Parábola dos talentos

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Introdução

Graça e paz irmãos. Espero que todos estejam bem. Dando continuidade a nossa série de sermãos Código do reino com foco nas parábolas de Jesus. O pastor Lucas chegou pra mim e falou pra eu orar e escolher uma parábola de Jesus pra pregar… Ai eu tinha um tema que eu queria falar, escolhi uma parábola que parecia que era sobre isso que ela falava, e ao longo do tempo em que estudava ela para preparar o sermão para hoje eu percebi que não era sobre o que eu achava. Vamos hoje se debruçar sobre a passagem de Mateus 25.14-30, a parábola dos talentos.
A primeira vista para quem lê a parábola isoladamente vai chegar ao primeiro intendimento que igualmente como eu cheguei, pois o trecho lido sozinho tem a têndencia de nos levar uma interpretação de que ela esta falando sobre que devemos mutiplicar nossos dons e talentos. Aparentemente essas interpretações multiplas da parabolas não são algo novo de hoje. Origenes a história diz que o nobre é Jesus que vai aos céus, e deixa seus discipulas cuidando do ministério da palavra esperando que Cristo voltar.
João Calvino interpreta que os talentos da história são os dons que Deus da a nos. Mas então qual melhor maneira de interpretarmos a parábola dos talentos? Chegamos a conclusão que a melhor maneira de interpretarmos a parábola é não relacionarmos os talentos a qualquer referencia prática, como talentos naturais, dinheiro ou os próprios dons. Mas perceber que por se tratar de uma parábola os talentos são uma parte de uma história que tem uma aplicação em geral.
Então para entendermos o conceito e pegarmos o principio geral da parábola vamos ao contexto a qual ela foi aplicada.
Jesus estava ja na finaleira de seu ministério. Já estava em sua ultima vinda à Jerusalém. Quando ele chegou a cidade no capitulo 21 foi recebido com louvores dizendo “Hosana ao filho de Davi”, enquanto entrava pelos portões da cidade encima de um jumentinho. Ele vai ao templo e o purifica dizendo que a galera tava vendendo na casa de oração do pai. Jesus logo ensina mais coisas como sobre imposto, fala do maior mandamento , condena hipocrisias de fariseus… Então Jesus sai do templo e é quando Jesus mostra o templo aos discipulos e diz que não ficará pedra sobre pedra. Nesse momento começa o sermão escatologico de Jesus. Mateus 24 é um sermão escatologico, ou seja, fala do fim dos tempos, das ultimas coisas. Jesus fala muitas coisas sobre os fins dos tempo, sobre a vinda do homem, sobre dores de parto, guerra, sinais, trombetas… Só que no versículo 36 de Mateus 24 Jesus fala que ninguem sabe nem o dia nem a hora. Cristo nos ensina muitas coisas e nos alerta sobre como será o fim dos tempos, mas como ninguem sabe o dia nem a hora ele tenta nos explicar o que fazer e como entender com base em 5 parábolas… Ele fala da casa e o ladrão, fala dos dois servos, fala das 10 virgens e então ele chega na nossa parábola depois ele faz outra parábola do bode e as ovelhas. Agora entendendo sobre como chegamos até o ponto de Mateus 25.14 vamos ler e interpretar segundo a luz das próprias escrituras e ver o que Deus tem a nos falar. Mateus 25.14-30
Matthew 25:14–30 BS:NVT
“O reino dos céus também pode ser ilustrado com a história de um homem que estava para fazer uma longa viagem. Ele reuniu seus servos e lhes confiou seu dinheiro, dividindo-o de forma proporcional à capacidade deles: ao primeiro entregou cinco talentos; ao segundo, dois talentos; e ao último, um talento. Então foi viajar. “O servo que recebeu cinco talentos começou a investir o dinheiro e ganhou outros cinco. O servo que recebeu dois talentos também se pôs a trabalhar e ganhou outros dois. Mas o servo que recebeu um talento cavou um buraco no chão e ali escondeu o dinheiro de seu senhor. “Depois de muito tempo, o senhor voltou de viagem e os chamou para prestarem contas de como haviam usado o dinheiro. O servo ao qual ele havia confiado