NOSSA POSIÇÃO PERANTE DEUS

Mensagens na epistola de 1 João  •  Sermon  •  Submitted   •  Presented
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Texto base:

19 E nisto conheceremos que somos da verdade, bem como, perante ele, tranquilizaremos o nosso coração; 20 pois, se o nosso coração nos acusar, certamente, Deus é maior do que o nosso coração e conhece todas as coisas. 21 Amados, se o coração não nos acusar, temos confiança diante de Deus; 22 e aquilo que pedimos dele recebemos, porque guardamos os seus mandamentos e fazemos diante dele o que lhe é agradável. 23 Ora, o seu mandamento é este: que creiamos em o nome de seu Filho, Jesus Cristo, e nos amemos uns aos outros, segundo o mandamento que nos ordenou. 24 E aquele que guarda os seus mandamentos permanece em Deus, e Deus, nele. E nisto conhecemos que ele permanece em nós, pelo Espírito que nos deu.

INTRODUÇÃO

Contextualização / Conexão

1 - SEJA UM CONHECEDOR DO AMOR
1.1 - O amor, a maior virtude
1.2 - O amor a atitude de revela
2 - SEJA PROTEGIDO PELO PRÁTICA DO AMOR
2.1 - O amor uma ordem de Deus, cheia de objetivos.
2.2 - Amor ausente, perigo eminente
3 - SEJA CONVENCIDO PELA PRESENÇA DO AMOR
3.1 - Aquele que ama
3.2 - Aquele que não ama
4 - SEJA CONHECIDO PELA PRÁTICA DO AMOR
4.1 - Ele evidencia com atitudes
4.2 - Amor no campo de batalha

Objetivo da mensagem

Tratar sobre a posição perante Deus e compreender as evidencias graciosas desta verdade em nossas vidas.

1 - O RECONHECIMENTO DA POSIÇÃO

1João 3.19 “E nisto conheceremos que somos da verdade, bem como, perante ele, tranquilizaremos o nosso coração;”
Ilustração

1.1 - Somos da verdade(a)

“E nisto conheceremos que somos da verdade
-A verdade” é a realidade última, fundamental, é Deus em Cristo, em contraste com todo o mundo de aparências que tantas vezes consideramos “realidade”. “Ser da verdade”, viver e ser determinado a partir da “verdade”: em termos de conteúdo isso nada mais é que “ter transitado da morte para a vida” ou “ser nascido (ou: gerado) de Deus”
Da morte para a vida
1João 3.14 “Nós sabemos que já passamos da morte para a vida, porque amamos os irmãos; aquele que não ama permanece na morte.”
Ter transitado da morte para a vida
João 5.24 “Em verdade, em verdade vos digo: quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna, não entra em juízo, mas passou da morte para a vida.”
Ser nascido (ou: gerado) de Deus
João 1.12–13 “Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que creem no seu nome; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus.”

1.2 - Um reflexo do “nisto”

bem como, perante ele, tranquilizaremos o nosso coração;”
A realidade de ter nascido e pertencer a Deus
Capacitação de amar o irmão

1.3 - Aplicações

Apl 1
Apl 2

2 - O CORAÇÃO DIANTE DE DEUS

1João 3.20–21 “pois, se o nosso coração nos acusar, certamente, Deus é maior do que o nosso coração e conhece todas as coisas. Amados, se o coração não nos acusar, temos confiança diante de Deus;”
Ilustração

2.1 - Diante da presença de Deus

Deus é o conhecedor do coração
certamente, Deus é maior; temos confiança diante de Deus;”
1Reis 8.39 “ouve tu nos céus, lugar da tua habitação, perdoa, age e dá a cada um segundo todos os seus caminhos, já que lhe conheces o coração, porque tu, só tu, és conhecedor do coração de todos os filhos dos homens;”
Jeremias 17.10 “Eu, o Senhor, esquadrinho o coração, eu provo os pensamentos; e isto para dar a cada um segundo o seu proceder, segundo o fruto das suas ações.”
Reconhecimento sobre conhecimento de Deus em relação ao coração
1Crônicas 28.9 “Tu, meu filho Salomão, conhece o Deus de teu pai e serve-o de coração íntegro e alma voluntária; porque o Senhor esquadrinha todos os corações e penetra todos os desígnios do pensamento. Se o buscares, ele deixará achar-se por ti; se o deixares, ele te rejeitará para sempre.”
Os padrões de Deus são diferentes do nosso
1Samuel 16.7 “Porém o Senhor disse a Samuel: Não atentes para a sua aparência, nem para a sua altura, porque o rejeitei; porque o Senhor não vê como vê o homem. O homem vê o exterior, porém o Senhor, o coração.”

