1,2,3 João

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EBD

O Evangelho de João foi escrito para que as pessoas cressem que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, pudessem ter vida em seu nome (

Curiosidades: Um tratado teológico
Apesar de ser denominada como carta não segue a estrutura de uma, como vimos as do apóstolo Paulo, ela é desprovida de nome do remetente e dos destinatários, de saudações e benção e de lugar de origem e destino.
1, 2, 3João: Como Ter Garantia da Salvação Capítulo 1: Uma Introdução à Primeira Carta de João

Augustus Nicodemus, nessa mesma linha de pensamento, diz que existem 21 cartas no cânon do Novo Testamento, e apenas 1João e Hebreus não trazem o prefácio costumeiro no qual o autor se apresenta

Autor da carta: apesar de o autor não se apresentar no início da carta, deixando claro a autoria da mesma, a tradição afirma que foi escrita pelo apóstolo João, autor do Evangelho que também carrega seu nome.
1) Temos a certeza, pela carta, que o autor é um dos apóstolos, por causa do prólogo em que o autor se apresenta como testemunha da ressurreição do Senhor, e intérprete autorizado por ele para transmitir o significado da vinda, encarnação, morte e ressurreição do Filho de Deus, isso são características de um apóstolo de Cristo!
2) A linguagem e o vocabulário das cartas são similares aos utilizados no Evangelho de João (1:1-3) de ambos os livros
Destinatários: toda carta é escrita para alguém, e aqui não foi diferente, apesar de João não nomear seus destinatários na sua PRIMEIRA carta, percebemos claramente que ele escreve para crentes, se são judeus ou gentios e aonde moram isso não sabemos. Por isso, provavelmente essa era uma carta circular, que não era endereçada à apenas uma igreja local.
Primeira Carta de João A Quem a Carta Foi Escrita?

O fato de João não mencionar qualquer pessoa pelo nome nesta epístola (contraste com

Data:

João aparentemente desenvolve na carta alguns dos temas do Evangelho que ele escreveu, e que geralmente é datado entre 80–90 d.C. O fragmento de Rylands, um pedaço de manuscrito que data do ano 125 d.C., contém algumas linhas de

Primeira Carta de João Uma Visão Geral da Carta

Prefácio

1.1–4 – A realidade da encarnação de Cristo

O teste moral (1)

1.5–7 – Comunhão com Deus e com os outros

1.8–10 – A atitude correta para com o pecado

2.1–2 – Cristo, nosso advogado

2.3–6 – Como saber que conheço a Jesus

O teste social (1)

2.7–11 – O teste do amor

2.12–14 – Testados, porém encorajados

2.15–17 – Deus e o mundo

O teste doutrinário (1)

2.18–23 – Os anticristos

2.24–28 – Como ficar firmes contra o erro

O teste doutrinário (2)

2.29–3.6 – Filhos de Deus

3.7–10 – Filhos do diabo e filhos de Deus

O teste social (2)

3.11–16 – Caim e Jesus

3.17–21 – O verdadeiro amor e seus benefícios

O teste moral (3)

3.22–24 – Guardando os mandamentos de Deus

O teste doutrinário (3)

4.1–6 – Testando os espíritos

O teste social (3)

4.7–12 – O amor de Deus por seu povo

4.13–16 – Deus em nós e nós nele

4.17–21 – O perfeito amor

Os três testes juntos

5.1–5 – A verdadeira fé em Cristo

O teste doutrinário (4)

5.6–10 – O testemunho de Deus acerca de Jesus Cristo

5.11–15 – A vida eterna em Jesus Cristo

5.16–17 – O pecado para a morte

5.18–21 – A certeza do cristão

GNOSTICISMO
Primeira Carta de João O Gnosticismo (Frans Leonard Schalkwijk)

O gnosticismo estava no ar durante os primeiros três séculos da Era Cristã, influenciando até o Judaísmo e judeus-cristãos, como os elquesaitas. Sem dúvida, o gnosticismo foi a maior ameaça para a igreja, maior do que a perseguição, especialmente por volta de 135 d.C.

