, Jeová, e somente Ele
O primeiro mandamento exige a adoração interior [com amor, desejo, alegria, esperança e admiração]
O primeiro mandamento exige a adoração interior [com amor, desejo, alegria, esperança e admiração]
O orgulho cria um deus do ego, a cobiça cria um deus do dinheiro (Mamom), a sensualidade cria um deus do ventre. Seja o que for que estimarmos ou amarmos, temermos ou servirmos, em que nos deleitarmos ou de que dependermos, mais do que a Deus ou de Deus (seja o que for), disto nós faremos, na verdade, um deus.
O orgulho cria um deus do ego, a cobiça cria um deus do dinheiro (Mamom), a sensualidade cria um deus do ventre. Seja o que for que estimarmos ou amarmos, temermos ou servirmos, em que nos deleitarmos ou de que dependermos, mais do que a Deus ou de Deus (seja o que for), disto nós faremos, na verdade, um deus.
...diante de mim.
...diante de mim.
Nas últimas palavras, “diante de mim”, está sugerido:
Nas últimas palavras, “diante de mim”, está sugerido:
(1) Os idólatras desejam sigilo, mas será que Deus não irá descobrir tudo isto?
(1) Os idólatras desejam sigilo, mas será que Deus não irá descobrir tudo isto?
(2) Que isto é uma grande provocação a Ele; é um pecado que o desafia, na sua face.
(2) Que isto é uma grande provocação a Ele; é um pecado que o desafia, na sua face.
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II
II
⁴ Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra.
⁴ Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra.
⁵ Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniquidade dos pais nos filhos, até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam.
⁵ Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniquidade dos pais nos filhos, até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam.
⁶ E faço misericórdia a milhares dos que me amam e aos que guardam os meus mandamentos.
⁶ E faço misericórdia a milhares dos que me amam e aos que guardam os meus mandamentos.
⁴ Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra.
⁴ Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra.
⁵ Não te encurvarás a elas nem as servirás;...
⁵ Não te encurvarás a elas nem as servirás;...
O segundo mandamento diz respeito às ordenanças da adoração, ou à maneira segundo a qual Deus
O segundo mandamento diz respeito às ordenanças da adoração, ou à maneira segundo a qual Deus
deverá ser adorado, o que é adequado que Ele mesmo indique.
deverá ser adorado, o que é adequado que Ele mesmo indique.
- Assim como o primeiro mandamento exige a adoração interior [com amor, desejo, alegria, esperança e admiração], o segundo exige a adoração exterior [de louvor e oração, e solene obediência à Palavra de Deus.]
- Assim como o primeiro mandamento exige a adoração interior [com amor, desejo, alegria, esperança e admiração], o segundo exige a adoração exterior [de louvor e oração, e solene obediência à Palavra de Deus.]
O uso de imagens na igreja de Roma, hoje em dia, é tão claramente contrário ao que está escrito neste mandamento, e tão impossível de ser reconciliado com este texto, que em todos os seus catecismos e livros devocionais, que são colocados nas mãos do povo, eles omitem este mandamento, unindo a sua razão ao primeiro. E assim, ao terceiro mandamento, eles chamam segundo, ao quarto, o terceiro, e assim por diante.
O uso de imagens na igreja de Roma, hoje em dia, é tão claramente contrário ao que está escrito neste mandamento, e tão impossível de ser reconciliado com este texto, que em todos os seus catecismos e livros devocionais, que são colocados nas mãos do povo, eles omitem este mandamento, unindo a sua razão ao primeiro. E assim, ao terceiro mandamento, eles chamam segundo, ao quarto, o terceiro, e assim por diante.
“O orgulho cria um deus do ego, a cobiça cria um deus do dinheiro (Mamom), a sensualidade cria um deus do ventre. Seja o que for que estimarmos ou amarmos, temermos ou servirmos, em que nos deleitarmos ou de que dependermos, mais do que a Deus ou de Deus (seja o que for), disto nós faremos, na verdade, um deus.”, isto se manifestará na prática:
“O orgulho cria um deus do ego, a cobiça cria um deus do dinheiro (Mamom), a sensualidade cria um deus do ventre. Seja o que for que estimarmos ou amarmos, temermos ou servirmos, em que nos deleitarmos ou de que dependermos, mais do que a Deus ou de Deus (seja o que for), disto nós faremos, na verdade, um deus.”, isto se manifestará na prática:
Ego: Incorrigível
Ego: Incorrigível
Dinheiro: Avarento, Displicente com o uso do dinheiro…
Dinheiro: Avarento, Displicente com o uso do dinheiro…
Deus do Ventre: Pode ser Gula, Luxúria, amor as prazeres...
Deus do Ventre: Pode ser Gula, Luxúria, amor as prazeres...
“Um ídolo na mente é tão ofensivo a Deus quanto um ídolo na mão” - A. W. Tozer (Será que também vamos querer criar falsos deuses?)
“Um ídolo na mente é tão ofensivo a Deus quanto um ídolo na mão” - A. W. Tozer (Será que também vamos querer criar falsos deuses?)
⁵ porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso,...
⁵ porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso,...
Sendo a idolatria um adultério espiritual, como é freqüentemente retratada nas Escrituras, o desprazer de Deus com ela é, adequadamente, chamado de zelo. Deus é zeloso.
Sendo a idolatria um adultério espiritual, como é freqüentemente retratada nas Escrituras, o desprazer de Deus com ela é, adequadamente, chamado de zelo. Deus é zeloso.
⁵ visito a iniquidade dos pais nos filhos, até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam.
⁵ visito a iniquidade dos pais nos filhos, até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam.
Pergunta 7: Como Deus, em justiça, pode visitar a iniquidade dos pais sobre seus filhos? - Breve Catecismo explicado a partir das Escrituras - Thomas Vincent
Pergunta 7: Como Deus, em justiça, pode visitar a iniquidade dos pais sobre seus filhos? - Breve Catecismo explicado a partir das Escrituras - Thomas Vincent
Resposta 1: Se os filhos não seguirem os mesmos pecados dos pais, Deus não os punirá por seus pecados. “E eis que também, se ele gerar um filho que veja todos os pecados que seu pai fez e, vendo-os, não cometer coisas semelhantes. O tal não morrerá pela iniqüidade de seu pai; certamente viverá” (Ezequiel 18:14,17).
Resposta 1: Se os filhos não seguirem os mesmos pecados dos pais, Deus não os punirá por seus pecados. “E eis que também, se ele gerar um filho que veja todos os pecados que seu pai fez e, vendo-os, não cometer coisas semelhantes. O tal não morrerá pela iniqüidade de seu pai; certamente viverá” (Ezequiel 18:14,17).
Resposta 2: Se Deus visitar a iniquidade dos pais sobre seus filhos, é quando os filhos são culpados da mesma iniquidade e assim preenchem a medida, e o castigo deles é o mais justo e correto. “Porventura não é o meu caminho direito? Não são os vossos caminhos tortuosos?” (Ezequiel 18:25).
Resposta 2: Se Deus visitar a iniquidade dos pais sobre seus filhos, é quando os filhos são culpados da mesma iniquidade e assim preenchem a medida, e o castigo deles é o mais justo e correto. “Porventura não é o meu caminho direito? Não são os vossos caminhos tortuosos?” (Ezequiel 18:25).
