Tessalonicences 2.13-16 - A Recepção dos Tessalonicenses ao evangelho e as perseguições
Tessaloniocenses 3ª encontro • Sermon • Submitted • Presented
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· 20 viewsRecepção dos Tessalonicenses ao evangelho e as perseguições
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Texto
Texto
1Tessalonicenses 2.13–16 “13 Temos mais uma razão para, incessantemente, dar graças a Deus: é que, ao receberem a palavra que de nós ouviram, que é de Deus, vocês a acolheram não como palavra humana, e sim como, em verdade é, a palavra de Deus, a qual está atuando eficazmente em vocês, os que creem. 14 Tanto é assim, irmãos, que vocês se tornaram imitadores das igrejas de Deus que se encontram na Judeia e que estão em Cristo Jesus; porque também vocês sofreram, da parte de seus patrícios, as mesmas coisas que eles, por sua vez, sofreram dos judeus, 15 os quais não somente mataram o Senhor Jesus e os profetas, como também nos perseguiram, não agradam a Deus e são adversários de todos, 16 a ponto de nos impedirem de falar aos gentios para que estes sejam salvos, a fim de encherem sempre a medida de seus pecados. A ira, porém, caiu sobre eles, definitivamente.”
Introdução
Introdução
Meus irmãos na semana passada nos versos de 1-12 Paulo é apresentado como exemplo de pregador frutífero, mordomo fiel, mãe carinhosa e pai exemplar. Seu ministério se destacou pela pureza da mensagem, uma motivação sincera, métodos íntegros, cuidado sacrificial e objetivo de levar os crentes à maturidade espiritual, sempre agradando a Deus acima de tudo.
Ele estava na sua 2a viagem missionaria e como não só ele mas os missionários e na verdade todos nós, irmãos, testemunhas de Cristo, somos muito vulneráveis a crítica, e por isso precisamos fazer muito mais esforços para viver, e sermos vistos vivendo, de forma tal que não nos exponhamos as críticas. A conduta de Paulo ao que parece o texto que lemos nos mostra que foi criticado na ausência dele, e aparentemente por pessoas fora da congregação, e por isso ele se defendeu aos irmãos da igreja de tessalônica.
Desenvolvimento
Desenvolvimento
E quando a gente lê esse primeiro verso, vs 13
2.13. E por esta razão também damos graças a Deus constantemente, no sentido que, quando receberam de nós a Palavra que ouviram, ou seja, a Palavra de Deus, a aceitaram não como palavra de homens, e, sim, como realmente é, Palavra de Deus, que está também operando em vocês que creram.
fica claro que a que a Defesa continua, sendo o tema: “O inimigo está tentando minar a sua fé, porém, sua espontaneidade em sofrer perseguição por amor a Cristo, prova que sua fé é genuína e que o inimigo não vai triunfar”.
Para reforçar essa ideia, Paulo lembra que não só os tessalonicenses estavam agradecidos pelas bênçãos espirituais que receberam, mas também ele e seus companheiros de missão. Por isso ele diz: “nós também”, mostrando que tanto eles quanto os missionários louvavam a Deus. A gratidão vinha da forma como os tessalonicenses acolheram a mensagem e do impacto que a Palavra de Deus trouxe para a vida deles. Em outras palavras, Paulo está aprofundando o que já havia mencionado antes (em 6E vocês se tornaram nossos imitadores e do Senhor)
O foco aqui é muito maior: é sobre como a Palavra realmente transformou a vida deles. Eles realmente aceitaram (acolhimento interno) como tal, ou seja, como Palavra de Deus e não como palavra de homens. A prova de que os tessalonicenses realmente aceitaram a mensagem de Deus está no fruto que ela produziu em suas vidas. Isso já ficou claro em 1.6–10: eles deixaram os ídolos para servir ao Deus verdadeiro, aguardando a vinda de Seu Filho. Mesmo passando por muitas dificuldades, mantiveram a alegria e continuaram compartilhando sua nova fé. Esse mesmo testemunho será reafirmado novamente no verso 14.
