Debaixo da Graça

Minha Vida Debaixo da Graça  •  Sermon  •  Submitted   •  Presented
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Convidar os Irmãos a abrirem a Bíblia em Romanos 6.12-14, e a permanecerem com ela aberta.
Mencionar o tema do ano da Igreja: Simplesmente Igreja;
a série de mensagens do mês de agosto: Minha Vida Debaixo da Graça;
o título da lição de hoje: Debaixo da Graça.
Este mês, vamos mergulhar em uma das doutrinas mais preciosas da nossa fé: a Graça de Deus (BATISTA DO POVO. Lições das células).
Soltar os cronômetros.
Começar a contextualizar enquanto todos ainda procuram.
Na verdade, Irmãos, hoje falaremos de três coisas fundamentais, mas que, infelizmente, nem todos crentes sabem com propriedade: sobre a lei, sobre a graça, e sobre o pecado (carne, natureza; e ato).
Ler, então, a Palavra:
Romanos 6.12–14 RAStr
12 Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, de maneira que obedeçais às suas paixões;13 nem ofereçais cada um os membros do seu corpo ao pecado, como instrumentos de iniquidade; mas oferecei-vos a Deus, como ressurretos dentre os mortos, e os vossos membros, a Deus, como instrumentos de justiça.14 Porque o pecado não terá domínio sobre vós; pois não estais debaixo da lei, e sim da graça.
Romanos 6.14 “14 Porque o pecado não terá domínio sobre vós; pois não estais debaixo da lei, e sim da graça.”
Toda lei é um ato (geral e abstrato) de governo e, como tal, precisa de, pelo menos, mais duas definições: a natureza dos envolvidos nela (espiritual); a forma e o conteúdo dela (pactual), para cumprimento.
Ilustrar isso com o regime democrático (autogoverno do povo, com os representantes eleitos para aprovarem leis; e como seu conteúdo deve atender à Constituição, que é limite e princípios), e com a Lei de Deus.
1Samuel 8.7 RAStr
7 Disse o Senhor a Samuel: Atende à voz do povo em tudo quanto te diz, pois não te rejeitou a ti, mas a mim, para eu não reinar sobre ele.
Para compreendermos melhor essa realidade, precisamos voltar ao relato da queda do ser humano em Gênesis 3. Lá, vemos a estratégia de Satanás para enganar o homem, ao dizer: “Vocês serão como Deus, conhecedores do bem e do mal” (Gn 3.5). Isso significa que o ser humano passaria a viver decidindo por si mesmo o que é certo e errado, tornando-se independente de Deus. Foi nesse contexto de rebelião que o pecado entrou no mundo (BATISTA DO POVO. Lições das células).
Deus é justo, e toda verdadeira justiça que conhecemos é baseada no seu Ser. A trindade (Pai, Filho e Espírito) é pessoas de valores. Nós fomos feitos à imagem e semelhança dela, justos (lei no coração).
Gênesis 1.1–2 RAStr
1 No princípio, criou Deus os céus e a terra.2 A terra, porém, estava sem forma e vazia; havia trevas sobre a face do abismo, e o Espírito de Deus pairava por sobre as águas.
Gênesis 1.26 RAStr
26 Também disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; tenha ele domínio sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus, sobre os animais domésticos, sobre toda a terra e sobre todos os répteis que rastejam pela terra.
Romanos 2.15–16 RAStr
15 Estes mostram a norma da lei gravada no seu coração, testemunhando-lhes também a consciência e os seus pensamentos, mutuamente acusando-se ou defendendo-se,16 no dia em que Deus, por meio de Cristo Jesus, julgar os segredos dos homens, de conformidade com o meu evangelho.
Havia Pacto de Obras, de obediência no Éden entre Deus e Adão; ambos não só eram justos, mas livres para cumprir. Adão errou o alvo (pecado). Isso não só frustrou a justiça, mas corrompeu o homem.
Gênesis 2.15–17 RAStr
15 Tomou, pois, o Senhor Deus ao homem e o colocou no jardim do Éden para o cultivar e o guardar.16 E o Senhor Deus lhe deu esta ordem: De toda árvore do jardim comerás, 17 mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás; porque, no dia em que dela comeres, certamente morrerás.
Oséias 6.7 RAStr
7 Mas eles transgrediram a aliança, como Adão; eles se portaram aleivosamente contra mim.
Somos alvos da justiça não só porque herdamos a natureza de Adão; mas porque, pelo Direito Antigo (Divino), Adão era responsável por sua casa. Sofremos por causa de nossos pecados, e de nossos pais.
Da imagem e semelhança do homem à Deus só restou a lei no coração, fraca, apenas para juízo; e nenhuma liberdade. Por isso, ninguém consegue mais cumprir o pacto de obras, a justiça de Deus.
Efésios 2.1–3 RAStr
1 Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados,2 nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, do espírito que agora atua nos filhos da desobediência;3 entre os quais também todos nós andamos outrora, segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos, por natureza, filhos da ira, como também os demais. Quando algo está vivo, tem o poder e a capacidade de fazer tudo o que foi criado para fazer. Quando algo está morto, perde qualquer poder ou capacidade. É impossível fazer qualquer coisa além de estar morto. Paulo usa este princípio sobre a morte para nos ajudar a entender o significado do batismo. O batismo é uma imagem da morte — uma imagem de morrer com Cristo e ser sepultado, mas depois ressurgir para uma nova vida.
Romans Romans 6:1–14