- Embora o Senhor tolere por muito tempo um povo idólatra, Ele não o tolerará sempre, mas no máximo na quarta geração começará a visitá-lo.
- Embora o Senhor tolere por muito tempo um povo idólatra, Ele não o tolerará sempre, mas no máximo na quarta geração começará a visitá-lo.
Embora o filho não seja condenado, ele pode ser severamente punido pelo pecado de seu pai. “Deus guarda a sua iniquidade a seus filhos” (Jó 21:19); isto é, Deus guarda o castigo de sua iniquidade para seus filhos – o filho sofre pelo pecado do pai.
Embora o filho não seja condenado, ele pode ser severamente punido pelo pecado de seu pai. “Deus guarda a sua iniquidade a seus filhos” (Jó 21:19); isto é, Deus guarda o castigo de sua iniquidade para seus filhos – o filho sofre pelo pecado do pai.
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Jeroboão pensou ter estabelecido o reino por meio da adoração idólatra, mas isso trouxe a ruína sobre ele e toda a sua posteridade. 1 Reis 14:10.
Jeroboão pensou ter estabelecido o reino por meio da adoração idólatra, mas isso trouxe a ruína sobre ele e toda a sua posteridade. 1 Reis 14:10.
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A idolatria de Acabe prejudicou sua posteridade, que perdeu o reino e foi toda decapitada.
A idolatria de Acabe prejudicou sua posteridade, que perdeu o reino e foi toda decapitada.
“Tomaram os filhos do rei, e mataram setenta pessoas”. 2 Reis 10:7.
“Tomaram os filhos do rei, e mataram setenta pessoas”. 2 Reis 10:7.
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Saul perdeu o reinado para Davi e trouxe ruína sobre ele mesmo, Jônatas, e toda a sua posteridade (filhos mortos; e neto [Mefibosete, filho de Jônatas] sem reino [e talvez coxo por isso] - E os entregou na mão dos gibeonitas, os quais os enforcaram no monte, perante o SENHOR; e caíram estes sete juntamente; e foram mortos nos dias da sega, nos dias primeiros, no princípio da sega das cevadas. 2Samuel 21:1-9
Saul perdeu o reinado para Davi e trouxe ruína sobre ele mesmo, Jônatas, e toda a sua posteridade (filhos mortos; e neto [Mefibosete, filho de Jônatas] sem reino [e talvez coxo por isso] - E os entregou na mão dos gibeonitas, os quais os enforcaram no monte, perante o SENHOR; e caíram estes sete juntamente; e foram mortos nos dias da sega, nos dias primeiros, no princípio da sega das cevadas. 2Samuel 21:1-9
Há inúmeros casos no Antigo Testamento de situações em que algo acontece três vezes e então ocorre a climática uma quarta vez: Noé envia o corvo e três vezes a pomba, que, na última vez, não retorna para a arca (Gn 8.7–8,10,12); as três vezes em que Balaão interpreta mal sua mula, seguida pelo entendimento da fala da mula (Nm 22.23,25,27–28–30); a fábula de Jotão sobre as três árvores que dizem não, seguidas por uma quarta árvore que diz sim (Jz 9.8–9,10–11,12–13,14–15); Sansão revela a Dalila falsamente três vezes o segredo da sua força, mas na quarta vez fala a verdade (Jz 16.7,11,13b,17); três vezes Samuel ouve a voz de Deus pensando que é a voz de Eli, mas na quarta vez ele corretamente discerne a voz de Deus (1Sm 3,5–6,8,10); as três tragédias de Jó, que são seguidas por uma quarta tragédia que o move a afirmar, mesmo em meio ao sofrimento, que Deus controla todas as situações (Jó 1,15–16,17–18,21).
Há inúmeros casos no Antigo Testamento de situações em que algo acontece três vezes e então ocorre a climática uma quarta vez: Noé envia o corvo e três vezes a pomba, que, na última vez, não retorna para a arca (Gn 8.7–8,10,12); as três vezes em que Balaão interpreta mal sua mula, seguida pelo entendimento da fala da mula (Nm 22.23,25,27–28–30); a fábula de Jotão sobre as três árvores que dizem não, seguidas por uma quarta árvore que diz sim (Jz 9.8–9,10–11,12–13,14–15); Sansão revela a Dalila falsamente três vezes o segredo da sua força, mas na quarta vez fala a verdade (Jz 16.7,11,13b,17); três vezes Samuel ouve a voz de Deus pensando que é a voz de Eli, mas na quarta vez ele corretamente discerne a voz de Deus (1Sm 3,5–6,8,10); as três tragédias de Jó, que são seguidas por uma quarta tragédia que o move a afirmar, mesmo em meio ao sofrimento, que Deus controla todas as situações (Jó 1,15–16,17–18,21).
Também devemos observar a repetição da fórmula “por três pecados de X… mas quatro…” por Amós nos capítulos 1 e 2 do seu livro. Paul (1991:27–30) argumenta, creio que coerentemente, que essa expressão enfatiza a extensão e a finalidade do juízo de Deus contra aqueles que são culpados de ultrapassar os limites morais estabelecidos tanto pelos homens quanto pela lei de Deus.
Também devemos observar a repetição da fórmula “por três pecados de X… mas quatro…” por Amós nos capítulos 1 e 2 do seu livro. Paul (1991:27–30) argumenta, creio que coerentemente, que essa expressão enfatiza a extensão e a finalidade do juízo de Deus contra aqueles que são culpados de ultrapassar os limites morais estabelecidos tanto pelos homens quanto pela lei de Deus.
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OBS: Q. 14. What does God threaten as a testimony of his zeal for his worship?
OBS: Q. 14. What does God threaten as a testimony of his zeal for his worship?
A. To visit “the iniquity of the fathers upon the children, to the third and fourth generation of them that hate” him.
A. To visit “the iniquity of the fathers upon the children, to the third and fourth generation of them that hate” him.
Q. 15. What is it to visit the iniquity of the fathers upon the children?
Q. 15. What is it to visit the iniquity of the fathers upon the children?
A. It is to inflict punishment upon the children for the faults and offences of their fathers.
A. It is to inflict punishment upon the children for the faults and offences of their fathers.
Q. 16. Are there any scripture examples of God’s doing so?
Q. 16. Are there any scripture examples of God’s doing so?
A. As to temporal punishments there are: Seven of Saul’s sons were hanged before the Lord, for his offence in slaying the Gibeonites, 2 Sam. 21:8, 9; and for the sins of Jeroboam, his whole house was utterly extinguished, 1 Kings 15:29, 30.
A. As to temporal punishments there are: Seven of Saul’s sons were hanged before the Lord, for his offence in slaying the Gibeonites, 2 Sam. 21:8, 9; and for the sins of Jeroboam, his whole house was utterly extinguished, 1 Kings 15:29, 30.
Q. 17. Is this thought just and equal among men?
Q. 17. Is this thought just and equal among men?
A. Yes; as appears by the common practice of disinheriting the children of traitors and rebels for the treasonable practices of their fathers, in order to create a greater detestation of these crimes in others.
A. Yes; as appears by the common practice of disinheriting the children of traitors and rebels for the treasonable practices of their fathers, in order to create a greater detestation of these crimes in others.
