Fieis até o fim: quando o evangelho provoca bênçãos e oposição
Cristiano Gaspar
Igreja em Movimento • Sermon • Submitted • Presented
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Introdução
Introdução
Imagine uma fogueira acesa no centro de uma praça numa noite fria.
Pessoas se aproximam para se aquecer, conversar, sentir-se vivas.
Mas enquanto alguns são atraídos pelo calor, outros reclamam da fumaça.
Alguns se encantam com a luz, outros reclamam do incômodo nos olhos.
A mesma fogueira aquece e incomoda.
A mesma presença que acolhe, também confronta.
O evangelho é essa fogueira. Onde Jesus é proclamado com fidelidade, dois efeitos sempre aparecem: bênção para os humildes e desconforto para os orgulhosos. Graça para quem se rende. Escândalo para quem se exalta.
Essa é uma verdade que temos visto ao longo do livro de Atos. Nos capítulos anteriores, vimos curas, conversões, generosidade, mas também mentiras, julgamentos e perseguição. Agora, a partir do versículo 12 do capítulo 5, entramos num novo momento da história da igreja primitiva.
A oposição não é mais interna, como no caso de Ananias e Safira. Agora é externa. Vem das autoridades religiosas, das estruturas de poder. E ela cresce e se intensifica.
Mas aqui também vemos algo glorioso: Quanto mais oposição, mais coragem. Quanto mais sofrimento, mais alegria.
É como disse um missionário citado por Tony Merida em seu comentário:
“Encontrei irmãos ex-muçulmanos que, mesmo sendo espancados por causa de sua fé, continuam conduzindo pessoas a Cristo.”
— Isso é desafiador. Mas também é encorajador.
Essa passagem de Atos 5 nos mostra que ser fiel a Jesus significa aceitar que:
Algumas pessoas vão ser curadas…
Outras vão se levantar contra você…
Mas, no final, você vai encontrar uma alegria que o mundo não pode dar — e nem pode tirar.
Hoje, vamos caminhar juntos por esses 30 versículos, observando três efeitos inevitáveis de um ministério fiel ao evangelho. E eu convido você a refletir comigo, de forma honesta:
Você está mais próximo da fogueira ou mais incomodado com a fumaça?
Você tem vivido como alguém aquecido pelo evangelho ou como alguém tentando apagar a chama para ter paz com o mundo?
Vamos ler juntos o texto de Atos 5, do versículo 12 até o 42.
12 Muitos sinais e prodígios eram feitos entre o povo pelas mãos dos apóstolos. E todos costumavam se reunir, de comum acordo, no Pórtico de Salomão. 13 Mas, dos restantes, ninguém ousava juntar-se a eles; porém o povo tinha grande admiração por eles. 14 E aumentava sempre mais o número de crentes no Senhor, uma multidão de homens e mulheres, 15 a ponto de levarem os enfermos até pelas ruas e os colocarem sobre leitos e macas, para que, ao passar Pedro, ao menos a sua sombra se projetasse sobre alguns deles. 16 Vinha também muita gente das cidades vizinhas de Jerusalém, levando doentes e atormentados por espíritos imundos, e todos eram curados.
I. O evangelho abençoa os pobres de espírito - Atos 5:12-16
I. O evangelho abençoa os pobres de espírito - Atos 5:12-16
O que está acontecendo aqui?
Depois do episódio de Ananias e Safira, que revelou um problema interno, agora Lucas nos mostra um retrato da igreja cheia do Espírito abençoando a cidade. E veja, não é por uma estratégia de marketing, nem por uma campanha de poder político ou influência religiosa. A bênção flui porque o evangelho está sendo vivido com poder, compaixão e fidelidade.
Tony Merida chama atenção para algo fundamental: o ministério dos apóstolos está ecoando o ministério de Jesus. Assim como Jesus curava os doentes e libertava os oprimidos (Mateus 4:23–25), agora seus seguidores fazem o mesmo. Mas não é só sobre milagres. É sobre quem está sendo abençoado:
“Homens e mulheres… pobres, doentes, atormentados… os que sabem que precisam de ajuda.”