Resumo:
O gnosticismo distorce a verdadeira natureza de Deus e da criação, dividindo Deus em dois: um Deus “bom” e outro criador do mundo material, que seria mau ou imperfeito. Isso contradiz a doutrina bíblica de um Deus único, todo-poderoso, bom e soberano sobre tudo, inclusive a criação.
Negam que o mundo material, criado por Deus, seja bom. A Bíblia ensina que tudo que Deus criou é bom (Gênesis 1), embora esteja caído por causa do pecado.
Valorizam um conhecimento “secreto” (gnose) para a salvação, enquanto a teologia reformada afirma que a salvação é somente pela graça, pela fé em Jesus Cristo, e revelada na Palavra de Deus acessível a todos, não por um conhecimento oculto ou especial.
O gnosticismo minimiza ou nega a encarnação verdadeira de Cristo, a redenção pelo sacrifício na cruz e a ressurreição corporal, que são centrais na fé cristã reformada.
Ênfases da carta

João submete os crentes a três testes distintos: o teste teológico, ou seja, se acreditam que Jesus é o Filho de Deus; o teste moral, ou seja, se vivem de forma justa; e o teste social, se amam uns aos outros

1, 2, 3João: Como Ter Garantia da Salvação As Principais Ênfases da Carta

John Stott tem razão quando diz que João não está ensinando novas verdades, nem lançando novos mandamentos; os hereges é que são os inovadores. A tarefa de João consiste em fazê-los recordar o que já conhecem e possuem. A epístola é um comentário do evangelho, um sermão cujo texto é o evangelho.

1, 2, 3João: Como Ter Garantia da Salvação A Importância Dessa Carta para a Igreja Contemporânea

Assim como os falsos mestres saíram de dentro da igreja (2.19), hoje há muitos falsos mestres que estão pervertendo o evangelho dentro das próprias igrejas.

1, 2, 3João: Como Ter Garantia da Salvação A Importância Dessa Carta para a Igreja Contemporânea

O liberalismo teológico, que nega a inerrância e a suficiência das Escrituras, tem atacado severamente a igreja em nossos dias, devastando muitas delas

1 João 1
Apresenta Jesus, vai direto ao assunto, dizendo que ele é a manifestação suprema de Deus entre os homens.
Jesus é o verbo, João inicia como faz em seu evangelho. (1:1-3)
1, 2, 3João: Como Ter Garantia da Salvação A Preexistência do Verbo de Deus (1.1)

O propósito de João é apresentar Jesus, e ele recua ao princípio e diz que Jesus não apenas estava no princípio, mas era desde o princípio. Ele não começou a existir no princípio. Ele é antes do princípio. Ele é o princípio de todas as coisas. Ele não foi criado, é o Criador. Ele não teve origem, ele é a origem de todas as coisas. Ele não passou a existir, ele é preexistente.

Como o homem pecador pode ter comunhão com o Deus santo? (5-10)
Vivendo em santidade
1, 2, 3João: Como Ter Garantia da Salvação Capítulo 3: Como o Homem Pecador Pode Ter Comunhão com o Deus Santo (1Jo 1.5–10)

O propósito do apóstolo é mostrar que não podemos ter comunhão com Deus e com os irmãos sem santidade

1, 2, 3João: Como Ter Garantia da Salvação Capítulo 3: Como o Homem Pecador Pode Ter Comunhão com o Deus Santo (1Jo 1.5–10)

William Barclay tem razão quando diz que o caráter de uma pessoa estará determinado necessariamente pelo caráter do Deus a quem adora

1, 2, 3João: Como Ter Garantia da Salvação A Natureza Santa de Deus é Exposta (1.5)

Augustus Nicodemus diz que se Deus é luz, segue-se que quem professa ter estreito relacionamento com ele deve exibir santidade em sua vida