2.2 - A atitudes do coração

Dependência graciosa
João 21.17 “Pela terceira vez Jesus lhe perguntou: Simão, filho de João, tu me amas? Pedro entristeceu-se por ele lhe ter dito, pela terceira vez: Tu me amas? E respondeu-lhe: Senhor, tu sabes todas as coisas, tu sabes que eu te amo. Jesus lhe disse: Apascenta as minhas ovelhas.”
Uma acusação genuína
-Igualmente poderemos nos recordar de que Deus “reconhece tudo”, ou seja, também os entraves inatos ou adquiridos na história de nossa vida, os desânimos e a suscetibilidade a tentações. Nosso coração também pode ser estreito e ignorante na auto-avaliação. Mas Deus é “maior” que esse pequeno coração e nos conhece muito mais profundamente do que jamais poderemos nos conhecer pessoalmente.
Salmo 51.4 “Pequei contra ti, contra ti somente, e fiz o que é mau perante os teus olhos, de maneira que serás tido por justo no teu falar e puro no teu julgar.”
Confiança plena
Mente preparada para discernir
1Coríntios 4.4 “Porque de nada me argui a consciência; contudo, nem por isso me dou por justificado, pois quem me julga é o Senhor.”
-O “coração que não condena”, da mesma forma como anteriormente aquele que condena, não é visto isoladamente e preocupado somente consigo próprio. Está “perante Deus”, e decisiva é sua relação para com Deus. “Ousadia para com Deus” é algo totalmente diferente do que satisfação consigo próprio e orgulho!

2.3 - Aplicações

Nesse caso, porém, o v. 21 não pode ser uma simples contraposição ao v. 20, de sorte que as condições dos v. 20 e v. 21 ocorrem alternadamente em nós. É a partir do v. 20 que chegaremos à “ousadia para com Deus”, na qual “o coração não condena”, quando tivermos “aquietado” o coração e novamente nos convencido do milagre do perdão e da purificação.
Versículo de transição
1João 3.22 “e aquilo que pedimos dele recebemos, porque guardamos os seus mandamentos e fazemos diante dele o que lhe é agradável.”
Reflexão
Isaías 59.2 “Mas as vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que vos não ouça.”
-Agora existe a oração verdadeira que pode ser atendida e à qual João não impõe limites, conforme aprendeu de seu próprio Senhor. “Tudo o que suplicamos nós o recebemos dele.” Foi isso que o próprio Jesus havia prometido
João 14.13 “E tudo quanto pedirdes em meu nome, isso farei, a fim de que o Pai seja glorificado no Filho.”
João 15.7 “Se permanecerdes em mim, e as minhas palavras permanecerem em vós, pedireis o que quiserdes, e vos será feito.”
João 16.23 “Naquele dia, nada me perguntareis. Em verdade, em verdade vos digo: se pedirdes alguma coisa ao Pai, ele vo-la concederá em meu nome.”

3 - O MANDAMENTO DE DEUS

1João 3.23–24 “Ora, o seu mandamento é este: que creiamos em o nome de seu Filho, Jesus Cristo, e nos amemos uns aos outros, segundo o mandamento que nos ordenou. E aquele que guarda os seus mandamentos permanece em Deus, e Deus, nele. E nisto conhecemos que ele permanece em nós, pelo Espírito que nos deu.”
Ilustração
Perguntas:
Será que desse modo novamente somos remetidos à justiça por obras?
Será que os fariseus e mestres judeus não formulariam exatamente isto?

