167 - Eu sou a ressurreição e a vida
O Evangelho segundo Jesus • Sermon • Submitted • Presented
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· 15 viewsReflexão bíblica textual / temática sobre a ressurreição de Lázaro e demais milagres de ressurreição realizados por Jesus ao longo de seu ministério público e a relação do tema com a missão última do Cristo na consumação do plano de redenção da humanidade, na reconcliliação de um mundo caído e morto em pecado com o Deus santo.
Notes
Transcript
A ressurreição de Lázaro... [John 11.1-7; 17-27]
A ressurreição de Lázaro... [John 11.1-7; 17-27]
I. Introdução geral
I. Introdução geral
— Deus co-testemunha de tão grande salvação
— Deus co-testemunha de tão grande salvação
Temos falado muitas vezes neste púlpito da importância dos sinais milagrosos como selos de autenticação de Deus de seus profetas, tanto no AT quanto no NT;
A Bíblia é clara quanto a isso, a saber, que Deus “testemunha” em favor das credenciais e da legitimidade de seus mensageiros e da mensagem pelos sinais que estes realizam;
O autor de Hebreus afirma que Deus “testemunhou com eles” acerca da “tão grande salvação”, por meio de sinais, prodígios, milagres e o derramamento do Espírito Santo;
gr. [συνεπιμαρτυροῦντος τοῦ θεοῦ] - testemunhou com eles, palavra única composta, expressa ação contínua, concomitante, simultânea, “em conjunto com”;
O Evangelho de João mantém uma relação teológica muito próxima deste conceito, da autenticação da identidade de Jesus, como o Cristo, em parte pelos seus sinais;
E neste sentido, o capítulo 11 de João atinge o ápice da sua narrativa teológica acerca de Jesus, o Cristo, pois se trata do último sinal relatado em João;
Importante lembrar que, a partir de João 11 até seu último capítulo, João 21, vislumbramos praticamente a última semana da vida terrena de Jesus;
No capítulo 11, este ápice é atingido por meio da ressurreição de Lázaro, amigo de Jesus, 4 dias após seu sepultamento, no vilarejo de Betânia;
A ressurreição, enquanto sinal milagroso, extrapola todos os limites da sobrenaturalidade dos sinais, pois a morte é endereço final de todos os homens;
A morte é o destino inevitável de qualquer coisa viva, e sem Cristo, é uma prisão da qual os homens apenas tentam se iludir com cerimônias e túmulos floridos;
Uma coisa é restaurar partes danificadas do corpo por alguma doença, o que já é notório e denota controle sobre partes do universo criado;
Outra coisa é ter o poder de, além de restaurar organismos comprometidos pela doença, “trazer de volta ao corpo o espírito que foi tomado por Deus”! Diz o Eclesiastes:
Ecclesiastes 12:6–7 (NAA) — 6 Lembre-se do seu Criador, antes que se rompa o fio de prata, e se despedace o copo de ouro, e se quebre o cântaro junto à fonte, e se desfaça a roda junto ao poço, 7 e o pó volte à terra, de onde veio, e o espírito volte a Deus, que o deu.
Quem pode ter poder para trazer de volta, do seio do próprio Deus Yahweh, o espírito de vida (sopro) dado por Ele ao homem, e retirado por Ele em sua morte?
Até nos meios pagãos, politeístas, os deuses que comandavam os portões do além eram temidos até pelos outros deuses;
# Então chegamos ao texto áureo da nossa reflexão:
Vamos ao Texto Áureo da mensagem:
II. Texto Áureo:
II. Texto Áureo:
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John 11:1–7 (NAA) — 1 Um homem chamado Lázaro estava doente. Ele era de Betânia, da aldeia de Maria e de sua irmã Marta.
2 Esta Maria, cujo irmão Lázaro estava doente, era a mesma que ungiu o Senhor com perfume e lhe enxugou os pés com os seus cabelos. 3 Por isso, as irmãs de Lázaro mandaram dizer a Jesus: — Aquele que o senhor ama está doente.
4 Ao receber a notícia, Jesus disse: — Essa doença não é para morte, mas para a glória de Deus, a fim de que o Filho de Deus seja glorificado por meio dela. 5 Ora, Jesus amava Marta e a irmã dela, e também Lázaro. 6 Quando soube que Lázaro estava doente, ainda se demorou dois dias no lugar onde estava. 7 Depois, disse aos seus discípulos: — Vamos outra vez para a Judeia.
