QUE TIPO DE IGREJA ESTOU SENDO?
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QUE TIPO DE IGREJA ESTOU SENDO?
Texto base: Apocalipse 2–3 (cartas às sete igrejas)
“Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas…” (Ap 2.7,11,17,29; 3.6,13,22
Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas. Ao que vencer, eu lhe permitirei comer da árvore da vida, que está no paraíso de Deus.
Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas. O vencedor de modo algum sofrerá a segunda morte.
Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas. Ao vencedor darei do maná escondido e uma pedra branca, na qual está escrito um novo nome que ninguém conhece, a não ser aquele que o recebe.
Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.
Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.
Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.
Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.
INTRODUÇÃO:
INTRODUÇÃO:
JESUS ESTÁ ENTRE NÓS… E ESTÁ FALANDO
O livro de Apocalipse, frequentemente lembrado por suas visões grandiosas sobre o fim dos tempos, não começa falando sobre o futuro, ele começa falando sobre o presente da igreja. Antes dos selos, trombetas e juízos, somos levados a um encontro com Cristo glorificado andando entre sete igrejas locais reais da Ásia Menor.
Essas igrejas, Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira, Sardes, Filadélfia e Laodiceia, existiam de fato. Elas tinham culturas, desafios e realidades próprias, assim como nossas igrejas hoje. Mas o mais impressionante é a maneira como Jesus se apresenta a elas: não distante, mas presente.
Ele anda entre os candeeiros de ouro (Ap 1.13,20), que representam as igrejas. Ele as observa de perto. Ele vê tudo, suas obras, seus pecados ocultos, seus sofrimentos, seus amores e suas faltas. Ele elogia o que é fiel, repreende o que é falho e exorta ao arrependimento. A cada uma delas, Jesus dirige uma mensagem direta e pessoal, concluída sempre com o mesmo apelo:
“Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.” (Ap 2.7)
Essas cartas revelam uma verdade profunda e desconcertante: existem diferentes tipos de igrejas, e cada uma delas reflete o tipo de cristão que nela habita. Jesus, ao falar com a igreja, está, ao mesmo tempo, falando com cada membro individualmente.
Por isso, a pergunta que nos cabe hoje não é apenas:
“Qual é a minha igreja local? É a igreja que eu sou membro?”,
mas também:
“Que tipo de igreja estou sendo eu?”
Porque a igreja não é o prédio, a placa ou o evento de domingo. A igreja somos nós, povo redimido por Cristo, reunido em comunhão, edificado sobre a verdade e comissionado para manifestar o Reino de Deus aqui e agora.
E isso torna a nossa reflexão ainda mais séria, especialmente neste momento em que nos aproximamos da Mesa do Senhor. A Ceia é um memorial, mas também é um espelho. É nela que olhamos para o sacrifício de Cristo, e também para a nossa própria fidelidade a Ele.
Se hoje Jesus caminhasse por entre nós como fez com aquelas sete igrejas…
Se Ele olhasse para a nossa fé, nosso amor, nosso zelo, nossa santidade, nosso compromisso com a missão…
O que Ele diria?
Essa é uma pergunta que não pode ser ignorada, porque Cristo ainda anda entre os candeeiros. Ele ainda visita Sua igreja. Ele ainda chama ao arrependimento, elogia a perseverança, repreende a frieza e recompensa a fidelidade. E a maneira como respondemos a essa visita de Cristo é visível em como vivemos como igreja, como nos relacionamos com a membresia, e como nos aproximamos da Ceia.
Por isso, antes de falarmos da Ceia, da membresia ou mesmo do Reino, precisamos ouvir as palavras do próprio Cristo sobre o que é a igreja, e qual é o seu papel neste mundo. Para isso, voltamos ao Evangelho de Mateus, capítulo 16, onde pela primeira vez Jesus fala abertamente sobre a Sua igreja:
“Edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela.” (Mt 16.18)
A partir dessa declaração poderosa, aprendemos que a igreja não é um plano de homens, mas uma obra de Cristo, edificada sobre a revelação de quem Ele é.
Quero nesta noite olhar para três das sete igrejas, Éfeso, Sardes, e Laodiceia e pensar com você sobre que Tipo de Igreja estou sendo?
1. IGREJA DE ÉFESO
1. IGREJA DE ÉFESO
UMA IGREJA ORTODOXA , SEM PAIXÃO
ERA UMA IGREJA rigorosa a doutrinas ou práticas tradicionais corretas, PORÉM NÃO TINHA MAIS AMOR NO MEIO DELA.
"Ortodoxia sem paixão" pode descrever uma fé fria, intelectual, que conhece as doutrinas corretas, mas não tem vida espiritual vibrante, amor ou fervor.
É o tipo de religião que "fala de Deus corretamente, mas não ama Deus verdadeiramente".