A santidade na vida do cristão deve ser algo inerente, inseparável, um verdadeiro estilo de vida, em todas as esferas dela, a vida do cristão tem que ser vivida pela ótica da santidade, isso revela de fato o Deus a qual servimos, se não vivemos em santidade a revelação é preocupante, precisamos nos auto examinar.
E a santidade permeia toda a nossa vida, não diz respeito somente a imoralidade, como muitas pessoas associam, mas o viver santo inclui a forma como pensamos, falamos, agimos, nos comportamos, sozinho os no meio das pessoas, a forma como nos comprometemos, somos responsáveis, é de fato um estilo de vida que muda completamente a forma de viver daqueles que foram alcançados por Cristo!
1, 2, 3João: Como Ter Garantia da Salvação A Natureza Pecaminosa do Homem é Declarada (1.6–10)

John Stott diz que em

1, 2, 3João: Como Ter Garantia da Salvação A Natureza Pecaminosa do Homem é Declarada (1.6–10)

Lloyd John Ogilvie declara que se dissermos que não temos pecado, negamos a razão por que Cristo veio e rejeitamos o perdão pelo qual ele morreu numa cruz. O pecado é uma fraude tão sutil que aquele que o comete perde a consciência dessa realidade. O pecado anestesia o coração, insensibiliza a alma e cauteriza a consciência. É possível viver em pecado e ainda assim sentir-se seguro e ter a certeza de que tudo está bem na relação com Deus

As doutrinas heréticas estavam nascendo dentros das igrejas, falsos mestres disceminando o gnosticismo ali, e João precisava refutar isso de todas as formas!
1, 2, 3João: Como Ter Garantia da Salvação A Natureza Pecaminosa do Homem é Declarada (1.6–10)

Os mestres gnósticos falavam que não eram pecadores, mas a vida deles reprovava suas palavras. Havia um abismo entre sua teologia e sua vida, um hiato entre sua crença e sua prática. A argumentação do apóstolo João é que o homem que fala uma coisa e faz outra, mente. O homem que diz uma coisa com seus lábios e outra totalmente diferente com sua vida é um mentiroso. O que contradiz suas afirmações com sua maneira de viver, está faltando com a verdade e enganando a si mesmo (2.4,22; 4.20).

1 Jo 2
Jesus, o advogado incomparável
João agora nos aponta o caminho para vencermos o pecado
Porque a prática do pecado é incompatível com a nova vida em Cristo
Precisamos ressaltar, que a perfeição moral absoluta é impossível de ser alcançada nessa vida, mas somos aperfeiçoados por meio de Cristo Jesus e esse processo se chama santificação, dia após dia na caminhada cristã somos ajustados e moldados pelo nosso Deus até o dia da glorificação do nosso corpo. Esse processo é gradual e só será concluído no grande Dia!
Aqui João aborda o tema do pecado com equilíbrio, porque temos a possibilidade de exagerar pra um lado ou pro outro, e essa não é a forma ideal!
1, 2, 3João: Como Ter Garantia da Salvação Capítulo 4: Jesus, o Advogado Incomparável (1Jo 2.1,2)

John Stott está correto quando diz que é importante manter essas duas afirmações em equilíbrio. É possível ser demasiado indulgente e demasiado severo para com o pecado. A indulgência demasiado grande seria quase encorajar o pecado no cristão salientando a provisão de Deus para o pecador. Uma severidade exagerada, entretanto, seria negar a possibilidade de um cristão pecar ou recusar-lhe perdão e restauração, se ele cair. As duas posições extremas são contestadas por João.

Ele é incisivo ao falar “filhinhos meus não pequem” mas apresenta um esperança “mas se alguem pecar”, e apresenta a segurança de estar em Cristo, tendo a certeza que temos um advogado que irá defender a nossa causa diante de Deus!
como conhecer um cristão verdadeiro? (3-11)
obediência (prova moral), o amor (prova social) e a fé em Cristo (prova doutrinária)
1, 2, 3João: Como Ter Garantia da Salvação Capítulo 5: Como Conhecer um Cristão Verdadeiro (1Jo 2.3–11)

Nós só podemos conhecer um cristão verdadeiro verificando sua vida com o modelo perfeito que é Jesus. O cristão precisa andar como Cristo andou. Ele precisa amar como Cristo amou. Ele precisa ter a vida que Cristo doou.

