Saudação a Igreja de Deus

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Transcript

Introdução

Bom dia meus irmãos, saúdo a igreja com a Graça e a Paz do nosso Senhor Jesus Cristo, amém!
Quero agradecer-lhes por se empenharem em estar com pontualidade aqui na igreja hoje, e também a recepção que tive aqui, antes de iniciar o sermão, quero comunicar a igreja que nós, seminaristas do Seminário Bíblico do Sul, estamos muito alegres da oportunidade que os irmãos tem dado a gente, de podermos expormos a Palavra da Verdade aos vocês.
Além disso, sobre o sermão de hoje e os que se seguem, vamos estar tentando seguir expositivamente através da carta de Primeira aos Corintíos, ou seja, hoje será apresentado o panorâma histórico, cultural, geográfico, e seguir versículo a versículo entendendo o que Deus tem a nos dizer nessa epístola, que é o que entendemos como o ideal quando há possibilidade de recorrência em uma igreja.

Captação

Desde a última vez que vim os visitar, muita coisa aconteceu no meio evangélico.
Muitas divisões, cismas, litígios, casamentos desfeitos, problemas graves no culto, práticas e influências mundanas além de vários outros problemas que tem todos os dias entristecido o coração daqueles que dispõe de seu tempo para estarem atualizados com estas situações.
O livro da bíblia que vamos estudar hoje trata de muitos desses problemas, indo além deles.
[Seguir com contextualização literária]

Contexto

Contextualização Histórica

On the restoration of the city by Julius Caesar, both Greek and Jewish merchants settled in Corinth in such numbers as probably to outnumber the Romans. In Paul’s time it was distinctively a commercial centre, marked by wealth and luxury. “It was the ‘Vanity Fair’ of the Roman Empire, at once the London and the Paris of the first century after Christ” (Farrar). It was conspicuous for its immorality. To “corinthianize” was the term for reckless debauchery. Juvenal sarcastically alludes to it as “perfumed Corinth;” and Martial pictures an effeminate fellow boasting of being a Corinthian citizen. The temple of Aphrodite (Venus) employed a thousand ministers. Drunkenness rivalled licentiousness, and Corinthians, when introduced on the stage, were commonly represented as drunk. Paul’s impression of its profligacy may be seen in his description of heathenism in the first of Romans, and in his stern words concerning sensual sin in the two Corinthian Epistles. “Politically Roman, socially Greek, religiously it was Roman, Greek, Oriental, all in one. When, therefore, the apostle preached to the Corinthians, the Gospel spoke to the whole world and to the living present” (Edwards).

Nos ajuda muito a entender o que estava acontecendo nessa carta quando entendemos qual era seu contexto histórico, e principalmente, cultural.
Corinto era marcada pela imoralidade, palavras tinham sido cunhadas Korintiozomai para denotar uma vida completamente desregrada, muitos membros da igreja podem ter participado dessa vida, e carregado para dentro da congregação essa cultura, o que chega ao ouvido de Paulo através da família de Cloe, quando um membro da igreja estava em uma relação incestuosa com a sua madrasta e a igreja não se dispôs a corrigi-los.
Corinto também era marcada pelo amor a competividade: Os principais eventos da cidade eram as olímpiadas e os jogos ístmicos, o perfil de uma pessoa culturalmente bem vista era de alguém com um alto padrão atlético, intelectual ou com muita autoridade, que se destacasse em um ou mais atributos competitivos. O que pode ter contríbuido para os problemas com os dons que haviam na Igreja em Corinto, onde alguns se enxergavam como mais que outros por terem ou demonstrarem mais determinados dons.
O que havia também em Corinto eram as diversas classes e disparidades sociais, muitos ricos e diversos pobres, o que também pode ter levado a igreja a concepção errada de como lidar com donativo para os pobres, além dos problemas na ceia onde uns se abastavam e outros passavam necessidade.

Contextualização Literária

Paulo tem muito a dizer em 1 Coríntios
1 Coríntios G. Características

Uma característica é que a epístola é excepcionalmente abrangente no tratamento de problemas que a igreja precisa enfrentar: cismas, respeito pela liderança, litígios, casamentos desfeitos, práticas e influências mundanas, feminismo na igreja, problemas graves no culto, concepções erradas sobre a consumação dos tempos e a coleta de donativos para os pobres.

1 Coríntios I. Propósito

Primeiro, Paulo procurou promover um espírito de unidade na igreja local e, ao mesmo tempo, mostrar aos leitores que eles eram parte da igreja universal. Segundo, o apóstolo procurou corrigir uma série de tendências errôneas na comunidade de Corinto. Uma delas era a apatia quanto ao exercício da disciplina com relação ao homem incestuoso. Terceiro, Paulo respondeu as perguntas que lhe haviam sido submetidas por carta (7.1) e por uma delegação (16.17). Quarto e último ponto, a epístola de Paulo instrui os cristãos em Corinto a coletar fundos para socorro aos santos necessitados em Jerusalém.