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John 11:17–27 (NAA) — 17 Quando Jesus chegou, encontrou Lázaro já sepultado havia quatro dias. 18 Ora, Betânia ficava a mais ou menos três quilômetros de Jerusalém.
19 Muitos dos judeus vieram visitar Marta e Maria, a fim de consolá-las por causa do irmão.
20 Marta, quando soube que Jesus estava chegando, foi encontrar-se com ele; Maria, porém, ficou sentada em casa. 21 Então Marta disse a Jesus: — Se o senhor estivesse aqui, o meu irmão não teria morrido. 22 Mas também sei que, mesmo agora, tudo o que o senhor pedir a Deus, ele concederá. 23 Jesus disse a ela: — O seu irmão há de ressurgir. 24 Ao que Marta respondeu: — Eu sei que ele há de ressurgir na ressurreição, no último dia. 25 Então Jesus declarou: — Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá. 26 E todo o que vive e crê em mim não morrerá eternamente. Você crê nisto?
27 Marta respondeu: — Sim, Senhor! Eu creio que o Senhor é o Cristo, o Filho de Deus que devia vir ao mundo.
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Vamos ao Desenvolvimento da mensagem:
III. Desenvolvimento
III. Desenvolvimento
— Milagres de ressurreição nas Escrituras
— Milagres de ressurreição nas Escrituras
Ressurreições são milagres relativamente raros na Bíblia, e sempre possuem muito significado teológico intrínseco neles;
Trata-se da prova maior de poder sobre a vida e a morte que só se encontra sob o domínio do próprio Deus;
Genesis 2:7 (NAA) — 7 Então o SENHOR Deus formou o homem do pó da terra e lhe soprou nas narinas o fôlego de vida, e o homem se tornou um ser vivente.
Job 33:4 (NAA) — 4 O Espírito de Deus me fez, e o sopro do Todo-Poderoso me dá vida.”
Isaiah 42:5 (NAA) — 5 Assim diz Deus, o SENHOR, que criou os céus e os estendeu; que formou a terra e tudo o que ela produz; que dá fôlego de vida ao povo que nela está e o espírito aos que andam nela:
# No AT temos o relato de três milagres de ressurreição, todos nos livros dos Reis:
1 Kings 17:17–24 - filho de uma viúva em Sarepta (Elias);
2 Kings 4:32–37 - filho de uma mulher rica em Suném (Eliseu);
2 Kings 13:20–21 - um morto lançado na sepultura de Eliseu durante uma invasão dos moabitas - o corolário da profecia no AT;
# Nos Evangelhos temos o relato de (curiosamente, também) três milagres de ressureição realizados por Jesus;
Lk 7:11–17 - o filho de uma viúva de Naim;
Matt 9:18–26; Mark 5:35–43; Luke 8:49–56 - a filha de Jairo, o chefe da sinagoga de Cafarnaum;
John 11:38–44 - Lázaro de Betânia, discípulo e amigo de Jesus;
# Também nos Evangelhos temos o relato de outras duas ressurreições muito especiais, sem a atuação visível de um intermediário;
Matt 27:52–53 - inúmeros "santos" falecidos - não sabemos quem são, nem o que houve com eles depois disso - são como primeiros frutos da morte do Cristo na cruz;
Mat 28:1–10; Mk 16.1–8; Lk 24.1–12; John 20.1–10 - a ressurreição do próprio Jesus, o Cristo - a primícia maior da ressurreição de todos os mortos! Porque?
Diferente de todas as ressurreições bíblicas, Jesus foi ressuscitado pelo Pai, porque a morte não teve poder para detê-lo;
A ressurreição de Cristo prova que ele é Deus, que ele é justo, que ele venceu a morte, que o pecado foi exterminado, que tudo foi consumado;
A ressurreição de Cristo abriu as portas para todas as outras consequências únicas e imprescindíveis para que o mundo fosse reconciliado com Deus;
Romans 6:9 (NAA) — 9 Sabemos que, havendo Cristo ressuscitado dentre os mortos, já não morre; a morte já não tem domínio sobre ele.
Romans 6:23 (NAA) — 23 Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor.
1 Corinthians 15:20-21 (ARA) — 20 Mas, de fato, Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo ele as primícias dos que dormem. 21 Visto que a morte veio por um homem, também por um homem veio a ressurreição dos mortos.