Lucas descreve um movimento de fé e cura entre aqueles que sabem que não têm nada a oferecer a Deus — apenas sua dor e desespero.
Aplicação: você vem a Jesus como um pobre de espírito?
Jesus disse: “Bem-aventurados os pobres em espírito, porque deles é o Reino dos céus.” (Mateus 5:3)
Mas sabe o que é curioso? A maioria de nós não se considera realmente pobre de espírito. A gente vem a Deus com um espírito de classe média:
“Eu me viro sozinho, mas uma ajudinha de Deus é sempre bem-vinda.”
“Sou uma boa pessoa, só preciso de um empurrão espiritual.”
“Não estou tão mal quanto outros por aí.”
Mas o evangelho não é uma dose extra de força para os fortes. O evangelho é vida para os mortos, perdão para os culpados, cura para os quebrados. Se você não se vê como alguém desesperadamente necessitado da graça de Deus, você ainda não entendeu o evangelho.
Aplicação prática:
Veja o contraste no verso 13: “Dos outros, ninguém ousava juntar-se a eles, embora o povo os elogiasse.”
Alguns se afastam por medo.
Outros se aproximam por fé.
Alguns respeitam a igreja… de longe.
Outros se unem a ela… de coração.
Qual é a sua postura?
Você observa a fé dos outros como quem assiste um documentário sobre algo bonito, mas distante?
Ou você está na caminhada com Jesus, como parte do povo que vive junto, ama junto, serve junto?
Aplicação e chamado à ação:
A igreja de Atos tocava os marginalizados, atraía os pobres, curava os doentes, expulsava o mal. E nós? Será que nossa igreja hoje está tão cheia do Espírito que os necessitados do bairro desejam se aproximar? Ou será que nos tornamos mais um clube religioso para quem já se acha bom o bastante?
“O evangelho sempre começa nas margens.”
— É com os quebrados, os frágeis, os esquecidos, que o Reino de Deus se mostra mais poderoso.
Você conhece alguém assim?
Alguém sem esperança?
Alguém excluído?
Alguém quebrado por dentro?
Então vá até essa pessoa com o evangelho, não com superioridade. Não como um “salvador”, mas como alguém que também foi curado. Como alguém que já esteve deitado na maca, esperando por misericórdia. E que agora anda, não porque é forte, mas porque foi tocado pela graça.
17 Levantando-se, porém, o sumo sacerdote e todos os que estavam com ele, isto é, o partido dos saduceus, ficaram com muita inveja, 18 prenderam os apóstolos e os recolheram à prisão pública. 19 Mas, de noite, um anjo do Senhor abriu as portas da prisão e, levando-os para fora, lhes disse:
20 — Vão ao templo e digam ao povo todas as palavras desta Vida.
21 Tendo ouvido isto, logo ao amanhecer entraram no templo e ensinavam.
Quando chegaram o sumo sacerdote e os que estavam com ele, convocaram o Sinédrio e todo o conselho dos anciãos do povo de Israel e mandaram buscar os apóstolos na prisão. 22 Mas, quando os guardas chegaram lá, não os encontraram no cárcere. E, voltando, relataram, 23 dizendo:
— Encontramos a prisão fechada com toda a segurança e as sentinelas nos seus postos junto às portas; mas, abrindo as portas, não encontramos ninguém dentro.
24 Quando o capitão do templo e os principais sacerdotes ouviram estas informações, ficaram perplexos a respeito deles e do que viria a ser isto. 25 Nesse momento, alguém chegou e lhes comunicou:
— Vejam! Os homens que os senhores prenderam estão no templo ensinando o povo.
26 Então o capitão e os guardas foram e os trouxeram sem violência, porque temiam ser apedrejados pelo povo. 27 Trouxeram os apóstolos, apresentando-os ao Sinédrio. E o sumo sacerdote os interrogou, 28 dizendo:
— Não é verdade que ordenamos expressamente que vocês não ensinassem nesse nome? No entanto, vocês encheram Jerusalém com a doutrina de vocês e ainda querem lançar sobre nós o sangue desse homem.
