165 - Abrirá os olhos aos cegos
O Evangelho segundo Jesus • Sermon • Submitted • Presented
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· 7 viewsReflexão bíblica textual / expositiva sobre como a cura notória de um cego de nascença trouxe à tona o grave problema universal da cegueira humana em relação à sua própria natureza e quanto ao papel de Cristo que tem poder e autoridade para iluminar os olhos daqueles que o buscam
Notes
Transcript
...quem pecou para que este homem nascesse cego [John 9.1-12]
...quem pecou para que este homem nascesse cego [John 9.1-12]
I. Introdução geral
I. Introdução geral
Quando assistimos um filme em que um vilão prejudica todo mundo, começamos a torcer para que algo dê errado com ele;
Não ficamos muito felizes se ao final do filme o vilão escapa da surra, da prisão ou da morte;
Se ele sair sorrindo de forma zombeteira, e aparecer em alguma cena depois perfeitamente recuperado, ficamos indignados;
Ele praticou crimes hediondos, maltratou pessoas, e é pego, UFA! Aí gostamos do filme e damos um “joinha” no final;
Se ele apanhar da multidão enfurecida, é possível que até acreditemos que a justiça divina foi feita;
Nosso senso de justiça é muito torto, na maioria das vezes se parece mais com vingança, não é á toa que Tiago diz:
— James 1:20 (NAA) — 20 Porque a ira humana não produz a justiça de Deus.
Curiosamente, houve um momento em que essa justiça humana distorcida foi exposta pelos discípulos de Jesus,
Vamos ver como foi...
Vamos ao Texto Áureo da mensagem:
II. Texto Áureo:
II. Texto Áureo:
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John 9:1–12 (NAA) — 1 Enquanto Jesus caminhava, viu um homem cego de nascença.
2 E os seus discípulos perguntaram: — Mestre, quem pecou para que este homem nascesse cego? Ele ou os pais dele? 3 Jesus respondeu: — Nem ele pecou, nem os pais dele; mas isso aconteceu para que nele se manifestem as obras de Deus.
4 É necessário que façamos as obras daquele que me enviou enquanto é dia; a noite vem, quando ninguém pode trabalhar. 5 Enquanto estou no mundo, sou a luz do mundo.
6 Depois de dizer isso, Jesus cuspiu na terra, fez lama com a saliva e com a lama untou os olhos do cego. 7 Então disse ao cego: — Vá lavar-se no tanque de Siloé. Siloé quer dizer “Enviado”. O cego foi, lavou-se e voltou vendo.
8 Então os vizinhos e os que antes o conheciam de vista, como mendigo, perguntavam: — Não é este o que ficava sentado pedindo esmolas? 9 Uns diziam: — É ele. Outros: — Não, mas se parece com ele. O homem dizia: — Sou eu.
10 Então lhe perguntaram: — Como foram abertos os seus olhos? 11 Ele respondeu: — O homem chamado Jesus fez lama, passou nos meus olhos e disse: “Vá ao tanque de Siloé e lave-se.” Então fui, lavei-me e estou vendo. 12 Eles perguntaram: — Onde está ele? Respondeu: — Não sei.
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Vamos ao Desenvolvimento da mensagem:
III. Desenvolvimento
III. Desenvolvimento
Desenvolvimento
Desenvolvimento
John 9:1–2 “Enquanto Jesus caminhava, viu um homem cego de nascença. E os seus discípulos perguntaram: — Mestre, quem pecou para que este homem nascesse cego? Ele ou os pais dele?”
John 9:1–2 (NA28) — 1 Καὶ παράγων εἶδεν ἄνθρωπον τυφλὸν ἐκ γενετῆς. 2 καὶ ἠρώτησαν αὐτὸν οἱ μαθηταὶ αὐτοῦ λέγοντες· ῥαββί, τίς ἥμαρτεν, οὗτος ἢ οἱ γονεῖς αὐτοῦ, ἵνα τυφλὸς γεννηθῇ;
— Enquanto Jesus caminhava, viu um homem cego de nascença
— Enquanto Jesus caminhava, viu um homem cego de nascença
— Enquanto Jesus caminhava, viu um cego...
