DESCULPAS PARA NÃO REALIZAR A MISSÃO.

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Introdução:

No dia 12 de Agosto deste mês, a Igreja presbiteriana do Brasil completou 166 anos de Historia em Solo brasileiro. Em 12 de agosto de 1859, desembarcou no Rio de Janeiro como missionário da Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos, um jovem de apenas 26 anos. Ashbel Green Simonton. Ele era um jovem que a princpio queria ser professor e depois advogado, porém, em 1855, Simonton passou por ua crise espiritual, então resolveu fazer sua publica porfissão de fé, neste dia resolveu ele assumiu os votos que seus pais tinham feito a Deus na ocasião do seu batismo, no mesmo ano ele incressou no Seminário de Princeton. No primeiro Semestre de Seminário, Simonton ouviu um sermão do seu professor de teologia Charles Hodge, que levou Simonton a conssiderar seriamente a obra missionário no exterior. Em novembro de 1859, ele se candidatou a missionário pela junta de missões da Igreja presbiteriana dos Estados Unidos, após ser ordenado, ele embarcou para o Brasil em 18 de junho de, chegando ao Brasil em 1 de Agosto de 1859.
Simonton teve um ministério de 8 anos no Brasil. Seu primeiro ano ele pregava apenas para estrangeiros nos navioss ancorados na Bahia de Guanabra. No Dia 22 de Abril de 1860, Simonton finalmente dirigiu seu primeiro culto em língua portugues,
A primeira igreja presbiteriana foi oficialmente organizada em 12 de janeiro de 1862, no Rio de Janeiro, com cinco membros fundadores. Estes eram pessoas que já haviam demonstrado fé protestante e estavam dispostas a se unir a essa nova denominação reformada. O primeiro brassileiro que se tornou membro da IPB foi Miguel Vieira Ferreira.
No breve período em que viveu no Brasil, Simonton, auxiliado por alguns colegas, fundou o primeiro jornal evangélico do país (Imprensa Evangélica, 1864), criou o primeiro presbitério (1865) e organizou um seminário (1867). O pioneiro morreu vitimado pela febre amarela aos 34 anos, em dezembro de 1867.
No breve período em que viveu no Brasil, Simonton, além de fundar a primeira igreja ele fundou o primeiro jornal evangélico do país (Imprensa Evangélica, 1864), criou o primeiro presbitério (1865) e organizou um seminário (1867). 
Mas, sua vida não foi fácil:

1. Isolamento e solidão

Ao chegar ao Brasil em 1859, Simonton enfrentou barreiras culturais, linguísticas e religiosas. Era estrangeiro, falava pouco português e estava em um país majoritariamente católico e hostil ao protestantismo.
A solidão missionária foi uma constante, especialmente nos primeiros anos. Ele próprio relatava em cartas a dificuldade de manter o ânimo.

. Perseguição religiosa

O contexto do Brasil Império era de intolerância ao protestantismo. Missas e cultos protestantes eram mal vistos, e havia limitações legais e sociais para a pregação fora do catolicismo.
Ele enfrentou resistência pública e política, além de rejeição de parte da sociedade brasileira da época.

Morte de familiares

Um dos momentos mais dolorosos da sua vida foi a morte da esposa, Helen Murdoch, em 1864, apenas um ano após o nascimento da filha do casal, Helen.
A perda foi devastadora. Ele ficou viúvo, com uma filha bebê para criar, em um país estrangeiro e em meio às obrigações da missão.

Saúde debilitada e morte precoce

A vida missionária foi fisicamente exaustiva. As viagens longas, as más condições sanitárias e o clima tropical afetaram sua saúde.
Contraiu febre amarela, uma doença comum e muitas vezes fatal na época, e morreu em 1867, com apenas 34 anos, em São Paulo.

Incerteza sobre o futuro da missão

Simonton morreu sem saber se sua missão teria continuidade. Embora tivesse plantado as sementes do presbiterianismo, ele partiu cedo demais para ver os frutos plenamente amadurecidos.
Havia poucos líderes locais formados e a estrutura da igreja ainda era frágil no momento de sua morte.
Em seu diário, ele escreveu: Antes da sua morte, nos diz Simonton: “O Céu é o lar dos que creem; é o meu lar. Todos os que me são mais caros estão lá: meu pai, minha mãe, minha irmã e minha esposa. Jesus está lá” (2002, p. 166).
No necrológio de Simonton, escrito por C. Wright e Henry E. Milford, lemos: “ele tinha consagrado sua vida a obra de pregar, e por todos os outros meios por seu alcance, espalhar entre nós as boas notícias do evangelho” (IMPRENSA EVANGÉLICA, 20/11/1867, p.1).
Simonton, como tantos outros, dá continuação à galeria de herois da fé.

1. A incredulidade das pessoas ( V.1).

Um dos maiores empecilhos para a Missão é a nossa própria incredulidade. Deus havia confirmado o chamado e a vocação de Moisés ( Êx 3), mas, ele estava incrédulo. O líder chamado por Deus, vocacoinado pelo Senhor está dizendo que Deus as pessoas não vão dar crédito a sua mensagem. Ele está dizendo a Deus que os anciões de Israel não vão ouvi-lo.
Os comentaristas dizem que a Vara significa o trabalho do pastor, lebra significa a corrupção do egito, e o sangue a vingança pela maldade do Egito.

2. Incapacidade pessoal ( V.10).

3. “O outro é melhor do que eu” (v. 13).

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