Marcos 13 - O Sermão profético de Jesus (Monte das Oliveiras)

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Introdução

Vimos até aqui, que Jesus está na cidade de Jerusalém por causa da festa da páscoa. Ele havia chego na Sexta Feira anterior a PO Sermão profético de Jesus (Monte das Oliveiras)áscoa, ou seja, sete dias antes e havia se hospedado na cidade de Betânia.
No Domingo ele entrou na cidade de Jerusalém sendo aclamado pela multidão e retornou a Betânia.
Na Segunda Feira ele amaldiçoou a figueira (Parábola de Ação em relação ao juízo de Jerusalém) e entrou no templo, expulsou os vendilhões e derrubou a mesa dos cambistas em outra parabola de Ação afim de julgar o templo.
E aqui nós precisamos entender algo. Há vinda de Jesus tinha dois propósitos centrais.
1 - Encerrar a antiga aliança, julgando a nação de Israel por causa de sua infidelidade.
2 - Estabelecer uma Nova Aliança, cumprindo as profecias do antigo testamento em que Israel tinha um chamado para ser uma luz aos gentios.
É por isso que quando João Batista aparece no deserto pregando ele declara:
Mateus 3.7–10 ARA
7 Vendo ele, porém, que muitos fariseus e saduceus vinham ao batismo, disse-lhes: Raça de víboras, quem vos induziu a fugir da ira vindoura? 8 Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento; 9 e não comeceis a dizer entre vós mesmos: Temos por pai a Abraão; porque eu vos afirmo que destas pedras Deus pode suscitar filhos a Abraão. 10 Já está posto o machado à raiz das árvores; toda árvore, pois, que não produz bom fruto é cortada e lançada ao fogo.
Afinal, com a vinda de Jesus, caso não houvesse arrependimento, Israel seria cortado conforme Rm 11.
Na terça feira, Ele voltou a cidade, entrou novamente no templo e passou o dia tendo embates com os líderes religiosos e ali ele estabelece mais uma vez um juízo sobre Israel através da parábola dos lavradores maus (Mc 12:1-12). Nesse dia, nós vimos que ele teve vários embates:
1 - De onde vinha sua autoridade
2 - É licito pagar tributo a César?
3 - A questão da Ressurreição.
4 - O Maior mandamento
E após esses embates ele ainda sentenciou os escribas por devorarem as casas das viúvas (Mc 12:38-40) com o Evangelho de Mateus, tendo no capítulo vinte e três o paralelo a Marcos doze e nos mostrando que Jesus estabelece ali vários “ais”, terminando seu discurso com uma palavra dura de juízo sobre Jerusalém que seria cumprida naquela geração.
Mateus 23.33–39 ARA
33 Serpentes, raça de víboras! Como escapareis da condenação do inferno? 34 Por isso, eis que eu vos envio profetas, sábios e escribas. A uns matareis e crucificareis; a outros açoitareis nas vossas sinagogas e perseguireis de cidade em cidade; 35 para que sobre vós recaia todo o sangue justo derramado sobre a terra, desde o sangue do justo Abel até ao sangue de Zacarias, filho de Baraquias, a quem matastes entre o santuário e o altar. 36 Em verdade vos digo que todas estas coisas hão de vir sobre a presente geração. 37 Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas e apedrejas os que te foram enviados! Quantas vezes quis eu reunir os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintinhos debaixo das asas, e vós não o quisestes! 38 Eis que a vossa casa vos ficará deserta. 39 Declaro-vos, pois, que, desde agora, já não me vereis, até que venhais a dizer: Bendito o que vem em nome do Senhor!
Esse é o pano de fundo que nos conduz ao sermão do monte das oliveiras contido em Mc 13/Mt 24/Lc21. Soma-se ainda a isso profecias do A.T como as setenta semanas de Daniel que profetizavam um fim a cidade de Jerusalém que coincidiria com a vida do Messias.
Agora, após todo esse discurso duro realizado por Jesus dentro do templo e todas essas palavas de juízo sobre Jerusalém, após eles saírem do templo os discípulos parecem querer amenizar a ira de Jesus ao falarem da beleza do templo e Jesus então dá seu últimato a respeito do mesmo:
Marcos 13.1–2 ARA
1 Ao sair Jesus do templo, disse-lhe um de seus discípulos: Mestre! Que pedras, que construções! 2 Mas Jesus lhe disse: Vês estas grandes construções? Não ficará pedra sobre pedra, que não seja derribada.

Explicação

A partir daqui, temos a construção do discurso de Jesus a partir de uma pergunta feita pelos discípulos.

A Pergunta

Marcos 13.3–4 ARA
3 No monte das Oliveiras, defronte do templo, achava-se Jesus assentado, quando Pedro, Tiago, João e André lhe perguntaram em particular: 4 Dize-nos quando sucederão estas coisas, e que sinal haverá quando todas elas estiverem para cumprir-se.