Quando olhamos para o capítulo 1 notamos algumas coisas interessantes, uma delas é:
1Coríntios: Como Resolver Conflitos na Igreja Por que Paulo Resolveu Plantar uma Igreja em Corinto?

Warren Wiersbe afirma que no capítulo 1, Paulo está falando sobre a vocação do cristão. Paulo fala sobre três chamados: 1) Chamado à santidade (1co 1.2); 2) Chamado à comunhão (1.9); 3) Chamado para glorificar a Deus (1.29).

A igreja é um povo chamado à santidade (1.1–9)

O apóstolo Paulo nos apresenta dois retratos da igreja: Primeiro, a igreja como Deus a vê (1.1–9); segundo, a igreja como nós a vemos (1.10–31). No primeiro retrato, Paulo descreve o que nós somos em Cristo, a santificação posicional. No segundo retrato, Paulo descreve o que nós somos existencialmente, a santificação progressiva. O que nós somos em Cristo deve ser evidenciado pelo que praticamos na vida diária. Abramos esse álbum da igreja e vejamos sua beleza aos olhos do próprio Deus, em alguns pontos:

A. Os escritores são identificados (1.1).

B. Os leitores são identificados (1.2).

1. … por seu relacionamento (1.2a).

2. … pela sua posição (1.2b).

3. … pelo seu chamado (1.2c).

C. A saudação aos leitores (1.3).

Primeira Carta de Paulo aos Coríntios A saudação inicial, 1.1-3

Paulo fez uso diversificado dessas possibilidades. Já a elaboração dos cabeçalhos de suas cartas mostra como ele está ocupado com aqueles aos quais escreve, permitindo depreender claramente o que o move no tocante a eles.

## Proposição

## Divisão do sermão

Corpo

1. O chamado de Paulo e suas credenciais

1 Coríntios 1Coríntios 1.2

Paulo foi chamado para ser um apóstolo de Jesus Cristo e, assim, comprometeu-se a ser porta-voz de Cristo. De forma semelhante, Deus chamou os crentes ao estado de santidade e espera deles que pratiquem a santidade. Esse chamado permanece eficaz tanto para o apóstolo como para os coríntios, de forma que, por toda a sua vida, eles permanecem chamados.

1 Coríntios 1Coríntios 1.1

Ele afirma enfaticamente que foi chamado (ver também Rm 1.1; Gl 1.15). Por ocasião da conversão de Paulo, Jesus pessoalmente o chamou para ser um apóstolo aos gentios (At 9.15). Foi ordenado para esse ofício quando o Espírito Santo o separou e a Barnabé “para a obra que os tenho chamado” (At 13.2). Noutra parte, Paulo declara que, como um apóstolo, havia sido enviado por Jesus Cristo e por Deus o Pai (Gl 1.1). Em suma, Paulo foi chamado pelo Deus Triúno: Pai, Filho e Espírito Santo.

1 Coríntios 1Coríntios 1.1

um apóstolo age como o representante daquele que o enviou, Jesus Cristo, cuja mensagem precisa comunicar corretamente

1 Coríntios 1Coríntios 1.1

“Pela vontade de Deus.” Declarando que seu apostolado baseia-se na vontade de Deus, Paulo efetivamente afirma que seu chamado como apóstolo tem sua origem em Deus.

É o que ocorre também na presente carta. Em Corinto se questiona a autoridade apostólica de Paulo. Por essa razão Paulo imediatamente confirma essa autoridade, de forma enfática, por meio das primeiras palavras de sua missiva. Quem escreve não é um cristão qualquer de nome Paulo, mas um “apóstolo do Cristo Jesus”

Cabe compreender a palavra a partir do direito estatal e internacional. O “emissário autorizado” de um país fala e age com autoridade máxima. Por trás dele estão toda a vontade e o poder do país que o enviou. A formulação “apóstolo do Cristo Jesus” nos lembra de que “Cristo” não é um nome próprio, e sim um título, o título real de Jesus. Paulo é “emissário autorizado do Rei Jesus”. Por meio dessa autorização, a palavra de Jesus vale também com plena seriedade para Paulo:

Também a nós, leitores atuais, cabe considerar a presente carta não apenas como documento interessante de um homem importante da Antigüidade. Deparamo-nos aqui com uma palavra, que também para nós possui autoridade suprema, uma palavra que o próprio Senhor nos comunica por intermédio de seu enviado. Com quanto cuidado temos de lê-la!