Conseqüentemente, a palavra estava operando; estava “em ação”, era eficaz na vida dos crentes. E a razão por que a Palavra estava em ação, é que ela era a Palavra de Deus; por meio dessa Palavra, Deus mesmo estava operando (cf. Filipenses 2.13 “13 porque Deus é quem efetua em vocês tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade.” ).
.A palavra “acolheram” usada por Paulo significa mais do que ouvir. Significa ouvir com o coração e internalizar a Palavra. É ouvir e levar a sério. Nesse tempo em que muitas igrejas têm substituído a pregação pelo entretenimento, precisamos nos ter cuidado principalmente quando o proprio ap paulo nos orienta em 2Timóteo 4.2–3 “2 que pregue a palavra, insista, quer seja oportuno, quer não, corrija, repreenda, exorte com toda a paciência e doutrina. 3 Pois virá o tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, se rodearão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos.” ).
E baseado nisso meus irmãos eu digo:
Não há esperança para a igreja fora da Palavra.
Não há vida abundante para a igreja sem a Palavra.
Não precisamos buscar as novidades do mercado da fé, mas buscar os bons alimentos da mesa de Deus. A Bíblia é um banquete com alimento rico, nutritivo e variado. Nela temos tudo que precisamos para crescer na graça e no conhecimento de Cristo.
E pra mostrar que a palavra estava realmente em ação, e que ela é a Palavra de Deus, Paulo prossegue:
14. Porque vocês, irmãos, se tornaram imitadores das igrejas de Deus, em Cristo Jesus, que estão na Judéia; porque sofreram as mesmas coisas de seus próprios compatriotas, como eles, dos judeus.
A disposição para sofrer por Cristo é prova de discipulado. Ela comprova que a Palavra de Deus está atuando no coração. Ela une os crentes, de tal modo que passam a fazer parte de uma verdadeira irmandade, à qual não pode pertencer quem não esteja disposto a assim sofrer.
Ora, os tessalonicenses estavam não só dispostos a sofrer, mas também tinham realmente experimentado perseguições. Foi assim que chegaram a ser imitadores de outros crentes. A história é e será sempre a mesma. Ela se repete em cada época e em cada região ( 2Timóteo 3.12 “12 Na verdade, todos os que querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos.” e CNT João 15.20 “20 Lembrem-se da palavra que eu disse a vocês: “O servo não é maior do que seu senhor.” Se perseguiram a mim, também perseguirão vocês; se guardaram a minha palavra, também guardarão a de vocês.” ; João 16.33 “33 Falei essas coisas para que em mim vocês tenham paz. No mundo, vocês passam por aflições; mas tenham coragem: eu venci o mundo.” ).
Pois é impossível que o crente genuíno não sofra alguma forma de perseguição. Os leitores tornaram-se imitadores dos missionários e de Cristo mesmo (Experimentaram o “doce ato milagroso” de Deus (Lutero), aprendendo que nenhum tormento nem perseguição eram capazes de apagar essa alegria.).
Mas agora tem um negócio novo que ele fala aqui, que eles (os crentes tessalonicenses) se tornaram imitadores dos crentes da Judéia. Ora, na Judéia havia várias igrejas e nem todas eram cristãs. E para mostrar claramente que as igrejas aqui são igrejas cristãs ou assembleias ( no original, a mesma palavra: ἐκκλησία), acrescenta-se: “de Deus em Cristo Jesus” (literalmente: “imitadores das assembléias/igrejas de Deus que estão na Judéia em – em união espiritual com Cristo Jesus”, cf. Gálatas 1.22 “22 E eu não era conhecido pessoalmente pelas igrejas da Judeia, que estão em Cristo.” ).
