A Terra na Experiência do Povo de Deus sob a Antiga Aliança (Esboço)

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1. Introdução: A Origem da Promessa da Terra (2 min)
“O conceito de uma terra que pertence ao povo de Deus teve origem no Paraíso.”
A terra não começou com Abraão; ela reflete a esperança da restauração do Éden.
A terra é teologicamente significativa desde a queda e expulsão do Éden.
2. A Terra como Sombra da Redenção (4 min)
“Ao falar da terra de Israel sob a antiga aliança, é necessário pensar em categorias de sombra, tipo e profecia.”
Evangelhos e cartas mostram que elementos do AT eram sombras: tabernáculo, maná, serpente de bronze.
João e Paulo mostram que tudo aponta para Cristo e sua obra.
Hb 10.1: "sombras das boas coisas que estavam por vir".
3. A Promessa a Abraão e sua Perspectiva Celestial (3 min)
“Abraão e os patriarcas ansiavam por ‘uma pátria melhor, isto é, celestial.’” (Hb 11:16)
A promessa da terra não se esgota na geografia.
Rm 4.13: Abraão é herdeiro do cosmos, não apenas da terra de Canaã.
4. A Terra na Experiência do Povo sob a Antiga Aliança (6 min)
a) A Terra Pertence ao Senhor
“A terra é minha, e vocês são estrangeiros e meus inquilinos” (Lv 25.23)
O Senhor é dono de toda a terra (Ex 9.29; 19.5; Dt 10.14).
b) A Terra como Lugar de Bênção
“A terra é o lugar onde Yahweh abundantemente deu presentes materiais de todos os tipos ao seu povo.”
Deus envia chuvas e sustento. A bênção depende de sua mão.
A localização da terra tem papel estratégico para abençoar o mundo.
c) A Terra é Santa pela Presença de Deus
“A santidade da terra deriva da presença do Deus santo.”
Deus habita no meio do seu povo (Nm 35.34).
A terra pode "vomitar" os habitantes que a profanam (Lv 18.25).
A cruz de Cristo corrige a inversão da ordem criada (Gl 3.13).
5. A Terra como Sombra, Não Fim em Si Mesma (3 min)
“A posse da terra sob a antiga aliança não era um fim em si mesma.”
Assim como o tabernáculo e sacrifícios apontam para Cristo, a terra aponta para a cidade eterna (Hb 11.10).
Jerusalém e Salém apontam para o sacrifício de Cristo e seu sacerdócio eterno (Hb 7).
6. A Perda da Terra e a Esperança da Restauração (2 min)
“A perda da terra estava carregada de significado teológico.”
A glória de Deus parte (Ez 10–11), e a cidade perde sua santidade.
Exílio simboliza quebra da aliança (Os 1.9).
7. Cumprimento Escatológico: A Jerusalém Celestial (3 min)
“A realidade redentora que a antiga cidade da aliança só podia prenunciar encontra sua realização consumada na ‘Jerusalém celestial’” (Gl 4:26; Hb 12:22)
Agora a adoração é "em espírito e verdade" (Jo 4.21).
Jerusalém celestial é realidade presente e futura para os crentes.
Conclusão (1 min)
A terra prometida é um símbolo poderoso, mas sua realidade última é espiritual e eterna.
Vivemos como peregrinos, ansiando pela pátria celestial: a Nova Jerusalém.
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