Paulo salienta sua autoridade por meio de dois acréscimos. Ele não podia nomear-se pessoalmente emissário do Rei, mas precisava ser “chamado” para isso

O soberano terreno escolhe para isso a pessoa mais apta, competente e proeminente. Paulo, no entanto, ao olhar em retrospecto para sua conversão e seu envio, apenas conseguia constatar uma misericórdia incompreensível no fato de que justamente ele, esse “aborto”, esse “blasfemo, perseguidor e violento” fora convocado para apóstolo (1 Co 15:8; 2 Co 4:1; 1 Tm 1:13 [TEB]).

O motivo da vocação não reside nele pessoalmente, não em suas qualidades, mas unicamente na soberana decisão da “vontade de Deus”, daquele Deus maravilhoso “que vivifica os mortos e chama à existência as coisas que não existem” (Rm 4:17). Foi isso que Paulo salientou em 2 Co 3:5s.

2. Sóstenes?

1 Coríntios 1Coríntios 1.1

Talvez este Sóstenes fosse o principal da sinagoga em Corinto que foi espancado no tribunal de Gálio (At 18.17). Mas, face à falta de mais informações, podemos dizer apenas que ele atuou como um cooperador de Paulo. Embora Paulo escreva o pronome “eu” em lugar de “nós” (por ex., nos v. 4,10,14,16), estudiosos afirmam que Sóstenes apoiou Paulo na mensagem comunicada aos coríntios.

“Sóstenes, o irmão” compartilha a responsabilidade pela carta diante dos coríntios

Por meio de sua citação no início da epístola ele demonstra sua concordância expressa com o que Paulo diz aos coríntios. Estão sendo simplesmente confrontados com a pessoa Paulo.

Nesse caso Sóstenes precisava ser alguém que conhecia muito bem a situação em Corinto e também gozava de respeito e confiança na igreja

Obviamente não é possível comprovar que o “irmão Sóstenes” era idêntico ao Sóstenes de At 18:17. O nome não era raro naquela época. Também é possível que tenha havido outro membro importante da igreja em Corinto com esse nome.

1 Coríntios 1Coríntios 1.1

E Sóstenes, nosso irmão. Este é o mesmo Sóstenes que era líder judaico da sinagoga em Corinto, e de quem Lucas faz menção em Atos 18.17. A razão de seu nome ser incluído aqui é para que os coríntios tivessem uma merecida consideração por aquele de quem conheciam o ardor e firmeza no evangelho. Portanto, há uma honra ainda maior para ele, ou, seja, de ser denominado irmão de Paulo, do que, como antes, ser presidente da sinagoga.

Calvino acha que sóstenes era o mesmo.

3. Nossa identidade: Igreja de Deus, Santos de Deus

O que é a Igreja?

Em primeiro lugar, a igreja é um povo separado por Deus e para Deus (1.1–3). A palavra grega ekklesia, igreja, significa um “povo chamado para fora”.

1 Coríntios 1Coríntios 1.2

b. Destinatários.

1 Coríntios 1Coríntios 1.2

Paulo endereça suas duas epístolas aos coríntios de forma semelhante: “À igreja de Deus que está em Corinto” (1Co 1.2; 2Co 1.1), sem ligar a igreja diretamente a Jesus Cristo. No entanto, o conceito igreja pode ser compreendido apenas em relação a Jesus Cristo, pois a Igreja de Deus está nele.

1 Coríntios 1Coríntios 1.2

ἡγιασμένοις – o particípio perfeito passivo no dativo plural está colocado como aposto ao substantivo igreja, que coletivamente está no dativo singular. Nesse texto, o verbo ἁγιάζω (eu santifico) refere-se a um ato definitivo de Deus. O tempo perfeito denota ação completada com resultado duradouro. A voz passiva indica que Deus é o agente e que ele santifica os coríntios em Cristo. “O principal conceito do termo é o de pertencer a Deus; ele contém o dever de ser semelhante a ele no caráter.

Não obstante, está fora que qualquer possibilidade chamá-la de “sua igreja”. Uma “igreja” pertence a Deus, e exclusivamente a ele, que a comprou com o próprio sangue (At 20:28). É nesse fato que se baseiam toda a autonomia e a liberdade da igreja, que Paulo respeita com seriedade e zelo ao longo das duas cartas.

A partir dessa verdade, porém, todas as “exortações” ganham gravidade e força. Pelo fato de os coríntios serem “igreja de Deus” as coisas de forma alguma podem continuar como estão no momento.

