יהוה

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Desvendando o Nome de Deus: Quem é Aquele que É?

A mensagem que nos chega de Moisés, ao responder a Deus na sarça ardente, é que a honestidade é a melhor forma ou melhor unica forma de nos relacionarmos com Deus e que não há nada que não possamos dizer a Deus.
A franqueza de Moisés abriu uma porta para ver a paciência, compreensão, promessa e provisão de Deus.
Na passagem de Êxodo 3.1-15, Deus revela Seu nome a Moisés como 'Eu Sou o que Sou', indicando a Sua eternidade, e que é incomparável e a essência da Sua presença entre o povo de Israel.
Compreender o nome de Deus nos ajuda a reconhecer Sua autoridade e presença em nossas vidas, oferecendo conforto e força diante das adversidades e incertezas que enfrentamos.
O nome de Deus não é apenas uma designação, mas uma revelação do Seu caráter e do Seu desejo de se relacionar com a humanidade.
Deus se revela como o Eu Sou, um sinal de Sua presença eterna e imutável, que nos convida a confiar Nele em todas as circunstâncias da vida.
Hoje vamos ver aquele que é conhecido como “o nome de Deus” e como se revelou a Moisés
יהוה YHWH
O que temos diante de nós é um tetragrama.
Um termo para as quatro letras do nome pessoal do Deus de Israel, derivado do grego para “quatro” e “letra.” Em hebraico, o nome é composto por quatro consoantes, יהוה.
O que temos são então 4 consoantes, este nome tal qual surge no seu original é um nome impronunciável.
O mais próximo usado pelo povo hebreus era Adonai, pois levavam muito a sério o usar o nome de Deus em vão.
Com naturalidade o povo passou a usar o nome Adonai para se referir a Deus.
É já entre os séculos 6 a 10 que os Massoretas, escribas judeus que se dedicaram a preservar e cuidar do texto bíblico hebraico, desenvolveram um sistema de notação vocálica (pontos e traços) para preservar a pronúncia correta das palavras.
É então que surge nas Bíblias como nome YaHWeH - Y ̂ehovah Iod e va vê (ou Javé) como surge mais tarde na passagem para os idiomas atuais.

1. Descoberta Divina: Encontro Ardente

Êxodo 3.1–6 BKJ 1611
1 Ora, Moisés estava apascentando o rebanho de Jetro, seu sogro, o sacerdote de Midiã. E ele conduziu o rebanho para trás do deserto, e chegou ao monte de Deus, até o Horebe. 2 E o anjo do Senhor lhe apareceu em uma chama de fogo do meio de uma sarça. E ele olhou, e eis que, a sarça queimava com fogo, e a sarça não era consumida. 3 E Moisés disse: Eu vou virar agora de lado, e verei essa grande visão, porque a sarça não é queimada. 4 E quando o Senhor viu que ele se virara para ver, Deus o chamou do meio da sarça e disse: Moisés, Moisés. E ele disse: Aqui estou. 5 E ele disse: Não te aproximes até aqui. Tira tuas sandálias dos teus pés, porque o lugar em que estás é terra santa. 6 Além disso, ele disse: Eu sou o Deus de teu pai, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque, e o Deus de Jacó. E Moisés escondeu a sua face, pois estava com medo de olhar para Deus.
Este é o quadro de fundo que temos para algo grandioso que Deus vai realizar.
Moisés está pacatamente a fazer aquilo para o qual ele já estava habituado a fazer, pastorear ovelhas, e Deus vai ao seu encontro, e faz isso de forma a cativar desde logo a atenção de Moisés.
Deus revelasse pessoalmente, não envia um anjo, como o fez noutras ocasiões.
Nesta passagem, Deus se revela a Moisés através da sarça ardente, declarando: 'Eu sou o que sou', enfatizando sua eterna presença e natureza imutável.
A passagem ensina que Deus se revela de maneiras que nos chamam a agir e confiar nele. Moisés foi chamado para liderar, mas antes precisava reconhecer quem Deus realmente é.
A revelação de Deus como 'Eu sou' é um tema que ressoa através das Escrituras, culminando em Cristo, que se identifica com 'Eu sou' em várias passagens nos Evangelhos, mostrando que Ele é a plenitude da revelação de Deus.
Deus, o 'Eu sou', é aquele que chama, e também é o capacitador para cumprirmos a missão para a qual fomos chamados, independentemente de nossas limitações.