cinco talentos se apresentou com mais cinco: ‘O senhor me deu cinco talentos para investir, e eu ganhei mais cinco’. “O senhor disse: ‘Muito bem, meu servo bom e fiel. Você foi fiel na administração dessa quantia pequena, e agora lhe darei muitas outras responsabilidades. Venha celebrar comigo’. “O servo que havia recebido dois talentos se apresentou e disse: ‘O senhor me deu dois talentos para investir, e eu ganhei mais dois’. “O senhor disse: ‘Muito bem, meu servo bom e fiel. Você foi fiel na administração dessa quantia pequena, e agora lhe darei muitas outras responsabilidades. Venha celebrar comigo’. “Por último, o servo que havia recebido um talento veio e disse: ‘Eu sabia que o senhor é homem severo, que colhe onde não plantou e ajunta onde não semeou. Tive medo de perder seu dinheiro, por isso o escondi na terra. Aqui está ele’. “O senhor, porém, respondeu: ‘Servo mau e preguiçoso! Se você sabia que eu colho onde não plantei e ajunto onde não semeei, por que não depositou meu dinheiro? Pelo menos eu teria recebido os juros. “Em seguida, ordenou: ‘Tirem o dinheiro deste servo e deem ao que tem os dez talentos. Pois ao que tem, mais lhe será dado, e terá em grande quantia; mas do que nada tem, mesmo o que não tem lhe será tomado. Agora lancem este servo inútil para fora, na escuridão, onde haverá choro e ranger de dentes’.”
Iniciamos com o seguinte termo “O reino dos céus também pode ser ilustrado”, ou em outras versões “E também será como”. A parabola dos talentos é uma sequencia do discurso escatologico de Jesus, ele continua falando sobre como sera o reino dos céus. E começa explicar atraves de parabolas.
A parábola inicia nos dizendo que um senhor ia fazer uma viagem longa, ou seja, ele ja deixa claro o elemento de demora e icógnita de momento de retorno. O senhor reuniu seus servos ou escravos e lhe confio dinheiro ou talentos, dividindo de forma proporcional a capacidade de cada um. O importante aqui é como falei no inicio não querer devagar ou querer achar o significado oculto para o talento. Talento aqui era uma quantia de dinheiro, mas um tempo depois virou uma quantia de peso. Importante no momento é entendermos que no fim o senhor deixou ao seus servos uma quantidade de sua riqueza. O senhor iria ficar fora por um longo tempo e confiou aos seus servos sua riqueza cada um quanto sua capacidade.
Deus é um Senhor muito generoso, ele nos confia talentos, ou seja, riquezas da parte dele para nós. Quantas coisas que temos que nem se tocamos que provem dele. Um entendimento de Cristão deveria ser que tudo é dEle, e vem dELE. Deus é um Senhor que se ausenta por um tempo, e quanto aguardamos a sua volta ele nos confio riquezas? Você consegue indentificar essas riquezas que ele nos confia?
Talvez ela seja sua casa, talvez ela seja seu carro, talvez seja então o seu salário, talvez seja então umaa habilidade sua de cozinhar, de servir, de tocar… Quantas riquezas esse Deus generoso nos confere e perceba que ela da todos segundo sua capacidade. Ele é tão bom que não da algo que você não daria conta. Provavelmente se você algum riqueza em suas mãos é porque ele confia e sabe que você consegue dar conta de cuiidar bem dessa riqueza. O que temos feito com as riquezas que Deus tem nos dado?
Agora lemos apartir do versiculo 16 as atitudes que cada servo teve em relação as riquezas a eles confiadas. Ao que o senhor deu 5 ele fez virar 10, o que recebeu 2 transformou em 4 e o que recebeu 1 simplesmente escondeu. Vejamos que a parábola aqui não quer falar o quanto cada um fez ou lucrou, mas separar em dois tipos de atitudes. Os servos que aplicaram e o que não aplicou o talento. Existem dois comportamentos que podem ser práticados aqui. Versiculo 19 “Depois de muito tempo o senhor voltou”. Vejam como o enfoque aqui da história toda é sobre o talento em si, mas sobre o tempo enquanto o senhor esta fora, tendo uma clara alusão ao tempo escatologico em que Cristo a de voltar e demorar.
