FILHOS DE DEUS OU FILHOS DO DIABO
Mensagens na epistola de 1 João • Sermon • Submitted • Presented
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Texto base:
Almeida Revista e Atualizada Capítulo 3
7 Filhinhos, não vos deixeis enganar por ninguém;
INTRODUÇÃO
INTRODUÇÃO
Contextualização / Conexão
Contextualização / Conexão
Contextualização
A posição dos filhos de Deus
A realidade presente dos filhos de Deus
A natureza da esperança x a natureza do pecado
O que eu devo saber por ser filho de Deus?
Aplicação: Essa é a grande posição dos filhos de Deus, amados profundamente pelo Senhor, mais rejeitados e odiados pelo mundo
O que eu devo saber por ser filho de Deus?
Aplicação: Quando crente olha para aquilo que já foi conquistado por Jesus ele transposta suas expectativas para a esperança que há em Cristo, uma segurança é completa.
O que eu devo saber por ser filho de Deus?
Aplicação: A natureza da obra de Cristo, e a certeza da nossa esperança exige que estejamos sempre olhando para ele e assim venceremos a luta contra o pecado, a esperança em Cristo nos purifica.
Conexão
-Depois que João expõe a perspectiva dos filhos de Deus, sua posição e os benefícios que essa posição traz, ele passa agora a apresentar um contraste: a diferença entre os filhos de Deus e os filhos do diabo.
-A partir do versículo 7 até o versículo 10 de 1 João 3, João desenvolve esse contraste de forma clara.
Objetivo da mensagem
Objetivo da mensagem
-O objetivo desta mensagem é nos ajudar a identificar, diante de um mundo tão influenciado pelo pluralismo e pela relativização da verdade, as características que distinguem os filhos de Deus dos filhos do diabo.
Como aqueles que são considerados filhos de Deus, precisamos ter clareza quanto às obras práticas que devem marcar nossa vida, ações que evidenciam nossa filiação com o Pai.
Essa clareza é essencial não apenas para nos posicionarmos corretamente, mas também para nos protegermos das obras e influências características dos filhos do diabo
Qual a importância da mensagem?
É importante considerarmos esse tema diante da possibilidade de estarmos sendo enganados por práticas mundanas, atribuindo a filhos do diabo a identidade de filhos de Deus, por falta de compreensão da verdadeira clareza da justiça e da identidade dos filhos de Deus.
1 - UMA QUESTÃO DE NÃO SER
1 - UMA QUESTÃO DE NÃO SER
1João 3.7 “Filhinhos, não vos deixeis enganar por ninguém; aquele que pratica a justiça é justo, assim como ele é justo.”
“Certa vez homem caminhava pela floresta e encontrou um filhote de lobo ferido. Teve compaixão e o levou para o castelo, onde colocou o animal para ser criado junto com os filhotes de cachorro que ali viviam.
O lobo cresceu cercado de cuidados. Brincava com os outros filhotes, comia na mesma tigela, recebia os mesmos comandos, e por um tempo parecia exatamente igual aos outros. Aos olhos dos visitantes, era só mais um cãozinho.
Mas com o passar do tempo, começaram a surgir sinais.
Ele rosnava diferente. Não obedecia como os outros. Farejava o ar com instinto agressivo. Uivava nas madrugadas. Até que um dia, escapou para a floresta e não voltou.”
-Por quê? Porque ele era um lobo. Sempre foi. Mesmo criado entre os cães, sua natureza era outra. Ele não podia ser aquilo que nunca foi de fato.
1.1 - Uma simplicidade perigosa (a)
1.1 - Uma simplicidade perigosa (a)
1João 3.7 “Filhinhos, não vos deixeis enganar por ninguém...
-Como vimos na ilustração, podemos ser facilmente enganados por algo que parece ser, mas não é. Na vida real, isso significa que todos os dias nos deparamos com coisas que parecem santas, pessoas que parecem ser dos nossos, porém não são.
-João começa as suas exortações chamando a atenção para que tenhamos olhos prudentes, capazes de discernir aquilo que é verdadeiro daquilo que é apenas aparência.
Tenha atenção, Deus nos chama a ser prudentes
Mateus 10.16 “Eis que eu vos envio como ovelhas para o meio de lobos; sede, portanto, prudentes como as serpentes e símplices como as pombas.”
Provai a todos diante da verdade da palavra;
Jugai todas as ações- (Por discernimento sobre tudo);
Avalie todas as intenções;
1Tessalonicenses 5.21 “julgai todas as coisas, retende o que é bom;”
Uma pratica de denuncia
1João 3.8 “Aquele que pratica o pecado procede do diabo, porque o diabo vive pecando desde o princípio...
-Cada pecado, cada pensamento impuro ou palavra inverídica nos faz sucumbir à influência do diabo e assim participamos da rebeldia dele contra Deus. E quando não apenas “pecamos”, mas “praticamos o pecado”, quando não apenas somos “colhidos por ele”, mas o exercemos conscientemente e nele permanecemos, então não apenas sucumbimos a uma tentação momentânea, mas “somos do diabo” e fomos essencialmente arrastados para dentro da rebeldia dele contra Deus.
1.2 - Pecar, uma prática diabólica (b)
1.2 - Pecar, uma prática diabólica (b)
1João 3.8 “... porque o diabo vive pecando desde o princípio...
Devemos lutar contra essa identidade - (Para mim)
João 8.44 “Vós sois do diabo, que é vosso pai, e quereis satisfazer-lhe os desejos. Ele foi homicida desde o princípio e jamais se firmou na verdade, porque nele não há verdade. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira.”
-João, aqui, estabelece a identidade do diabo como alguém que, desde o princípio, peca e continua pecando.
