(1 Co 10:12-15) Perseverança em meio à tentação

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1Coríntios 10.12 “Aquele, pois, que pensa estar em pé veja que não caia.”
O que Paulo está ensinando aos coríntios é a humildade. Quem tenham cuidado com a presunção, a autoconfiança. A graça de Deus é poderosa e eficaz pra salvar, mas isso não quer dizer que não precisamos, pelo contrário. A graça traz a realidade da vigilância, da santificação. Aqueles que caem para sempre, são aqueles que não vigiaram. A graça nos sustenta também porque ela faz com que nós vigiemos. Cuidado para não cair! Só permanece - e aqui mais uma vez vamos nos atentar para essa expressão: permanecer - só permanece aquele que vigia.
Paulo, em outro lugar por exemplo, adverte os crentes de que serão cortados da oliveira, separados do povo de Deus, a menos que permaneçam na fé:
Romanos 11.20 “Bem! Pela sua incredulidade, foram quebrados; tu, porém, mediante a fé, estás firme. Não te ensoberbeças, mas teme.”
2Coríntios 1.24 “... porquanto, pela fé, já estais firmados.”
Então é através da fé que permanecemos. Quando somos tomados pela incredulidade, nós nos afastamos do Senhor.
Isso é muito importante. Não deve haver confusão aqui. Porque em outro lugar Paulo explica que o Senhor é que dá a graça de permanecer.
Romanos 14.4 “...Para o seu próprio senhor está em pé ou cai; mas estará em pé, porque o Senhor é poderoso para o suster.”
Então temos aqui uma realidade definitiva - o crente é salvo uma vez por todas pela graça do Senhor - e uma advertência para que permaneçamos na graça. Então a glória da salvação pertence a Deus, mas a vergonha da perdição, da incredulidade, pertence a nós. Deus é soberano para nos salvar, mas também somos responsáveis para perseverar até o fim.
1Coríntios 15.1–2 “Irmãos, venho lembrar-vos o evangelho que vos anunciei, o qual recebestes e no qual ainda perseverais; por ele também sois salvos, se retiverdes a palavra tal como vo-la preguei, a menos que tenhais crido em vão.”
Então o crente genuíno, quando ouve falar da maravilhosa graça salvadora de Deus, ele não barateia a graça do Senhor. Ele não diz: vou pecar porque a graça vai me salvar. Ou: vou pecar mais para que a graça seja mais abundante. Mas a verdadeira fé teme pecar contra o Senhor, é constrangido pela graça do Senhor. E vigia para não cair.
2Coríntios 13.5 “Examinai-vos a vós mesmos se realmente estais na fé; provai-vos a vós mesmos. Ou não reconheceis que Jesus Cristo está em vós? Se não é que já estais reprovados.”
Precisamos observar, irmãos, se nossa fé é real, e buscar cultivar a fé, fugindo do pecando, praticando a justiça, temendo ao Senhor, e se alimentando de seus meios de graça.
Romanos 11.22 “Considerai, pois, a bondade e a severidade de Deus: para com os que caíram, severidade; mas, para contigo, a bondade de Deus, se nela permaneceres; doutra sorte, também tu serás cortado.”
Aquele que não permanecer, será cortado. Então a permanência, a perseverança é o que identifica a fé genuína. Precisamos vigiar para não cair. Paulo está advertindo os coríntios a não seguir o caminho de Israel, que caiu no deserto.
Cuidado, irmãos, com as oscilações. Você é uma pessoa inconstante? O tempo todo está bem, está mal, está aparentemente firme, depois está fria?… Isso pode significar que sua fé não é real. Você ainda não foi convertido. Ou pode significar que você está se afastando cada vez mais para se afundar. Cuidado! Vigie. Precisamos ter certeza da nossa fé. Sobre essa certeza, a nossa Confissão de fé diz o seguinte:
CFW 18:II: Essa certeza não é uma mera persuasão conjectural e provável, fundada numa falsa esperança, mas uma infalível segurança da fé, fundada na divina verdade das promessas de salvação, na evidência interior daquelas graças nas quais essas promessas são feitas, no testemunho do Espírito de adoção que testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus, sendo esse Espírito o penhor da nossa herança, e por quem somos selados para o dia da redenção.