Quando algo está vivo, tem o poder e a capacidade de fazer tudo o que foi criado para fazer. Quando algo está morto, perde qualquer poder ou capacidade. É impossível fazer qualquer coisa além de estar morto. Paulo usa este princípio sobre a morte para nos ajudar a entender o significado do batismo. O batismo é uma imagem da morte — uma imagem de morrer com Cristo e ser sepultado, mas depois ressurgir para uma nova vida.

Não perca este ponto importante sobre o poder do pecado na vida de um crente. Ao morrer com Cristo, nosso corpo que antes era dedicado ao pecado morre. O significado de ser ressuscitado com Cristo é que não somos mais escravos do pecado.

O homem natural, carnal, unicamente pecaminoso, não satisfaz nada a justiça de Deus; tem alma (razão, emoção, vontade), mas seu espírito (natureza e, assim, obras) é morto. Por isso, vai pro inferno.
Romanos 10.3 RAStr
3 Porquanto, desconhecendo a justiça de Deus e procurando estabelecer a sua própria, não se sujeitaram à que vem de Deus.
Romanos 2a. Ela Produz o Fruto de Santidade (6.1–14)

A lei é apta para fazer muitas coisas: ela ordena, exige, repreende, condena, restringe, e até mesmo aponta para fora de si mesma, para o Outro. Há, contudo, uma coisa que a lei não pode fazer. Ela não pode salvar. “Por obras da lei nenhuma carne será justificada” (

Somos salvos não por justiça própria, que não só é vaidade nossa, como não é aceita por Deus, pois é fruto de uma natureza corrompida e, portanto, absolutamente viciada.
Coube ao Pai, ao longo da Antiguidade, revelar o tamanho de sua justiça na Lei de Moisés: lei moral, cerimonial (profética, cumprida), civil (apenas ao seu povo da época). E lei eterna, natural, humana, divina.
Deuteronômio 30.15–20 RAStr
15 Vê que proponho, hoje, a vida e o bem, a morte e o mal;16 se guardares o mandamento que hoje te ordeno, que ames o Senhor, teu Deus, andes nos seus caminhos, e guardes os seus mandamentos, e os seus estatutos, e os seus juízos, então, viverás e te multiplicarás, e o Senhor, teu Deus, te abençoará na terra à qual passas para possuí-la.17 Porém, se o teu coração se desviar, e não quiseres dar ouvidos, e fores seduzido, e te inclinares a outros deuses, e os servires,18 então, hoje, te declaro que, certamente, perecerás; não permanecerás longo tempo na terra à qual vais, passando o Jordão, para a possuíres.19 Os céus e a terra tomo, hoje, por testemunhas contra ti, que te propus a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua descendência,20 amando o Senhor, teu Deus, dando ouvidos à sua voz e apegando-te a ele; pois disto depende a tua vida e a tua longevidade; para que habites na terra que o Senhor, sob juramento, prometeu dar a teus pais, Abraão, Isaque e Jacó.

νόμος -ου, ὁ; (nomos), SUBS. Lei. Equivalente hebraico: תּוֹרָה (137). Equivalente aramaico: דָּת (4).

Uso do Substantivo

2. Sistema de lei mosaica — a Torá, compreendida como o sistema de leis, estatutos civis e ordenanças sacerdotais, compreendendo o pacto mosaico; especialmente compreendido como o meio de ganhar o favor de Deus.