Q. 18. Whether are temporal judgments only, or spiritual and eternal plagues also, intended in this threatening?
Q. 18. Whether are temporal judgments only, or spiritual and eternal plagues also, intended in this threatening?
A. Spiritual and eternal plagues are also intended, Matt. 25:41.
A. Spiritual and eternal plagues are also intended, Matt. 25:41.
Q. 19. How does it appear that spiritual and eternal judgments are included in this threatening?
Q. 19. How does it appear that spiritual and eternal judgments are included in this threatening?
A. It appears from this, that the punishment threatened should bear some proportion to the mercy promised; so that if the mercy promised be of a spiritual and eternal nature, the judgments threatened must be of the same kind. Q. 20. How does the scripture illustrate this?
A. It appears from this, that the punishment threatened should bear some proportion to the mercy promised; so that if the mercy promised be of a spiritual and eternal nature, the judgments threatened must be of the same kind. Q. 20. How does the scripture illustrate this?
A. By the issue of the final sentence at the great day, which is, that the wicked “go away into everlasting punishment, but the righteous into life eternal,” Matt. 25:46.
A. By the issue of the final sentence at the great day, which is, that the wicked “go away into everlasting punishment, but the righteous into life eternal,” Matt. 25:46.
Q. 21. How does it consist with the justice of God, to inflict spiritual and eternal judgments upon children for the sins of their parents?
Q. 21. How does it consist with the justice of God, to inflict spiritual and eternal judgments upon children for the sins of their parents?
A. It is entirely consistent with it; because the children punished with spiritual and eternal judgments, are only such as have shown themselves heirs to their fathers’ sins, either by copying them, Jer. 31:29, 30, or not disapproving of and mourning for them; by which means their fathers’ sins become their own, Psalm 49:13.
A. It is entirely consistent with it; because the children punished with spiritual and eternal judgments, are only such as have shown themselves heirs to their fathers’ sins, either by copying them, Jer. 31:29, 30, or not disapproving of and mourning for them; by which means their fathers’ sins become their own, Psalm 49:13.
Q. 22. How can the visiting the iniquity of the fathers upon the children be reconciled with Ezek. 18:20 — “The son shall not bear the iniquity of the father.
Q. 22. How can the visiting the iniquity of the fathers upon the children be reconciled with Ezek. 18:20 — “The son shall not bear the iniquity of the father.
A. This passage in Ezekiel is to be understood of the son who does not tread in the steps of his wicked father; as is evident from ver. 14, 17 — “If he beget a son that seeth all his father’s sins, and doth not such like, he shall not die for the iniquity of his father, he shall surely live;” whereas the threatening in this commandment respects wicked children, who copy after the example of their graceless parents, as Nadab the son of Jeroboam did, who “walked in the way of his father, and in his sin wherewith he made Israel to Sin” I Kings 15:26.
A. This passage in Ezekiel is to be understood of the son who does not tread in the steps of his wicked father; as is evident from ver. 14, 17 — “If he beget a son that seeth all his father’s sins, and doth not such like, he shall not die for the iniquity of his father, he shall surely live;” whereas the threatening in this commandment respects wicked children, who copy after the example of their graceless parents, as Nadab the son of Jeroboam did, who “walked in the way of his father, and in his sin wherewith he made Israel to Sin” I Kings 15:26.
Q. 23. How does it appear from the threatening itself, that this is the meaning?
Q. 23. How does it appear from the threatening itself, that this is the meaning?
A. Because the children on whom God visits the iniquity of their fathers are expressly said to be “the third and fourth generation of them that HATE him.”
A. Because the children on whom God visits the iniquity of their fathers are expressly said to be “the third and fourth generation of them that HATE him.”
Q. 24. Why does God threaten to visit the iniquity of the fathers upon the children, to the third and fourth generation only, of them that hate him; and not to all succeeding generations of such children?
Q. 24. Why does God threaten to visit the iniquity of the fathers upon the children, to the third and fourth generation only, of them that hate him; and not to all succeeding generations of such children?
A. Not but that the haters of God to all generations shall meet with deserved punishment; but the threatening is limited to the third and fourth generation, for a greater judgment upon wicked parents, some of whom may live to see their posterity of these generations, and to read their own sin in the punishment of their offspring whom they have seduced; as Zedekiah, for his wickedness, saw his sons, and the princes of Judah, slain before his eyes, Jer. 52:3, 10.
A. Not but that the haters of God to all generations shall meet with deserved punishment; but the threatening is limited to the third and fourth generation, for a greater judgment upon wicked parents, some of whom may live to see their posterity of these generations, and to read their own sin in the punishment of their offspring whom they have seduced; as Zedekiah, for his wickedness, saw his sons, and the princes of Judah, slain before his eyes, Jer. 52:3, 10.
Q. 25. What if such wicked parents should die, before they see their third and fourth generations?
Q. 25. What if such wicked parents should die, before they see their third and fourth generations?
A. In that case, if their consciences are not quite seared, they will die under the dread and fear of the judgments here threatened, befalling their children, Hos. 2:4; as well as of the fiery indignation which shall devour themselves, Heb. 10:27.
A. In that case, if their consciences are not quite seared, they will die under the dread and fear of the judgments here threatened, befalling their children, Hos. 2:4; as well as of the fiery indignation which shall devour themselves, Heb. 10:27.
Q. 26. May not God sometimes visit the iniquities of the breakers of this commandment upon their godly children?
Q. 26. May not God sometimes visit the iniquities of the breakers of this commandment upon their godly children?
A. He will never visit the iniquities of the fathers upon their godly children with spiritual and eternal judgments, though sometimes he may do it with temporal calamities: as no doubt many pious Israelites were carried captive to Babylon for the sins of their fathers, Lam. 5:7; which, nevertheless, was for their real good, Jer. 24:5.
A. He will never visit the iniquities of the fathers upon their godly children with spiritual and eternal judgments, though sometimes he may do it with temporal calamities: as no doubt many pious Israelites were carried captive to Babylon for the sins of their fathers, Lam. 5:7; which, nevertheless, was for their real good, Jer. 24:5.
Q. 27. What may we learn from this threatening to visit the iniquity of the fathers upon the children?
Q. 27. What may we learn from this threatening to visit the iniquity of the fathers upon the children?
A. That as nothing can be more cruel than for parents to set a bad example before their children, Jer. 9:14, 15; so the example of forefathers will not vindicate their posterity in the way of sin, particularly in the practice of any corrupt or false worship, Ezek. 20:18, 21
A. That as nothing can be more cruel than for parents to set a bad example before their children, Jer. 9:14, 15; so the example of forefathers will not vindicate their posterity in the way of sin, particularly in the practice of any corrupt or false worship, Ezek. 20:18, 21
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⁶ E faço misericórdia a milhares dos que me amam e aos que guardam os meus mandamentos.
⁶ E faço misericórdia a milhares dos que me amam e aos que guardam os meus mandamentos.
- Esta misericórdia se estenderá a milhares, muito além da ira ameaçada àqueles que o odeiam, pois esta ira somente alcança até a terceira ou quarta geração.
- Esta misericórdia se estenderá a milhares, muito além da ira ameaçada àqueles que o odeiam, pois esta ira somente alcança até a terceira ou quarta geração.
- Unto thousands, to wit, of their generations, i.e. for ever; whereas his punishment extended only to three or four of them: so far is God’s mercy exalted above his justice.
