Pv 5.1-23 - Sabedoria em Tempos de Tentação Conjugal
Exposição de Provérbios • Sermon • Submitted • Presented
0 ratings
· 3 viewsEsta mensagem expositiva em Provérbios 5 aborda o chamado divino à sabedoria em tempos de tentação sexual e conjugal. Através de instruções paternas cheias de realismo e graça, o texto apresenta cinco chamados: à sabedoria, ao discernimento da tentação, à fuga do pecado, ao deleite no casamento e ao temor do Senhor. A mensagem confronta a sedução do adultério e aponta o caminho da fidelidade, destacando que o sábio não apenas evita o mal, mas se alegra no dom santo do casamento. Uma exortação pastoral e prática para uma vida de santidade, pureza e temor diante de Deus.
Notes
Transcript
1 Meu filho, atenta para a minha sabedoria; inclina os ouvidos às minhas palavras de discernimento.
2 para que conserves o bom senso e os teus lábios guardem o conhecimento.
3 Porque os lábios da mulher imoral destilam mel, e sua boca é mais suave que o azeite;
4 mas no final é amarga como o absinto, afiada como a espada de dois gumes.
5 Seus pés descem à morte; seus passos levam para o caminho da sepultura.
6 Ela não presta atenção à vereda da vida; seus caminhos são incertos, e ela desconhece isso.
7 Agora, filho, presta atenção, e não te desvies das palavras da minha boca.
8 Fica longe dela e não te aproximes da porta da sua casa;
9 para que não entregues tua força aos outros, nem teus anos a gente cruel;
10 para que estranhos não se fartem dos teus bens, nem teu esforço seja entregue ao estrangeiro,
11 e, no fim da vida, quando a tua carne e o teu corpo se consumirem, venhas a gemer
12 e dizer: Como detestei a disciplina! Como meu coração desprezou a repreensão!
13 Não dei atenção aos que me ensinavam, nem inclinei o ouvido aos que me instruíam!
14 Quase cheguei à ruína completa, diante da congregação e da assembleia.
15 Bebe a água da tua própria cisterna, das correntes do teu poço.
16 Por que permitir que tuas fontes e teus ribeiros de águas se derramem pelas ruas?
17 Sejam somente para ti, e não divididos com estranhos.
18 Que teu manancial seja bendito. Alegra-te com a esposa que tens desde a mocidade.
19 Como corça amorosa e gazela graciosa, que os seios de tua esposa sempre te saciem e que te sintas sempre embriagado pelo seu amor.
20 Por que, meu filho, andarias atraído pela mulher imoral e abraçarias o seio da adúltera?
21 Pois os caminhos do homem estão diante dos olhos do Senhor; ele observa todas as suas veredas.
22 O ímpio, porém, será preso por suas próprias maldades e detido pelas cordas do seu pecado.
23 Ele morre pela falta de disciplina e anda sem rumo pelo excesso de loucura.
Grande Ideia: O sábio rejeita a sedução do pecado matrimonial e se deleita na fidelidade a Deus.
Introdução
Introdução
"Nunca foi tão fácil ser infiel... e nunca custou tão caro."
Vivemos em tempos onde a fidelidade conjugal é tratada com descaso.
A cultura moderna normalizou o adultério, erotizou o entretenimento e banalizou os votos matrimoniais.
O que antes causava vergonha, hoje é celebrado em novelas, redes sociais e até em propagandas.
A tentação conjugal está mais próxima do que nunca.
Ela pode vir por uma conversa online inocente que se torna íntima demais.
Pode vir por um conteúdo visual que rouba a pureza do coração.
Pode vir por um vazio emocional não tratado no casamento.
Mas, seja qual for a forma, o pecado sexual continua tendo o mesmo paladar: doce no início, amargo no fim.
Provérbios 5 nos leva para dentro da casa de um pai piedoso, ensinando seu filho sobre um dos maiores perigos da vida: a sedução do pecado sexual.
Este pai não apresenta argumentos legalistas ou religiosos vazios.
Ele fala com amor e realismo. Ele mostra o caminho da sedução... e seu fim trágico.
Mas ele também aponta um caminho mais excelente: o da fidelidade — uma fidelidade que não é apenas conjugal, mas espiritual.
Uma fidelidade que começa no coração e se manifesta no corpo.
Hoje, como Igreja, também somos chamados a ouvir essa instrução.