Como ter a garantia de que somos cristãos verdadeiros? (12-17)
João tempera a exortação de sua mensagem com palavras de ânimo e conforto, para encorajar e alertar os crentes!
Encorajamento (12-14)
Advertência (15-17)
1, 2, 3João: Como Ter Garantia da Salvação Uma Palavra de Advertência – Não Devemos Amar o Mundo (2.15–17)

Se a marca do verdadeiro crente é conhecer a Deus, agora João diz que outra marca é não amar o mundo. Esse é o amor que Deus odeia. Warren Wiersbe ilustra essa verdade de forma bem simples. Um grupo de crianças da primeira série foi conhecer um grande hospital. Depois de falar sobre os cuidados e a higiene no hospital e percorrer os corredores, ao final do tour pelo hospital, a enfermeira perguntou se alguém tinha alguma pergunta. Uma criança levantou a mão e perguntou: “Por que as pessoas que trabalham aqui estão sempre lavando as mãos?” A enfermeira sorriu e respondeu: “As pessoas que trabalham no hospital estão sempre lavando as mãos por duas razões: Primeira, porque elas amam a saúde; e segunda, porque elas odeiam os micróbios”.

Muitas vezes, o amor e o ódio caminham lado a lado: “Vós que amais o Senhor, detestai o mal” (

Quando a heresia ataca a igreja (18-29)
João agora adverte a igreja sobre o conflito entre a verdade e a mentira!
1, 2, 3João: Como Ter Garantia da Salvação A Proteção contra a Heresia (2.24–29)

Harvey Blaney tem razão quando diz que o que um homem faz e como age são aspectos intimamente ligados com a sua salvação

1 João 3
Razões imperativas para uma vida pura (1-10)
O grande amor de Deus, o pai (1-3)
A grande obra de Deus, o filho (5-8)
A grande malignidade do pecado (4-8)
A impossibilidade dos filhos de Deus viverem na prática do pecado (7-10)
1, 2, 3João: Como Ter Garantia da Salvação A Grande Impossibilidade dos Filhos de Deus de Viverem na Prática do Pecado (3.7–10)

O pensamento que está sendo transmitido em

O amor, a apologética final (11-24)
João afirma que o amor aos irmãos é a evidência da salvação (14) Caim/Cristo
O amor envolve a prática do bem
1, 2, 3João: Como Ter Garantia da Salvação A Demonstração do Amor (3.16–18)

Simon Kistemaker diz que amor e fé têm em comum que ambos precisam de obras para atestar sua autenticidade. Palavras de amor que nunca são traduzidas em ação não valem nada. Amor é o ato de dar suas posses, talentos e a si mesmo por outra pessoa

1, 2, 3João: Como Ter Garantia da Salvação Os Resultados do Amor (3.19–24)

Warren Wiersbe diz que a Primeira Epístola de João foi comparada a uma escadaria em caracol, pois ele sempre volta a três assuntos pivotantes: amor, fé e obediência.

1 João 4
Como podemos conhecer um verdadeiro cristão? (1-21)
o verdadeiro cristão é conhecido por aquilo que crê | prova doutrinária (1-6)
1, 2, 3João: Como Ter Garantia da Salvação Um Verdadeiro Cristão é Conhecido por Aquilo que Ele Crê (4.1–6)

John Stott diz que o tempo presente de “não deis crédito a qualquer espírito” indica que os leitores de João eram propensos a aceitar sem crítica todo ensino que parecesse dado por inspiração.

1, 2, 3João: Como Ter Garantia da Salvação Um Verdadeiro Cristão é Conhecido por Aquilo que Ele Crê (4.1–6)

Há uma urgente necessidade de discernimento entre os cristãos. Nossa geração perdeu o entusiasmo pela defesa da verdade. Mais assustador do que a pregação herética dos falsos profetas é o silêncio dos profetas de Deus.

