Exposições em Gálatas - Sermão 9: Escravos na Lei, filhos em Cristo
Introdução
Contexto imediato
Divisão do texto
Antes da fé, escravos (Gálatas 3.23-24)
Depois da fé, filhos (Gálatas 3.25-27)
Agora, família de Deus (Gálatas 3.28-29)
Esse é o tipo de adoção de que Deus fala nas Escrituras. Não se trata de ter um guardião impessoal que toma conta de nós, e sim de um pai. O melhor pai que alguém já teve ou poderia ter.
Fomos escolhidos, enxertados, adotados na família de Deus. E, agora que fazemos parte dessa família, o Espírito nos leva a clamar: “Aba, Pai!”. Lembre-se de que “Aba” é a forma mais íntima de se referir a um pai. É como dizer “paizinho”: a conotação é de um nível profundo de familiaridade e intimidade. Conforme o Espírito de Deus fala ao nosso coração, podemos clamar por Deus chamando-o de nosso “Paizinho”. Começaremos a sentir esse relacionamento íntimo com muito mais profundidade do que poderíamos imaginar, a tal ponto que passaremos a nos perguntar: “Será que todo mundo se sente tão amado assim por Deus?”.
Não permita que seu histórico de vida o impeça de desfrutar essa intimidade pela qual tanto seu espírito quanto Deus anseiam
Conclusão e aplicações
Certa vez, um ex-membro de gangue chegou em minha igreja. Ele usava muitas tatuagens e era muito rude, mas tinha curiosidade de saber como era uma igreja. Estabeleceu um relacionamento com Jesus e parecia disposto a se envolver bastante com a igreja.
Passados alguns meses, descobri que o sujeito não estava mais indo à igreja. Quando perguntado por que não ia mais à igreja, ele deu a seguinte explicação: “Tive a ideia errada do que deveria ser uma igreja. Quando me uni a ela, pensava que seria como me juntar a uma gangue. Veja bem, nas gangues não éramos apenas legais uns com os outros uma vez por semana; nós éramos como uma família”