Tenho contra ti, porém, o fato de que deixaste o teu primeiro amor.
“Fidelidade doutrinária sem fervor espiritual é ortodoxia morta!”
“Fidelidade doutrinária sem fervor espiritual é ortodoxia morta!”
Um retrato de Éfeso
A igreja de Éfeso era, aos olhos humanos, uma referência. Doutrinariamente firme, zelosa, discernia os falsos mestres e não tolerava o erro (Ap 2.2). Em termos teológicos, era uma igreja madura e vigilante, qualidades que qualquer liderança pastoral gostaria de ver em sua comunidade.
Mas Jesus, que vê o coração, vai além das aparências:
“Tenho, porém, contra ti…”
Apesar da ortodoxia, faltava paixão. A igreja de Éfeso havia abandonado o amor inicial, não perdido por acidente, mas abandonado por descuido. O zelo teológico permaneceu, mas o calor da adoração desapareceu. As obras continuavam, mas o coração esfriou.
A fé cristã é, sim, construída sobre a verdade, mas uma verdade que inflama o coração. Uma igreja pode estar certa em suas crenças e ainda assim estar distante de Cristo, se o amor que a motivava no início tiver sido deixado para trás.
Quantos hoje defendem a sã doutrina, amam o ensino bíblico, combatem o erro, mas fazem tudo isso sem alegria, sem intimidade, sem devoção pessoal ao Senhor?
Sabem muito… mas oram pouco.
Discernem bem… mas adoram com frieza.
Frequentam os cultos… mas não se deleitam mais na presença de Jesus.
Jesus não aceita um amor morno e mecânico. Ele chama Éfeso, e a nós, a três atitudes claras:
1. Lembra-te
Volte à memória dos dias em que amar a Cristo era prioridade. Quando o tempo com Ele não era negociável, e o serviço não era um fardo, mas um privilégio.
2. Arrepende-te
Frieza espiritual é pecado. Não é apenas uma fase ou temperamento. É algo que precisa ser confessado e deixado. O coração que esfria precisa ser quebrantado.
3. Volta às primeiras obras
Retome os hábitos de um coração apaixonado: oração sincera, adoração fervorosa, serviço movido por gratidão, e não por obrigação.
Para nós o texto apresenta uma Advertência e esperança
Jesus avisa: “Se não te arrependeres, virei a ti e removerei o teu candeeiro” (v.5). A presença de Cristo entre nós não é automática. Uma igreja pode manter sua estrutura… e perder sua luz.
Mas também há esperança: aquele que vencer, comerá da árvore da vida (v.7). O amor restaurado leva à vida plena com Cristo, agora e na eternidade.
Aplicações para hoje:
Que tipo de serviço você tem prestado a Cristo: por devoção ou por costume?
Sua paixão por Jesus está mais intensa hoje do que quando você creu? Ou você apenas “funciona no automático”?
Doutrina e amor precisam andar juntos - cabeça firme, mas coração quente.
Antes de nos aproximarmos da Ceia, precisamos examinar se ainda amamos Aquele que nos amou até o fim.
Segunda Igreja que eu quero olhar para ela é:
2. IGREJA DE SARDES
2. IGREJA DE SARDES
APARÊNCIA DE VIDA, MAS ESPÍRITO DE MORTE
Escreve ao anjo da igreja em Sardes: Assim diz aquele que tem os sete espíritos de Deus e as estrelas: Conheço tuas obras, tens fama de estar vivo, mas estás morto.
“Deus não se impressiona com reputações humanas, Ele vê o coração espiritual!”
“Deus não se impressiona com reputações humanas, Ele vê o coração espiritual!”
O texto bíblico nos apresenta um diagnóstico divino
Sardes, aos olhos do mundo, era uma igreja respeitável. Talvez fosse grande, ativa, estruturada, com boa reputação na cidade. Tinha nome de que vivia. Mas Jesus, que vê além da superfície, dá um veredito chocante:
“Mas estás morto.”
Essa é uma das declarações mais duras e tristes que Cristo faz a uma igreja. Sardes tinha fama… mas não tinha vida. Apresentava movimento… mas não tinha unção. Era barulhenta… mas espiritualmente silenciosa diante de Deus. Era uma igreja funcionalmente viva, mas espiritualmente falecida.
Precisamos entender a diferença entre aparência e realidade
Nos tempos de hoje, não é difícil encontrar igrejas e cristãos como Sardes. Cheios de atividades, cultos criativos, presença digital intensa, organização exemplar, mas vazios da presença real de Deus.
Fama entre os homens, mas silêncio nos céus.
Muitas obras… mas poucos frutos.
Agenda cheia… mas coração seco.
Isso nos lembra que atividade religiosa não é sinônimo de vida espiritual. É possível frequentar os cultos, servir em ministérios, produzir conteúdo cristão, e ainda assim estar distante do Senhor. Jesus não se impressiona com agendas lotadas, Ele procura vida verdadeira, arrependimento, santidade e intimidade com o Pai.