-falsas doutrinas não eram toleradas por João, e não podem ser tolerada por nenhum cristão verdadeiro, sejam cristão bereanos irmãos, que julga os profetas, que analisa o que é dito e passa pelo crivo das escrituras antes de aceitar o que ta sendo falado.
um verdadeiro cristão é conhecido pelo amor | prova social (7-12)
João transiciona aqui da proval doutrinária pra prova social, onde ele aborda a necessidade de um cristão verdadeiro amar de fato. A fé e o amor são pilares da nossa vida cristã.
1, 2, 3João: Como Ter Garantia da Salvação Um Verdadeiro Cristão é Conhecido pelo Amor (4.7–12)

Simon Kistemaker: “A pessoa que é nascida de Deus é uma janela por meio da qual o amor de Deus brilha para o mundo

um verdadeiro cristão é conhecido tanto pela doutrina como pela vida (13-21)
1 João 5 - As certezas inabaláveis do crente
1, 2, 3João: Como Ter Garantia da Salvação Capítulo 11: As Certezas Inabaláveis do Crente (1Jo 5.1–21)

A vida real é construída sobre o sólido fundamento de certezas inabaláveis e não sobre a areia movediça das especulações. O que devemos saber? Quais são as certezas do crente?

temos a certeza que pertencemos à familia de Deus (1-5)
temos a certeza de que Jesus Cristo é Deus (6-10)
temos a certeza de que aqueles que creem em Cristo tem a vida eterna (11-13)
temos a certeza da resposta às nossas orações (14-15)
temos a certeza do poder das nossas orações (16-17)
temos a certeza de que os crentes não vivem na prática do pecado (18-19)
temos a certeza de que Jesus é o verdadeiro Deus (20-21)
2 João- Como viver à luz da verdade
Carta geral - essa carta tem o propósito de alertar a igreja acerca da necessidade de se viver à luz da verdade.
1, 2, 3João: Como Ter Garantia da Salvação Capítulo 12: Como Viver à Luz da Verdade (2Jo 1–13)

Muitas heresias estavam sendo espalhadas pelos falsos mestres e a igreja precisava se acautelar para não naufragar na fé. Conhecer a verdade, andar na verdade e permanecer na verdade são as orientações de João à igreja para não sucumbir diante deste cerco dos falsos mestres.

Destinatária: 3 possibilidades
João estaria escrevendo para uma mulher crista e seus filho (1,4,5,13 - singular)
João estaria escrevendo para uma mulher chamada Electa e seus filhos (eleita seria o nome próprio dessa mulher)
João estaria escrevendo pra Maria
João estaria escrevendo para uma irmã que hospedava uma igreja em sua casa
João estaria escrevendo para uma igreja local
(1-3) a igreja deve conhecer a verdade
(4-6) a igreja deve andar na verdade
(7-13) a igreja deve permanecer na verdade
3 João - A liderança na igreja de Cristo
1, 2, 3João: Como Ter Garantia da Salvação Capítulo 13: A Liderança na Igreja de Cristo (3Jo 1–15)

O apóstolo João, também chamado de “o presbítero”, escreveu sua segunda carta para alertar sobre o perigo dos falsos mestres; nesta terceira carta ele adverte sobre os falsos líderes. Na segunda carta, os falsos mestres apelavam para o amor, mas negavam a verdade. Na terceira carta, o falso líder apela para a verdade, mas nega o amor.

Destinatário: amado Gaio (nome comum entre os romanos)
1, 2, 3João: Como Ter Garantia da Salvação Capítulo 13: A Liderança na Igreja de Cristo (3Jo 1–15)

Corinto (

Gaio um homem abençoador (5-8)
Diótrefes, um homem arrogante (9-10)
1, 2, 3João: Como Ter Garantia da Salvação Diótrefes, um Homem Arrogante (v. 9,10)

Diótrefes queria ser o centro das atenções. Ele olhava para João como um rival a quem rejeitar, e não como um apóstolo de Cristo, a quem acolher. Diótrefes recusou receber João (v. 9), mentiu sobre João (v. 10a) e rejeitou os colaboradores de João (v. 10b).