Este capítulo não é apenas um conselho antigo — é sabedoria eterna de Deus para tempos como os nossos.
Por isso, nesta mensagem, queremos ouvir o que Deus tem a nos dizer sobre sabedoria em tempos de tentação conjugal.
E ao abrirmos esse texto, somos confrontados com a seguinte verdade: O sábio rejeita a sedução do pecado matrimonial e se deleita na fidelidade a Deus.
I. Chamado à Sabedoria (vv. 1–2)
I. Chamado à Sabedoria (vv. 1–2)
“O sábio se prepara para discernir o bem e o mal.”
1 Meu filho, atenta para a minha sabedoria; inclina os ouvidos às minhas palavras de discernimento.
2 para que conserves o bom senso e os teus lábios guardem o conhecimento.
O capítulo se inicia com um apelo direto: Atenta… (atende, ouça, preste atenção).
O pai, possivelmente Salomão, fala como um pedagogo sábio, instruindo seu filho (ou discípulo) a valorizar algo mais precioso que ouro: a sabedoria que vem do temor do Senhor.
O verbo “atentar” exige atenção ativa; “inclinar os ouvidos” sugere disposição submissa para ouvir e aprender.
O versículo 2 reforça o propósito: Para que conserves o bom senso… (juízo, discernimento).
Aqui, “bom senso” (ou “prudência”) tem o sentido de habilidade moral de discernir o bem e o mal.
Bruce Waltke observa que esse apelo mostra que “a sabedoria não é herdada automaticamente; ela é adquirida com disciplina, escuta e submissão” (Provérbios, vol. 1, p. 324).
Antes de falar sobre o perigo da mulher imoral (v.3–6), o pai prepara o coração do filho.
Ele o chama à sabedoria porque ninguém resiste à tentação sem estar previamente enraizado na verdade de Deus.
Este ponto é intencionalmente pedagógico: é preciso formar a mente antes de enfrentar as tentações.
Algumas verdades:
Algumas verdades:
A preparação espiritual antecede a batalha moral.
Muitos caem no pecado sexual não por ignorância das consequências, mas por falta de sabedoria antes da tentação. O tempo de se preparar é agora.
Jovens e adultos precisam mais do que regras — precisam de discernimento.
O legalismo gera rebeldia; a sabedoria gera convicção.
Pais devem ser mestres espirituais em casa.
Assim como este pai em Provérbios, pais e mães hoje devem ensinar seus filhos a discernir o bem e o mal com base na Palavra de Deus.
II. Chamado a identificar a tentação (vv. 3–6)
II. Chamado a identificar a tentação (vv. 3–6)
“O tolo é iludido pelas palavras doces que escondem destruição.”
3 Porque os lábios da mulher imoral destilam mel, e sua boca é mais suave que o azeite;
4 mas no final é amarga como o absinto, afiada como a espada de dois gumes.
5 Seus pés descem à morte; seus passos levam para o caminho da sepultura.
6 Ela não presta atenção à vereda da vida; seus caminhos são incertos, e ela desconhece isso.
O pai agora adverte seu filho sobre o poder sedutor da mulher imoral.
Ele não começa descrevendo seu corpo, mas seus lábios.
A sedução aqui é verbal — ela fala com suavidade, com promessa de prazer e encanto.
Suas palavras são como mel, e sua fala é mais macia do que o azeite (v.3). Contudo, essa doçura inicial esconde uma realidade amarga e mortal.
A descrição da mulher mostra o contraste entre a aparência e a realidade:
o mel se torna fel, e
a suavidade da voz esconde o corte de uma espada de dois gumes (v.4).
Seu fim é a morte, sua presença conduz à sepultura (v.5).
Ela não anda no caminho da vida, e seus passos são errantes, embora ela mesma não perceba (v.6).
Há aqui um alerta importante: a tentação sexual não se apresenta como destrutiva, mas como atraente.
O engano está no disfarce.
A mulher estranha representa qualquer figura, situação ou discurso que convida o coração ao adultério, à fantasia, à traição, ao prazer ilícito.
A linguagem dela é persuasiva, sedutora e aparentemente razoável — por isso, o tolo é capturado.
O texto não se refere apenas a uma mulher literal, mas a uma realidade espiritual: a tentação se infiltra pela linguagem, pelas ideias, pelo afeto, pelo olhar.