Quando Paulo não escreve simplesmente: “à igreja de Deus em Corinto”, mas “à igreja de Deus que está [persiste] em Corinto”, essa formulação enfatiza o milagre dessa igreja [] formulação é significativa. Nós falamos facilmente de “igrejas alemãs”, “igrejas brasileiras” etc., dando importância aos traços humanos e nacionais. Na verdade, a “igreja de Deus” por natureza é determinada por Deus, de maneira igual em todos os lugares. Sua localização geográfica em “Corinto”, na Alemanha, na América do Norte etc. obviamente não deixa de ter importância, confrontando a vida da igreja com problemas concretos, conforme podemos depreender justamente das cartas aos Coríntios. Porém, apesar disso é preciso afirmar com toda a seriedade que não existe uma “igreja de coríntios”, mas apenas uma “igreja de Deus em Corinto”. Essa circunstância fundamenta o fato de que em todas as igrejas isoladas, em todos os locais e em todos os tempos, não obstante as diferenças advindas dessa localização, vive ao mesmo tempo uma mesma “ekklesia”. A “santa igreja cristã, a comunhão dos santos” não se estabelece pela reunião posterior das igrejas locais, porém existe de antemão em todas elas como “igreja de Deus”.
Werner de Boor, Comentário Esperança, Primeira Carta de Paulo aos Coríntios (Curitiba: Editora Evangélica Esperança, 2004).
1 Coríntios 1Coríntios 1.2

Sobre que base, pois, tinha Paulo reconhecido uma igreja em Corinto? Sem dúvida foi porque viu em seu seio a doutrina do evangelho, o batismo e a Ceia do Senhor, marcas pelas quais uma igreja deve ser julgada. Pois, embora alguns começassem a nutrir dúvidas acerca da ressurreição, contudo tal erro não permeou todo o corpo, e assim o nome e a realidade da Igreja não são por isso afetados

1 Coríntios 1Coríntios 1.2

em virtude de haverem retido a doutrina fundamental – o Deus único era adorado por eles e invocado no nome de Cristo –, depositavam em Cristo sua dependência para a salvação e sustentavam um ministério que não estava de todo corrompido. Por essas razões a Igreja continuava ainda em existência entre eles. Conseqüentemente, onde quer que o culto divino tenha sido preservado incorrupto, e aquela doutrina fundamental de que já falei ainda persiste ali, podemos sem hesitação concluir que nesse caso a Igreja existe.

Quem compõe a igreja? Santificados em Cristo

Em segundo lugar, a igreja tem um dono. A igreja é de Deus. Ela não é minha, não é sua, nem nossa; ela é de Deus. Paulo chega a dizer aos presbíteros da igreja em Éfeso que a igreja é de Deus porque ele a comprou com o sangue do Seu Filho (

1 Coríntios 1Coríntios 1.2

Seu povo não deixa o mundo (ver 5.10), mas demonstra ao mundo que foi santificado em Cristo Jesus. Apesar das frequentes brigas, facções e imoralidades dos coríntios, Paulo, não obstante, os descreve como povo que foi santificado em Cristo Jesus (comparar com Ef 5.27).

Em todo o NT os “santos” não são pessoas especialmente devotas e perfeitas no âmbito da igreja, mas “santos”, ou seja, pertencentes a Deus; consagrados a Deus são de fato todos aqueles que fazem parte da igreja de Deus. Eles não são “santos” em si mesmos. Pelo contrário: são “santificados em Cristo Jesus”, porque ele os salvou da corrupção, da perdição total e os remiu para si pelo preço de seu sangue e de sua vida

1:2 A carta é dirigida, primeiramente, a toda a igreja de Deus que está em Corinto.

Há quem considere a santificação uma obra característica da graça por meio da qual a pessoa obtém a erradicação da natureza pecaminosa. O versículo 2 refuta essa ideia. Os cristãos coríntios estavam muito aquém do ideal de santidade prática; ainda assim, eram posicionalmente santificados por Deus

The letter is addressed to the church (ekklēsia), to the assembly or gathering, in

Call upon the name (ἐπικαλουμένοις τὸ ὄνομα). Compare Rom. 10:12; Acts 2:21. The formula is from the Septuagint. See Zech. 13:9; Gen. 12:8; 13:4; Ps. 115:17. It is used of worship, and here implies prayer to Christ. The first christian prayer recorded as heard by Saul of Tarsus, was Stephen’s prayer to Christ, Acts 7:59. The name of Christ occurs nine times in the first nine verses of this epistle.

1 Coríntios 1Coríntios 1.2

Mas, no meio de tanta vileza, que aparência de igreja é mais apresentada? Minha resposta é como segue: Visto que o Senhor dissera: “Não temas, eu tenho muitas pessoas nesta cidade” [At 18.9], mantendo esta promessa em sua mente, ele conferiu a poucas pessoas piedosas a grande honra de reconhecê-las como igreja no meio de uma vasta multidão de pessoas ímpias. Demais, a despeito de que muitos vícios tinham solertemente se introduzido, bem como várias corrupções tanto na doutrina quanto na conduta, alguns emblemas da genuína Igreja permaneciam em evidência. Entretanto, devemos prestar muita atenção a esta passagem, para que neste mundo não esperemos existir uma igreja sem uma mancha ou mácula, nem precipitadamente neguemos este título a alguma sociedade na qual nem tudo satisfaça nossos padrões ou aspirações. Porquanto é uma perigosa tentação imaginar alguém que não existe igreja onde a perfeita pureza se acha ausente. Pois a pessoa que se sente dominada por tal noção, necessariamente deve separar-se de todos os demais e olhar para si como o único santo no mundo, ou deve fundar sua própria seita em sociedade com uns poucos hipócritas.