Não há ruptura literária entre os cap. 8 e 9, então, podemos com segurança pressupor que:
Jesus provavelmente ainda está em Jerusalém;
provavelmente não ainda na área do templo;
Os eventos do cap. 9 ocorrem em algum lugar entre a Festa dos Tabernáculos (John 7:2) e a Festa da Dedicação (John 10:22).
De modo explícito a conexão contextual entre as narrativas nestes capítulos existe;
Vamos pensar:
A cura do cego registrada no cap. 9, com os debates subsequentes, ilustra na vida real a declaração de Jesus em John 8.12: — Eu sou a luz do mundo.
Esta é de fato, a provável motivação teológica por trás da justaposição desses dois incidentes na narrativa;
O segundo serve como ilustração do primeiro —a cura do cego ilustra o fato de que o Cristo é a luz do mundo;
É um exemplo concreto da vitória da luz sobre as trevas, por meio do Cristo, na vida daqueles que creem nele.
Nesse sentido, outro aspecto destacado em John 9 é seu significado messiânico.
No Antigo Testamento, é o próprio Deus quem é associado à restauração da visão aos cegos, a saber, Yahweh em pessoa;
Exodus 4:11 “O Senhor respondeu: — Quem fez a boca do homem? Ou quem faz o mudo, ou o surdo, ou o que vê, ou o cego? Não sou eu, o Senhor?”
Psalm 146:8 “O Senhor abre os olhos aos cegos, o Senhor levanta os abatidos, o Senhor ama os justos.”
Todas estas passagens bíblicas e muitas outras semelhantes são messiânicas.
Nesta narrativa de John 9 o fato de o homem ter nascido cego torna sua cura ainda mais milagrosa, ele já com 40 anos de idade.
Esse detalhe se assemelha ao tempo (38 anos) que o coxo curado anteriormente permaneceu incapacitado (John 5:5).
A gravidade da deficiência debilitante é apenas um dos muitos paralelos entre essas duas narrativas de cura no capítulo John 5 e John 9.
Ambas as curas envolvem piscinas de água (John 5:2; 9:7);
Ambas ocorrem em um sábado (John 5:9; 9:14).
Em ambas as curas, os homens curados não conheciam a Jesus;
Tambem ambos demonstraram não saber quem os tinha beneficiado;
Apesar de não ter referência ao Tanque de Siloé em John 5, sabemos que era o mesmo de onde os sacerdotes pegavam água para a Festa das Cabanas;
Vamos adiante
— Quem pecou para que este homem nascesse cego?
— Quem pecou para que este homem nascesse cego?
O que esta pergunta nos diz da ideia que aqueles homens que seguiam a Jesus faziam do caráter de Deus?
de sua natureza;
de sua justiça;
de seu modus operandi;
O que esta pergunta nos diz da ideia que aqueles tinham da natureza humana?
Quem pecou?
Esta pergunta reflete a crença de que deficiências congênitas eram resultado do pecado do indivíduo ou de seus pais.
A ideia derivava do desejo de evitar responsabilizar Deus por infligir sofrimento aos inocentes.
Comportamentos perversos e pecaminosos levavam, ou levariam ao sofrimento e à punição.
Uma ideia distorcida de “justiça retributiva”, existente desde os primórdios definia a justiça em termos matemáticos, exatos, concretos:
o ímpio sofre / o justo prospera, essa seria a ideia (e sempre de um ponto de vista material, terreno, não espiritual e eterno);
Os inocentes não deveriam sofrer. Os pecadores sim, com certeza.
Tais ideias denotam claramente um entendimento equivocado, tanto do caráter das justiça divina, como da possível pureza inerente da natureza humana;
Apesar da antiguidade e da popularidade dessas crenças, a Bíblia não ensina uma relação uniforme de causa e efeito entre pecado e sofrimento.
Por exemplo, o ponto principal do livro de Jó é demonstrar a possibilidade teológica do sofrimento justo e inocente.