É um caminho de engano que não anuncia sua destruição. Seu fim é a morte, mas seu início é mel.
Algumas Verdades:
A tentação raramente aparece com aparência de pecado. Ela se disfarça de doçura, sensibilidade, carinho ou necessidade.
O engano da sedução começa com as palavras — por isso, sabedoria inclui discernir o discurso antes de considerar a ação.
Para resistir à sedução, é preciso reconhecer a presença da tentação e expô-la à luz da verdade de Deus.
O pecado sexual começa muito antes do ato — começa com a tolerância interior ao discurso sedutor.
III. Chamado a fugir da tentação (vv. 7–14)
III. Chamado a fugir da tentação (vv. 7–14)
“O pecado sexual gera vergonha, perda e ruína – aqui e agora.”
7 Agora, filho, presta atenção, e não te desvies das palavras da minha boca.
8 Fica longe dela e não te aproximes da porta da sua casa;
9 para que não entregues tua força aos outros, nem teus anos a gente cruel;
10 para que estranhos não se fartem dos teus bens, nem teu esforço seja entregue ao estrangeiro,
11 e, no fim da vida, quando a tua carne e o teu corpo se consumirem, venhas a gemer
12 e dizer: Como detestei a disciplina! Como meu coração desprezou a repreensão!
13 Não dei atenção aos que me ensinavam, nem inclinei o ouvido aos que me instruíam!
14 Quase cheguei à ruína completa, diante da congregação e da assembleia.
Depois de revelar o caráter enganoso da sedução, o pai sábio eleva o tom com uma exortação urgente: "Agora, filho, presta atenção, e não te desvies das palavras da minha boca." (v.7).
O imperativo é claro: ouvir é questão de sobrevivência.
Não basta reconhecer a tentação — é preciso fugir dela.
O verso 8 resume com clareza o conselho bíblico:
8 Fica longe dela e não te aproximes da porta da sua casa;
Aqui não há espaço para neutralidade, diálogo ou “controle da situação”.
O caminho da sabedoria é manter distância.
O texto é radical porque o perigo é real.
Nos versículos seguintes (v.9–14), o pai pinta um retrato vívido e dramático do que acontece com quem se envolve com o pecado sexual:
Perda da honra (v.9);
Desperdício de anos de trabalho e vigor (v.9b–10);
Servidão a estranhos — o que era seu vai parar nas mãos de outros;
Lamento tardio: uma consciência pesada que reconhece tardiamente a insensatez (v.11–13);
Vergonha pública: “Quase caí em completa ruína, no meio da congregação e da assembleia!” (v.14).
Este é um texto para abrir os olhos de quem pensa que o pecado não tem consequências.
O tolo despreza a instrução, rejeita a repreensão e acaba chorando... quando já é tarde demais.
Esse trecho é um espelho da realidade: o pecado sexual corrói lentamente tudo o que temos de mais precioso — honra, trabalho, família, consciência e nome.
Algumas Verdades:
Reconhecer a tentação é apenas o começo — a sabedoria exige afastamento, não apenas resistência.
O pecado sexual rouba silenciosamente tudo: energia, tempo, reputação e liberdade.
O lamento no fim é marcado por duas palavras amargas: “como detestei a disciplina” (v.12). O insensato despreza a correção e, depois, sofre as consequências.
A vergonha é pública, não apenas interior. O pecado oculto se torna escândalo aberto.
A fuga da tentação é sinal de sabedoria, não de fraqueza. Quem teme a Deus, se afasta da porta do pecado.
IV. Chamado ao deleite matrimonial (vv. 15–20)
IV. Chamado ao deleite matrimonial (vv. 15–20)
“A sabedoria valoriza e se alegra no dom santo do casamento.”
15 Bebe a água da tua própria cisterna, das correntes do teu poço.
16 Por que permitir que tuas fontes e teus ribeiros de águas se derramem pelas ruas?
17 Sejam somente para ti, e não divididos com estranhos.
18 Que teu manancial seja bendito. Alegra-te com a esposa que tens desde a mocidade.
19 Como corça amorosa e gazela graciosa, que os seios de tua esposa sempre te saciem e que te sintas sempre embriagado pelo seu amor.
20 Por que, meu filho, andarias atraído pela mulher imoral e abraçarias o seio da adúltera?
Após advertir com severidade sobre o fim do pecado sexual, o texto faz uma transição belíssima e positiva: do alerta à celebração.