- Unto thousands, to wit, of their generations, i.e. for ever; whereas his punishment extended only to three or four of them: so far is God’s mercy exalted above his justice.
- Slm 103:17 Mas a misericórdia do SENHOR é desde a eternidade e até a eternidade sobre aqueles que o temem, e a sua justiça sobre os filhos dos filhos;
- Slm 103:17 Mas a misericórdia do SENHOR é desde a eternidade e até a eternidade sobre aqueles que o temem, e a sua justiça sobre os filhos dos filhos;
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III
III
⁷ Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão.
⁷ Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão.
⁷ Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão;…
⁷ Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão;…
O terceiro mandamento diz respeito à maneira da nossa adoração, para que seja feita com toda reverência e seriedade possível
O terceiro mandamento diz respeito à maneira da nossa adoração, para que seja feita com toda reverência e seriedade possível
Nós tomamos o nome de Deus em vão:
Nós tomamos o nome de Deus em vão:
[1] Por hipocrisia. Mencionam o nome de Cristo, mas não se afastam da iniqüidade, como este nome os obriga a fazer, o mencionam em vão. A sua adoração é vã (Mt 15.7-9), e a sua religião é vã, Tiago 1.26.
[1] Por hipocrisia. Mencionam o nome de Cristo, mas não se afastam da iniqüidade, como este nome os obriga a fazer, o mencionam em vão. A sua adoração é vã (Mt 15.7-9), e a sua religião é vã, Tiago 1.26.
[2] Pelo rompimento do concerto. Se nós fizermos promessas a Deus, comprometendo a nossa alma ao que é bom através daqueles laços, e não cumprirmos nossos juramentos ao Senhor, estaremos tomando o seu nome em vão (Mt 5.33). Isto seria uma tolice de nossa parte, e Deus não se alegra de tolos (Ec 5.4), nem se deixa escarnecer, Gálatas 6.7.
[2] Pelo rompimento do concerto. Se nós fizermos promessas a Deus, comprometendo a nossa alma ao que é bom através daqueles laços, e não cumprirmos nossos juramentos ao Senhor, estaremos tomando o seu nome em vão (Mt 5.33). Isto seria uma tolice de nossa parte, e Deus não se alegra de tolos (Ec 5.4), nem se deixa escarnecer, Gálatas 6.7.
[3] Por juramentos precipitados, mencionando o nome de Deus, ou qualquer dos seus atributos, na forma de juramento, sem nenhuma ocasião apropriada para isto, nem a devida concentração da mente para isto, mas como simples palavras, sem nenhum objetivo nem boa intenção.
[3] Por juramentos precipitados, mencionando o nome de Deus, ou qualquer dos seus atributos, na forma de juramento, sem nenhuma ocasião apropriada para isto, nem a devida concentração da mente para isto, mas como simples palavras, sem nenhum objetivo nem boa intenção.
[4] Usando o nome de Deus levianamente e descuidadamente, e sem nenhuma consideração pela sua tremenda importância. Quando elas são transformadas em encantamentos ou magias, ou em brincadeiras, o nome de Deus é tomado em vão. OBS: Ler também Thomas Watson
[4] Usando o nome de Deus levianamente e descuidadamente, e sem nenhuma consideração pela sua tremenda importância. Quando elas são transformadas em encantamentos ou magias, ou em brincadeiras, o nome de Deus é tomado em vão. OBS: Ler também Thomas Watson
⁷ ...; porque o Senhor não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão.
⁷ ...; porque o Senhor não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão.
Eu, por enquanto, entendo como punição ao ponto [1] Por hipocrisia; por ser um pecado proposital e consciente.
Eu, por enquanto, entendo como punição ao ponto [1] Por hipocrisia; por ser um pecado proposital e consciente.
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IV
IV
⁸ Lembra-te do dia do sábado, para o santificar.
⁸ Lembra-te do dia do sábado, para o santificar.
⁹ Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra.
⁹ Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra.
¹ Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, ⁰nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas.
¹ Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, ⁰nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas.
¹¹ Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou.
¹¹ Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou.
Walter:
Walter:
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Não se cumpre o shabat como os judeus ortodoxos, mas os cristãos adquiriram a excelente prática de reservar um dia na semana para dedicar a Deus. Sem o ritualismo do mandamento, mas pela importância de consagrar-se e agradecer.
Não se cumpre o shabat como os judeus ortodoxos, mas os cristãos adquiriram a excelente prática de reservar um dia na semana para dedicar a Deus. Sem o ritualismo do mandamento, mas pela importância de consagrar-se e agradecer.
O quarto mandamento diz respeito à ocasião de adoração. Deus deve ser servido e honrado diariamente. Mas um dia, em sete, deve ser especialmente dedicado à sua honra e ao seu serviço.
O quarto mandamento diz respeito à ocasião de adoração. Deus deve ser servido e honrado diariamente. Mas um dia, em sete, deve ser especialmente dedicado à sua honra e ao seu serviço.
No primeiro Dia da Semana, Cristo ressuscitou neste dia (João 20.1); apareceu aos discípulos sempre neste dia (João 20.19, 26; Lucas 24.13); derramou Seu Espírito nesse dia (Atos 2.1). Nesse dia, a Igreja se reunia (Atos 20.7; 1 Coríntios 16.2); nesse dia, revelou a João o Livro de Apocalipse, chamando-o de Dia do Senhor (Apocalipse 1.10), e assim como a ceia do Senhor substituiu a Páscoa e o batismo substituiu a circuncisão, os crentes no Senhor Jesus Cristo ressurreto reuniam-se no primeiro dia da semana
No primeiro Dia da Semana, Cristo ressuscitou neste dia (João 20.1); apareceu aos discípulos sempre neste dia (João 20.19, 26; Lucas 24.13); derramou Seu Espírito nesse dia (Atos 2.1). Nesse dia, a Igreja se reunia (Atos 20.7; 1 Coríntios 16.2); nesse dia, revelou a João o Livro de Apocalipse, chamando-o de Dia do Senhor (Apocalipse 1.10), e assim como a ceia do Senhor substituiu a Páscoa e o batismo substituiu a circuncisão, os crentes no Senhor Jesus Cristo ressurreto reuniam-se no primeiro dia da semana
- Dia do Senhor, o Sabbath
- Dia do Senhor, o Sabbath
"Sábado" (Hebraico Sabbath) não significa "sétimo dia"; mas sim "descanso"É de caráter moral e perpétuo devido:
"Sábado" (Hebraico Sabbath) não significa "sétimo dia"; mas sim "descanso"É de caráter moral e perpétuo devido:
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Ao seu vínculo com a criação (Gn 2.3) e os 10 Mandamentos (e Êxodo 16:4-30);
Ao seu vínculo com a criação (Gn 2.3) e os 10 Mandamentos (e Êxodo 16:4-30);
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Decorrente da obra de redenção realizada por Deus em Jesus e completada na sua ressurreição (Explicado em Hebreus)Obras de necessidade: São aquelas que não podem ser evitadas nem adiada para um outro dia. Se uma casa pegar fogo as chamas têm de ser apagadas imediatamente; essa é uma obra de necessidade e não viola o sábado. Os animais domésticos têm de receber comida e água, essas tarefas são necessárias porque não podem ser adiadas; elas não violam o sábado. Até mesmo certas tarefas que podem ser adiadas podem ser feitas devidamente no sábado, se visam a eliminar outro trabalho maior nesse dia; seria legítimo gastar quinze minutos no conserto de um carro para evitar o gasto maior caminhando para ir à igreja, porque no final isso totaliza um menor volume de trabalho no dia de Sábado.Esse era o princípio do ano de descanso dado à terra:
Decorrente da obra de redenção realizada por Deus em Jesus e completada na sua ressurreição (Explicado em Hebreus)Obras de necessidade: São aquelas que não podem ser evitadas nem adiada para um outro dia. Se uma casa pegar fogo as chamas têm de ser apagadas imediatamente; essa é uma obra de necessidade e não viola o sábado. Os animais domésticos têm de receber comida e água, essas tarefas são necessárias porque não podem ser adiadas; elas não violam o sábado. Até mesmo certas tarefas que podem ser adiadas podem ser feitas devidamente no sábado, se visam a eliminar outro trabalho maior nesse dia; seria legítimo gastar quinze minutos no conserto de um carro para evitar o gasto maior caminhando para ir à igreja, porque no final isso totaliza um menor volume de trabalho no dia de Sábado.Esse era o princípio do ano de descanso dado à terra:
“Lev 25:20 E se disserdes: Que comeremos no ano sétimo? eis que não havemos de semear nem fazer a nossa colheita;
“Lev 25:20 E se disserdes: Que comeremos no ano sétimo? eis que não havemos de semear nem fazer a nossa colheita;
Lev 25:21 Então eu mandarei a minha bênção sobre vós no sexto ano, para que dê fruto por três anos,
Lev 25:21 Então eu mandarei a minha bênção sobre vós no sexto ano, para que dê fruto por três anos,
Lev 25:22 E no oitavo ano semeareis, e comereis da colheita velha até ao ano nono; até que venha a nova colheita, comereis a velha.