Isaías 64.6 RAStr
6 Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças, como trapo da imundícia; todos nós murchamos como a folha, e as nossas iniqüidades, como um vento, nos arrebatam.
Romanos 3.9–12 RAStr
9 Que se conclui? Temos nós qualquer vantagem? Não, de forma nenhuma; pois já temos demonstrado que todos, tanto judeus como gregos, estão debaixo do pecado;10 como está escrito: Não há justo, nem um sequer, 11 não há quem entenda, não há quem busque a Deus; 12 todos se extraviaram, à uma se fizeram inúteis; não há quem faça o bem, não há nem um sequer.
Neste ponto, cabe uma pergunta de transição.
Então, em que sentido não estamos mais debaixo da lei, e sim da graça, como é falado por Paulo aqui em Rm 6.14? A Aliança da Lei não está mais valendo? Algo mudou na natureza de todos os homens?
Romanos 6.14 “14 Porque o pecado não terá domínio sobre vós; pois não estais debaixo da lei, e sim da graça.”
Desenvolver, pois, a ideia exegética:

Somos Salvos pelo Pacto da Graça, Mediante a Fé em Jesus; e Isso Não Veio de Nós Mortos, é Dom de Deus Espírito

Efésios 2.8–9 RAStr
8 Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus;9 não de obras, para que ninguém se glorie.

χάρις -ος, ἡ; (charis), SUBS. graça; favor. Equivalente hebraico: חֵן (58). Para obter informações sobre o uso como nome ou entidade, consulte Espírito Santo.

Uso do Substantivo

6. graça (sistema)† — um sistema para a obtenção de justiça como um dom gratuito através da confiança em Jesus (em oposição ao ganho pela perfeita obediência à lei de Deus). Tópico Relacionado: Graça.

O Filho foi o único que cumpriu a justiça do Pai. Seu sacrifício foi aceito por amor de nós e nos substituiu em nossa depravação total; nos libertou de nossa escravidão (nova criação) e ainda nos deu exemplo.
2Coríntios 5.21 RAStr
21 Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós; para que, nele fôssemos feitos justiça de Deus.
2Coríntios 5.17 RAStr
17 E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas.
Efésios 2.4–7 RAStr
4 Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou,5 e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo, — pela graça sois salvos,6 e, juntamente com ele, nos ressuscitou, e nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus;7 para mostrar, nos séculos vindouros, a suprema riqueza da sua graça, em bondade para conosco, em Cristo Jesus.
Efésios 5.1–2 RAStr
1 Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos amados;2 e andai em amor, como também Cristo nos amou e se entregou a si mesmo por nós, como oferta e sacrifício a Deus, em aroma suave.
João 13.15 RAStr
15 Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também.
João 13.34–35 RAStr
34 Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros.35 Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros.
1Coríntios 4.16 RAStr
16 Admoesto-vos, portanto, a que sejais meus imitadores.
1Coríntios 11.1 RAStr
1 Sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo.
A graça é a resposta divina ao pecado humano! É a manifestação do amor de Deus que, por meio de Cristo, nos justifica, nos reconcilia e nos conduz à vida eterna. Em Jesus, o segundo Adão, somos perdoados e feitos justos; e mais do que isso, é restaurado o nosso relacionamento com Deus e recebemos uma nova vida. Ao sermos reconciliados com Deus, abandonamos a antiga vida de independência (gerado em Gênesis 3) e passamos a viver em total dependência do nosso Pai (BATISTA DO POVO. Lições das células).
Comentário Bíblico Popular: Novo Testamento H. A Vida de Santidade Segundo os Padrões do Evangelho (6)

6:12 Vimos em 6:6 que nosso velho homem foi crucificado para que a tirania do pecado fosse rompida e deixássemos de ser seus escravos impotentes. A exortação prática a seguir baseia-se em nossa verdadeira condição. Não devemos deixar o pecado reinar em nosso corpo mortal ao atender aos seus desejos perversos. O domínio do pecado foi encerrado no Calvário pela morte. Agora, devemos agir em função dessa realidade. Precisamos cooperar. Somente Deus pode nos santificar, mas ele não o fará sem o nosso envolvimento ativo.

6:13 Chegamos, assim, à terceira palavra-chave deste capítulo: OFERECER. Não devemos oferecer os membros do nosso corpo ao pecado, para serem usados como armas ou instrumentos de perversidade. Nossa obrigação é entregar o controle de nossos membros a Deus, a fim de serem usados para promover a justiça. Afinal, fomos transportados da morte para a vida e, como o apóstolo nos lembra em 6:4, devemos andar em novidade de vida.

6:14 Vemos aqui outro motivo pelo qual o pecado não terá domínio sobre nós como cristãos. Em primeiro lugar, nosso velho homem foi crucificado com Cristo (6:6). Em segundo lugar, não estamos debaixo da lei, e sim, da graça.