1 Coríntios 1Coríntios 1.2

Portanto, todos quantos desejam ser reconhecidos entre o povo de Deus devem ser santificados em Cristo. Demais, a palavra santificação denota separação. Isso se dá conosco quando somos regenerados pelo Espírito para novidade de vida, para servirmos, não ao mundo, mas a Deus. Porque, enquanto por natureza somos impuros, o Espírito nos consagra a Deus. Porque isso realmente se concretiza quando somos enxertados no corpo de Cristo, fora do qual nada mais há senão corrupção, e visto que o Espírito nos diz que só somos santificados em Cristo, quando, através dele, aderimos a Deus, e nele somos feitos “novas criações

3. O Chamado do Crente: Santidade

Em terceiro lugar, a igreja é chamada para a santidade. A santificação tem dois aspectos importantes:

Santificação posicional. Todo crente é santificado em Cristo. “[…] à igreja de Deus que está em Corinto, aos santificados em Cristo Jesus” (1.2). Toda pessoa que crê em Jesus é santa. Essa é a santificação posicional

Ser santo é estar em Cristo. Esta é a santificação posicional. É um ato e não um processo. Santificação em Cristo é posicional. Você está em Cristo, e foi separado para Deus, para sempre. Fritz Rienecker diz que os cristãos compartilham uma santidade comum porque eles têm um Senhor comum.

Santificação processual. Paulo prossegue: “[…] aos santificados em Cristo Jesus, chamados para ser santos…” (1.2). Parece contraditório, pois se já é santo, então por que ser chamado para ser santo? É que a primeira santificação é posicional e a segunda é processual. Quem está em Cristo é chamado para andar com Cristo. Quem está em Cristo precisa ser transformado contínua e progressivamente à imagem de Cristo. Essa é a santificação processual. Essa santificação é progressiva e só terminará com a glorificação.

1 Coríntios 1Coríntios 1.2

“Chamados para ser santos.” Santidade é mais do que um estado. Para os que creem, a santificação é tanto um ato definitivo de Deus quanto um processo ao longo da vida. O ato gracioso de Deus, pelo qual ele santifica os crentes, inclui a responsabilidade destes de serem santos. No grego, o verbo ser não aparece na expressão chamados para ser santos, mas o propósito de Paulo é instruir seus leitores a cumprirem seu compromisso de serem santos.

1Coríntios 1.1–3 NAA
Paulo, chamado pela vontade de Deus para ser apóstolo de Cristo Jesus, e o irmão Sóstenes, à igreja de Deus que está em Corinto, aos santificados em Cristo Jesus, chamados para ser santos, com todos os que em todos os lugares invocam o nome de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor deles e nosso. Que a graça e a paz de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo estejam com vocês.
1 Coríntios 1Coríntios 1.2

“Chamados para ser santos.” Santidade é mais do que um estado. Para os que creem, a santificação é tanto um ato definitivo de Deus quanto um processo ao longo da vida. O ato gracioso de Deus, pelo qual ele santifica os crentes, inclui a responsabilidade destes de serem santos. No grego, o verbo ser não aparece na expressão chamados para ser santos, mas o propósito de Paulo é instruir seus leitores a cumprirem seu compromisso de serem santos.

Paulo acrescenta: “aos santificados em Cristo Jesus, chamados [para ser] santos”. Também nisso seu olhar se dirige para aquilo que em seguida terá de ser tratado com os coríntios. Enquanto perante os gálatas Paulo tinha de destacar a irrenunciável “liberdade”, “para a qual Cristo os libertou” (Gl 5:1), o perigo em Corinto é a fatídica compreensão equivocada dessa liberdade. “Todas as coisas me são lícitas” era um mote destacado em Corinto (1 Co 6:12; 10:23).

Essa redenção chegou a Corinto como um “chamado”, quando a mensagem de Jesus foi proclamada ali

Esse chamado atingiu pessoas que em si mesmas eram tão corrompidas e imprestáveis para Deus como Saulo de Tarso. Como é grandioso e maravilhoso que agora elas sejam são “santas”!

A partir desse fundamento Paulo mostrará aos coríntios, em muitas questões do pensamento e da vida deles, como do “ser santificado” resulta a “santificação” da vida pessoal e da vida eclesial. Não é por meio de nossos esforços de santificação que nos tornamos santificados; mas por sermos santificados em Cristo Jesus podemos e devemos nos empenhar pela santificação.