29 Então Pedro e os demais apóstolos afirmaram:
— É mais importante obedecer a Deus do que aos homens. 30 O Deus de nossos pais ressuscitou Jesus, a quem vocês mataram, pendurando-o num madeiro. 31 Deus, porém, com a sua mão direita, o exaltou a Príncipe e Salvador, a fim de conceder a Israel o arrependimento e a remissão de pecados. 32 E nós somos testemunhas destes fatos — nós e o Espírito Santo, que Deus deu aos que lhe obedecem.
33 Eles, porém, ouvindo isso, se enfureceram e queriam matá-los.
34 Mas, levantando-se no Sinédrio um fariseu chamado Gamaliel, mestre da lei, respeitado por todo o povo, mandou que os apóstolos fossem levados para fora, por um momento. 35 Então disse ao Sinédrio:
— Israelitas, tenham cuidado com o que vão fazer a estes homens. 36 Porque algum tempo atrás se levantou Teudas, dizendo ser alguém muito importante, ao qual se juntaram cerca de quatrocentos homens. Mas ele foi morto, e todos os que lhe obedeciam se dispersaram e foram reduzidos a nada. 37 Depois desse, levantou-se Judas, o galileu, nos dias do recenseamento, e levou muitos consigo. Também este foi morto, e todos os que lhe obedeciam foram dispersos. 38 Neste caso de agora, digo a vocês: Não façam nada contra esses homens. Deixem que vão embora, porque, se este plano ou esta obra vem de homens, será destruído; 39 mas, se vem de Deus, vocês não poderão destruí-los e correm o risco de estar lutando contra Deus.
E os membros do Sinédrio concordaram com Gamaliel. 40 Então chamaram os apóstolos e os açoitaram. E, ordenando-lhes que não falassem no nome de Jesus, os soltaram.
II. O evangelho confronta os orgulhosos
II. O evangelho confronta os orgulhosos
Por que o evangelho provoca raiva nos orgulhosos?
Porque o evangelho confronta quem quer manter o controle.
Veja o versículo 17:
“Cheios de inveja.” - Não era por desacordo doutrinário apenas. Era ciúmes, poder ameaçado, popularidade em risco.
Os saduceus que não acreditavam em ressurreição, nem em anjos, agora se veem diante de dois escândalos:
os apóstolos pregando a ressurreição,
e um anjo libertando os presos!
Ironia? Sim. Os que negavam o mundo espiritual foram desmascarados por ele.
Esse é o ponto: o evangelho expõe. Ele revela a impotência dos sistemas religiosos, políticos e sociais que tentam manter as aparências.
Aplicação: Por que há tanta resistência ao evangelho hoje?
Ainda hoje, o evangelho é escandaloso, não porque é violento, mas porque é gracioso demais e verdadeiro demais.
Ele confronta o orgulho intelectual: “Você não é tão racional quanto pensa, e precisa de fé.”
Ele confronta o orgulho social: “Você não é tão bom quanto pensa, e precisa de arrependimento.”
Ele confronta o orgulho religioso: “Suas boas obras não te salvam.”
É por isso que muitos odeiam o evangelho, mesmo quando ele cura, salva e transforma.
Tony Merida observa que até hoje cristãos e instituições são atacados não por fazerem o mal, mas por fazerem o bem com o nome de Jesus.
Centros de apoio a grávidas, abrigos, ONGs cristãs, tudo isso incomoda, porque revela que a cultura moderna está nua.
Aplicação prática: você resiste ao evangelho sem perceber?
Deixe-me perguntar:
Você já se pegou ressentido com o sucesso espiritual de alguém?
Já sentiu inveja de quem é usado por Deus de um jeito que você não é?
Já desejou que alguém fracassasse, só para se sentir melhor com sua própria mediocridade espiritual?