Demétrio, um homem exemplar (11-12)
Judas - A batalha pela fé evangélica
Gênero da carta - epístola gerais

Primeiro, o autor da carta. Judas é irmão de Tiago e meio-irmão de Jesus (

os destinatários da cartaJudas não identifica os destinatários da carta por sua localização geográfica; apenas, descreve-os por sua posição espiritual: são chamados, amados e guardados por Jesus Cristo. Neste breve endereçamento, Judas reafirma as doutrinas da eleição incondicional, da vocação eficaz e da perseverança dos santos. Concordo com Kistemaker no sentindo de que os destinatários da epístola tinham bom nível de conhecimento das Escrituras do Antigo Testamento, pois o autor os elogia por terem ciência de fatos relacionados ao êxodo (v. 5), a anjos (v. 6) e a Sodoma e Gomorra (v. 7). Conhecem o nome de Caim, Balaão e Coré (v. 11) e estão familiarizados com a literatura judaica do século 1 (v. 9,14). Supomos, portanto, que os destinatários são judeus convertidos à fé cristã.

A carta de Judas é muito parecida com a Segunda Epístola de Pedro. É provável que 2Pedro tenha sido ligeiramente anterior a Judas. O segundo capítulo de 2Pedro é extremamente similar a essa breve epístola do Novo Testamento. Simon Kistemaker diz, com acerto, que uma leitura mais atenciosa revela que nenhum dos dois autores copiou exatamente o material do outro

o propósito da carta. Judas deixa claro que o seu principal propósito era alertar a igreja para o perigo da invasão dos falsos mestres

teologia da carta. Mesmo numa carta tão sucinta, Judas reafirma várias doutrinas essenciais da fé cristã, como: 1) vocação eficaz (v. 1), eleição incondicional (v. 1), perseverança dos santos (v. 1), salvação (v. 3), vida eterna (v. 21) e condenação dos ímpios (v. 4,6,7,11,15).

Judas, irmão de Jesus, escreveu essa carta para exortar a igreja. A palavra “exortar” que Judas empregou no versículo 3 era usada para descrever um general dando ordens a um exército. Warren Wiersbe diz que a carta tem um clima “militar”, pois a epístola é uma convocação para a guerra. Qual era a exortação primordial de Judas? Encorajar a igreja a batalhar pela fé evangélica (v. 3). Aquele era um tempo perigoso, no qual muitos falsos mestres sorrateiramente entravam dentro das igrejas e ensinavam heresias.

Um chamado à batalha espiritual

A doutrina falsa é um veneno mortal a ser identificado, rotulado e evitado a todo o custo. É conhecida a afirmação de Charles Spurgeon: “Não consigo suportar as doutrinas falsas, por mais primorosa que seja sua apresentação. Você comeria carne envenenada só porque lhe é servida em um prato de porcelana finíssima?”.

Desmascarando o inimigo, os apóstatas
2Pedro e Judas: Quando os Falsos Profetas Atacam a Igreja Desmascarando o Inimigo, os Apóstatas

A ideia essencial de Judas é que, se o maior de todos os anjos bons se recusou a falar mal do maior de todos os anjos maus, mesmo em uma circunstância como essa, devemos nós ser muito mais cautelosos acerca do nosso juízo com relação a outras pessoas.

Mantendo-se firme na guerra sem vacilar
Primeira Carta de João A Importância da Carta para nós

Primeira, 1João nos mostra a importância do autoexame. Em razão da corrupção do nosso coração e da nossa mente, facilmente podemos nos enganar acerca do nosso relacionamento com Deus. 1João nos ensina a avaliar nós mesmos à luz desses “testes”, com o propósito de colocar em ordem nossas vidas diante do Senhor. Devemos estudar essa carta com espírito de oração, humildade e quebrantamento.

Segunda, a carta fala da necessidade de avaliação e julgamento. Aplicar esses testes do verdadeiro cristianismo a outros, quando necessário, não é julgar. É o próprio João que nos manda fazê-lo (4.1). Mas devemos fazê-lo em compaixão e orando pelos irmãos que caírem (5.16;

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