A Resposta

A resposta de Jesus se divide em três grandes blocos sendo marcada por um marcador temporal importante e outros marcadores geográficos localizando assim o tempo e o local da profecia.
O tempo é marcado no verso 30.
Marcos 13.30 ARA
30 Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que tudo isto aconteça.
E os marcadores geográficos são os montes e Jerusalém.

1 - O principio das dores

Marcos 13.6–13 ARA
6 Muitos virão em meu nome, dizendo: Sou eu; e enganarão a muitos. 7 Quando, porém, ouvirdes falar de guerras e rumores de guerras, não vos assusteis; é necessário assim acontecer, mas ainda não é o fim. 8 Porque se levantará nação contra nação, e reino, contra reino. Haverá terremotos em vários lugares e também fomes. Estas coisas são o princípio das dores. 9 Estai vós de sobreaviso, porque vos entregarão aos tribunais e às sinagogas; sereis açoitados, e vos farão comparecer à presença de governadores e reis, por minha causa, para lhes servir de testemunho. 10 Mas é necessário que primeiro o evangelho seja pregado a todas as nações. 11 Quando, pois, vos levarem e vos entregarem, não vos preocupeis com o que haveis de dizer, mas o que vos for concedido naquela hora, isso falai; porque não sois vós os que falais, mas o Espírito Santo. 12 Um irmão entregará à morte outro irmão, e o pai, ao filho; filhos haverá que se levantarão contra os progenitores e os matarão. 13 Sereis odiados de todos por causa do meu nome; aquele, porém, que perseverar até ao fim, esse será salvo.
Jesus deu alguns sinais como precedendo a grande tribulação que levaria a destruição de Jerusalém..

Muitos virão em meu nome:

Vários homens se proclamando o messias surgiram desde a morte de Jesus até a queda de Jerusalém, incitando o povo a segui-los para combater o império romano.
Teudas (cerca de 45 d.C.) – Afirmava ser um libertador messiânico e prometeu dividir o rio Jordão. Foi morto pelos romanos.
O Egípcio (cerca de 50-55 d.C.) – Liderou milhares ao Monte das Oliveiras, prometendo a queda de Jerusalém. Foi derrotado por Festo (Atos 21:38 menciona esse evento).
Menahem (66 d.C.) – Um líder dos sicários que se proclamou rei messiânico durante a revolta contra Roma. Foi morto pelos próprios judeus.
Simão Bar Giora (69-70 d.C.) – Se apresentou como o libertador de Israel e reuniu muitos seguidores, mas foi capturado pelos romanos e executado em Roma.
João de Giscala (67-70 d.C.) – Um líder zelote que enganou muitos ao se proclamar enviado por Deus para libertar Jerusalém, mas levou a cidade ao desastre.
Falsos Profetas Durante o Cerco (70 d.C.) – Flávio Josefo menciona que muitos falsos profetas incentivavam o povo a permanecer em Jerusalém, prometendo livramento divino. Eles diziam que Deus interviria, mas, na verdade, levaram muitos à destruição.

Guerras e rumores de guerra:

Os discípulos viviam em um mundo de paz, protegido e unificado debaixo do poder do império romano com a Pax Romana mantendo a estabilidade em todas as nações debaixo do império.
Depois da ressurreição de Jesus e antes da queda de Jerusalém começaram conflitos internos dentro do império.
54-68 d.C. – O imperador Nero enfrentou revoltas em diversas partes do Império.
68-69 d.C. – Após a morte de Nero, Roma entrou em guerra civil com o "Ano dos Quatro Imperadores" (Galba, Otão, Vitélio e Vespasiano disputando o trono).
68-70 d.C. – Enquanto Jerusalém estava cercada, o Império Romano passou por instabilidade política e militar.

Terremotos e fomes

Após a ressurreição de Jesus e antes da queda de Jerusalém, uma série de terremotos ocorreram dentro da região do Império Romano:
Terremoto na Judeia (cerca de 67 d.C.) – Josefo menciona um grande terremoto durante a guerra judaica (Guerras Judaicas, 4.4.5).
Terremoto em Laodiceia (cerca de 60-61 d.C.) – Tácito e outros historiadores registram um terremoto que destruiu Laodiceia, mas a cidade foi reconstruída sem ajuda do Império Romano (Ap 3:17 faz alusão ao orgulho da cidade).
Terremoto em Roma (58 d.C.) – Tácito menciona um terremoto que abalou a cidade de Roma.
Terremoto em Creta (62 d.C.) – Documentado por historiadores romanos.
Terremoto na Campânia (63 d.C.) – Precedeu a erupção do Vesúvio em 79 d.C.
Outros registros – Sêneca e Suetônio falam de vários terremotos no Império Romano entre 50-68 d.C.
E também inúmeras fomes:
O Novo Testamento e historiadores da época registram fomes severas antes da destruição de Jerusalém:
Fome nos dias de Cláudio (41-54 d.C.)Atos 11:28 menciona que o profeta Ágabo previu uma grande fome que ocorreu no reinado de Cláudio. Josefo confirma esse evento e menciona que a fome afetou especialmente a Judeia.
Fome em Jerusalém (durante o cerco de 70 d.C.) – O cerco romano causou escassez extrema de alimentos, levando a casos de canibalismo (Josefo, Guerras Judaicas, 6.3.3-4).
Crises econômicas e fome no Império Romano – Tácito registra que fomes atingiram Roma e outras províncias nos anos 40-60 d.C.