Similarly, they are called to be his holy people. The word called (klētois) should be understood as an effective call and thus should not be confused with an invitation that may be refused. The Corinthians are God’s holy people in Christ!

[LEMBRAR DE RESSALTAR QUE EMBORA SANTIFICADOS E CHAMADOS PARA SER SANTOS, AINDA SÃO PECADORES COM NATUREZA PECAMINOSA QUE NECESSITAM DE REDENÇÃO E MUDANÇA, ENTÃO PODEM HAVER DORES E PESSOAS QUE SEJAM FERIDAS POR ESSES CHAMADOS SANTOS, MAS ISSO NÃO É MOTIVO PARA FUGIR DA COMUNHÃO]

Called to be saints (κλητοῖς ἁγίοις). Or, saints by way of call. See on called to be an apostle, ver. 1. It is asserted that they are what they are called. The term ἅγιοι saints, is applied to Christians in three senses in the New Testament. 1, As members of a visible and local community (Acts 9:32, 41; 26:10); 2, as members of a spiritual community (1 Cor. 1:2; Col. 3:12); 3, as individually holy (Eph. 1:18; Col. 1:12; Apoc. 13:10).

1 Coríntios 1Coríntios 1.2

O que segue – chamados para serem santos – o entendo no seguinte sentido: “Assim fostes chamados em santidade.” Mas isso pode ser considerado de duas formas. Primeiro, podemos entender Paulo como que dizendo que a causa da santificação é a vocação divina, porque Deus mesmo os escolheu; em outras palavras, depende de sua graça, e não da excelência do homem. O significado alternativo é o seguinte: é consistente com nossa profissão [de fé] que sejamos santos, porque esse é o desígnio da doutrina do evangelho. Ainda que o primeiro significado pareça adequar-se melhor ao contexto, faz pouca diferença de que forma o leitor o considere, quando os dois significados estão em estreita harmonia entre si, pois nossa santidade emana da fonte da eleição divina, e é também a meta de nossa vocação.

1 Coríntios 1Coríntios 1.2

Portanto, devemos sustentar criteriosamente que de modo algum é por nossos próprios esforços que somos santos, mas é pela vocação divina; porque é tão-somente Deus que santifica aos que por natureza eram impuros.

Pecadores redimidos e Santificados em Jesus Cristo em busca do aperfeiçoamento

Ponto 4: Nossa Unidade: Aqui e em todo o mundo

Em quarto lugar, a igreja é uma família universal. Pertencer à Igreja de Deus é um fato maravilhoso. Diz o apóstolo Paulo: “[…] com todos os que em todo lugar invocam o nome de nosso Senhor…” (1.2

1 Coríntios 1Coríntios 1.2

Paulo recebe cristãos gentios e cristãos judeus como iguais na Igreja de Jesus Cristo. Paulo refere-se à Igreja Universal, na qual todos os crentes, em toda a parte, “invocam o nome de nosso Senhor”, e associa os coríntios com todos os outros crentes

1 Coríntios 1Coríntios 1.2

A segunda parte do versículo 2 enfatiza a unidade que os cristãos mostram na oração quando invocam o nome de Jesus Cristo. A oração une os cristãos diante do trono da graça.

1 Coríntios 1Coríntios 1.2

“Senhor deles e nosso.” Paulo quer que os coríntios saibam que pertencem ao corpo de crentes. Esse corpo está no mundo inteiro, pois os crentes em toda parte reconhecem Jesus Cristo como Senhor.

Para Paulo – como para Pedro no dia de Pentecostes – é importante sobretudo a palavra de Joel (Jl 2:32), citada por ele em Rm 10:13 num contexto decisivo: “Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo.” Isso significa fundamentalmente buscar socorro junto de Deus em vista do iminente juízo quando a soberania divina irromper. É uma invocação escatológica, assim como toda a existência da igreja precisa ser compreendida em relação ao fim dos tempos. O “nome do Senhor” que pode ser invocado desse jeito, trazendo a salvação como conseqüência, é inequivocamente claro na Nova Aliança: ele é “o nome de nosso Senhor Jesus Cristo”. Uma ênfase maior recai sobre a palavra “Senhor”. Na ressurreição e na exaltação à direita de Deus Jesus foi feito “kyrios”, “Senhor” (At 2:36), em cujas mãos repousa nosso destino eterno. Como “Senhor” ele, e somente ele, é capaz de redimir da perdição e nos conceder participação no reino de Deus. Quem “invoca” a Jesus nesse sentido é um “cristão”.

The Corinthians, however, are not the only ones whom God has made holy. Given their proclivity towards pride, they might think that they are quite distinctive and impressive. Hence Paul reminds them that what he says about their sanctification and holiness is true of all (pasin) believers in ‘every place’ (en panti topō; CSB). The words ‘every place’ may refer to other cities or to other house churches (cf. 1 Thess. 1:8; 1 Tim. 2:8). There is likely an allusion to Malachi 1:11, where Yahweh pledges that his name will be great ‘among the nations’, ‘in every place’ (en panti topō); this promise is becoming a reality through the Pauline mission.

