ESCOLA DOMINICAL - 27/06
APOCALIPSE - 1 A 5
I. Introdução ao Livro do Apocalipse
1. Nome e Gênero Literário
2. Autor e Data
3. Contexto Histórico
4. Tema Central
5. Dicas interpretativas
Quando queremos enfatizar algo em escrito, usamos o ponto de exclamação ou escrevemos em itálico. Porém, nos tempos bíblicos, os autores não dispunham dessas convenções. Assim, para prender a atenção do leitor, empregavam a técnica da repetição.
Alguns exemplos das Escrituras deixam isso claro. Deus chamou Moisés até a sarça ardente no monte Sinai e disse: “Moisés! Moisés! (
O mesmo princípio está entrelaçado na estrutura de Apocalipse, onde encontramos a repetição para fins de ênfase. João documenta as palavras de um anjo, que grita em voz alta: “Caída, caída está a grande Babilônia” (18.2); e os reis da terra, os mercadores e os navegadores exclamam: “Ai, ai, a grande cidade” (18.10, 16, 19).
II. Panorama dos Capítulos 1 a 5
📖 Capítulo 1 – A Visão do Cristo Glorificado
📖 Capítulos 2 e 3 – As Cartas às Sete Igrejas da Ásia
Devido à falta de informação nas cartas às igrejas de Éfeso e Pérgamo, podemos apenas supor que o estilo de vida dos nicolaítas era imoral, que eles comiam do alimento que era oferecido aos ídolos e pervertiam a verdade (2.14–16).
A quinta interpretação é incisiva. Enquanto a quarta explicação chama a atenção para o engano de Satanás, a quinta enfatiza o poder destrutivo de Satanás na perseguição do povo de Deus. Os cristãos que se recusavam a reconhecer César como seu senhor e deus (dominus et deus) arriscavam o confisco de suas propriedades, o exílio ou a morte. Se levarmos em conta que Antipas foi morto e que João foi exilado por causa do seu testemunho de Jesus, então essa quinta interpretação se encaixa muito bem no contexto como um todo.
Pérgamo era o centro do culto ao imperador
Jesus elogia e repreende quatro congregações: Éfeso, Pérgamo, Tiatira e Sardes. Ele elogia duas: Esmirna e Filadélfia. E repreende uma: Laodiceia. Essas sete igrejas representam a igreja universal; as sete cartas foram escritas para todos os lugares em que o povo de Deus se reúne para adoração, comunhão e evangelização. Portanto, o número sete não deve ser interpretado num sentido absoluto, mas antes como símbolo que representa a completude