As advertências de Paulo aqui não são uma ameaça à segurança da salvação, pois aqueles que as atendem crescem em sua convicção.
1Coríntios 10.13 “Não vos sobreveio tentação que não fosse humana; mas Deus é fiel e não permitirá que sejais tentados além das vossas forças; pelo contrário, juntamente com a tentação, vos proverá livramento, de sorte que a possais suportar.”
Paulo está nos ensinando algo maravilhoso a respeito do modo como Deus nos mantém firmes. A promessa e a advertência trabalham juntas para nos fortalecer. Ele nos adverte contra o pecado da presunção, mas nos assegura da fidelidade de Deus em cumprir suas promessas e nos salvar. Então a verdadeira fé se consola pelas promessas de Deus, mas também atenta para suas advertências.
MH: Deus é sábio, bem como fiel, e fará com que nossos fardos sejam proporcionais à nossa força. Ele sabe o que podemos suportar. Ele abrirá um caminho de escape; ele nos livrará da própria provação ou, pelo menos, do mal que ela causa. Temos pleno encorajamento para fugir do pecado e sermos fiéis a Deus. Não podemos cair pela tentação, se nos apegarmos firmemente a ele. Quer o mundo sorria ou censure, ele é um inimigo; mas os crentes serão fortalecidos para vencê-lo, com todos os seus terrores e seduções. O temor do Senhor, posto em seus corações, será o grande meio de segurança.
Nossa Confissão, mais uma vez nos diz:
CFW 14:II: Por essa fé, o cristão, segundo a autoridade do mesmo Deus que fala em sua palavra, crê ser verdade tudo quanto nela é revelado, e age de conformidade com aquilo que cada passagem contém em particular, prestando obediência aos mandamentos, tremendo às ameaças e abraçando as promessas de Deus para esta vida e para a futura;
Então ao mesmo tempo em que Paulo adverte: vigia; Ele também exalta a fidelidade de Deus, que prometeu sustentar seu povo por sua graça infalível. Deus é fiel! A idolatria é uma tentação de apostatar da fé, de trocar o Senhor pelos falsos deuses. Apesar de seu povo ser tentado, Paulo conclui essa parte dizendo Deus não abandona seu povo em meio às tentações de pecar, mesmo que a tentação seja bastante forte.
Como a fidelidade de Deus se revela na tentação do seu povo?! Ele não permite que a tentação exceda a capacidade dos crentes. E além disso ele provê capacidade para resistir à tentação. Não é que o crente simplesmente não passar por tentações, não tem sua fé enfraquecida, mas ele é sustentado em meio à tentação, porque Deus limita as tentações, e fortalece a fé.
CFW 18:IV: Por diversos modos, podem os crentes ter a sua segurança de salvação abalada, diminuída e interrompida – negligenciando a conservação dela, caindo em algum pecado específico que fira a consciência e entristeça o Espírito Santo, cedendo a fortes e repentinas tentações, retirando Deus a luz de seu rosto e permitindo que andem em trevas e não tenham luz mesmo os que o temem; contudo, eles nunca ficam inteiramente privados daquela semente de Deus e da vida da fé, daquele amor a Cristo e aos irmãos, daquela sinceridade de coração e consciência do dever; dessas bênçãos, a certeza de salvação poderá, no tempo próprio, ser restaurada pela operação do Espírito, e por meio delas eles são, no entanto, suportados para não caírem no desespero absoluto.
Essa é a experiência de um crente genuíno. Não é que ele é perfeito e não cai, não esfria, não passa por tentações. Mas ele teme, ele luta, ele se angustia por seus pecados, ele busca a Deus, e sua queda nunca é definitiva, absoluta, nunca é completa.
CFW 14:III: Essa fé é de diferentes graus: é fraca ou forte, pode ser muitas vezes e de muitos modos perturbada e enfraquecida, mas sempre alcança a vitória, atingindo em muitos uma perfeita segurança em Cristo, que é não somente o Autor, como também o Consumador da fé.