Certa feita, Jesus em Luke 13.2-3 que pecado e desastre nem sempre estão diretamente relacionados;
Mas, pensando no contexto do judaismo do segundo templo onde viviam Jesus e seus discípulos, de onde tais ideias se propagavam?
Os discípulos presumiram que o pecado era a causa da cegueira do homem.
Independentemente de quem o cometeu;
Essa era uma crença comum no judaísmo;
Os rabinos usaram alguns textos para provar que não havia morte sem pecado,
Ezekiel 18:20 “A pessoa que pecar, essa morrerá. O filho não pagará pela iniquidade do pai, nem o pai pagará pela iniquidade do filho. A justiça do justo ficará sobre ele, e a maldade do ímpio cairá sobre este.”
Ou então para provar que não havia punição sem culpa;
Psalm 89:33 “Mas jamais retirarei dele a minha bondade, nem desmentirei a minha fidelidade.”
Portanto, neste caso, o pecado deve ter sido cometido pelos pais do homem, ou durante sua própria existência pré-natal;
Os judeus nunca acreditaram em reencarnação ou pré-existências, pois cada indivíduo era único, mas criam que um feto já era um ser moral;
Os Cantares de Rabá 1:41 (outra obra rabínica posterior) afirmava que, quando uma mulher grávida adorava em um templo pagão, o feto também cometia idolatria.
Este é apenas um exemplo de como, no pensamento judaico rabínico, um feto era capaz de pecar.
Mas, estas ideias estava anos-luz de distância do que Jesus traria de revelação aos seus discípulos sobre o tema;
— Nem ele, nem seus pais pecaram (para que nascesse cego)
— Nem ele, nem seus pais pecaram (para que nascesse cego)
John 9:3 “Jesus respondeu: — Nem ele pecou, nem os pais dele; mas isso aconteceu para que nele se manifestem as obras de Deus.”
John 9:3 (NA28) — 3 ἀπεκρίθη Ἰησοῦς· οὔτε οὗτος ἥμαρτεν οὔτε οἱ γονεῖς αὐτοῦ, ἀλλʼ ἵνα φανερωθῇ τὰ ἔργα τοῦ θεοῦ ἐν αὐτῷ.
Interessante a forma como Jesus aborda o tema mal compreendido, de forma tão distorcida pelos discípulos;
Por um lado, Jesus não os corrigiu de forma taxativa, como fez diversas vezes com os religiosos em suas interpretações legalistas;
Por outro lado, Jesus deu a eles uma perpectiva completamente diferente, uma perspectiva divina da vida humana;
O Deus que disse: — Genesis 1:3 “...— Haja luz! E houve luz.” é o mesmo Deus que Genesis 1:4 “...viu que a luz era boa e fez separação entre a luz e as trevas.”
Ali estava um homem que, desde o nascimento, por 40 anos, jamais usufruiu da luz que —Deus criou, que —viu que era boa e que —a separou das trevas;
Este homem, por decisão soberana de Deus, um ato na eternidade, experimentou estas trevas por toda a sua existência, até aquele momento, mas
—para que nele se manifestem as obras de Deus, —então ele terá um encontro não programado, inesperado, com o Autor da Vida, a Luz do mundo;
É necessário que façamos as obras daquele que me enviou
É necessário que façamos as obras daquele que me enviou
John 9:4–5 “É necessário que façamos as obras daquele que me enviou enquanto é dia; a noite vem, quando ninguém pode trabalhar. 5 Enquanto estou no mundo, sou a luz do mundo.”
John 9:4 (NA28) — 4 ἡμᾶς δεῖ ἐργάζεσθαι τὰ ἔργα τοῦ πέμψαντός με ἕως ἡμέρα ἐστίν· ἔρχεται νὺξ ὅτε οὐδεὶς δύναται ἐργάζεσθαι. 5 ὅταν ἐν τῷ κόσμῳ ὦ, φῶς εἰμι τοῦ κόσμου.
Antes de agir, Jesus faz uma declaração curiosa a respeito do trabalho, necessário de ser feito, enquanto há luz… pensemos bem sobre isso
— A nós (Jesus e seus discípulos), é necessário, se faz imprescindível (vb impessoal)...