A inveja é como cupim na estrutura da alma, ela corrói, mas silenciosamente. E se não for tratada, leva ao endurecimento do coração contra Deus e contra o próximo.
Sobre a desobediência civil: quando o evangelho e o Estado entram em conflito
O verso 29 é central:
“— É mais importante obedecer a Deus do que aos homens.”
Os apóstolos estão diante do Sinédrio, o supremo tribunal religioso da época. Mas não fazem protesto, não levantam cartazes, não gritam.
Eles apenas continuam pregando o evangelho com ousadia e respeito.
Obediência civil é parte da vida cristã, mas fidelidade a Deus vem primeiro.
Textos como Romanos 13, Tito 3, 1 Pedro 2 — todos ensinam submissão às autoridades. Mas quando a lei dos homens exige que neguemos a missão de Deus, então o cristão deve obedecer a Deus e aceitar as consequências. Apenas um adendo, não transforme outras coisas em missãoo de Deus para justificar a perseguição que você talvez esteja sofrendo, seja ela justa ou injusta. Não use Deus como canal de persuasão.
Aproveitando a oportunidade para pregar o evangelho (vv.30–32)
E o que Pedro faz? Prega, com respeito, mas com clareza:
Jesus foi morto por vocês.
Deus o ressuscitou.
Ele é exaltado como Salvador e Senhor.
Arrependam-se para receber perdão e o Espírito Santo.
Eles não usam o púlpito da perseguição para se vitimizar, mas para evangelizar. Eles não se defendem, eles anunciam Jesus.
Você está disposto a perder para obedecer?
Gamaliel tenta acalmar os ânimos com sabedoria política, mas mesmo assim, os apóstolos são açoitados. E ainda assim... continuam, não por teimosia. Mas por convicção de que vale a pena perder tudo por causa do Nome.
Você está pronto para isso?
Pronto para ser mal interpretado?
Pronto para ser rejeitado?
Pronto para ser cancelado?
Pronto para pregar o evangelho mesmo quando isso custa seu conforto, seu status, sua paz?
O evangelho não pede licença para mudar sua vida. Ele entra, desorganiza seu orgulho e coloca Jesus no centro.
41 E eles se retiraram do Sinédrio muito alegres por terem sido considerados dignos de sofrer afrontas por esse Nome. 42 E todos os dias, no templo e de casa em casa, não cessavam de ensinar e de pregar que Jesus é o Cristo.
III. O evangelho fortalece os discípulos de Jesus
III. O evangelho fortalece os discípulos de Jesus
A reação inesperada ao sofrimento
Eles apanharam, foram humilhados publicamente, e como eles saem? Sorrindo, cantando e cheios de alegria.
É quase inacreditável, mas essa é uma das marcas mais poderosas do evangelho: A alegria não vem da ausência de dor, mas da presença do Rei. A perseguição não enfraqueceu os apóstolos, os fortaleceu. Eles foram açoitados, mas fortalecidos. Humilhados, mas honrados. Feridos, mas mais vivos do que nunca.
Conexão com os ensinos de Jesus
Pedro estava lá quando Jesus disse:
“Bem-aventurados os perseguidos por causa da justiça...” (Mt 5:10)
“Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me.” (Mt 16:24)
“Se perseguiram a mim, também perseguirão vocês.” (João 15:20)
Mas agora, Pedro não está apenas lembrando dos ensinos de Jesus, ele está experimentando. Ele está vivendo a cruz. E, surpreendentemente, está cheio de alegria.
É como se ele dissesse: “Agora sim. Agora sei que estou no caminho certo. Ser considerado digno de sofrer por Jesus? Isso é honra!”
Onde está sua fonte de força?
Isso é profundamente contraintuitivo.
O mundo busca força no sucesso, no reconhecimento, na segurança.
Mas os discípulos de Jesus encontram força na comunhão com o sofrimento de Cristo.
Paulo também entendeu isso: “Quero conhecer Cristo, o poder da sua ressurreição e a participação em seus sofrimentos…” (Fp 3:10)
Ou seja, não há poder de ressurreição sem cruz.
