CHAMADOS PARA A MISSÃO DE DEUS
TEXTO BASE
INTRODUÇÃO
SOBRE OS CONTEXTOS DO TEXTO
CONTEXTO GERAL DO LIVRO
CONTEXTO IMEDIATO
C. O crente justificado deve praticar a justiça como um irmão atencioso na comunidade cristã (14.1–15.13).
1. Os crentes devem aceitar uns aos outros a despeito de suas diferentes opiniões pessoais (14.1–12).
• Opiniões diferentes em questões de liberdade cristã [alimentos, dias] precisam ser tratadas num espírito de aprovação mútua (14.1–5).
• As diferenças não devem levar a atitudes de julgamento (14.1–2).
• Desprezo pelo imaturo e condenação do maduro devem ser evitados à luz da provisão de Deus para ambos os indivíduos (14.3–5).
▪ Deus os aceitou (14.3).
▪ Deus, como Mestre de cada pessoa, capacita cada um a permanecer firme em sua opinião (14.4–5).
• Opiniões diferentes em questões de liberdade cristã devem ser negociadas com a consciência da responsabilidade individual diante de Cristo (14.6–12).
• Preferências pessoais em questões de liberdade não determinam a devoção ou gratidão de um indivíduo a Deus (14.6–8).
• Preferências pessoais em questões de liberdade serão definitivamente resolvidas no juízo divino, não por avaliações humanas (14.9–12).
2. Os crentes maduros não devem ofender seus irmãos imaturos (14.13–23).
• O princípio para o indivíduo maduro é não criar obstáculos para o imaturo apesar da sua convicção quanto à liberdade cristã (14.13–14).
• A prática para o indivíduo maduro é valorizar o irmão imaturo mais do que sua própria liberdade individual (14.15–21).
• A prioridade para o crente é de manter suas convicções diante do Senhor (14.22–23).
3. Os crentes maduros devem ajudar seus irmãos imaturos a crescer rumo ao exemplo de Cristo (15.1–6).
• O princípio para o crente maduro é encorajar o imaturo rumo à maturidade, em lugar de agradar a si mesmo (15.1–2).
• O padrão para o crente maduro é a auto-humilhação de Cristo por nós (15.3–4).
• O pedido aos romanos é que eles vivam em unidade em meio à diversidade para a glória de Deus (15.5–6).
4. Os crentes devem aceitar uns aos outros com suas diferenças assim como Cristo aceitou judeus e gentios de acordo com as promessas feitas aos patriarcas (15.7–13).
V. Conclusão. A explicação do ministério de Paulo e de seus planos procura motivar a igreja romana a apoiá-lo, à medida que completa seu ministério (15.14–33).
A. A razão de Paulo escrever aos romanos era sua preocupação com o desenvolvimento de igrejas gentias, que eram a razão de ser de seu ministério (15.14–21).
B. O desejo de Paulo de visitar os romanos se realizará depois da entrega da oferta de amor em Jerusalém (15.22–29).
C. O pedido de Paulo é de que os romanos o apoiem em seu ministério (15.30–33).
VI. Saudações Finais. As saudações de Paulo revelam o tamanho de sua familiaridade e a profundidade de sua preocupação para com os cristãos em Roma (16.1–16).
A. A recomendação de Febe revela o apreço de Paulo pelo ministério dela (16.1–2).
B. Vários crentes recebem saudações pessoais (16.3–16).
C. O alerta final de Paulo é contra os judaizantes enganadores e causadores de divisão, a quem Deus irá derrotar por meio dos romanos (16.17–20).
D. Os amigos de Paulo saúdam a igreja (16.21–24).
E. Louvor – O Deus que é capaz de estabelecer os romanos por meio do Evangelho merece glória eterna (16.25–27).