— “trabalhar os trabalhos daquele que me enviou”, enquanto é de dia (enquanto há luz);
— “produzir com trabalho, de forma laboral, os produtos daquele que me enviou”;
— trabalhar os trabalhos, produzir os produtos, uma linguagem propositalmente laboral, voluntária nos labores do campo, da plantação, da fazenda;
— vem a noite (quando não há mais luz, mas somente trevas) quando ninguém “pode” (é capaz) de produzir trabalho;
Quando Jesus curou o paralítico próximo ao tanque de Betesda, ele ordenou que carregasse sua maca, e era sábado o dia de sua cura após 38 anos de paralisia;
o paralítico não fazia ideia de quem o tinha curado, até que foi abordado por Jesus no Templo. Vejamos como foi esta abordagem...
John 5:14–17 (NAA) — 14 Mais tarde, Jesus o encontrou no templo e lhe disse: — Olhe, você foi curado. Não peque mais, para que não lhe aconteça coisa pior. 15 O homem se retirou e disse aos judeus que tinha sido Jesus quem o havia curado. 16 E por isso os judeus perseguiam Jesus, porque fazia essas coisas no sábado. 17 Mas Jesus lhes disse: — Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também. Por isso, os judeus cada vez mais queriam matá-lo, porque além de desrespeitar o sábado, também dizia que Deus era seu próprio Pai, fazendo-se igual a Deus.
— Mas Jesus lhes disse: — Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também — Observemos como o tema do trabalho de Deus está no radar de Jesus, o Cristo;
Neste contexto, do paralítico, qual seria o trabalho de Deus? Reverter os efeitos de uma vida de pecados que levou um homem a uma paralisia debilitante!!!
Os fariseus consideravam o tema da guarda do sábado muito sensível,
ao longo dos anos inúmeras regras e tradições foram criadas para garantir seu cumprimento;
a ideia era criar uma “cerca legal” mais restrita, mais apertada do que os limites estabelecidos pela Lei de Moisés;
se permanecessem dentro deste cercamento humano mais restrito, nao haveria riscos de que extrapolassem os limites da Lei;
aparentemente a ideia era boa, mas aliada a uma visão distorcida da natureza humana e dao próprio Deus,
o resultado final disso foi “puro legalismo”, uma justiça estabelecida por homens que não trata o problema de fato, mas apenas os seus sintomas;
não trata a infecção, apenas a dor de cabeça e a febre, pois o pecado habita na carne, continua vivo e forte e produzindo morte, após morte;
John 9:4 “É necessário que façamos as obras (ou seja, trabalhemos os trabalhos, produzamos os produtos) daquele que me enviou enquanto é dia; a noite vem, quando ninguém pode trabalhar.”;
Vamos ao Encerramento da mensagem:
IV. Encerramento
IV. Encerramento
Encerramento
Encerramento
John 9:6–7 “6 Depois de dizer isso, Jesus cuspiu na terra, fez lama com a saliva e com a lama untou os olhos do cego. 7 Então disse ao cego: — Vá lavar-se no tanque de Siloé. Siloé quer dizer “Enviado”. O cego foi, lavou-se e voltou vendo.”
John 9:6–7 (NA28) — 6 Ταῦτα εἰπὼν ἔπτυσεν χαμαὶ καὶ ἐποίησεν πηλὸν ἐκ τοῦ πτύσματος καὶ ἐπέχρισεν αὐτοῦ τὸν πηλὸν ἐπὶ τοὺς ὀφθαλμοὺς 7 καὶ εἶπεν αὐτῷ· ὕπαγε νίψαι εἰς τὴν κολυμβήθραν τοῦ Σιλωάμ, ὃ ἑρμηνεύεται ἀπεσταλμένος. ἀπῆλθεν οὖν καὶ ἐνίψατο καὶ ἦλθεν βλέπων.