Não há alegria profunda sem custo real.
Não há fé madura sem passar pelo fogo.
O que te motiva a continuar?
Você está cansado? Desanimado? Sentindo-se sem forças para continuar vivendo a fé cristã com coragem?
Então ouça isso: a alegria que fortalece os discípulos não vem de resultados, mas de fidelidade.
Ela não depende do aplauso das pessoas, mas da aprovação de Deus.
E Deus diz: “Bem-aventurado é você quando for insultado por causa do Meu Nome.”
Eles foram ameaçados para parar… mas isso só os fez continuar mais
Veja o versículo 42: “Todos os dias... no templo... de casa em casa... não deixavam de proclamar que Jesus é o Cristo.”
Eles foram intimidados para calar a boca. Resultado? Pregaram mais ainda.
A perseguição não silenciou a igreja, ela espalhou a chama.
A ameaça não destruiu a fé, ela refinou.
O sofrimento não os fez retroceder, os fez avançar com mais poder.
Aplicação para a igreja hoje
Esse texto deve ser um consolo para cristãos que vivem em países hostis, como Coreia do Norte, Sudão, Irã, Afeganistão… Mas também deve confrontar a apatia da igreja no Ocidente, onde temos liberdade, mas às vezes falta ousadia.
Você está vivendo sua fé com coragem? Ou tem se calado com medo de perder conforto, aceitação, influência?
Quer alegria real? Então siga o modelo de Atos 5:
Seja compassivo com os pobres de espírito.
Seja fiel diante da oposição.
Seja fortalecido pelo evangelho, mesmo no sofrimento.
Porque quem anda no caminho da cruz, encontra a alegria da ressurreição. Quem vive para Jesus, será sustentado pelo Nome de Jesus. E quem sofre por Cristo, jamais sofrerá em vão.
Fieis até o fim: quando o evangelho provoca bênçãos e oposição
O evangelho é uma fogueira, ele aquece os corações quebrados, mas também incomoda os olhos orgulhosos.
Ele cura os doentes, mas expõe os sistemas de poder.
Ele fortalece os discípulos, mas provoca perseguição.
Recapitulando:
O evangelho abençoa os pobres de espírito — os quebrados, os humildes, os desesperados.
O evangelho confronta os orgulhosos — os que querem manter controle, status, reputação.
O evangelho fortalece os discípulos de Jesus — mesmo quando eles sangram, mesmo quando são humilhados, eles seguem com alegria.
Aplicação final:
Essa é a dinâmica do Reino de Deus. Há cura, há confronto e há coragem. Mas nunca há neutralidade.
Então eu pergunto:
Você se aproxima de Jesus com pobreza de espírito ou com autossuficiência religiosa?
Você está disposto a ser mal interpretado, rejeitado ou até perseguido por causa de Jesus?
Você encontra sua força e alegria não nas circunstâncias, mas na fidelidade ao Nome de Jesus?
Não vivemos em busca do sofrimento, maas ao mesmo tempo Cristãos não vivem para evitar sofrimento. Cristãos vivem para glorificar Cristo.
E se o sofrimento vem, eles cantam, eles pregam, eles continuam.
Talvez você esteja cansado, ou intimidado. Talvez até mesmo decepcionado com a igreja. Mas hoje, o Espírito de Deus te chama a permanecer, a resistir ao medo. A renovar seu compromisso com o evangelho, mesmo que isso custe algo. A lembrar que você segue um Salvador que foi crucificado, mas ressuscitou.
Jesus foi o primeiro a ser rejeitado, perseguido, injustamente condenado. Mas Ele não apenas sofreu, Ele venceu. E agora diz a você: “Não tenha medo. Eu estarei com você. Eu já venci o mundo.”
Se você quiser viver uma fé real, profunda e transformadora, então abrace a cruz. Proclame o Nome de Jesus, e descubra a alegria que o mundo jamais poderá roubar.