2. Clamor Atendido: Presença Providente

Êxodo 3.7–12 BKJ 1611
7 E o Senhor disse: Certamente vi a aflição de meu povo que está no Egito, e ouvi o seu clamor por causa de seus capatazes, pois eu conheço os seus sofrimentos; 8 e eu desci para libertá-los da mão dos egípcios, e para fazê-los sair daquela terra para uma terra boa e grande, para uma terra que mana leite e mel, para o lugar dos cananeus, e dos heteus, e dos amorreus, e dos ferezeus, e dos heveus, e dos jebuseus. 9 Agora, portanto, eis que o clamor dos filhos de Israel é vindo até mim. E eu também vi a opressão com que os egípcios os oprimem. 10 Vem agora, pois eu te enviarei a Faraó, para que tires o meu povo, os filhos de Israel, do Egito. 11 E Moisés disse a Deus: Quem sou eu, para que vá a Faraó, e para que tire os filhos de Israel do Egito? 12 E ele disse: Certamente estarei contigo, e este será um sinal para ti, de que te enviei: Quando tiveres tirado o povo do Egito, vós servireis a Deus sobre este monte.
O povo teve um período de silencio tremendamente longo, parece muitas vezes igual connosco, mas, Ele ouve.
Conforme já vimos nos atributos de Deus Ele é transcendente, e contudo Imanente, ão tem prazer no sofrimento e no meio da Sua eterna glória Ele ouve o contrito de coração.
Ele move montanhas para salvar os que lhe pertencem.
Moisés vai perceber que o Deus de Abraão Isaque e Jacó é o Grande Eu Sou que sustenta a sua jornada. Deus assegura a Moisés que Ele é tudo o que falta; é o suficiente.
Com esta passagem entendemos que isso implica que a nossa força e identidade vêm do nosso relacionamento com Deus.
O quê? Eu? (3:11–12)
Este é daqueles momentos que me faz lembrar algo que fazemos muito bem, assobiar para o lado.
Um dos problemas de Moisés foi o seu sentido de inadequação pessoal, a síndrome do "O quê? Eu?". Moisés disse: "Quem sou eu?". e o Senhor respondeu: "Mas eu...".
Vemos a graciosidade do Senhor em não tentar negar a insuficiência de Moisés.
Como reagimos de forma diferente uns aos outros. Alguém vem ter connosco e diz: "Não estou à altura", e imediatamente e irrefletidamente respondemos: "Claro que estás!".
Não foi assim que o Senhor lidou com Moisés — nem como lida connosco. Ele não ignora as dificuldades que sentimos. Moisés disse: "Senhor, eu não sou adequado", e o Senhor disse: "Não, mas eu sou!".
Aceitou a autoavaliação de Moisés e prometeu graciosamente a sua presença como adequada para o homem inadequado.
Isto é tão importante que vale a pena tentar dizer de outra forma. A posição de Moisés era: "Olha, não estou à altura da tarefa. Não me devias ter escolhido".
A resposta do Senhor foi: "É claro que não estás à altura da tarefa. Eu sabia disso quando te escolhi para ela. A questão não é a tua capacidade, mas a minha!". O "eu" da incapacidade de Moisés é equilibrado pelo "eu" da capacidade do Senhor.
Em suma, é assim que as coisas se apresentam — e não apenas a Moisés, mas para sempre e em todas as situações de escolha e de chamado divino. O Senhor não nos chama por causa da nossa adequação, nem a sua presença está condicionada à nossa adequação; ela é, antes, prometida àqueles que são inadequados. Quando dizemos: "Mas eu não sou adequado", o Senhor diz: "eu sei, e é mesmo por isso que eu estarei contigo".
Além disso, a reação do Senhor não foi prometer tornar Moisés adequado, transformá-lo de alguma forma em alguém à altura da tarefa. (Embora tenha sido isso que Ele fez com o passar do tempo.)
O que Ele prometeu foi a suficiência da Sua própria presença. Por outras palavras, Ele chamou Moisés para uma posição de fé — para entrar nesta obra não esperando ser um homem diferente, mas esperando um Deus suficiente.
Deus ouve o clamor e vê o sofrimento de Seu povo, e é a garantia para Moisés que o Grande Eu Sou está com ele.

3. Eterno Nome Revelado

Êxodo 3.13–15 BEARA
13 Disse Moisés a Deus: Eis que, quando eu vier aos filhos de Israel e lhes disser: O Deus de vossos pais me enviou a vós outros; e eles me perguntarem: Qual é o seu nome?Que lhes direi? 14 Disse Deus a Moisés: Eu Sou O Que Sou. Disse mais: Assim dirás aos filhos de Israel: Eu Sou me enviou a vós outros. 15 Disse Deus ainda mais a Moisés: Assim dirás aos filhos de Israel: O Senhor, o Deus de vossos pais, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó, me enviou a vós outros; este é o meu nome eternamente, e assim serei lembrado de geração em geração.
Não tem forma de nós questionarmos Moisés quanto aos seus receios, na verdade também nós já devemos ter tido experiencias como a de Moisés. Falo de Deus ou fico calado?
Diante das dúvidas e justificações de Moisés, Deus responde revelando o Seu nome 'Eu Sou', uma expressão de Seu ser eterno e acesso contínuo.
Isto ensina não só a Moisés como a nós hoje que a presença de Deus é suficiente para suprir todas as carências e dúvidas.
Este Deus que dita as eras A/C - D/C, que tudo trouxe à existência, que Seus planos não podem ser frustrados, não se inibe de ser pormenorizado.
Podia ter dito vais lá, tiras os para fora e o meu trabalho está completo. Não Ele diz, este monte te servirá de sinal quando tudo se completar e estiverem aqui a adorar o meu nome neste mesmo monte. isso te será por sinal que eu te chamei e que eu fui contigo.
CONCLUSÃO
Deus tem um nome, ele é impronunciável assim como Ele é indescritível, mas isso não impede que Ele venha ao nosso encontro, nos chame para uma missão, nos capacite para essa missão e conclua conforme lhe apraz.
termino com umas palavras de desafio deixadas por John Wesley
Dê-me cem pregadores que não temam nada a não ser o pecado, e nada desejem senão Deus, e não me importo que sejam clérigos ou leigos, tais homens sozinhos abalarão as portas do inferno e estabelecerão o reino dos céus na terra.
John Wesley (fundador do movimento Metodista)
A minha oração é que alguém aqui seja desafiado a fazer parte destes 100 anunciadores das boas novas de Jesus Cristo.
Homens ou mulheres que não brinquem com o pecado, e que desejem intensamente, incessantemente a Deus, não importando os cursos ou línguas que falem, mas a forma que servem a Deus. Yahweh
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