HÁ UM CHAMADO URGENTE DE CRISTO PARA NÓS: Vigia!
Jesus dá um chamado claro à igreja de Sardes:
Fica alerta e fortalece o que ainda resta e estava para morrer; porque não tenho achado tuas obras perfeitas diante do meu Deus.
Ou seja, ainda havia uma centelha, uma oportunidade, um fio de vida que poderia ser reavivado. Cristo nunca desiste da igreja que Ele ama, mas ela precisa despertar.
A ordem é:
Vigiar - sair da inércia, acordar da letargia espiritual;
Fortalecer o que resta - cultivar a chama da fé, mesmo que pequena;
Lembrar-se do que recebeu e ouviu - voltar à Palavra e à simplicidade do Evangelho;
Arrepender-se - reconhecer a distância e voltar à comunhão verdadeira com Deus.
Jesus adverte: se não vigiar, Ele virá como ladrão (v.3). Isso ecoa Sua própria linguagem no evangelho: “Vigiai, porque não sabeis o dia nem a hora” (Mt 25.13). Sardes dormia espiritualmente, e o perigo era perder a visitação de Deus.
Aplicações para hoje:
Você está espiritualmente vivo ou apenas em atividade?
Sua vida com Deus é sustentada pela presença e dependência do Espírito — ou pela rotina e aparência?
Sua igreja é conhecida por seu impacto… ou por sua intimidade com Cristo?
Melhor ser pequeno com a presença de Deus do que ser grande com aparência e vazio. A vida verdadeira não está no palco, mas no altar. Não está na fama, mas no secreto. E é ali que o Espírito sopra vida nova.
Por último quero olhar para igreja de Laodiceia e pensar: Que tipo de igreja quero ser?
3. IGREJA DE LAODICEIA
3. IGREJA DE LAODICEIA
UMA IGREJA AUTOSSUFICIÊNCIA E COM INDIFERENÇA ESPIRITUAL
Conheço tuas obras, sei que não és frio nem quente. Antes fosses frio ou quente!
Assim, porque tu és morno, e não és quente nem frio, estou a ponto de vomitar-te da minha boca.
“Nada fere mais o coração de Cristo do que um cristão morno!”
“Nada fere mais o coração de Cristo do que um cristão morno!”
A igreja de Laodiceia é o retrato de uma igreja satisfeita… mas doente
Laodiceia era uma cidade rica, famosa por sua medicina oftalmológica, indústria têxtil e economia forte. Era autossuficiente, tanto politicamente quanto financeiramente. A igreja ali, aparentemente, havia absorvido essa mesma mentalidade: autoengano espiritual mascarado de sucesso.
A própria igreja declara:
“Sou rico, estou bem de vida, não preciso de coisa alguma.” (v.17)
Mas o diagnóstico de Cristo desmonta toda essa ilusão:
“Tu és infeliz, miserável, pobre, cego e nu.”
Laodiceia pensava estar bem com Deus, mas estava completamente distante dele. E a pior parte: nem percebia.
Há um perigo com a doença da mornidão espiritual…
A imagem usada por Jesus é marcante: “frio”, “quente” e “morno”.
Quente: representa o cristão fervoroso, cheio de paixão, intimidade e zelo.
Frio: representa o que ainda não conheceu a graça, e por isso pode ser alcançado.
Morno: é aquele que já conhece… mas vive com indiferença. Não é ímpio nem consagrado. Não é rebelde nem submisso. Está no meio do caminho, acomodado, apático, adormecido.
E Cristo diz algo chocante:
“Estou a ponto de vomitar-te da minha boca.”
É a única vez nas Escrituras em que Jesus fala de “vomitar” alguém, mostrando o quanto a mornidão é repulsiva aos olhos do Senhor. Ela indica um coração sem sede, sem temor, sem amor verdadeiro.
Qual a raiz da mornidão?: autossuficiência
O coração morno é aquele que já não depende mais de Deus. Ele confia em si mesmo, em sua moralidade, em sua reputação, em seu status espiritual. Esse é o maior engano: achar que já se tem tudo, quando se perdeu o mais importante - a presença de Cristo.
A autossuficiência espiritual é como uma anestesia: você continua funcionando, mas está desligado da realidade do coração. E nada adormece mais do que o conforto.
Porém ainda há graça Cristo: Ele bate à porta…
Mesmo a essa igreja, a mais dura das sete, Jesus oferece graça:
“Eis que estou à porta e bato. Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei e cearei com ele...”(v.20)
Aqui está o milagre da misericórdia: Cristo ainda quer cear com os mornos. Ainda deseja restaurar a comunhão. A imagem é íntima, pessoal, afetuosa: a ceia como símbolo de reconciliação. Ele não arromba a porta. Ele chama. E espera resposta.