3.1 - “O” mandamento

Em o Nome do Filho de Deus
que creiamos em o nome de seu Filho, Jesus Cristo,
A primeira coisa que Deus quer e que é agradável ao Pai é algo que os eruditos da lei e fariseus jamais teriam reconhecido como mandamento de Deus. Deus quer que “creiamos ao nome de seu Filho Jesus Cristo”. Não consta aqui, ao contrário de outras passagens, “crer no nome de seu Filho”, mas emprega-se o simples dativo, de modo que poderíamos traduzir: “que confiemos ao nome de seu Filho Jesus Cristo.”
Mateus 1.21 “Ela dará à luz um filho e lhe porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos pecados deles.”
-Portanto, “dar crédito” a este seu nome significa depositar toda a confiança em que ele de fato é o Filho de Deus e, como tal, Redentor de pecados. “Nome” e “título” ainda estão muito próximos.
-Por isso nossa “confiança” também vale para o fato de que Jesus é “o Cristo”, o Messias que foi prometido e agora chegou. E também “Filho de Deus” constitui um “nome” que não representa “estampido e fumaça”, não mero “nome”, mas o nome que nos declara quem Jesus é em sua essência mais profunda. Ou seja, toda a plenitude do significado acerca da natureza e obra de Jesus reside em seu “nome”.
-Realmente “cremos” nele quando vemos Jesus de tal modo em sua natureza e obra e por isso depositamos nele toda a nossa confiança no tempo e na eternidade. Isso é algo completamente diferente do que devoção legalista. No entanto, é com esse “crer” que cumprimos o mandamento de Deus e desfrutamos do agrado dele.
Amenos uns aos outros
e nos amemos uns aos outros, segundo o mandamento que nos ordenou.
-Esse confiar em Jesus, porém, não pode existir de modo vivo sem que surja o “amar uns aos outros”.
1João 5.1 “Todo aquele que crê que Jesus é o Cristo é nascido de Deus; e todo aquele que ama ao que o gerou também ama ao que dele é nascido.”
-Também Paulo considera a fé verdadeira diretamente como aquela “que atua por meio do amor”, ou literalmente “torna-se atuante pelo amor”
Gálatas 5.6 “Porque, em Cristo Jesus, nem a circuncisão, nem a incircuncisão têm valor algum, mas a fé que atua pelo amor.”

3.2 - Um no outro

1João 3.24 “E aquele que guarda os seus mandamentos permanece em Deus, e Deus, nele. E nisto conhecemos que ele permanece em nós, pelo Espírito que nos deu.”
Habilitação do Espirito
E nisto conhecemos que ele permanece em nós, pelo Espírito que nos deu.”
Conhecer a Deus
1Coríntios 2.6–10 “Entretanto, expomos sabedoria entre os experimentados; não, porém, a sabedoria deste século, nem a dos poderosos desta época, que se reduzem a nada; mas falamos a sabedoria de Deus em mistério, outrora oculta, a qual Deus preordenou desde a eternidade para a nossa glória; sabedoria essa que nenhum dos poderosos deste século conheceu; porque, se a tivessem conhecido, jamais teriam crucificado o Senhor da glória; mas, como está escrito: Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam. Mas Deus no-lo revelou pelo Espírito; porque o Espírito a todas as coisas perscruta, até mesmo as profundezas de Deus.”
Amar a Deus
Romanos 5.5 “Ora, a esperança não confunde, porque o amor de Deus é derramado em nosso coração pelo Espírito Santo, que nos foi outorgado.”
Romanos 8.14–15 “Pois todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus. Porque não recebestes o espírito de escravidão, para viverdes, outra vez, atemorizados, mas recebestes o espírito de adoção, baseados no qual clamamos: Aba, Pai.”
Amar o irmão
Gálatas 5.22 “Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade,”
Uma intima permanência
E aquele que guarda os seus mandamentos permanece em Deus, e Deus
-É por essa razão que o apóstolo João remete ao Espírito na última frase do presente bloco. Inicialmente ele nos dá a promessa: “E quem observa os mandamentos dele permanece nele”. Nessa promessa fica singularmente claro que nossa fé não é mera questão intelectual e nosso amor não é nossa própria realização. Quem “crê” assim e “ama” da forma como nos é “ordenado” chega a uma nova existência, a uma unificação essencial com Deus. Essa unificação com Deus consiste em um duplo “permanecer”
Gálatas 2.20 “logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim.”

3.3 - Aplicações

Se sou presenteado com o Espírito e experimento sua atuação em minha vida, então posso reconhecer nisso que o Senhor permanece em mim

4. CONCLUSÃO

Revisões das aplicações
Aplicações finais
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