Pregação do Evangelho a todas as nações

Jesus disse que antes que Jerusalém fosse destruída o evangelho deveria ser pregado a todas as nações e isso se concretizou dentro do mundo da época.
Antes da destruição de Jerusalém, o evangelho já havia se espalhado por todo o mundo conhecido, conforme os próprios apóstolos testemunharam:
Colossenses 1:5-6 – Paulo diz que o evangelho já estava "frutificando e crescendo em todo o mundo".
Colossenses 1:23 – Paulo afirma que o evangelho foi "pregado a toda criatura debaixo do céu".
Romanos 1:8 – Paulo diz que a fé dos romanos já era conhecida "em todo o mundo".
Romanos 16:25-26 – Paulo afirma que o evangelho foi "dado a conhecer a todas as nações".

2 - A grande tribulação

Marcos 13.14–23 ARA
14 Quando, pois, virdes o abominável da desolação situado onde não deve estar (quem lê entenda), então, os que estiverem na Judeia fujam para os montes; 15 quem estiver em cima, no eirado, não desça nem entre para tirar da sua casa alguma coisa; 16 e o que estiver no campo não volte atrás para buscar a sua capa. 17 Ai das que estiverem grávidas e das que amamentarem naqueles dias! 18 Orai para que isso não suceda no inverno. 19 Porque aqueles dias serão de tamanha tribulação como nunca houve desde o princípio do mundo, que Deus criou, até agora e nunca jamais haverá. 20 Não tivesse o Senhor abreviado aqueles dias, e ninguém se salvaria; mas, por causa dos eleitos que ele escolheu, abreviou tais dias. 21 Então, se alguém vos disser: Eis aqui o Cristo! Ou: Ei-lo ali! Não acrediteis; 22 pois surgirão falsos cristos e falsos profetas, operando sinais e prodígios, para enganar, se possível, os próprios eleitos. 23 Estai vós de sobreaviso; tudo vos tenho predito.
Após relatar o principio das dores, Jesus fala sobre o abominável da desolação que havia sido profetizado pelo profeta Daniel. Lucas nos explica isso:
Lucas 21.20–21 ARA
20 Quando, porém, virdes Jerusalém sitiada de exércitos, sabei que está próxima a sua devastação. 21 Então, os que estiverem na Judeia, fujam para os montes; os que se encontrarem dentro da cidade, retirem-se; e os que estiverem nos campos, não entrem nela.
Jesus da uma série de instruções aos seus discípulos.
Não fujam para cidade murada, fujam para os montes.
Orem para que a fuga não ocorra no sábado e nem no inverno
E Jesus também fala da severidade que seria aqueles dias. Flávio Josevo em seu escrito sobre a guerra dos judeus nos conta que no cerco de Jerusalém houve uma enorme carnificina. A cidade estava lotada por causa da páscoa e os romanos crucificavam do lado de fora da cidade 500 judeus por dia, enquanto dentro da cidade haviam três facções em guerra civil lutando entre si.
João de Giscala (líder dos zelotes)
Controlava o Templo e parte da cidade.
Extremamente violento, executava aqueles que tentavam negociar com Roma.
Lutava contra Simão Bar Giora dentro da cidade.
Simão Bar Giora (líder de outro grupo zelote)
Controlava grande parte da cidade baixa.
Rivais de João de Giscala, mas ambos se uniam ocasionalmente contra os romanos.
Era um líder carismático e proclamava libertação nacional.
Eleazar Ben Simão (facção dos sacerdotes zelotes)
Controlava o Pátio Interior do Templo.
Menor em número, mas influente entre os sacerdotes.
A quantidade de crucificações foi tão grande que, segundo Josefo, "não havia mais espaço para cruzes, nem mais cruzes para os corpos".