Lev 25:22 E no oitavo ano semeareis, e comereis da colheita velha até ao ano nono; até que venha a nova colheita, comereis a velha.
Êxo 16:5 E acontecerá, no sexto dia, que prepararão o que colherem; e será o dobro do que colhem cada dia
Êxo 16:5 E acontecerá, no sexto dia, que prepararão o que colherem; e será o dobro do que colhem cada dia
Estas passagens dizem respeito ao fato de que, ainda que os homens trabalhem arduamente durante seis dias na semana, é Deus quem os sustenta. O dia de Descanso é o dia em que aquele que é Deus é reconhecido como Criador e Redentor dos homens, aquele que tudo provê, pois:
Estas passagens dizem respeito ao fato de que, ainda que os homens trabalhem arduamente durante seis dias na semana, é Deus quem os sustenta. O dia de Descanso é o dia em que aquele que é Deus é reconhecido como Criador e Redentor dos homens, aquele que tudo provê, pois:
"Se o SENHOR não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o SENHOR não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela. Inútil vos será levantar-se de madrugada, repousar tarde, comer o pão que penosamente granjeastes; aos seus amados ele o dá enquanto dormem". Slm 127:1-2
"Se o SENHOR não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o SENHOR não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela. Inútil vos será levantar-se de madrugada, repousar tarde, comer o pão que penosamente granjeastes; aos seus amados ele o dá enquanto dormem". Slm 127:1-2
- Supõe-se que o sábado tenha sido instituído antes disto. Nós lemos sobre Deus abençoando e santificando um sétimo dia desde o início (Gn 2.3), de modo que isto não era a promulgação de uma nova lei, mas a exigência do cumprimento de uma lei antiga; Deus, ao abençoá-lo, tornou-o santo. E eles, ao observá-lo solenemente, deveriam santificá-lo, e não dedicá-lo a nenhum outro objetivo diferente daquele pelo qual a diferença entre este e os outros dias fora instituída.
- Supõe-se que o sábado tenha sido instituído antes disto. Nós lemos sobre Deus abençoando e santificando um sétimo dia desde o início (Gn 2.3), de modo que isto não era a promulgação de uma nova lei, mas a exigência do cumprimento de uma lei antiga; Deus, ao abençoá-lo, tornou-o santo. E eles, ao observá-lo solenemente, deveriam santificá-lo, e não dedicá-lo a nenhum outro objetivo diferente daquele pelo qual a diferença entre este e os outros dias fora instituída.
“Lembra-te”...
“Lembra-te”...
Isto sugere que o dia de repouso e adoração tinha sido instituído e guardado anteriormente. Mas na sua escravidão no Egito eles tinham perdido a contagem dos dias, ou tinham sido refreados por seus capatazes, ou, por meio de uma grande degeneração e indiferença com a religião, tinham deixado de guardar o dia de repouso e adoração, e por isto era essencial que fossem lembrados
Isto sugere que o dia de repouso e adoração tinha sido instituído e guardado anteriormente. Mas na sua escravidão no Egito eles tinham perdido a contagem dos dias, ou tinham sido refreados por seus capatazes, ou, por meio de uma grande degeneração e indiferença com a religião, tinham deixado de guardar o dia de repouso e adoração, e por isto era essencial que fossem lembrados
disto. Observe que os deveres negligenciados continuam sendo deveres, apesar da nossa negligência. Isto também evidencia que nós somos capazes de esquecê-los se não estivemos preocupados em lembrá-los. Alguns julgam que isto indica a preparação que devemos fazer para o dia de repouso. Nós devemos pensar nele antes que ele chegue, para que, quando ele realmente chegar, possamos conservá-lo santo e cumprir o dever que temos em relação a ele.
disto. Observe que os deveres negligenciados continuam sendo deveres, apesar da nossa negligência. Isto também evidencia que nós somos capazes de esquecê-los se não estivemos preocupados em lembrá-los. Alguns julgam que isto indica a preparação que devemos fazer para o dia de repouso. Nós devemos pensar nele antes que ele chegue, para que, quando ele realmente chegar, possamos conservá-lo santo e cumprir o dever que temos em relação a ele.
Os motivos deste mandamento. [1] Nós temos tempo suficiente para nós mesmos nestes seis dias, e no sétimo dia devemos servir a Deus. E temos tempo suficiente para nos cansarmos, e no sétimo é uma bondade para nós que sejamos obrigados a descansar. [2] E o dia do Senhor: é o dia de repouso e adoração ao Senhor teu Deus, não somente instituído por Ele, mas consagrado a Ele. É sacrilégio aliená-lo. A sua santificação é uma obrigação. [3] Ele tem a intenção de ser um memorial da criação do mundo, e, portanto, deve ser observado para a glória do Criador, como uma motivação para servi-lo e um incentivo para que confiemos naquele que criou o céu e a terra. O sábado começou no final da obra da criação, e assim começará o sábado eterno, no final da obra de providência e redenção. E nós observamos o dia de repouso e adoração semanal nesta expectativa, e também lembrando-nos do anterior, e nos dois casos procedendo em conformidade com aquele a quem adoramos. [5] Ele mesmo abençoou o dia de repouso e adoração e o santificou. Ele o honrou, consagrando-o para si mesmo; é um dia do Senhor, santo e honroso: e Ele coroou o dia de repouso e adoração com bênçãos, as quais Ele nos encorajou a esperar dele, na observância religiosa deste dia. É o dia que o Senhor fez, não devemos fazer o que pudermos para desfazê-lo.