Se continuarmos nos versiculos o senhor vai aos servos e faz o seu “acerto de contas”, o primeiro que tinha 5 e fez ganhar mais 5. O Senhor o chama de servo bom e fiél, e o senhor iria colocar a ele muito. O segundo servo veio mostrou que de 4 fez mais quatro. Do mesmo modo o senhor o chama de serbo bom e fiél, e o senhor iria colocar muito a ele. Percebemos que um rendeu 5 enquanto outro rendeu somente dois, mas ambos tiveram o mesmo desfecho. Servo bom e fiél e lhes foram dado muito. Enquanto o terceiro servo que recebeu um unico talento deu desculpas ao senhor e disse que teve medo e escondeu o talento no chão. Era um costume judeu dizer que era melhor enterrar o dinheiro do que guardar em casa onde um ladrão pode roubar.
A primeira vista parece que não esta tão errado o terceiro servo, afinal, ele não perdeu pelo menos, ele somente escondeu para devolver. Percebemos que o servo tomou esta atitude por ter o entendimento que o senhor era um homem severo e teve medo por isso. Mas vemos que no final o senhor o chama de servo mau e negligente. O terceiro servo entendia que o senhor era um homem severo e duro. O que se mostrou um entendimento totalmente errado sobre a pessoa do senhor. Ao passo que os dois primeiros servos não tinham esse entendimento do senhor.
O senhor ainda questiona o porque no minimo o servo não colocou o dinheiro em um banco para que pelo menos rendesse algum tipo de juros. Aqui chegamos podemos ver o contraste dos dois comportamentos. Aqueles servos que aplicaram e renderam os talentos do senhor, por mais que cada um a sua quantia, ambos foram chamados de bons e fiéis. Enquanto aquele servo que não rendeu nada e manteve o unico talento é chamado de mau e negligente. Ao que de inicio nos levaria a pensar que pelo fato dele pelo menos não ter perdido nada ele seria um servo ok, ao que parece o servo que não rende ou mutiplica para o senhor é um servo normal, qualquer, inferior ou como constrate do que foi falado aos bons, é um servo infiel. Ao final temos o desfeixo e o acerto de contas final de senhor. Tirou o unico talento do servo que não produziu nada e entregou ao que fez dez. E lançou o servo inutil para fora, nas trevas, onde haverá choro e ranger de dentes. Esse é o desfeixo dos servos que não mutiplicam os talentos do Senhor. Deus é um senhor que espera de nos um tipo de serventia ativa, que mutiplica suas riquezas. O caminho final para os servos que tem o entendimento que pelo menos ficar parado guardando o céu é o inferno. NÃO SOU EU QUEM TO FALANDO ISSO. É A BÍBLIA. A parábola nos chama para um serviço ativo e não uma espera passiva da volta de Cristo.
Devemos conhecer nosso Senhor, ele é um senhor generoso, bondoso e justo. Uma falta de conhecimento real da pessoa de Deus fará a gente tomar atitudes erradas como o servo mal que julgou o Senhor como sendo duro e severo. Conhecemos os atributos e personalidades de nosso Senhor.
O que estamos fazendo com os talentos que Deus nos confere? Você tem mutiplicado os talentos que Deus te deu? Você tem mutiplicado as riquezas que Deus confiou em suas mãos? Talvez você tenha uma grande voz e oratoria para falar como billy graham e falar de Cristo para milhões de pessoas em um estádio, mas talvez você tenha um carro e podes dar carona pra alguem antes ou depois do target. Talvez você seja mais organizado financeiramente que seu irmào e você vai se oferecer para ajudar ele. Talvez você tenha uma casa e pode chamar um casal daqui do target ou um solteiro para almoçar depois do culto e pergunta como esta a vida intensiconalmente. O que hoje esta na sua mão que você pode mutiplicar. Faça o que for preciso, só não enterre isso.
Não esqueça que o Senhor volta. O nosso Senhor vai voltar de viagem e vai prestar contas. Não podemos entrar na mesmisse e achar que viver uma vida cristã de sentado no banco de madeira da igreja vai te fazer ter uma salvação. Um verdadeiro servo mutiplica aquilo que Deus dá. Quais frutos para o reino você vai apresentar? Espero que Deus olhe para nós no final e diga “servo bom e fiél” e oro para que ele não diga “servo mau e negligente”.
O caminho do servo bom e fiél é o gozo no senhor, e o caminho do servo mau e negligente é a escuridão , onde haverá choro e ranger de dentes.
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