The holy ones are those who call on the name of the Lord Jesus Christ. In the Old Testament believers regularly call upon (epikaleō) the name of Yahweh (e.g. Gen. 4:26; 1 Kgs 18:24; Pss 74:2 LXX; 98:6 LXX; Joel 3:5 LXX; Zeph. 3:9). Calling on Christ’s name indicates prayer, and the use of the term name also signals Christ’s deity, for those tutored in the Old Testament honoured God’s name (cf. Gen. 32:29; Exod. 20:7; Judg. 13:18) since it designated his character. We see in the worship of the early church that Jesus Christ shared the same identity as God. The universal experience of Christians is that they call upon Jesus Christ for salvation and deliverance from the wrath of God (cf. 1 Thess. 1:10; 5:9).

Conclusão

Graça e paz sobre vós:

1 Coríntios 1Coríntios 1.3

Essa é a saudação usual empregada por Paulo na maioria de suas epístolas;

1 Coríntios 1Coríntios 1.3

No mundo helenístico, as pessoas saudavam-se umas às outras normalmente com a palavra grega chirein (traduzida como “saudações”; por ex., At 15.23; 23.26; Tg 1.1). Sua forma derivada charis significa “graça”. Os judeus, contudo, saudavam-se uns aos outros com o termo shalom (paz). Na literatura epistolar da Igreja Cristã, as duas expressões, graça e paz, aparecem juntas e têm um sentido decididamente teológico. R. C. H. Lenski observa que “graça está sempre antes, e paz, sempre depois. Isso se deve ao fato de que graça é a fonte de paz. Sem graça, não há nem pode haver paz; mas quando a graça é nossa, a paz necessariamente segue”. Paulo junta graça e paz à sua fonte original: elas provêm “de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo”.

1 Coríntios 1Coríntios 1.3

As virtudes da graça e da paz são dádivas de Deus aos seus filhos e ele concede esses benefícios como um Pai. Em harmonia com a oração do Senhor, na qual Jesus ensinou seus seguidores a dizer “Pai nosso”, Paulo retrata Deus como Pai. Por essa razão, todos os crentes são filhos de Deus por meio de Cristo. E, por meio dele, recebem as bênçãos da graça e da paz.

Na seqüência é proferida a conhecida saudação, que não é apenas um “desejo devoto”, mas um “anúncio” real, uma bendição consciente: “Graça a vós e paz.” Esses termos não se referem a dádivas específicas da salvação, mas à redenção em sua totalidade e plenitude. A palavra charis tem som semelhante a chairein, com a qual o grego gostava de saudar, a fim de desejar aos outros bem-estar e uma vida feliz. E shalom (“paz”) representava para o israelita a quintessência de tudo o que podia ser proporcionado a todo o povo de Deus e a cada membro dele individualmente em termos de “integridade”, “felicidade” e “salvação”. Agora ambas as coisas se tornaram reais no evangelho, porque o Deus vivo as concede como “nosso Pai”, porque Jesus Cristo como “Senhor” as adquiriu mediante sua morte, e no-las outorga como Ressuscitado e presente no Espírito Santo. Por essa razão, Paulo também não manifestou simplesmente um desejo, um “seja convosco”, mas expressou no singelo “graça a vós e paz” que graça e paz estão disponíveis para vocês, ainda que seja preciso abordar na carta questões difíceis e penosas.

As saudações características de Paulo se encontram no versículo 3: Graça e paz resumem todo o seu evangelho. A graça é a fonte de toda bênção, e a paz é o resultado produzido na vida de quem aceita a graça de Deus. Essas bênçãos maravilhosas vêm de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo. Paulo não hesita em mencionar o Senhor Jesus Cristo lado a lado com Deus, nosso Pai. Trata-se de uma dentre centenas de expressões semelhantes no NT que indicam a igualdade do Senhor Jesus com Deus, o Pai.

AQUI DARIA PRA FAZER UM APELO, PARA QUE AQUELES QUE AINDA NÃO ACEITARAM A GRAÇA DE DE DEUS, O SENHORIO DE CRISTO E A RENOVAÇAO DO ESPIRITO SANTO, VENHAM A CONHECER A JESUS COMO SEU SENHOR E SALVADOR. QUANDO FOR FALAR DE IGREJA RESSALTAR QUE AINDA SÃO PESSOAS PECADORAS, MAS BUSCANDO ALCANÇAR O ALVO QUE É A SANTIDADE.