Os motivos deste mandamento. [1] Nós temos tempo suficiente para nós mesmos nestes seis dias, e no sétimo dia devemos servir a Deus. E temos tempo suficiente para nos cansarmos, e no sétimo é uma bondade para nós que sejamos obrigados a descansar. [2] E o dia do Senhor: é o dia de repouso e adoração ao Senhor teu Deus, não somente instituído por Ele, mas consagrado a Ele. É sacrilégio aliená-lo. A sua santificação é uma obrigação. [3] Ele tem a intenção de ser um memorial da criação do mundo, e, portanto, deve ser observado para a glória do Criador, como uma motivação para servi-lo e um incentivo para que confiemos naquele que criou o céu e a terra. O sábado começou no final da obra da criação, e assim começará o sábado eterno, no final da obra de providência e redenção. E nós observamos o dia de repouso e adoração semanal nesta expectativa, e também lembrando-nos do anterior, e nos dois casos procedendo em conformidade com aquele a quem adoramos. [5] Ele mesmo abençoou o dia de repouso e adoração e o santificou. Ele o honrou, consagrando-o para si mesmo; é um dia do Senhor, santo e honroso: e Ele coroou o dia de repouso e adoração com bênçãos, as quais Ele nos encorajou a esperar dele, na observância religiosa deste dia. É o dia que o Senhor fez, não devemos fazer o que pudermos para desfazê-lo.
Ele o abençoou, honrou e santificou, e não devemos profanar, desonrar e igualar aos outros dias aquilo que a bênção de Deus dignificou e distinguiu.
Ele o abençoou, honrou e santificou, e não devemos profanar, desonrar e igualar aos outros dias aquilo que a bênção de Deus dignificou e distinguiu.
- Citar Isaías 58:13-14 como encorajamento da prosperidade
- Citar Isaías 58:13-14 como encorajamento da prosperidade
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V
V
¹² Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá.
¹² Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá.
- Palavras para a Sogra
- Palavras para a Sogra
Aqui temos as leis da segunda tábua, como são comumente chamadas – os seis últimos dos dez mandamentos, que dizem respeito ao nosso dever, para com nós mesmos e uns com os outros, e constituem um comentário sobre o segundo grande mandamento: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo”. Marcos 12:31
Aqui temos as leis da segunda tábua, como são comumente chamadas – os seis últimos dos dez mandamentos, que dizem respeito ao nosso dever, para com nós mesmos e uns com os outros, e constituem um comentário sobre o segundo grande mandamento: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo”. Marcos 12:31
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VI
VI
¹³ Não matarás.
¹³ Não matarás.
O sexto mandamento diz respeito à nossa vida, e à do nosso próximo
O sexto mandamento diz respeito à nossa vida, e à do nosso próximo
Este mandamento não proíbe matar, em guerra lícita, nem em nossa legítima defesa, nem a condenação à morte proferida pelos magistrados nos países que praticam a pena capital, pois estas providências visam a preservação da vida. Mas proíbe toda a maldade e ódio a qualquer pessoa (pois aquele que odeia seu irmão é um assassino), como também toda vingança pessoal que daí surja. Além de toda ira irrefletida por causa de repentinas provocações, e injúrias feitas ou ditas, ou que pretendiam ser feitas, quando os ânimos estão acalorados. O nosso Salvador explicou este mandamento, Mateus 5:21-22.
Este mandamento não proíbe matar, em guerra lícita, nem em nossa legítima defesa, nem a condenação à morte proferida pelos magistrados nos países que praticam a pena capital, pois estas providências visam a preservação da vida. Mas proíbe toda a maldade e ódio a qualquer pessoa (pois aquele que odeia seu irmão é um assassino), como também toda vingança pessoal que daí surja. Além de toda ira irrefletida por causa de repentinas provocações, e injúrias feitas ou ditas, ou que pretendiam ser feitas, quando os ânimos estão acalorados. O nosso Salvador explicou este mandamento, Mateus 5:21-22.
Mat 5:21 Ouvistes que foi dito aos antigos: Não matarás; mas qualquer que matar será réu de juízo.
Mat 5:21 Ouvistes que foi dito aos antigos: Não matarás; mas qualquer que matar será réu de juízo.
Mat 5:22 Eu, porém, vos digo que qualquer que, sem motivo, se encolerizar contra seu irmão, será réu de juízo; e qualquer que disser a seu irmão: Raca, será réu do sinédrio; e qualquer que lhe disser: Louco, será réu do fogo do inferno.
Mat 5:22 Eu, porém, vos digo que qualquer que, sem motivo, se encolerizar contra seu irmão, será réu de juízo; e qualquer que disser a seu irmão: Raca, será réu do sinédrio; e qualquer que lhe disser: Louco, será réu do fogo do inferno.
Este era realmente o erro fundamental dos professores judeus, dizer que a lei divina proibia somente o ato pecaminoso, e não o pensamento pecaminoso; eles estavam inclinados a descansar na letra da lei, e nunca investigaram o seu significado espiritual. (Paulo, embora sendo um fariseu, não o fez, até que, pela chave do décimo mandamento, a graça divina o levou ao conhecimento da natureza divina de todas as demais coisas [Rm 7.7,14].)
Este era realmente o erro fundamental dos professores judeus, dizer que a lei divina proibia somente o ato pecaminoso, e não o pensamento pecaminoso; eles estavam inclinados a descansar na letra da lei, e nunca investigaram o seu significado espiritual. (Paulo, embora sendo um fariseu, não o fez, até que, pela chave do décimo mandamento, a graça divina o levou ao conhecimento da natureza divina de todas as demais coisas [Rm 7.7,14].)
1. Cristo lhes diz que a ira irrefletida é assassinato no coração (v. 22). “Qualquer que, sem motivo, se encolerizar contra seu irmão” estará infringindo o sexto mandamento.
1. Cristo lhes diz que a ira irrefletida é assassinato no coração (v. 22). “Qualquer que, sem motivo, se encolerizar contra seu irmão” estará infringindo o sexto mandamento.
Aqui, por “seu irmão” devemos entender qualquer pessoa, mesmo que se trate de alguém inferior a nós, como uma criança ou um servo, pois todos nós somos feitos de um único sangue. A ira é uma paixão natural; existem casos nos quais ela é lícita e salutar; mas é pecaminosa, quando nos iramos sem motivo. A palavra é eike, que significa sem causa, sem nenhum bom efeito, e sem moderação.
Aqui, por “seu irmão” devemos entender qualquer pessoa, mesmo que se trate de alguém inferior a nós, como uma criança ou um servo, pois todos nós somos feitos de um único sangue. A ira é uma paixão natural; existem casos nos quais ela é lícita e salutar; mas é pecaminosa, quando nos iramos sem motivo. A palavra é eike, que significa sem causa, sem nenhum bom efeito, e sem moderação.
Como conseqüência, a ira é pecaminosa:
Como conseqüência, a ira é pecaminosa:
(1) Quando ocorre sem nenhuma provocação justa; seja por nenhuma causa, ou nenhuma boa causa, ou nenhuma causa justa e adequada; quando nos iramos com as crianças ou com os servos por aquilo que não pôde ser evitado, que foi somente uma questão de esquecimento ou de engano, de que nós mesmos poderíamos ser facilmente culpados, e pelo que não ficaríamos irados conosco; quando nos iramos devido a suspeitas infundadas ou por ofensas banais que nem merecem ser mencionadas.