O pecado controla a pessoa que está debaixo da lei, pois a lei lhe diz o que fazer, mas não lhe dá poder para obedecer. A lei também desperta desejos adormecidos da natureza humana decaída de fazer o que é proibido. Como diz o provérbio: “O fruto proibido é sempre mais doce”.

O pecado não exerce domínio sobre a pessoa que se encontra debaixo da graça. O cristão morreu para o pecado e recebeu dentro de si o Espírito Santo como poder para viver em santidade. Além disso, ele é motivado por seu amor pelo Salvador, e não por medo do castigo. Nas palavras de Denney: “Não é a repressão, mas a inspiração que liberta do pecado; o que faz os santos não é o monte Sinai, mas o monte do Calvário”.20

Graça, por outro lado, refere-se ao favor imerecido de Deus e à Sua presença capacitadora para vencer o pecado.

A graça (favor imerecido) começou com o propósito de Deus (comum); em nós, quando cremos em Jesus (salvífica), fé pela qual recebemos o Espírito, fomos revividos (natureza e, assim, obras de Cristo).
Romanos 3.21–26 RAStr
21 Mas agora, sem lei, se manifestou a justiça de Deus testemunhada pela lei e pelos profetas;22 justiça de Deus mediante a fé em Jesus Cristo, para todos [e sobre todos] os que crêem; porque não há distinção,23 pois todos pecaram e carecem da glória de Deus,24 sendo justificados gratuitamente, por sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus,25 a quem Deus propôs, no seu sangue, como propiciação, mediante a fé, para manifestar a sua justiça, por ter Deus, na sua tolerância, deixado impunes os pecados anteriormente cometidos;26 tendo em vista a manifestação da sua justiça no tempo presente, para ele mesmo ser justo e o justificador daquele que tem fé em Jesus.
Romanos 5.15–21 RAStr
15 Todavia, não é assim o dom gratuito como a ofensa; porque, se, pela ofensa de um só, morreram muitos, muito mais a graça de Deus e o dom pela graça de um só homem, Jesus Cristo, foram abundantes sobre muitos.16 O dom, entretanto, não é como no caso em que somente um pecou; porque o julgamento derivou de uma só ofensa, para a condenação; mas a graça transcorre de muitas ofensas, para a justificação.17 Se, pela ofensa de um e por meio de um só, reinou a morte, muito mais os que recebem a abundância da graça e o dom da justiça reinarão em vida por meio de um só, a saber, Jesus Cristo.18 Pois assim como, por uma só ofensa, veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também, por um só ato de justiça, veio a graça sobre todos os homens para a justificação que dá vida.19 Porque, como, pela desobediência de um só homem, muitos se tornaram pecadores, assim também, por meio da obediência de um só, muitos se tornarão justos.20 Sobreveio a lei para que avultasse a ofensa; mas onde abundou o pecado, superabundou a graça,21 a fim de que, como o pecado reinou pela morte, assim também reinasse a graça pela justiça para a vida eterna, mediante Jesus Cristo, nosso Senhor.
The Message of Romans (viii) Sin Will Not Be Our Master (14)

Estar sob a graça é reconhecer nossa dependência da obra de Cristo para a salvação e, assim, ser justificado em vez de condenado, e, portanto, ser libertado.

Com esse Advogado e esse Consolador, fomos libertos; mas ainda temos resquícios do velho homem, ainda existe uma luta entre carne e Espírito; daí que devemos seguir o exemplo do Mestre (santidade).
1João 2.1–2 RAStr
1 Filhinhos meus, estas coisas vos escrevo para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo;2 e ele é a propiciação pelos nossos pecados e não somente pelos nossos próprios, mas ainda pelos do mundo inteiro.
João 14.16–17 RAStr
16 E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, a fim de que esteja para sempre convosco,17 o Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê, nem o conhece vós o conheceis, porque ele habita convosco e estará em vós.
João 14.25–26 RAStr
25 Isto vos tenho dito, estando ainda convosco;26 mas o Consolador, o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito.
João 15.26–27 RAStr
26 Quando, porém, vier o Consolador, que eu vos enviarei da parte do Pai, o Espírito da verdade, que dele procede, esse dará testemunho de mim;27 e vós também testemunhareis, porque estais comigo desde o princípio.
João 16.7 RAStr
7 Mas eu vos digo a verdade: convém-vos que eu vá, porque, se eu não for, o Consolador não virá para vós outros; se, porém, eu for, eu vo-lo enviarei.
Romanos 6.14 “14 Porque o pecado não terá domínio sobre vós; pois não estais debaixo da lei, e sim da graça.”