O pai agora ensina que a sabedoria não consiste apenas em evitar a mulher imoral, mas em cultivar e se alegrar na fidelidade matrimonial.
A linguagem muda do tom de advertência para o tom de deleite — poético, íntimo e sagrado.
“Bebe a água da tua própria cisterna, das correntes do teu poço.” (v.15)
Essa imagem hebraica é riquíssima: o casamento é comparado a uma fonte de águas vivas e exclusivas.
Em vez de buscar saciar-se nas águas alheias — turvas e contaminadas — o homem sábio é chamado a se deleitar nas águas puras da sua própria aliança. ,
A intimidade conjugal é descrita como bênção, não como dever.
“Sejam para ti, e não divididos com estranhos.” (v.17)
A exclusividade é o coração da fidelidade.
O texto condena qualquer forma de “dividir” a intimidade com outros — seja em ato, seja em desejo (cf. Mt 5.28).
A sexualidade no casamento é vista como algo precioso demais para ser desperdiçado.
18 Que teu manancial seja bendito. Alegra-te com a esposa que tens desde a mocidade.
Essa expressão é tanto um convite à constância quanto ao afeto.
A mulher da aliança está cheia de prazer, não de obrigação.
19 Como corça amorosa e gazela graciosa, que os seios de tua esposa sempre te saciem e que te sintas sempre embriagado pelo seu amor.
Note a linguagem forte: saciar, embriagar-se de amor.
O texto celebra o desejo dentro do casamento — sem culpa, sem vergonha, sem moderação pecaminosa.
A sabedoria de Deus não reprime o prazer — ela o redireciona ao contexto correto: o compromisso fiel entre marido e mulher.
20 Por que, meu filho, andarias atraído pela mulher imoral e abraçarias o seio da adúltera?
O contraste é intencional:
Por que trocar a bênção da fidelidade pela ilusão da infidelidade?
Por que beber água suja, quando Deus te deu uma fonte limpa?
Por que arriscar sua vida, sua família e sua alma... por prazer ilícito que nem se compara à alegria santa do amor conjugal?
Algumas Verdades:
O casamento é uma dádiva de Deus e um lugar de prazer santo.
A fidelidade não é prisão — é proteção e fonte de alegria real.
O prazer sexual dentro do casamento é parte da criação de Deus — e deve ser celebrado com pureza e exclusividade.
O cultivo contínuo da alegria conjugal é uma forma de resistir à tentação externa.
V. Chamado a temer o Senhor (vv. 21–23)
V. Chamado a temer o Senhor (vv. 21–23)
“O temor do Senhor é o alicerce da fidelidade e do desvio do mal.”
21 Pois os caminhos do homem estão diante dos olhos do Senhor; ele observa todas as suas veredas.
22 O ímpio, porém, será preso por suas próprias maldades e detido pelas cordas do seu pecado.
23 Ele morre pela falta de disciplina e anda sem rumo pelo excesso de loucura.
Depois de apresentar a alegria da fidelidade matrimonial, o texto conclui com uma razão mais profunda pela qual o homem sábio deve rejeitar o adultério: porque Deus vê tudo.
21 Pois os caminhos do homem estão diante dos olhos do Senhor; ele observa todas as suas veredas.
Este versículo é um ponto de virada teológica: a fidelidade não é apenas uma questão de prudência ou saúde emocional — é uma questão de reverência a Deus.
O adultério não é apenas uma traição conjugal, é um ato de rebelião contra o Deus que tudo vê e tudo pesa.
Nada está escondido d’Ele.
Nenhuma troca de mensagens, nenhum pensamento impuro, nenhum toque disfarçado passa despercebido.
Tudo está nu e patente diante dos olhos do Senhor (cf. Hb 4.13).
13 E não há criatura alguma encoberta diante dele; antes todas as coisas estão descobertas e expostas aos olhos daquele a quem deveremos prestar contas.
O versículo 22 declara o resultado inevitável da escolha tola:
22 O ímpio, porém, será preso por suas próprias maldades e detido pelas cordas do seu pecado.
O verbo “prender” aqui carrega a ideia de autoescravidão — o pecador é amarrado com as cordas que ele mesmo trançou.
Aquilo que parecia liberdade se transforma em cativeiro.