3 - A luz da cidade se apagaria

Marcos 13.24–27 ARA
24 Mas, naqueles dias, após a referida tribulação, o sol escurecerá, a lua não dará a sua claridade, 25 as estrelas cairão do firmamento, e os poderes dos céus serão abalados. 26 Então, verão o Filho do Homem vir nas nuvens, com grande poder e glória. 27 E ele enviará os anjos e reunirá os seus escolhidos dos quatro ventos, da extremidade da terra até à extremidade do céu.
E por fim, Jesus termina seu discurso usando uma linguagem apocaliptica/profética de descriação extraída da profecia de Isaias a respeito da destruição da Babilônia.
Isaías 13.10 ARA
10 Porque as estrelas e constelações dos céus não darão a sua luz; o sol, logo ao nascer, se escurecerá, e a lua não fará resplandecer a sua luz.
Naquele contexto, Deus usaria exércitos persas para destruir a Babilônia apagando a sua luz e agora a mesma coisa aconteceria com Jerusalém e é por isso que ela é chamada de “A grande babilônia” no livro de Apocalipse.

Aplicação

Porque a destruição de Jerusalém foi um assunto tão central no ministério de Jesus?

1 - Porque isso seria o sinal de que o Filho do Homem agora estava nos céus.

Central para nossa fé é o fato de que Jesus ressuscitou. E como sabemos que ele era um verdadeiro profeta e que suas palavras são verdadeiras?
Justamente pelo cumprimento profético da destruição de Jerusalém. Caso esse evento não tivesse ocorrido, as palavras de Jesus se mostrariam falhas, mais porque se cumpriu, podemos ter certeza de que todas as palavras de Jesus são verdadeiras.
Ele mesmo disse que a destruição de Jerusalém era o sinal de que ele estava no céu.
Mateus 24.30 ARA
30 Então, aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem; todos os povos da terra se lamentarão e verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e muita glória.
O sinal de que o Messias havia sido entronizado era o inicio da destruição de seus inimigos, sendo o Israel apóstata o primeiro inimigo a ser pisado por Jesus após sua entronização.
Salmo 110.1 ARA
1 Disse o Senhor ao meu senhor: Assenta-te à minha direita, até que eu ponha os teus inimigos debaixo dos teus pés.
Daniel 7.13 ARA
13 Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha com as nuvens do céu um como o Filho do Homem, e dirigiu-se ao Ancião de Dias, e o fizeram chegar até ele.

2 - Porque para que a nova aliança pudesse ser estabelecida a antiga aliança precisava ser encerrada.

Vivemos hoje em uma superior aliança, porém para que ela pudesse se manifestar plenamente era necessário que os antigos elementos da antiga aliança desaparecessem.
Hebreus 7.22 ARA
22 por isso mesmo, Jesus se tem tornado fiador de superior aliança.
Hebreus 8.6–13 ARA
6 Agora, com efeito, obteve Jesus ministério tanto mais excelente, quanto é ele também Mediador de superior aliança instituída com base em superiores promessas. 7 Porque, se aquela primeira aliança tivesse sido sem defeito, de maneira alguma estaria sendo buscado lugar para uma segunda. 8 E, de fato, repreendendo-os, diz: Eis aí vêm dias, diz o Senhor, e firmarei nova aliança com a casa de Israel e com a casa de Judá, 9 não segundo a aliança que fiz com seus pais, no dia em que os tomei pela mão, para os conduzir até fora da terra do Egito; pois eles não continuaram na minha aliança, e eu não atentei para eles, diz o Senhor. 10 Porque esta é a aliança que firmarei com a casa de Israel, depois daqueles dias, diz o Senhor: na sua mente imprimirei as minhas leis, também sobre o seu coração as inscreverei; e eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo. 11 E não ensinará jamais cada um ao seu próximo, nem cada um ao seu irmão, dizendo: Conhece ao Senhor; porque todos me conhecerão, desde o menor deles até ao maior. 12 Pois, para com as suas iniquidades, usarei de misericórdia e dos seus pecados jamais me lembrarei. 13 Quando ele diz Nova, torna antiquada a primeira. Ora, aquilo que se torna antiquado e envelhecido está prestes a desaparecer.

3 - Para que nova Jerusalém pudesse surgir

Para que a Nova Jerusalém pudesse se tornar o centro religioso do mundo a antiga jerusalém precisava desaparecer.
Hebreus 12.22 ARA
22 Mas tendes chegado ao monte Sião e à cidade do Deus vivo, a Jerusalém celestial, e a incontáveis hostes de anjos, e à universal assembleia
Apocalipse 21.1–3 ARA
1 Vi novo céu e nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe. 2 Vi também a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus, ataviada como noiva adornada para o seu esposo. 3 Então, ouvi grande voz vinda do trono, dizendo: Eis o tabernáculo de Deus com os homens. Deus habitará com eles. Eles serão povos de Deus, e Deus mesmo estará com eles.
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