Essas igrejas da Judéia tinham sofrido [por parte] dos judeus. Paulo tinha conhecimento pessoal e havia experimentado tudo isso, porque ele mesmo, no tempo em que ainda não era convertido, participara de tais perseguições (Gálatas 1.13 “13 Porque vocês ouviram qual foi, no passado, o meu modo de agir no judaísmo, como, de forma violenta, eu perseguia a igreja de Deus e procurava destruí-la.” ; cf. At 9.1,13), apoiado pelas autoridades judaicas. Além disso, é só lembrar de Estevão, de Tiago (o irmão do Apóstolo João) e de Pedro (At 6 e 7; 12.1–19; note especialmente 12.3, “e isso agradou aos judeus)”. As freqüentes perseguições por parte dos judeus deflagaram-se na Judéia (Atos dos Apóstolos 8.1 “1 E Saulo consentia na morte de Estêvão. Naquele dia, teve início uma grande perseguição contra a igreja em Jerusalém. Todos, exceto os apóstolos, foram dispersos pelas regiões da Judeia e da Samaria.” ; 11.19). E isso se repetiria, conforme o próprio Paulo estava para descobrir (At 21.27–36; 23.12; 24.1–9).
Os crentes de Tessalônica tinham sido perseguidos de modo semelhante. Só que a perseguição que Paulo tinha em mente, aqui no verso 14, não é a mesma registrada em Atos 17.5–8, e, sim, aquela que acabou de ser relatada por Timóteo. Esta última perseguição tivera lugar após a partida dos missionários.
Duas importantes lições estão claramente implícitas quanto as perseguições:
(1) Quer a perseguição venha dos judeus, quer dos gentios, ela é sempre a mesma em caráter, porque no fundo nos deparamos com a antiga guerra do diabo contra “Cristo, a mulher e o restante de sua semente” (veja Mais que Vencedores, Cultura Cristã). Este conflito remonta a Gênesis 3.15 “15 Porei inimizade entre você e a mulher, entre a sua descendência e o descendente dela. Este lhe ferirá a cabeça, e você lhe ferirá o calcanhar.” ).
(2) A disposição para sofrer semelhante perseguição reflete honra sobre aquele que a experimenta. É como se Paulo e seus companheiros estivessem dizendo: “A igreja de Jerusalém é geralmente considerada como um exemplo para as demais. Ora, vocês, tessalonicenses, por meio de sua disposição em sofrer como sofreu a igreja-mãe, têm mostrado que são iguais a ela em honra”.
Paulo, ao mencionar os judeus e a devastação que causaram na Judéia, naturalmente reconhece que eles também, tanto quanto os gentios, haviam tentado e continuavam tentando destruir a fé dos crentes tessalonicenses.
Foi em conseqüência da instigação dos judeus que os missionários se viram forçados a deixar a cidade (At 17.5–9). No início, os judeus tinham instigado os gentios, inclusive os magistrados, a insurgirem-se contra o evangelho de Paulo , Silas e Timóteo. VOCêS ACHAM QUE PARARAM AS PERSEGUIÇÕES QUANDO ELES FUGIRAM DE TESSALONICA A NOITE? Claro que não (veja, por exemplo, Atos dos Apóstolos 17.13 “13 Mas, logo que os judeus de Tessalônica souberam que a palavra de Deus era anunciada por Paulo também em Bereia, foram lá agitar e perturbar o povo.” ). Como Paulo diz aqui eles continuaram perseguindo os crentes e claro quando Paulo sabe por Timóteo desse sinistro complô em Tessalônica e noutros lugares, prossegue:
15. que mataram tanto o Senhor, isto é, Jesus, como os profetas,
e nos expulsaram, e não agradam a Deus e estão contra todos os homens.
Aquele a quem mataram não foi outro senão o Senhor exaltado — aquele que, em sua vida terrena, era Jesus, o Salvador. Sobre esses dois nomes, Paulo já havia falado em 1.1.
Alguns ainda tentam suavizar a responsabilidade dos judeus, dizendo que foram apenas os gentios, especialmente Pilatos, que executaram a morte de Jesus. Mas Paulo é claro em 1 Tessalonicenses 2.15: assim como em Tessalônica os judeus incitaram os gentios contra os cristãos, em Jerusalém também usaram Pilatos como instrumento para levar à crucificação do Senhor (confira João 18 e 19).