(1) Quando ocorre sem nenhuma provocação justa; seja por nenhuma causa, ou nenhuma boa causa, ou nenhuma causa justa e adequada; quando nos iramos com as crianças ou com os servos por aquilo que não pôde ser evitado, que foi somente uma questão de esquecimento ou de engano, de que nós mesmos poderíamos ser facilmente culpados, e pelo que não ficaríamos irados conosco; quando nos iramos devido a suspeitas infundadas ou por ofensas banais que nem merecem ser mencionadas.
(2) Quando a ira ocorre sem visar nenhuma boa finalidade, meramente para mostrar a nossa autoridade, para satisfazer uma paixão bruta, para fazer com que as pessoas conheçam os nossos ressentimentos e para nos motivar à vingança; nestes casos, a ira é vã, e só se destina a magoar.
(2) Quando a ira ocorre sem visar nenhuma boa finalidade, meramente para mostrar a nossa autoridade, para satisfazer uma paixão bruta, para fazer com que as pessoas conheçam os nossos ressentimentos e para nos motivar à vingança; nestes casos, a ira é vã, e só se destina a magoar.
Se em alguma ocasião estivermos irados, isto deverá se destinar a despertar o ofensor ao arrependimento, e a evitar que ele repita outra vez o que fez; e para advertir aos outros.
Se em alguma ocasião estivermos irados, isto deverá se destinar a despertar o ofensor ao arrependimento, e a evitar que ele repita outra vez o que fez; e para advertir aos outros.
(3) Quando ela ultrapassa os limites. Quando somos duros e teimosos na nossa ira, violentos e veementes, cruéis e perversos, e procuramos ferir aqueles que nos desagradaram.
(3) Quando ela ultrapassa os limites. Quando somos duros e teimosos na nossa ira, violentos e veementes, cruéis e perversos, e procuramos ferir aqueles que nos desagradaram.
Isto representa uma infração ao sexto mandamento, pois aquele que se ira desta maneira chegaria
Isto representa uma infração ao sexto mandamento, pois aquele que se ira desta maneira chegaria
a matar, se pudesse. Um homem deu o primeiro passo em direção a isto; quando Caim matou seu irmão, tudo começou com a ira; ele é um assassino aos olhos de Deus, que conhece o seu coração; pois é do coração que procede o assassinato (cap. 15.19).
a matar, se pudesse. Um homem deu o primeiro passo em direção a isto; quando Caim matou seu irmão, tudo começou com a ira; ele é um assassino aos olhos de Deus, que conhece o seu coração; pois é do coração que procede o assassinato (cap. 15.19).
2. Cristo lhes diz que o uso de uma linguagem ultrajante com o nosso irmão é o assassinato pela língua (chamá- lo de raca, e chamá-lo de louco). Quando isto é feito com moderação e com uma boa finalidade, para convencer os outros da sua vaidade e das suas tolices, não é pecaminoso.
2. Cristo lhes diz que o uso de uma linguagem ultrajante com o nosso irmão é o assassinato pela língua (chamá- lo de raca, e chamá-lo de louco). Quando isto é feito com moderação e com uma boa finalidade, para convencer os outros da sua vaidade e das suas tolices, não é pecaminoso.
Assim, Tiago diz: “O homem vão” (Tg 2.20), e Paulo diz: “ Insensato” (1 Co 15.36), e o próprio Cristo diz: “ Ó néscios e tardos de coração” (Lc 24.25). Mas quando isto nasce da ira e da maldade interior, é a fumaça daquele fogo que arde no inferno, e se enquadra na mesma característica;
Assim, Tiago diz: “O homem vão” (Tg 2.20), e Paulo diz: “ Insensato” (1 Co 15.36), e o próprio Cristo diz: “ Ó néscios e tardos de coração” (Lc 24.25). Mas quando isto nasce da ira e da maldade interior, é a fumaça daquele fogo que arde no inferno, e se enquadra na mesma característica;
(1) Raca é uma palavra de desdém, que se origina no orgulho. “Zombador é o teu nome” , é como Salomão chama aqueles que tratam com indignação e soberba (Pv 21.24), que desdenham do irmão para equipará-lo aos cães que possuem. “Esta multidão, que não sabe a lei, é maldita” (Jo 7.49).
(1) Raca é uma palavra de desdém, que se origina no orgulho. “Zombador é o teu nome” , é como Salomão chama aqueles que tratam com indignação e soberba (Pv 21.24), que desdenham do irmão para equipará-lo aos cães que possuem. “Esta multidão, que não sabe a lei, é maldita” (Jo 7.49).
(2) “Louco” é uma palavra de rancor, que nasce do ódio; considerando a pessoa não somente comum e indigna de ser honrada, mas como uma pessoa odiosa e indigna de ser amada; “Tu, homem iníquo, réprobo”. A primeira palavra fala de um homem desprovido de razão; ela (em termos das Escrituras) fala de um homem sem graça; quanto mais a censura tocar a sua condição espiritual, pior será; a primeira é uma zombaria arrogante do nosso irmão; esta é uma censura maldosa e uma condenação a ele, como se estivesse abandonado por Deus. Esta é uma infração do sexto mandamento; calúnias maldosas e críticas são veneno, sob a língua, que mata secreta e lentamente. As palavras amargas são como flechas que matam repentinamente (SI 64.3), ou como uma espada nos ossos. O bom nome do nosso próximo, que é melhor do que a vida, é, desta forma, esfaqueado e assassinado; e esta é uma evidência de uma má intenção para com o nosso próximo, a ponto de atingirmos a sua vida, se pudéssemos fazê-lo.
(2) “Louco” é uma palavra de rancor, que nasce do ódio; considerando a pessoa não somente comum e indigna de ser honrada, mas como uma pessoa odiosa e indigna de ser amada; “Tu, homem iníquo, réprobo”. A primeira palavra fala de um homem desprovido de razão; ela (em termos das Escrituras) fala de um homem sem graça; quanto mais a censura tocar a sua condição espiritual, pior será; a primeira é uma zombaria arrogante do nosso irmão; esta é uma censura maldosa e uma condenação a ele, como se estivesse abandonado por Deus. Esta é uma infração do sexto mandamento; calúnias maldosas e críticas são veneno, sob a língua, que mata secreta e lentamente. As palavras amargas são como flechas que matam repentinamente (SI 64.3), ou como uma espada nos ossos. O bom nome do nosso próximo, que é melhor do que a vida, é, desta forma, esfaqueado e assassinado; e esta é uma evidência de uma má intenção para com o nosso próximo, a ponto de atingirmos a sua vida, se pudéssemos fazê-lo.
3. Jesus lhes diz que não importa o uso que eles façam desses pecados, certamente eles lhes serão computados. Alguns pensam, em alusão às punições usadas nos diversos tribunais de julgamento entre os judeus, que Cristo mostra que o pecado da ira irrefletida expõe os homens a punições mais graves ou menos graves, de acordo com os graus da sua origem. Os judeus tinham três penas capitais, uma pior que a outra: a decapitação, que era imposta pelo julgamento; o apedrejamento, pelo conselho ou pelo Sinédrio; e o fogo no vale de Hinom, que só era usado em casos extraordinários. Isto significa, portanto, que a ira irrefletida e a linguagem ofensiva são pecados condenáveis; mas alguns são mais pecaminosos que outros, e, de maneira correspondente, existe uma condenação mais severa, e uma punição mais amarga reservada a estes. Assim, ao mostrar a punição mais temível, Cristo mostra que pecado é o mais grave.