κυριεύω (kyrieuō), VB. ser senhor; dominar. fut. ati. κυριεύσει; aor. ati. ἐκυρίευσε. Equivalente hebraico: משׁל 2 (5). Equivalente aramaico: שׁלט (2).

Uso do Verbo

1. dominar (completamente) — exercer controle sobre alguém como seu mestre. Tópicos Relacionados: Mestre; Experiência; Ter o domínio sobre; Assunto.

E estar debaixo da graça é viver reconhecendo essa dependência da obra de Cristo para a nossa salvação. Isso significa que, em vez de sermos condenados, somos justificados — libertos do poder do pecado. Viver debaixo da graça não é viver sem lutas, mas é ter consciência de que o pecado já não tem mais domínio sobre nós. O cristão ainda pode pecar, sim, mas o pecado agora é um acidente em sua caminhada — não mais o seu estilo de vida (BATISTA DO POVO. Lições das células).
Romanos 6.8–9 RAStr
8 Ora, se já morremos com Cristo, cremos que também com ele viveremos,9 sabedores de que, havendo Cristo ressuscitado dentre os mortos, já não morre; a morte já não tem domínio sobre ele.
The New Bible Commentary 6:1–23 Freedom from Bondage to Sin

Será que o pecado tem o poder de interromper este processo, de impedir que o crente justificado alcance a salvação final e a glória? No capítulo 6, Paulo trata desta questão, respondendo-a ao afirmar que os crentes não são apenas libertos em Cristo da penalidade do pecado — justificados — mas também do poder do pecado — santificados. Sem minimizar a contínua ameaça que o pecado representa para a vida cristã, Paulo insiste que o cristão foi colocado numa relação decisivamente nova com o pecado, uma relação em que o pecado já não tem o poder de nos ‘dominar’, de nos manter em cativeiro (ver vs. 6, 14, 18, 22). Ao longo do capítulo (e, como veremos, no próximo), Paulo retrata a experiência cristã em termos de uma transferência de um ‘regime’ ou ‘reino’ para outro. Tornar-se cristão, afirma Paulo, significa ser libertado do antigo regime, dominado por Adão (5:12–21), pelo pecado (cap. 6), pela lei (cap. 7) e pela morte (cap. 8) e ser introduzido no novo regime, dominado por Cristo (5:12–21; 7:1–6), pela justiça (cap. 6), pelo Espírito (7:6; 8), pela graça (6:14–15) e pela vida (5:12–21; 6:4; 8:1–13).

O parágrafo conclui com um resumo e aplicação. Nossa identificação com Cristo em sua morte deve ser apreendida e praticada para que se torne eficaz em subjugar o poder do pecado em nossas vidas. Assim, Paulo nos exorta a reconhecer quem somos agora em Cristo (11) e a colocar essa nova identidade em prática, destronando o pecado em nosso comportamento diário (12–13). Essa vitória sobre o pecado é possível, Paulo nos lembra em um resumo dos versículos 1–10, porque o pecado não será mais o seu senhor (o tempo futuro é usado para enfatizar que em nenhum momento o pecado terá domínio sobre nós novamente). Pois não estamos mais debaixo da lei — isto é, sob o regime da lei mosaica, na qual o pecado ‘aumentou’ (5:20) e trouxe ira (4:15) — mas debaixo da graça — o novo regime inaugurado por Cristo, no qual ‘a graça reina pela justiça para trazer a vida eterna’ (ver

Ver. 12. Portanto, que o pecado não reine, etc. Ele compara o pecado e a justiça a dois reis, ou generais, sob os quais cada homem luta neste mundo. O pecado é o tirano, sob o qual lutam os ímpios, e fazem de suas mentes e de seus membros os instrumentos, ou armas de iniquidade para o pecado, quando seguem e cedem aos seus desejos desordenados. Mas ele os exorta a viver de modo a fazer dos poderes de suas almas, e de seus membros, instrumentos ou armas de justiça para Deus, para lutar sob Deus, seu rei legítimo, e sob a bandeira de sua justiça. Wi.

Ver. 14. Vocês não estão sob a lei de Moisés, como alguns de vocês estavam antes: mas agora vocês estão todos sob a graça, ou a lei da graça, onde podem encontrar perdão para seus pecados. Mas tenham cuidado para não abusar desta graça do perdão oferecido a vocês, nem multiplicar seus pecados, e adiar sua conversão, como alguns podem fazer, presumindo que, afinal, pelos méritos de Cristo, vocês podem encontrar perdão. Isto, diz Tertuliano, é a maior ingratidão, continuar sendo perverso, porque Deus é bom.