# Ainda no NT, em Atos, temos dois relatos de ressurreição realizadas pelas mãos apóstolos, Pedro e depois Paulo;
Acts 9:36–42 - Tabita na cidade de Jope (Pedro);
Acts 9:36–42 - o jovem Êutico na cidade de Trôade (Paulo);
Mais uma vez, a vitória sobre a sombra, o poder, a foice da morte reflete a origem e a autenticação divina do verdadeiro mensageiro celestial, os apóstolos, neste caso;
— A três ressureições no contexto do NT
— A três ressureições no contexto do NT
Como foi dito, nos Evangelhos temos o relato de, pelo menos, três milagres de ressureição realizados por Jesus, a saber;
Lk 7:11–17 - o filho de uma viúva de Naim;
Matt 9:18–26; Mark 5:35–43; Luke 8:49–56 - a filha do chefe da sinagoga de Cafarnaum;
John 11:38–44 - Lázaro de Betânia, discípulo e amigo de Jesus;
Sabemos que a ressurreição de Lázaro causou um grande tumulto na região, em especial entre os religiosos;
Mas, não parece que as outras duas ressurreições realizadas por Jesus tenha provocado o mesmo tipo de reação. Porque?
Lk 7:11–17 - o filho de uma viúva de Naim;
Jesus estava transitando nas proximidades de Cafarnaum, cidade onde ele morou por um tempo e usou como base de apoio;
A pouco alguns judeus haviam pedido que ele curasse o filho (ou o servo) de um centurião amigo do povo;
Jesus rasga elogios áquele oficial romano pela grande demonstração pública de sua fé;
Jesus se desloca para a região próxima uns 10km de Nazaré e se aproxima de Naim, uma pequena cidade da Galileia, um vilarejo;
Saia um cortejo fúnebre, de um jovem, o filho único de uma viúva acompanhado de uma “multidão”;
Jesus se compadece daquela mulher solitária, pede a ela que não chore, toca a “maca” que transportava o corpo;
Luke 7:14 (NAA) — 14 Chegando-se, tocou no caixão e os que o estavam carregando pararam. Então Jesus disse: — Jovem, eu ordeno a você: levante-se!
Jesus tocou a maca, deu uma ordem ao morto, ele se levantou e começou a falar;
Luke 7:16–17 (NAA) — 16 Todos ficaram possuídos de temor e glorificavam a Deus, dizendo: — Grande profeta se levantou entre nós. Deus visitou o seu povo. 17 Esta notícia a respeito de Jesus se espalhou por toda a Judeia e por toda aquela região.
Isso aconteceu, aparentemente, no início do ministério público de Jesus;
Matt 9:18–26; Mark 5:35–43; Luke 8:49–56 - a filha do chefe da sinagoga de Cafarnaum;
Após a ressurreição do filho daquela viúva da cida de Naim, os Evangelhos apontam intensa atividade de Jesus;
Viagens, pregações, parábolas, discursos, incluindo a libertação de um homem com uma legião de demônios;
Então, estando novamente próximo de Cafarnaum, retornando à Galileia, o chefe da sinagoga suplica pela vida de sua filha;
Jesus se dirige à sua casa, mas no caminho uma mulher com um fluxo de sangue é curada por tocar nas vestes de Jesus;
Então Jairo é informado que não havia mais esperanças, sua filha havia morrido, a morte tinha vencido, mais uma vez;
Jesus ouvindo isso diz: — Luke 8:50 (NAA) — 50 Mas Jesus, ouvindo isto, lhe disse: — Não tenha medo; apenas creia, e ela será salva.