Sendo assim, a identidade do diabo é a de um agente pecador constante.
-E é justamente essa identidade que João está relacionando com aqueles que praticam o pecado de forma deliberada.
Uma batalha particular e constante contra essa identidade;
Devemos combater esse laço diabolico, o pecado - (Para o próximo)
2Timóteo 2.25–26 “disciplinando com mansidão os que se opõem, na expectativa de que Deus lhes conceda não só o arrependimento para conhecerem plenamente a verdade, mas também o retorno à sensatez, livrando-se eles dos laços do diabo, tendo sido feitos cativos por ele para cumprirem a sua vontade.”
-Em diversas partes da Bíblia, vemos que há uma grande batalha espiritual entre Deus e o diabo.
-E, quando falamos sobre o homem, não estamos tratando de algo à parte dessa realidade.
-O apóstolo Paulo disse que a nossa verdadeira luta não é contra carne e sangue, mas contra os principados e potestades que habitam nas regiões celestiais.
-Assim sendo, devemos combater esses laços diabólicos não apenas em nossa própria vida, fugindo dessa identidade maligna, mas também ajudando todos aqueles que estão ao nosso redor a combaterem os laços do inimigo.
Devemos tomar posse da vitória de Jesus sobre o diabo
1João 3.8 “ Para isto se manifestou o Filho de Deus: para destruir as obras do diabo.”
Serpente
Simbolismo: Engano, astúcia, sedução
Dragão
Simbolismo: Violência, poder destrutivo
Leão que ruge
Simbolismo: Ameaça constante, destruição, terror
-Jesus veio ao mundo para destruir as obras de Satanás: o engano, a astúcia, a sedução, a violência, o poder destrutivo, a ameaça, o terror e a destruição.
-É muito importante compreendermos que o homem, por si só, não tem força contra Satanás.
Precisamos nos revestir do poder do Filho, nos revestir das armaduras que Deus oferece, para lutar tanto contra as tentações que o inimigo lança diretamente sobre o indivíduo, quanto para, com a força que Cristo concede, lutar ao lado do exército de Deus contra as obras de Satanás.
1.3 - Aplicações
1.3 - Aplicações
-A prática do pecado contínuo revela o "DNA espiritual" da pessoa. Se você faz um teste de DNA e ele revela que você descende de alguém, isso não é opinião — é evidência.
Aplicação:
João está dizendo: a prática do pecado revela a filiação.
Quem vive no pecado não é apenas alguém que tropeça, é alguém que vive sob a herança espiritual do diabo.
Está em Jesus a força para lutar contra o Diabo
2 - UMA QUESTÃO DE SER
2 - UMA QUESTÃO DE SER
1João 3.7 “ ...aquele que pratica a justiça é justo, assim como ele é justo.”
Crianças e a associação das profissões
2.1 - A justiça pertence ao justo (a) - Perspectiva ativa
2.1 - A justiça pertence ao justo (a) - Perspectiva ativa
1João 3.7 “ ...aquele que pratica a justiça é justo
-Como vimos, é uma questão de ser. A prática da justiça pertence ao justo. Não se trata simplesmente de uma expressão exterior. Não é apenas uma prática vazia, nem mesmo uma prática nascida do esforço humano. A prática da justiça emana do justo — é fruto de uma vida transformada. É a vida natural que flui daquele que é justo em Cristo.
Efésios 2.4–9 “Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou, e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo, —pela graça sois salvos, e, juntamente com ele, nos ressuscitou, e nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus; para mostrar, nos séculos vindouros, a suprema riqueza da sua graça, em bondade para conosco, em Cristo Jesus. Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie. Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas”
Jesus é o Justo que nos habilita a viver na justiça
1João 3.7 assim como ele é justo.”
-O poder para agir está em Jesus. O texto deixa isso claro: “assim como Ele é justo”. A identidade do justo está intimamente relacionada com o primeiro Justo, no qual nós estamos.
-Os textos anteriores destacam a importância de permanecer em Cristo. E permanecer em Cristo, neste caso específico, também significa nos apropriarmos daquilo que Cristo realiza.
-Cristo, por meio da Sua obra, nos habilita a agir com justiça, a praticar atos de justiça, assim como Ele praticou.
Uma fé que habilita
Hebreus 11.1 “Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não veem.”
2.2 - O poder pertence aos filhos (b) - Perspectiva passiva
2.2 - O poder pertence aos filhos (b) - Perspectiva passiva
1João 3.9 “Todo aquele que é nascido de Deus não vive na prática de pecado; pois o que permanece nele é a divina semente; ora, esse não pode viver pecando, porque é nascido de Deus.”
-A resistência ao pecado e uma vida consagrada a Deus também são realidades que partem de Deus. Elas fluem da nova natureza, que foi revestida de poder e nos dá a condição de viver uma vida sem pecado.
Uma nova natureza revestida de poder
1João 3.9 “Todo aquele que é nascido de Deus não vive na prática de pecado;
1João 3.9 pois o que permanece nele é a divina semente
1João 3.9 ora, esse não pode viver pecando, porque é nascido de Deus.”
Uma fé que habilita
Hebreus 11.1 “Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não veem.”
2.3 - Aplicações
2.3 - Aplicações
“A árvore não se torna boa porque dá bons frutos; ela dá bons frutos porque já é boa.”
Martinho Lutero
Aplicação:
A prática da justiça não nos torna filhos de Deus — ela revela que já somos. Assim como o pecado revela que alguém ainda está longe de Deus, a justiça é a assinatura dos filhos.
4. CONCLUSÃO
4. CONCLUSÃO
Revisões das aplicações
Aplicações finais