Paul always includes a prayer wish at the outset of his letters, and the wording used here is the most common expression in such prayer wishes (cf. Rom. 1:7; 2 Cor. 1:2; Gal. 1:3; Eph. 1:2; Phil. 1:2; 2 Thess. 1:2; Phlm. 3). Grace refers to God’s mercy granted to all who trust in Jesus Christ. Grace in Paul is not limited to unmerited favour, but also refers to God’s transforming power. Grace stems from the Old Testament words ‘grace’ (ḥannûn) and ‘steadfast love’ (ḥesed) denoting God’s faithful love. God’s grace and mercy are featured in the words of Exodus 34:6–7, which are repeated often in the Old Testament (e.g. Neh. 9:17; Pss 103:8; 145:8; Joel 2:13; Jon. 4:2; Nah. 1:3), denoting his forgiveness of his sinful people. The Old Testament often celebrates the Lord’s faithful love, as we see, for example, in the refrain in Psalm 136. The order in the greeting (grace then peace) is significant since peace with God and with others is a result of God’s grace. Both grace and peace are gifts from God, but Jesus Christ is included here as dispensing grace and peace, showing that he shares the same status as God the Father. The peace enjoyed by believers fulfils the covenant promise of peace in Ezekiel (Ezek. 37:26; cf. Ps. 72:7; Isa. 54:10), and it comes through the proclamation of the gospel (Isa. 52:7; cf. Rom. 5:1; 14:17; 15:13; Eph. 2:14–15, 17; Col. 1:20).

Resumo

Refletir e praticar

LIDOS
CALVINO
HERNANDES
simon j kistemaker
FOCO E DESENVOLVIMENTO
Werner de Boor
Schreiner, Thomas R.
william macdonald
Martin R Vincent, dicionáro
[PREPARANDO TERRENO PARA O CHAMADO A CONVERSÃO]
E me permita fazer um parênteses aqui, me permita falar diretamente com você. Já percebeu até agora que eu falei sobre a igreja de Deus? Ela é propriedade exclusiva de Deus, e é composta por santos, pessoas que são chamadas de santas diante de Deus. E essas mesmas pessoas, estão em um processo chamado santificação.
Eu já falei anteriormente que não há pessoas perfeitas na igreja. Há pessoas que erram, que machucam, que em determinado momento parecem mais com lobos do que com ovelhas. E, meu irmão, eu reconheço: essas pessoas existem. O que estou falando, na verdade, o que eu quero é fazer um pedido. O que peço é que você confie em mim: não deixe que a existência de espinhos nesse ramo o impeça de ser enxertado nessa videira.
[NÃO GOSTEI DA ILUSTRAÇAO, PROCURAR OUTRA MELHOR]
Meu irmão, todos estamos em uma caminhada. Todos estamos em um processo de santificação. Cada um está em algum momento dessa etapa, buscando aperfeiçoar-se em Cristo. Você pode ter sido machucado por alguma dessas pessoas. Você pode ter visto um mau exemplo, um mau testemunho. Você pode ter sido maltratado, rechaçado pela religiosidade, pela pecaminosidade, pela heresia, pela hipocrisia. Sim, meu irmão, é possível que você tenha passado por tudo isso.
Contudo, não desanime. As pessoas estão em seu processo. Se de fato foram santificadas, elas estão em uma caminhada em direção a Cristo, para se tornarem semelhantes a Ele. Se elas não foram santificadas, são pecadoras, cometeram pecado e serão julgadas por isso. Mas, meu irmão, o que eu te peço é: não deixe que isso te retenha, te prenda para fora, te isole deste corpo, te isole dessa alegria que é pertencer ao corpo de Cristo.
Se eu puder te falar, eu digo: confie na Palavra de Deus.
Se possível, busque a reconciliação.
Hebreus 12.14–15 NAA
14 Procurem viver em paz com todos e busquem a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor. 15 Cuidem para que ninguém fique afastado da graça de Deus, e que nenhuma raiz de amargura, brotando, cause perturbação, e, por meio dela, muitos sejam contaminados.
Meu irmão, não deixe que algumas pequenas coisas, que um problema, um membro infiel, ou alguém que no passado te feriu (e que talvez nem seja mais assim), te prive de conhecer o Rei bondoso e amoroso, que quer te consolar, te cuidar, te proteger e te guiar.
Deixa eu te falar também: você não é perfeito. Você também erra. Se você é cristão há muito tempo, com certeza causou problemas para alguém, machucou alguém. É impossível que isso não tenha acontecido.
Abandone os seus pecados, abandone esse caminho podre. Tenha um melhor testemunho. Abandone a tolice e abrace a sabedoria do Reino. Abandone a mentira e fale a verdade. Se há algum cristão que está em erro, e de fato foi santificado, meu irmão, Deus vai trabalhar nele. Se você puder, exorte-o. Contudo, se ele nunca foi um irmão, Deus tratará disso. Amém. Estamos caminhando para o próximo ponto.
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