Note também que Paulo, depois de mencionar Jesus, faz uma linha do tempo: lembra dos profetas do Antigo Testamento, depois fala dos apóstolos do Novo Testamento — incluindo ele mesmo, Silas e Timóteo. O ponto central é que a oposição, em todas as épocas, acaba sempre voltada para a mesma pessoa: o próprio Senhor Jesus
É lamentável esse tipo de perseguição, a gente ja ve nos dias de hoje por muito menos perseguições vorazes e cancelamentos. Imagino naquela época. é provável que o apóstolo estivesse pensando nas próprias palavras de Jesus com respeito aos judeus, por exemplo, as palavras registradas em Mateus 23.37–39 “37 — Jerusalém, Jerusalém! Você mata os profetas e apedreja os que lhe são enviados! Quantas vezes eu quis reunir os seus filhos, como a galinha ajunta os seus pintinhos debaixo das asas, mas vocês não quiseram! 38 Eis que a casa de vocês ficará deserta. 39 Pois eu lhes afirmo que, desde agora, não me verão mais, até que venham a dizer: “Bendito o que vem em nome do Senhor!”” ).
Na era cristã, haviam já perseguido Paulo e outros apóstolos, pensando que estavam agradando a Deus. Suas ações, todavia, não agradaram ao Senhor. Além disso, eram adversários de todos os homens. e ele prossegue no verso 16
16. a ponto de nos impedirem de falar aos gentios para que estes sejam salvos, a fim de encherem sempre a medida de seus pecados. A ira, porém, caiu sobre eles, definitivamente.
Os judeus não ficaram satisfeitos em rejeitar o evangelho para si: estavam também resolvidos a impedir que Paulo e seus companheiros pregassem o evangelho aos gentios. Nada os enfurecia mais que ouvir alguém dizer que os gentios também podiam ser salvos.
Os judeus estão constantemente interferindo, obstruindo, uma vez que não podem realmente impedir o avanço do evangelho. Eles são um empecilho, e sua constante oposição escancara eles- como os inimigos de todos os homens, pois quanto mais o evangelho se expande, mais são todos os homens beneficiados.
Mesmo aqui em Corinto, onde essa carta estava sendo escrita, a obra dos missionários estava sendo obstruída/impedida pelos judeus, vamos olhar Atos dos Apóstolos 18.6 “6 Como eles se opuseram e blasfemaram, Paulo sacudiu as roupas e disse-lhes: — Que o sangue de vocês caia sobre a cabeça de vocês! Eu estou limpo dele e, a partir de agora, vou para os gentios.” . E isso sem contar o fato de que Paulo, Silas e Timóteo estavam tentando ser instrumentos nas mãos de Deus para derramar sobre os coríntios o maior de todos os dons, ou seja, a salvação plena e gratuita.
Com respeito aos judeus, a antiga história se repetia: a história da rebelião contra Deus. Esse espírito de obstinação … são muitas vezes em tempos passados: por exemplo,
na peregrinação pelo deserto, do Egito a Canaã,
durante o período dos juízes,
durante o reinado de vários reis,
imediatamente antes do cativeiro babilônico.
No ministério de Cristo (especialmente no Gólgota) e
no período que imediatamente se seguiu, tal espírito de obstinação alcançou seu auge. Daí Paulo pôde escrever: para irem sempre enchendo a medida de seus pecados. Note o advérbio sempre. Entretanto, a ira de Deus já havia alcançado a maioria dos judeus. Pois lemos: A ira, porém, caiu sobre eles, definitivamente.
Compreendemos imediatamente que a ira referida é a ira de Deus.
A explicação correta é simples: Paulo conhecia muito bem as palavras que Jesus havia pronunciado durante o seu ministério na terra. De forma bem clara, o Senhor havia advertido que, como consequência da rejeição contra Ele, a ira de Deus repousaria sobre o povo judeu. Essa ira se manifestaria em “ais” — advertências e juízos — que serviriam como sinais do que ainda viria, especialmente nos eventos que antecedem o fim dos tempos. Quem quiser pode conferir essas palavras de Jesus em passagens como Mateus 21.43 “43 — Portanto, eu lhes digo que o Reino de Deus será tirado de vocês e entregue a um povo que lhe produza os respectivos frutos.” ; Mateus 23.38 “38 Eis que a casa de vocês ficará deserta.” ; 24.15–28; Mateus 27.25 “25 E o povo todo respondeu: — Que o sangue dele caia sobre nós e sobre os nossos filhos!” ; Marcos 11.14 “14 Então Jesus disse à figueira: — Nunca mais alguém coma dos seus frutos! E os discípulos de Jesus ouviram isto.” ,Marcos 11.20 “20 E, passando eles pela manhã, viram que a figueira estava seca desde a raiz.” ; Lucas 21.5–24; 23.27–31.