Jesus se dirige à casa daquele homem onde os preparativos para o velório já foram iniciados,
Jesus resssuscita aquela criança com poucas testemunhas presentes na casa e ainda pede que mantenham sigilo;
Então não ouvimos mais nenhuma referência sobre aquele milagre de ressurreição, nenhuma propaganda, nenhuma reação;
John 11:38–44 - Lázaro de Betânia, discípulo e amigo de Jesus - ápice dos sinais do ministério público de Jesus;
— A ressureição de Lázaro no contexto do NT
— A ressureição de Lázaro no contexto do NT
Vimos que as duas primeiras ressurreições não produziram grande impacto no ministério de Jesus;
Ambas os milagres aconteceram na Galileia, onde Jesus passou boa parte do seu tempo;
A primeira ressurreição, Naim era somente um vilarejo, a sudeste de Nazaré, lugar de pouca ou nenhuma importância naquele contexto;
Um menino foi ressuscitado, filho de uma viúva, assim identificada, então muito provavelmente alguém pobre e sem recursos;
O menino ainda não tinha sido sepultado, então a morte era recente;
O povo associou a ressurreição da criança à presença profética de Deus, referência clara a Elias e Eliseu que ressuscitaram crianças;
Mas o feito não parece ter causado nenhum tipo de reação por parte dos religiosos de Jerusalém, sendo ainda o início do ministério de Jesus;
A segunda ressurreição, da filha do chefe da sinagoga, também ocorre na Galileia, agora numa cidade importante, pesqueira, Cafarnaum;
Mas a cidade era a borda fonteiriça com o lado mais gentílico de Israel ao leste do Mar da Galileia;
O milagre foi realizado à portas fechadas e mantido em sigilo, então não houve muito burburinho;
E quanto à terceira, a ressurreição de Lázaro? Neste caso, a história fica bem diferente! Vejamos:
Jesus estava no ápice de seu ministério público, com muita fama por toda a região, e já com sua cabeça a prêmio;
Jesus tinha uma relação de amizade pessoal com aquela família (não era o caso de nenhum dos dois anteriores);
Ambos eram jovens, bem jovens e o contato de Jesus foi com seus genitores (mãe e pai);
A família de Lázaro estava circunscrita a ele e suas duas irmãs, Marta e Maria, sem referência alguma a seus pais;
Ambos, o filho da viúva e a filha de Jairo faleceram recentemente, a menina, enquanto Jesus se deslocava, e jovem estava a caminho do sepultamento;
Lázaro já havia morrido e sido sepultado a quatro dias (o tempo, neste caso, era um fator crucial), a decomposição já havia iniciado de forma avançada;
Lázaro morava em Betânia, a poucos quilômetros de Jerusalém, e Jesus sempre ficava lá (era um endereço conhecido);
Era a época da Páscoa dos judeus, a região estava lotada, e os ânimos totalmente exaltados com grandes expectativas messiânicas;
Na verdade, faltava apenas pouco mais de uma semana para a Páscoa;
A família de Lázaro era abastada e certamente com grande influência entre as pessoas;
A ressurreição de Lázaro foi um evento público de grande notoriedade, judeus estavam lá, mesmo depois do sepultamento;
Pela proximidade e influência, após a sua ressurreição, Lázaro e Jesus seriam visto juntos muitas vezes;
Muitas pessoas estavam sendo convencidas de que aquele poderia ser o Messias, então muitos estavam crendo nele;
Então a ressurreição de Lázaro tinha um enorme significado no cumprimento da missão messiânica de Jesus, que caminha a passos largos para o seu propósito;
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Então falemos brevemento sobre a principal mensagem eterna que Jesus tem a revelar ao mundo por meio da ressurreição de Lázaro!
Vamos ao Encerramento da mensagem:
IV. Encerramento
IV. Encerramento
— Eu sou a ressurreição e a vida
— Eu sou a ressurreição e a vida
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John 11:21–27 (NAA) — 21 Então Marta disse a Jesus: — Se o senhor estivesse aqui, o meu irmão não teria morrido. 22 Mas também sei que, mesmo agora, tudo o que o senhor pedir a Deus, ele concederá.
23 Jesus disse a ela: — O seu irmão há de ressurgir. 24 Ao que Marta respondeu: — Eu sei que ele há de ressurgir na ressurreição, no último dia. 25 Então Jesus declarou: — Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá. 26 E todo o que vive e crê em mim não morrerá eternamente. Você crê nisto?
27 Marta respondeu: — Sim, Senhor! Eu creio que o Senhor é o Cristo, o Filho de Deus que devia vir ao mundo.
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John 11:25 (NA28) — 25 εἶπεν αὐτῇ ὁ Ἰησοῦς· ἐγώ εἰμι ἡ ἀνάστασις καὶ ἡ ζωή· ὁ πιστεύων εἰς ἐμὲ κἂν ἀποθάνῃ ζήσεται,
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Quando Jesus e seus discípulos chegaram a Betânia, Lázaro estava morto e sepultado havia quatro dias.
Embora o funeral já tivesse terminado, muitos amigos estavam presentes, que tinham ido até Marta e Maria para confortá-las (John 11:17-19).