O velho homem tem que desaparecer, por isso, ainda morremos, deixamos por aqui nossa natureza carnal e esse mundo; enquanto isso não acontece, devemos ressaltar o não governo do pecado (da lei).
Romanos 6.12 “12 Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, de maneira que obedeçais às suas paixões;”
Portanto, a graça nos conduz a abandonar o caminho do pecado e caminhar em um relacionamento contínuo com Deus, confiando na suficiência da obra de Cristo (BATISTA DO POVO. Lições das células).
Romanos: O Evangelho Segundo Paulo b. Devemos considerar-Nos vivos para Deus (6.11b)

Em terceiro lugar, devemos oferecer (6.12–14). O resultado de saber que estamos crucificados com Cristo (6.6) e considerar-nos mortos em Cristo (6.11) deve levar-nos a oferecer nosso corpo a Deus (6.12–14). O corpo do cristão não é apenas morada de Deus, mas também um instrumento nas mãos de Deus. Paulo dá três ordens claras, duas negativas e uma positiva:

a. Não permita que o pecado domine seu corpo (6.12). Onde Cristo é Senhor, o poder do pecado tornou-se ilegal (6.7). Deus lhe deu o “cartão vermelho”.597 Paulo não está admitindo que o pecado reina na vida do crente. Aliás, ele nega isso. A sequência é esta: o pecado não exerce o domínio; portanto, não permita que ele reine.598 O pecado é intruso e embusteiro. Ele pode usar o nosso corpo como uma ponte por meio da qual nos consegue governar. Assim Paulo convoca a rebelar-nos contra o pecado.599 Geoffrey Wilson diz que o pecado é retratado aqui como um soberano (que reina, v. 12) que exige o serviço militar de seus súditos (exigindo obediência, v. 12), cobra-lhes um imposto em armas (armas da iniquidade, v. 13) e lhes dá seu soldo de morte (o salário, v. 23).600

b. Não ofereçam os membros do seu corpo ao pecado (6.13a). Os órgãos do nosso corpo (olhos, ouvidos, mãos, pés) devem estar a serviço de Deus, e não do pecado. A vida cristã é mais que um credo, é mais que um sentimento. É ação. William Barclay diz que o sentimento religioso nunca pode ser um substituto do fazer religioso. O cristianismo não pode ser somente uma experiência de um lugar secreto; deve ser uma vida numa praça pública.601

c. Ofereçam-se a Deus (6.13b). Essa consagração a Deus deve ser um compromisso decisivo e deliberado. Paulo trata aqui de dois reinados: o reinado do pecado e o reinado da graça. No reinado do pecado, as pessoas são escravas, e não livres. Elas se afundam no atoleiro dos vícios e perversões e usam seu corpo para atender os ditames do pecado. No reinado da graça, elas são não apenas livres, mas também chegam a reinar. Uma vez que não estão debaixo do domínio do pecado, não devem oferecer o seu corpo para servi-lo nem os membros do seu corpo para fazer sua vontade. Nosso corpo foi comprado por Deus e deve estar a serviço da glória de Deus. Os membros do nosso corpo não devem ser janelas abertas para o pecado, mas instrumentos da realização da vontade de Deus. Não podemos dar uma parte da nossa vida a Deus e outra parte ao mundo. William Barclay tem razão em dizer: “Para Deus é tudo ou nada”.602 Destacamos aqui dois pontos:

- O reinado da escravidão. Quando o pecado reina, os homens se tornam capachos de sua implacável tirania. O reinado do pecado é um domínio de opressão. O pecado escraviza e mata. Os súditos do pecado vivem prisioneiros de suas paixões e oferecem os membros do seu corpo à iniquidade.

- O reinado da liberdade. Quando a graça reina, os homens se tornam livres. A graça destrona o pecado. Destrói o senhorio do pecado e capacita o crente a oferecer-se a si mesmo, e a tudo o que lhe pertence, em amorável serviço a Deus.603 Em vez de viver sob a tirania do pecado, eles podem voluntariamente se consagrar a Deus e oferecer os membros do seu corpo para a prática da justiça. Estar debaixo da lei é aceitar a obrigação de guardá-la e assim incorrer em sua maldição e condenação (

Romanos Versículos 12 a 13

12. Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal. Ele agora dá início a sua exortação, a qual é a consequência natural da doutrina que pronunciara com referência a nossa comunhão com Cristo. Embora o pecado ainda resida em nós, seria algo ridículo caso ele viesse exercer domínio sobre nós, porquanto o poder de santificação tem de ser superior ao pecado, de modo que nossa vida tenha como comprovar que verdadeiramente somos membros de Cristo.