Aplicações para hoje:
A mornidão não é visível aos olhos dos outros, mas Cristo vê. Você ainda sente fome por Deus?
Suas orações são cheias de desejo ou de repetições?
Você já se acostumou com a fé — ou ainda se maravilha com a graça?
Hoje, o Senhor está batendo à porta do seu coração. Vai deixá-Lo entrar?
Ponte para a Ceia do Senhor:
A Ceia é o convite que Cristo faz à Sua igreja, um chamado à comunhão viva. Mas como cear com Ele se o coração está trancado? Como sentar à mesa do Rei se estamos satisfeitos com migalhas?
Hoje, Jesus está dizendo:
“Abra o coração. Arrependa-se. Sente-se à mesa. Deixe-me restaurar o que esfriou.”
Antes de tomar o pão e o cálice, ouça a voz dEle batendo. Não fique de fora da comunhão por causa da mornidão.Que hoje seja o dia de reacender a paixão.
Transição para conclusão:
Após ouvirmos a voz de Cristo às igrejas, e a nós, chega o momento de responder. A Ceia do Senhor é essa resposta. Não apenas um ritual, mas um reencontro com Aquele que anda entre nós. Que tipo de igreja Ele encontra hoje aqui?
CONCLUSÃO:
CONCLUSÃO:
JESUS AINDA ANDA ENTRE AS IGREJAS… E ESTÁ FALANDO
Apocalipse 2–3 não é uma acusação fria, mas um chamado de amor e santidade. Jesus anda entre as igrejas, examina corações e faz convites ao arrependimento e à restauração. O que Ele busca? Uma igreja que o ame, o deseje, o obedeça e viva em santidade.
A pergunta de hoje é pessoal: “Que tipo de igreja eu estou sendo?” - Estou cheio de conhecimento, mas vazio de amor? - Tenho fama de vida, mas estou espiritualmente cansado? - Estou morno, vivendo da rotina religiosa, sem paixão por Cristo?
A resposta não está na performance, mas no arrependimento. Jesus diz: “Ao que vencer…” (Ap 2.7,11…). Ele ainda dá tempo, ainda estende a mão, ainda chama pelo nome. Ele deseja cear conosco, mas quer que venhamos com o coração quebrantado.
E SE JESUS NOS VISITASSE HOJE?…
A mensagem de Cristo às igrejas de Éfeso, Sardes e Laodiceia não são apenas relatos históricos, são espelhos espirituais. Cada uma revela não só o tipo de igreja que podemos ser, mas o tipo de crente que podemos nos tornar:
Éfeso nos alerta: é possível defender a verdade com precisão… e ainda assim estar longe do amor de Jesus. A ortodoxia sem paixão é ortodoxia morta.
Sardes nos confronta: podemos ter fama de vida — até para nós mesmos — e ainda assim estar espiritualmente mortos. Aparência não sustenta fé.
Laodiceia nos choca: autossuficiência e mornidão provocam náusea no coração de Cristo. Ele prefere o frio honesto ao morno acomodado.
Mas em todas as cartas, há um convite à restauração: “Lembra-te”, “Vigia”, “Abre a porta”. Jesus não visita apenas para julgar, Ele vem para curar, reacender e renovar. O apelo dele é sempre para o arrependimento, não para o afastamento.
CELEBRAÇÃO DA CEIA – UM CONVITE À RENDIÇÃO
A Ceia do Senhor é mais do que um memorial, é um encontro com Aquele que anda entre os candeeiros. O mesmo Cristo que falou com Éfeso, Sardes e Laodiceia… está hoje aqui, observando, examinando e chamando.
Antes de tomarmos o pão e o cálice, ouça a pergunta que o Espírito faz:
Se Jesus visitasse a minha vida hoje, como visitou aquelas igrejas… o que Ele diria sobre mim?
Preciso voltar ao primeiro amor?
Preciso despertar da morte espiritual?
Preciso abrir a porta e deixar Cristo reinar de novo?
A Ceia é o momento de responder com sinceridade. Não com palavras, mas com arrependimento, humildade e fé renovada.
PONTE PARA A CEIA DO SENHOR: A MESA DOS QUE OUVEM A VOZ DE JESUS
Estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele e ele comigo.
Hoje, ao participarmos da Ceia, precisamos lembrar: a mesa do Senhor é para os que abrem a porta. Ele está aqui, batendo. Não apenas para os corretos, mas para os arrependidos. Para os que ouvem e obedecem.
A Ceia é o momento de deixar cair as máscaras e dizer: “Senhor, quero ser uma igreja viva, apaixonada, desperta. Lava-me com Teu sangue, renova meu espírito.” Este é o lugar da restauração! Este é o convite do Noivo à Sua noiva!