Então os crentes passam por tentações de um modo peculiar. A fé de um não eleito, de uma pessoa que é apenas aparentemente crente, essa fé não resiste ao dia mau. Essa fé não permanece. Essa fé não se alimenta, não cresce nas aflições. Essa fé não teme a Deus, suas ameaças, nem se conforta com suas promessas. É uma vã conjectura. Uma falsa esperança que perecerá.
Mas a fé de um crente, por menor que ela seja, sendo real, estando firme no lugar certo, Deus usa os momentos mais angustiantes para ensinar seus filhos, fazê-los crescer. Deus não está ausente na tentação de seus filhos. Ainda que um filho da luz ande em trevas, ele continuará sendo um filho da luz.
CFW 5:V: O mui sábio, justo e gracioso Deus muitas vezes deixa, por algum tempo, seus filhos entregues a muitas tentações e à corrupção do próprio coração, para castigá-los pelos seus pecados anteriores ou fazê-los conhecer o poder oculto da corrupção e do dolo do próprio coração, a fim de que eles sejam humilhados; para animá-los a dependerem mais íntima e constantemente do apoio dele e torná-los mais vigilantes contra as futuras ocasiões de pecar, bem como para vários outros fins justos e santos.
É assim, irmãos, que Deus é fiel. Ele assim que ele nos sustenta, não nos deixa cair jamais, e ainda faz com que tudo coopere para o nosso bem, até mesmo nossos pecados. Devemos odiar nossos pecados, fugir do pecado com todas as forças. Fugir das tentações para não dar ocasião à carne, atentando para as ameaças e advertências do Senhor. Porque do Senhor é muito doloroso. Mas… nos momentos sombrios devemos atentar para suas promessas. Porque ele disse:
Hebreus 13.5 “...De maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei.”
Os crentes têm a garantia de que serão irrepreensíveis até o fim, porque Deus é fiel:
1Coríntios 1.8–9 “o qual também vos confirmará até ao fim, para serdes irrepreensíveis no Dia de nosso Senhor Jesus Cristo. Fiel é Deus, pelo qual fostes chamados à comunhão de seu Filho Jesus Cristo, nosso Senhor.”
Da mesma forma, em 1 Tessalonicenses 5:23, Paulo ora para que os crentes sejam ‘conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo’ e, em seguida, garante-lhes que a petição será cumprida, pois o Deus ‘que os chama é fiel’ (1 Tessalonicenses 5:24).
Lemos em 2 Timóteo 2:13 que os crentes podem ser ‘infiéis’, mas Cristo ‘permanece fiel’, o que significa que aqueles que pecam por serem infiéis não pecam irreparavelmente e, portanto, são salvos da destruição final.
A relação entre esses dois versículos (12 e 13) é impressionante. Paulo adverte os coríntios contra a presunção, a falsa segurança da salvação, e os chama à vigilância e a à perseverança. Então no verso seguinte ele os assegura da fidelidade de Deus, que promete preservação até o fim.
Existe uma tensão nessas duas realidades. Paulo reconhece isso. A solução que ele apresenta é que os avisos realmente constroem a segurança em vez de apagá-la, porque os crentes, quando dão ouvidos às advertências, às repreensões, eles crescem mais na confiança de que serão salvos. Eles saber que o Deus que os adverte, é o Deus que os ama. E é por isso que eles fogem do pecado. Essa é a verdadeira fé.
Calvino… Irmãos, vejam então que existem dois tipos de confiança. O primeiro tipo repouso nas promessas do Senhor, de modo que o crente se convence, em seu íntimo, que Deus jamais o deixará; se refugia nessa invencível convicção, enfrenta Satanás e o pecado destemidamente. Ao mesmo tempo, lembra de suas fraquezas e se lança nas mãos de Deus com temor e humildade, e na sua angústia repousa nele com satisfação.
O segundo tipo de confiança, porém tem suas raízes na indiferença, quando os homens ardem em seu orgulho por causa dos dons que possuem, vivem completamente despreocupados sobre a sua situação como se sempre estivessem fora de perigo; como é danosa essa confiança, porque estes estão expostos a todos os ataques de Satanás. É esse tipo de confiança que Paulo adverte os coríntios a fugirem. É uma presunção irracional.