nos seus desejos — “os desejos do corpo”, como o grego deixa evidente. (A outra leitura, talvez a verdadeira, “para que obedeçais aos seus desejos”, chega à mesma conclusão). O “corpo” é aqui visto como o instrumento pelo qual todos os pecados do coração se tornam fatos da vida exterior, e como ele próprio a sede dos apetites inferiores; e é chamado de “nosso corpo mortal”, provavelmente para nos lembrar quão inadequado é este reino do pecado naqueles que estão “vivos dentre os mortos”. Mas o reino aqui mencionado é o domínio irrestrito do pecado dentro de nós. Seus atos exteriores são mencionados em seguida.

ἁμαρτία -ας, ἡ; (hamartia), SUBS. pecado. Equivalente hebraico: חַטָּאת (236), עָוֹן (60). Equivalente aramaico: חֲטָי (1), חַטָּיָא (1), שָׁלוּ (1).

Uso do Substantivo

2. pecado (personificação) — pecado personificado como um princípio destrutivo e depravado, reinando sobre os incrédulos e persistindo nos crentes; especialmente como um mestre de escravo distribuindo o pagamento com a moeda da morte e decadência. Tópico Relacionado: Pecado.

“Senhor, entendo que não preciso mais sucumbir a isso, porque o velho homem do pecado foi crucificado. Considero que assim é e me aproprio disso agora mesmo.”

Pessoas preciosas, vocês estão livres do poder do pecado. Como? De três maneiras: através da informação radical de que o poder do pecado está quebrado, através da simples apropriação ao considerarem isso como verdade e através da aplicação prática ao entregarem seus corpos ao Senhor.

É o Espírito que nos sustenta até o final, nos dá segurança e nos confirma como salvos (não os nossos esforços), mas devemos andar de acordo com nossa tão grande salvação, dignos de Cristo.
É ela que sustenta nossa caminhada com Cristo e nos mostra que tudo o que temos e somos é resultado da iniciativa amorosa de Deus. A fé que temos em Jesus não veio de nós mesmos — foi o próprio Deus quem nos concedeu esse presente, e é por meio dela que temos acesso à sua graça (BATISTA DO POVO. Lições das células).
E o mais libertador: estar debaixo da graça é entender que não precisamos realizar obras ou práticas religiosas para conquistar o perdão de Deus — como se fossem moedas de troca. A graça nos convida a sermos sinceros diante de Cristo, até mesmo nas nossas lutas e tentações. Podemos abrir o coração, confessar nossas fraquezas e confiar que a obra da cruz é suficiente para nos sustentar e transformar (BATISTA DO POVO. Lições das células).
2Coríntios 9.8 RAStr
8 Deus pode fazer-vos abundar em toda graça, a fim de que, tendo sempre, em tudo, ampla suficiência, superabundeis em toda boa obra,
O Pr. Jonas nos ensina sempre: "O pecado agora é um acidente em sua caminhada — não mais o seu estilo de vida". Mas quando esse acidente acontecer, o arrependimento e a fé em Jesus são nossa paz!
Gálatas 5.4 RAStr
4 De Cristo vos desligastes, vós que procurais justificar-vos na lei; da graça decaístes.
2Coríntios 12.9 RAStr
9 Então, ele me disse: A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, mais me gloriarei nas fraquezas, para que sobre mim repouse o poder de Cristo.
Romanos 11.6 RAStr
6 E, se é pela graça, já não é pelas obras; do contrário, a graça já não é graça.
Romanos 2a. Ela Produz o Fruto de Santidade (6.1–14)

12. Consequentemente, não permitam que o pecado reine em seus corpos mortais, fazendo-os obedecer a suas paixões.

Embora seja verdade que os crentes não mais estão vivendo constantemente em pecado, isso não significa que o pecado cessou de ser uma força opositora em suas vidas, uma realidade a ser levada em conta. Veja 7.14s.

Nenhuma pessoa que esteja familiarizada com a história de Davi negaria que ele era, de fato, filho de Deus, aliás, “um homem segundo o coração de Deus” (

Estamos Retornando para a Perfeição que Deus Preparou, Seu Reino. Até Lá, Aprendamos e Pratiquemos Sua Justiça!