3. Jesus lhes diz que não importa o uso que eles façam desses pecados, certamente eles lhes serão computados. Alguns pensam, em alusão às punições usadas nos diversos tribunais de julgamento entre os judeus, que Cristo mostra que o pecado da ira irrefletida expõe os homens a punições mais graves ou menos graves, de acordo com os graus da sua origem. Os judeus tinham três penas capitais, uma pior que a outra: a decapitação, que era imposta pelo julgamento; o apedrejamento, pelo conselho ou pelo Sinédrio; e o fogo no vale de Hinom, que só era usado em casos extraordinários. Isto significa, portanto, que a ira irrefletida e a linguagem ofensiva são pecados condenáveis; mas alguns são mais pecaminosos que outros, e, de maneira correspondente, existe uma condenação mais severa, e uma punição mais amarga reservada a estes. Assim, ao mostrar a punição mais temível, Cristo mostra que pecado é o mais grave.
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VII
VII
¹⁴ Não adulterarás.
¹⁴ Não adulterarás.
O sétimo mandamento diz respeito à nossa própria castidade, bem como à do nosso vizinho
O sétimo mandamento diz respeito à nossa própria castidade, bem como à do nosso vizinho
Cristo nos diz que tais atitudes são proibidas por este mandamento, Mateus 5:27-28.
Cristo nos diz que tais atitudes são proibidas por este mandamento, Mateus 5:27-28.
“A primeira olhada é coincidência, a segunda é concupiscência” - Walter Filho
“A primeira olhada é coincidência, a segunda é concupiscência” - Walter Filho
- E se olhar é cobiçar, aqueles que se vestem e se enfeitam, e se exibem, com o desejo de serem vistos e desejados (como Jezabel, que pintou o rosto, enfeitou a cabeça, e olhou pela janela) não são menos culpados.
- E se olhar é cobiçar, aqueles que se vestem e se enfeitam, e se exibem, com o desejo de serem vistos e desejados (como Jezabel, que pintou o rosto, enfeitou a cabeça, e olhou pela janela) não são menos culpados.
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VIII
VIII
¹⁵ Não furtarás.
¹⁵ Não furtarás.
O oitavo mandamento diz respeito à nossa riqueza, às nossas propriedades e aos nossos bens, como aos do nosso próximo
O oitavo mandamento diz respeito à nossa riqueza, às nossas propriedades e aos nossos bens, como aos do nosso próximo
Este mandamento nos proíbe:
Este mandamento nos proíbe:
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Roubar a nós mesmos o que temos, com gastos pecaminosos;
Roubar a nós mesmos o que temos, com gastos pecaminosos;
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Deixando de devolver o que é emprestado ou encontrado;
Deixando de devolver o que é emprestado ou encontrado;
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Retendo dívidas justas, aluguéis ou salários;
Retendo dívidas justas, aluguéis ou salários;
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Roubando a receita pública; ou
Roubando a receita pública; ou
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Aquilo que é dedicado ao serviço da religião.
Aquilo que é dedicado ao serviço da religião.
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IX
IX
¹⁶ Não dirás falso testemunho contra o teu próximo.
¹⁶ Não dirás falso testemunho contra o teu próximo.
O nono mandamento diz respeito ao nosso próprio bom nome, e ao do nosso próximo
O nono mandamento diz respeito ao nosso próprio bom nome, e ao do nosso próximo
Este mandamento nos proíbe:
Este mandamento nos proíbe:
1. Falar falsamente sobre qualquer assunto, com mentiras, com equívocos intencionais, e de qualquer maneira planejada para enganar o nosso próximo.
1. Falar falsamente sobre qualquer assunto, com mentiras, com equívocos intencionais, e de qualquer maneira planejada para enganar o nosso próximo.
2. Falar injustamente contra o nosso próximo, para o prejuízo da sua reputação. E (o que envolve a culpa de ambos):
2. Falar injustamente contra o nosso próximo, para o prejuízo da sua reputação. E (o que envolve a culpa de ambos):
3. Dar falsos testemunhos contra ele, acusando-o de coisas de que ele não tem conhecimento, seja judicialmente, sob juramento (com o que são infringidos o terceiro e o sexto mandamento, além deste). Ou extrajudicialmente, em conversação comum, caluniando, difamando, inventando estórias, piorando o que é feito erroneamente e tornando-o pior do que já é, e de alguma maneira empenhando-se em aumentar a sua própria reputação sobre a ruína da do seu próximo.
3. Dar falsos testemunhos contra ele, acusando-o de coisas de que ele não tem conhecimento, seja judicialmente, sob juramento (com o que são infringidos o terceiro e o sexto mandamento, além deste). Ou extrajudicialmente, em conversação comum, caluniando, difamando, inventando estórias, piorando o que é feito erroneamente e tornando-o pior do que já é, e de alguma maneira empenhando-se em aumentar a sua própria reputação sobre a ruína da do seu próximo.
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X
X
¹⁷ Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo.
¹⁷ Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo.
Este mandamento proíbe qualquer desejo desenfreado de ter aquilo que será uma satisfação para nós mesmos.
Este mandamento proíbe qualquer desejo desenfreado de ter aquilo que será uma satisfação para nós mesmos.
“Oh! Se a casa deste homem fosse minha! Se a mulher daquele fosse minha! Se a propriedade deste fosse minha!” Esta é, certamente, a linguagem do descontentamento com a nossa própria sorte, e inveja da do nosso próximo. E estes são principalmente os pecados que são proibidos aqui.
“Oh! Se a casa deste homem fosse minha! Se a mulher daquele fosse minha! Se a propriedade deste fosse minha!” Esta é, certamente, a linguagem do descontentamento com a nossa própria sorte, e inveja da do nosso próximo. E estes são principalmente os pecados que são proibidos aqui.
O apóstolo Paulo, quando a graça de Deus fez com que caíssem escamas dos seus olhos, percebeu que esta lei: “Não cobiçarás”, proibia todos os desejos irregulares que são os primogênitos da natureza corrupta, o primeiro despertar do pecado que reside em nós, e o início de todo o pecado que é cometido por nós. Esta é aquela luxúria, diz ele, cujo mal ele não teria conhecido, se este mandamento, quando veio à sua consciência, não lhe tivesse mostrado, Romanos 7.7. “Que Deus nos dê, a todos, vermos o nosso rosto na espelho desta lei, e a colocar nossos corações sob o seu governo!” – Matthew Henry
O apóstolo Paulo, quando a graça de Deus fez com que caíssem escamas dos seus olhos, percebeu que esta lei: “Não cobiçarás”, proibia todos os desejos irregulares que são os primogênitos da natureza corrupta, o primeiro despertar do pecado que reside em nós, e o início de todo o pecado que é cometido por nós. Esta é aquela luxúria, diz ele, cujo mal ele não teria conhecido, se este mandamento, quando veio à sua consciência, não lhe tivesse mostrado, Romanos 7.7. “Que Deus nos dê, a todos, vermos o nosso rosto na espelho desta lei, e a colocar nossos corações sob o seu governo!” – Matthew Henry