Não é que Paulo queria que eles vivessem com medo de pecar e perder a salvação, com ansiedade e incerteza, mas que eles tivessem uma certeza bem fundada, não hipócrita, mas sincera e santa.
É aqui irmãos que aprendemos a diferença não só entre a falsa e a verdadeira segurança da salvação, mas também entre o falso e o verdadeiro temor a Deus. Existe um temor filial, um temor de filho, familiar, que teme a Deus porque o ama; mas existem também um temor servil, um temor de falsa obediência: obedecer com medo de ir para o inferno. Esse é um falso temor. Um medo daqueles que não amam verdadeira a Deus. Estão na igreja por outro motivo. Essa é uma diferença fundamental, e você pode e deve perceber isso no seu coração. Se você teme a Deus servindo com amor obediente e familiar, ou se você o teme por medo de ficar de fora, apenas por medo dos seus castigos.
Turretini: o verdadeiro temor remove a falsa certeza e confirma a verdadeira. Desta forma, quanto mais o crente cuida de não afastar-se das veredas da santidade e mais e mais abraça ao seu Deus pela constante obediência, tanto mais se convencerá também da graça e do amor de Deus, e de que está salvo. Assim temos a ordem de ‘servir o SENHOR com temor e regozijai-vos nele com tremor’ (Sl 2.11), porque alegria sem temor equivale a orgulho; temor sem alegria equivale a desespero; ambos juntos acrescentam à mente confiança sólida com profunda humildade.
Assim, Paulo diz no verso 14:
1Coríntios 10.14–15 “Portanto, meus amados, fugi da idolatria. Falo como a criteriosos; julgai vós mesmos o que digo.”
Veja como essa verdadeira segurança me leva a fugir do pecado. E como na verdade o pecado ou me tira a segurança e me leva ao desespero, ou me traz uma falsa segurança e me leva ao orgulho.
Meu irmão, minha irmã, quem é você hoje aqui? O que te assegura de que você é um filho de Deus? De que você está salvo? William Guthrie diz assim:
Você pode não ser um verdadeiro cristão, mas pode ter uma grande compreensão das crenças cristãs; pode até ficar muito entusiasmado com o ensinamento cristão. Você pode receber a Palavra de Deus com alegria (Mt 13.20). Pode mudar seu modo de vida, evitar o pecado e fazer o que é certo (...) Você pode aprovar os ensinamentos de Cristo (...). Você pode ser assim, e entretanto não ser um cristão autêntico.
Onde começa nossa identidade primária como crentes? Não é nas mudanças ou sensações exteriores, mas no coração. Nos desejos e na vontade. Na mudança de mentalidade e nos afetos.
Uma diferença importante é que a vida interior do verdadeiro crente é transformada e feita de novo. Isso nunca ocorre com alguém que simplesmente se parece com um cristão, mas não é. Cristianismo verdadeiro começa em nossos corações.
De alguma forma pode ser perceptível a mudança que brota do coração e a que brota da presunção. No hipócrita há motivações secretas que o colocam entre os verdadeiros crentes. “Talvez queiram conseguir elogios dos outros por suas vidas. Talvez esperem escapar da ira de Deus contra seus pecados. Podem desejar sair de alguma confusão, ou se livrar de uma consciência dolorida”.
Keller: “na religiosidade, tentamos obedecer aos padrões divinos por medo. Acreditamos que se não obedecermos, perderemos a bênção de Deus neste mundo e no próximo”… O moralista é obrigado a obedecer, motivado pelo medo da rejeição, o cristão se apressa a obedecer, motivado pelo desejo de agradar e de se parecer com aquele que deu a vida por nós”.