O Pai trabalha até agora
O Pai trabalha até agora
Afinal, porque o Pai trabalha “até agora”, e o Filho trabalha “da mesma forma”
Infelizmente há muita compreensão distorcida acerca do sábado bíblico;
da mesma que os fariseus fizeram mais de 2000 anos atrás, muitas pessoas continuam buscando o mesmo tipo de justiça, a da Lei
estas pessoas continuam completamente cegas quanto à perversão de sua própria natureza caída, bem como a natureza santa e justa do Pai
em Gênesis, Deus descansa no 7º dia, porque tudo havia atingido a perfeição plena, tudo era muito bom, do ponto de vista de Deus
mas algo mudou tudo isso, a partir do momento que o pecado entrou na história da humanidade,
não há mais descanso pra Deus enquanto houver o pecado e suas consequencias desastrosas na vida humana;
Jesus trabalha os trabalhos de Deus revertendo uma doença debilitante causada pelo pecado (o paralítico);
Agora, Jesus reverte uma cegueira de nascença prescrita nos propósitos de Deus para que a identidade do Filho de Deus seja reconhecida;
Isso parece covardia, não é? Mas pense bem, quão abençoado foi esse homem se tornando uma testemunha vida do Deus em carne;
que tocou seus olhos mortos, com lama feita com seu próprio cuspe...
A palavra utilizada para "untar" é a mesma raiz da palavra Cristo — significa ungido, unção, sempre no sentido ou cerimonial, e só aplicado a ele;
Esta palavra específica só foi utilizada no NT nesta narrativa de João no cap 9.
Voltando ao Gênesis, Jesus reencena a criação do homem a partir do barro, pensem bem...
Deus moldou o homem, como um oleiro no seu torno, a partir da argila molhada, e fez um corpo, que este homem de 40 anos já tinha;
mas este homem era incompleto, pois ele não tinha olhos funcionais, ele vivia completamente em trevasm desde o nascimento;
e Jesus faz lama, do pó da terra, com seu cuspe humano, sem propriedades especiais, e “unge” os olhos dele;
é isso mesmo, o termo utilizado no texto não é que “lambuzou” a cara do homem com lama, mas ele “ungiu” com lama;
e seus olhos foram recriados, reconstruidos, do zero, pois ele nunca viu, aquele homem sempre viveu em trevas;
Para aquele homem, o arauto bíblico clama:
Genesis 1:3–4 “Então Deus disse: — Haja luz! E houve luz. E Deus viu que a luz era boa e fez separação entre a luz e as trevas.”
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Luke 4:18–19 (NAA) — 18 “O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me ungiu para evangelizar os pobres; enviou-me para proclamar libertação aos cativos e restauração da vista aos cegos, para pôr em liberdade os oprimidos, 19 e proclamar o ano aceitável do Senhor.”
Eis o ano aceitável do Senhor:
Jesus quando faz esta leitura de Isaias ele combina alguns textos dispersos no rolo,
Um dos textos citados é certamente Isaias 42:
Isaiah 42:7 (NAA) — 7 para abrir os olhos dos cegos, // para tirar da prisão os cativos, e // do cárcere, os que jazem em trevas.
os cegos de Isaías 42 não são cegos literais, mas são pessoas lieralmente em trevas porque estão presas em masmorras fétidas e sem luz;
estas pessoas estavam presas no cárcere da escravidão real, e não tinham o direito de ver a luz do dia, então elas jaziam em trevas;
e no Dia do Senhor, aquele grande dia em que Ele intervem na história de uma nação, de um povo, de um homem, de uma mulher
Ele nos resgata deste lugar de trevas espessas, onde a luz é tão ausente que os olhos se desacostumam;
Não há como continuar vivendo em trevas, se fomos iluminados pela luz do Evangelho de Cristo;
Porque???
2 Corinthians 4:6 “Porque Deus, que disse: “Das trevas resplandeça a luz”, ele mesmo resplandeceu em nosso coração, para iluminação do conhecimento da glória de Deus na face de Jesus Cristo.”
E a partir deste momento, o que acontece comigo?
Matthew 5:14–15 “— Vocês são a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade situada no alto de um monte. Nem se acende uma lamparina para colocá-la debaixo de um cesto, mas num lugar adequado onde ilumina bem todos os que estão na casa.”