Romanos 6.13 “13 nem ofereçais cada um os membros do seu corpo ao pecado, como instrumentos de iniqüidade; mas oferecei-vos a Deus, como ressurretos dentre os mortos, e os vossos membros, a Deus, como instrumentos de justiça.”
Não estamos debaixo da lei para sermos condenados, mas ela ainda tem seus objetivos: o de não só agradarmos a Deus, como, sobretudo, o de cumprir seus propósitos nesta vida.
Disponibilizemos o nosso corpo, a nossa vida para a justiça, e não para o pecado; a implementemos já, isso também é proclamar o Reino!

παρίστημι (paristēmi), VB. apresentar; estar presente. fut. ati. παραστήσω; aor. ati. παρέστην; perf. ati. παρέστηκά; aor. pass. παρεστάθην.

Uso do Verbo

5. oferecer — tornar disponível ou acessível; prover ou fornecer.

ὅπλον -ου, τό; (hoplon), SUBS. arma; instrumento.

Uso do Substantivo

2. implemento† — qualquer instrumentação (uma peça de equipamento ou ferramenta) usada para efetuar um fim; frequentemente coletivo. Tópicos Relacionados: Acessórios; Implemento. Entidade Relacionada: Ferramenta, implemento.

ἀδικία -ας, ἡ; (adikia), SUBS. injustiça. Equivalente hebraico: עָוֹן (67). Equivalente aramaico: עֲוָיָה (1).

Uso do Substantivo

1. injustiça — falha para aderir aos princípios morais, mandamentos ou leis. Sentido Antônimo: justiça. Tópicos Relacionados: Perversidade; Ímpio; Destruição; Crimes; Culpa; Mal; Coisa má; Injúria; Comportamento; Pecado; Listas de Virtudes/Vícios; Pecado original.

δικαιοσύνη -ης, ἡ; (dikaiosynē), SUBS. justiça. Equivalente hebraico: צְדָקָה (122), צֶ֫דֶק (76).

Uso do Substantivo

1. justiça — adesão ao que é exigido de acordo com um padrão; por exemplo, um padrão moral, embora nem sempre. Sentido Antônimo: injustiça. Tópicos Relacionados: Equidade; Inocência; Consciência; Justiça; Integridade; Justificação; Justiça.

Romanos 6:13

Romans Outline

Os cristãos não podem ser complacentes: o domínio do pecado precisa ser resistido continuamente. O encorajamento para fazer isso encontra-se na promessa do v. 14, onde o termo paralelo κυριεύσει (“dominará”) é usado. “Em vosso corpo mortal” refere-se à pessoa inteira como caída e sujeita à morte (cf. v. 6, τὸ σῶμα τῆς ἁμαρτίας [“o corpo do pecado”]). “Assim, é em todo o campo de nossa vida como seres humanos caídos que somos chamados a resistir ao domínio do pecado.” A oração resultante εἰς τὸ ὑπακούειν ταῖς ἐπιθυμίαις αὐτοῦ (“para que obedeçais aos seus desejos”) deixa claro que a falha em resistir ao pecado torna alguém cativo de seus desejos (cf. v. 6c). Aqui, como em 1:24; 7:8;

PERGUNTA PARA REFLEXÃO E INTERAÇÃO NO GRUPO

A) Qual é a sua definição de graça? O que significa para você "favor imerecido"?
B) De que forma a compreensão da graça de Deus muda sua forma de viver e lidar com o pecado?
C) Você já sentiu a pressão de "fazer algo" para merecer o perdão de Deus? O que este estudo sobre a graça te ensina a respeito disso?
D) O que a frase "o pecado agora é um acidente em sua caminhada — não mais o seu estilo de vida" significa para você na prática? (BATISTA DO POVO. Lições das células)?

DESAFIO DA SEMANA

Nesta semana, nosso desafio é viver de forma intencional, praticando a graça de Deus em nosso dia a dia. Para isso, identifique uma área onde você costuma lutar contra o pecado — pode ser um hábito, um vício, uma atitude. Quando a tentação surgir, em vez de tentar vencê-la com sua própria força, pare, confesse a Deus sua fraqueza. Peça ao Espírito Santo que te ajude a tomar a decisão certa. Além disso, ao final de cada dia, faça um momento de reflexão. Se você pecou, não se prenda à culpa nem tente "compensar". Olhe para a cruz, confesse seu pecado a Deus, receba o perdão que já foi dado pela graça e descanse na paz de Cristo.
Ao final da semana, pense sobre sua experiência: você percebeu que a graça de Deus é realmente suficiente para te sustentar, tanto na luta quanto no perdão? Compartilhe suas descobertas com a célula na próxima reunião (BATISTA DO POVO. Lições das células).
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