Vejam irmãos - Paulo diz: Fugi da idolatria! Veja o raciocínio dele. A verdadeira segurança me leva a fugir do pecado. A falsa segurança a mãe da licenciosidade. É o que me faz pecar sem ter o coração doído, a consciência ferida. Amor de Cristo na cruz não constrange o coração do hipócrita, do falso crente, como constrangeu o Pedro quando negou a Jesus. A única coisa que constrange o coração de um falso crente é o temor dos homens, é o medo de ser reprovado, como foi com Judas.
Infelizmente, nesses dias maus, um falso evangelho tem sido pregado há algum tempo, e tem alimentado esse tipo de segurança. Tem feito as pessoas se sentirem seguras de que são cristãs, quando na verdade não são.
Vos: um tipo de evangelismo rasteiro que pouco ou quase nada diz sobre a necessidade do profundo arrependimento pelo pecado... Esse tipo de evangelismo raso encoraja as pessoas a pensarem que ao escreverem os seus nomes ..., ou levantarem as suas mãos numa reunião... devem se considerar salvas e seguras para sempre.
Esse tipo de pregação e evangelismo produziu uma grande quantidade de pessoas seguras de sua salvação, fundamentadas numa decisão ou num ato externo.
Para Paul Washer há duas razões para o fenômeno contemporâneo de crentes sem vida, uma teológica e outra prática:
A razão teológica é que a magnífica doutrina da regeneração foi reduzida a nada mais que uma decisão humana. Poucos entendem o conceito do novo nascimento como obra sobrenatural de Deus, que transforma a natureza da pessoa de tal maneira, que ela pode ser descrita, como dizem as Escrituras, como uma nova criatura. A razão prática é que muitos têm recebido algo menos do que um evangelho bíblico, e foram convidados a voltar a Deus com nada mais senão a repetição de uma oração.
A coisa toda gira em torno de uma decisão. Apenas diga que você quer ser cristão, e você se tornará um. Faça a oração com estas palavras. Assine este cartão. Siga estes passos. Pronto! Você já é um cristão! Fim de papo. Caso encerrado. Bem-vindo ao céu! É verdade que basta-nos uma única decisão de seguir a Cristo. Mas uma única decisão verdadeira é seguida de decisões diárias de seguir a Jesus. Jesus não acha suficiente você se identificar superficialmente com ele.
A pergunta aqui, irmãos, é a seguinte: O que te faz fugir da idolatria? O que te faz permanecer firme seguindo ao Senhor? O que te vir à igreja? O que te faz amar mais a Palavra de Deus do que as opiniões dos homens? Amar mais o povo de Deus do que a multidão de amigos desse mundo? O que te faz amar mais a simplicidade do evangelho do que a glória e o brilho da moda, da tendência? O que te faz amar a Deus de todo seu coração, de toda sua força, de todo seu entendimento?
Só existe uma coisa que deve causar esse efeito em você: o nosso Senhor Cristo, pendurado na cruz, por você e por mim, para me salvar da ira vindouro, me justificar de meus pecado, me adotar e me chamar de Filho. Sua ressurreição, que fundamenta minha fé e me dá uma nova vida. Que traz esperança em meio à morte e à destruição, por ele vive para sempre e virá me encontrar. Ele deve ser o nosso amor, o nosso amado, o nosso maior desejo e o tesouro do nosso coração. Ele deve estar sobre nós e em nós, e nos dominar e constranger com seu amor e seu poder. Seu Espírito deve nos convencer diariamente de nossos pecados, e nos confortar com suas promessas. Deve nos purificar, lavando nosso coração, e nos alegrar com a alegria da salvação e a paz que o mundo não pode nos dar. O amor do Pai então é derramado em nossos corações nos convencendo de que nós somos filhos de Deus e jamais seremos abandonas.
É isso que fará você fugir da imoralidade, da fornicação, da pornografia, da fofoca, do rancor, da mentira, do vitimismo, do orgulho, da apostasia. É lembrar de nosso Senhor e andar com ele, e viver pra ele, e permanecer nele.
João 15.4–5 “permanecei em mim, e eu permanecerei em vós. Como não pode o ramo produzir fruto de si mesmo, se não permanecer na videira, assim, nem vós o podeis dar, se não permanecerdes em mim. Eu sou a videira, vós, os ramos. Quem permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer.”
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