Marta encontrou Jesus e disse: Senhor, se estivesses aqui, meu irmão não teria morrido (John 11:21-22).
Tradução: "A culpa é toda tua, Jesus! Eu te chamei, mas tu não vieste. Se me tivesses ouvido, nada disso teria acontecido."
Mais tarde, Maria abordaria Jesus com as mesmas palavras, mas mesmas exatas palavras, e Jesus vai chorar...
No entanto, isso não significa que Marta tivesse perdido toda a esperança, pois acrescenta: "Mesmo agora eu sei que tudo o que pedires a Deus, Deus te concederá" (John 11:22).
Assim, Marta estava cheia de fé e dúvida ao mesmo tempo, como nós, muitas vezes.
Ela é como o homem que clamou a Jesus em desespero: "Eu creio; ajuda-me na minha incredulidade!" (Mark 9:24).
Às vezes, a dúvida surge quando menos esperamos.
Quando isso acontecer, leve suas dúvidas a Deus em oração (Ele é onisciente e sabe sobre elas de qualquer maneira!).
Creia que Ele pode lidar com sua decepção e luta espiritual.
John 11:23–26 Jesus respondeu à fé de Marta, apesar de suas dúvidas: — Seu irmão ressuscitará (John 11:23).
A teologia de Marta era sólida. Ela sabia que seu irmão ressuscitaria na ressurreição no último dia (John 11:24).
Mas Jesus queria que ela soubesse de uma coisa, e que todos aqui temos também de saber:
A ressurreição não é apenas um evento; a ressurreição é uma pessoa. Ele lhe disse: Eu sou a ressurreição e a vida (John 11:25).
O Filho de Deus tem “vida em si mesmo” ( John 5:26) e pode dar vida para que uma pessoa possa “viver para sempre” (John 6:51).
Ele mesmo é a base da vida eterna.
É assim que Ele pode dizer que aquele que crê em mim jamais morrerá (John 11:26) — isto é, passará da vida física imediatamente para a vida eterna:
Pensamos na ressurreição apenas como uma evento físico de retorno à vida de uma pessoa que morreu em dado momento;
Mas a ressurreição de Cristo, e o poder dele de dar a vida vai muito além disso, apontando para a eternidade;
Olhe para as ruas, para o mundo, quantos mortos você pode ver ao seu redor?
Olhe aqui agora, dentro deste recinto, quantas pessoas ressurretas temos aqui neste lugar, exatamente agora?
Afinal, do que eu estou falando?
Ephesians 2:1–10 (NAA) — 1 Ele lhes deu vida, quando vocês estavam mortos em suas transgressões e pecados, 2 nos quais vocês andaram noutro tempo, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, do espírito que agora atua nos filhos da desobediência.
3 Entre eles também nós todos andamos no passado, segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por natureza filhos da ira, como também os demais.
4 Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou, 5 e estando nós mortos em nossas transgressões, nos deu vida juntamente com Cristo — pela graça vocês são salvos — 6 e juntamente com ele nos ressuscitou e com ele nos fez assentar nas regiões celestiais em Cristo Jesus.
7 Deus fez isso para mostrar nos tempos vindouros a suprema riqueza da sua graça, em bondade para conosco, em Cristo Jesus. 8 Porque pela graça vocês são salvos, mediante a fé; e isto não vem de vocês, é dom de Deus; 9 não de obras, para que ninguém se glorie. 10 Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas.
Paulo diz, na carta aos Filipenses, que queria conhecer a Cristo e o poder de sua ressurreição, tomar parte de seus sofrimentos, se tornando como ele na sua morte — para que? para que, de algum modo, possa alcançar a ressurreição dentre os mortos;
Paulo está falando sobre a ressurreição escatológica no último dia? Definitivamente não, pois não há nada que possamos fazer para conquistar a redenção eterna já conquistada em Cristo na cruz,
A ressurreição da qual Paulo neste texto trata-se da experiência prática da vida da nova criatura, a vida de um filho de Deus ressurreto, pois estávamos mortos e delitos e transgressões, mas ele nos deu vida, nos ressuscitou dos mortos do pecado, e nos deus vida;
Philippians 3:10–11 (NAA) — 10 O que eu quero é conhecer Cristo e o poder da sua ressurreição, tomar parte nos seus sofrimentos e me tornar como ele na sua morte, 11 para, de algum modo, alcançar a ressurreição dentre os mortos.