É importante perceber que Paulo não está dizendo que a ira de Deus já havia se manifestado plenamente em juízos visíveis. O que ele afirma é que a ira de Deus já estava presente — os sinais dela viriam depois.
Dessa forma, Paulo entende que Israel chegou a um ponto decisivo. No passado, quando o povo de Deus pecava gravemente, recebia disciplina. Mas agora, além de experimentar juízo, Israel também experimenta rejeição temporária: Deus permitiu um endurecimento que durará “até que haja entrado a plenitude dos gentios” (Rm 11.25).
Esse ensino está em plena harmonia com Romanos 9.1–5 “ a 11. Ali Paulo mostra que, embora muitos judeus tenham sido atingidos por esse endurecimento, Deus sempre preservou “um remanescente segundo a eleição da graça”. Ao longo da história, esse remanescente forma o “todo o Israel” que, no final, “será salvo” (Rm 11.26).
Por isso, ninguém pode dizer que Deus abandonou o povo judeu. Pelo contrário: à luz dessa verdade, qualquer forma de antissemitismo é contrária ao ensino bíblico.
Mas aqui em 1 Tessalonicenses 2.16, Paulo enfatiza outra coisa: a seriedade da rejeição de Cristo e de seus mensageiros. Ao fazer isso, ele mostra como essa rejeição trouxe consequências espirituais muito sérias para aqueles que a praticaram. é um fato histórico, e não uma crítica pessoal. Devemos nos lembrar de que foi Deus quem o motivou a escrever essas palavras. O antisemitismo não é cristão e de forma alguma pode ser justificado, mas não é antisemitismo dizer que Deus culpa os judeus pela morte de seu Filho (Atos dos Apóstolos 2.23 “23 a este, conforme o plano determinado e a presciência de Deus, vocês mataram, crucificando-o por meio de homens maus.” ). Além do mais, os gentios também são considerados, em parte, culpados desse crime (1Coríntios 2.8 “8 Nenhum dos poderosos deste mundo conheceu essa sabedoria. Porque, se a tivessem conhecido, jamais teriam crucificado o Senhor da glória.” ).
Conclusão e aplicação
Conclusão e aplicação
A perseguição é uma realidade, a rejeição é uma realidade.
Mas é realidade também que somos chamados por aquele que venceu todas essas circunstâncias, Jesus e somente Jesus é o caminho verdade e vida. COnvicção e certeza de que há algo real e verdadeiro que podemos ter juntamente com o Senhor.
Paulo ficou tão entusiasmado com o destino dos perseguidores dos tessalonicenses? Não era por ódio pessoal a eles 1 Digo a verdade em Cristo, não minto, e a minha consciência confirma isso por meio do Espírito Santo: 2 sinto grande tristeza e tenho incessante dor no coração. 3 Porque eu mesmo desejaria ser amaldiçoado, separado de Cristo, por amor de meus irmãos, meus compatriotas segundo a carne. 4 São israelitas. A eles pertence a adoção, assim como a glória, as alianças, a promulgação da Lei, o culto e as promessas. 5 Deles são os patriarcas, e também deles descende o Cristo, segundo a carne, o qual é sobre todos, Deus bendito para sempre. Amém!” (Rm 9:1-5). Em vez disso, era para enfatizar a seriedade de impedir a pregação do evangelho. Essa mensagem estava transformando os crentes tessalonicenses, e eles a estavam anunciando a outros por toda parte. Esses versículos mostram claramente como é importante que o evangelho alcance a todos.
SDG