Ele achava que estava no controle, mas era conduzido pelo seu próprio pecado.
23 Ele morre pela falta de disciplina e anda sem rumo pelo excesso de loucura.
A morte aqui pode ser literal, emocional, espiritual ou relacional.
O texto descreve um caminho gradual:
desprezo pela correção (v.12),
exposição pública (v.14),
abandono da fidelidade (v.20),
e agora, o juízo final — a perdição.
A causa não é a tentação em si, mas a recusa em temer o Senhor.
No fim, o verdadeiro antídoto contra o pecado sexual não é apenas força de vontade ou técnica de autodefesa — é o temor do Senhor.
É o reconhecimento diário de que:
Deus vê,
Deus pesa,
Deus julga e
Deus condena.
Esse temor é o início da sabedoria (Pv 1.7) e o alicerce da pureza.
Algumas Verdades:
A fidelidade conjugal começa no coração que teme a Deus e reconhece que vive diante d’Ele.
O pecado sexual aprisiona — ele promete liberdade, mas entrega escravidão.
Todo pecado não tratado se tornará morte: do caráter, da consciência, da comunhão com Deus.
A disciplina (correção) é bênção de Deus — rejeitá-la é sinal de tolice e caminho para a perdição.
Aplicações Práticas
Aplicações Práticas
1. Fuja imediatamente da fonte da tentação.
1. Fuja imediatamente da fonte da tentação.
Apague o contato.
Saia do ambiente.
Corte o vínculo.
Delete o que alimenta o desejo.
Não racionalize, não adie, não negocie.
Afaste-se da porta da destruição. (v.8)
2. Confesse e abandone qualquer pecado sexual oculto.
2. Confesse e abandone qualquer pecado sexual oculto.
Deus já vê.
O que está escondido aos olhos dos homens está claro diante dos olhos do Senhor (v.21).
Confesse hoje, enquanto há tempo de misericórdia.
Arrependa-se com seriedade, receba perdão em Cristo e busque restauração.
3. Cultive intencionalmente o deleite no seu casamento.
3. Cultive intencionalmente o deleite no seu casamento.
Converse com seu cônjuge.
Busquem juntos renovar o prazer santo na intimidade.
Seja proativo: invista em tempo, afeto, romance, exclusividade.
A alegria no casamento não se mantém sozinha — ela é cultivada com sabedoria e temor.
4. Tema a Deus mais do que teme ser descoberto.
4. Tema a Deus mais do que teme ser descoberto.
O verdadeiro antídoto contra o adultério é o temor do Senhor — não o medo das consequências, mas a reverência a um Deus santo que sonda o coração.
Tema ao Senhor e ande em integridade, mesmo quando ninguém está olhando.
5. Ensine os seus filhos com verdade e graça.
5. Ensine os seus filhos com verdade e graça.
Faça o que esse pai em Provérbios 5 fez: fale, advirta, ame, instrua.
Não entregue seus filhos à cultura. Entregue-os à sabedoria do Senhor.
Há poucos dias, uma cena expôs publicamente uma realidade que Provérbios 5 já nos alerta há milênios.
Durante um show da banda Coldplay em Boston, transmitido ao vivo nos telões e amplamente compartilhado nas redes sociais, um casal foi flagrado em clima de romance. O detalhe? Aquele homem não estava com sua esposa.
Tratava-se de Andy Byron, até então CEO da Astronomer. A mulher ao seu lado era Kristin Cabot, diretora de Recursos Humanos da mesma empresa. O vídeo se espalhou em minutos e gerou enorme repercussão pública e corporativa.
O que parecia um momento de lazer pessoal rapidamente se transformou em uma crise. Andy foi forçado a renunciar ao cargo. Segundo estimativas, seu salário anual passava de R$ 45 milhões.
Sua esposa Megan Kerrigan — com quem tem filhos — apagou as redes sociais, retirou o sobrenome do marido de seu perfil e se recolheu.
O casamento entrou em processo de divórcio, e as perdas não foram apenas financeiras. Foram morais, familiares e institucionais.
O que começou com mel, terminou em fel.
https://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2025/07/19/ceo-de-empresa-de-tecnologia-flagrado-com-funcionaria-em-show-do-coldplay-renuncia-ao-cargo.ghtml
Como você deseja ser lembrado?
O sábio que viveu em temor ao Senhor, ou
O louco que desprezou a sabedoria divina
