Daniel: um modelo para universitários cristãos

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Um universitário em Babilônia

O que a Babilônia tenta contra Daniel e seus amigos?
Apocalipse 18.1–4 NAA
Depois destas coisas, vi descer do céu outro anjo, que tinha grande autoridade, e a terra se iluminou com a sua glória. Então exclamou com potente voz, dizendo: — Caiu! Caiu a grande Babilônia! Ela se tornou morada de demônios, refúgio de toda espécie de espírito imundo e esconderijo de todo tipo de ave imunda e detestável, pois todas as nações beberam do vinho do furor da sua prostituição. Com ela se prostituíram os reis da terra. Também os mercadores da terra se enriqueceram à custa da sua luxúria. Ouvi outra voz do céu, dizendo: “Saiam dela, povo meu, para que vocês não sejam cúmplices em seus pecados e para que os seus flagelos não caiam sobre vocês.

Por lo tanto, Babilonia ha sido reconocida literal y simbólicamente desde hace mucho como la enemiga tradicional de la verdad y del pueblo de Dios. Babilonia, como se usa en el Apocalipsis, simboliza desde la antigüedad hasta el fin del tiempo a todas las organizaciones religiosas apóstatas y a sus caudillos (ver com. cap. 17:5; 18:24). Una comparación de los muchos pasajes del AT donde se exponen detalladamente los pecados y la suerte de la Babilonia literal, demuestra cuán apropiada es la aplicación figurada de este nombre (ver com.

Babilônia geográfica x Babilônia mística
A Babilônia mística (hoje) usa métodos semelhantes aos da Babilônia geográfica
Antes da perseguição física, a babilônia tenta o método de convencimento intelecto-espiritual
Daniel cultivava uma cosmovisão profética da vida
Daniel 1.1–2 NAA
No ano terceiro do reinado de Jeoaquim, rei de Judá, Nabucodonosor, rei da Babilônia, veio a Jerusalém e a sitiou. O Senhor entregou nas mãos dele Jeoaquim, rei de Judá, e alguns dos utensílios da Casa de Deus. Nabucodonosor levou esses utensílios para a terra de Sinar, para o templo do seu deus, e os pôs na casa do tesouro do seu deus.
605 a.C
Heródoto (o pai da História) viu a babilônia em 450 a.c : Superava em esplendor qualquer cidade do mundo conhecido (John Lennox . Contra a Correnteza, 41)
O exército de Babilônia superava em muito todo o poderia militar de Jerusalém
Daniel: O Senhor entregou… (Daniel 1.2)
Visão espiritual do evento
Daniel viu além do que estava diante dos seus olhos
Daniel tinha uma estrutura bíblica (profética) de pensamento
Daniel não se encantava com o “novo”
Daniel 1.3–4 NAA
Depois, o rei ordenou a Aspenaz, chefe dos seus eunucos, que trouxesse alguns dos filhos de Israel, tanto da linhagem real como dos nobres, jovens sem nenhum defeito, de boa aparência, sábios, instruídos, versados no conhecimento e que fossem competentes para servirem no palácio real. E que Aspenaz lhes ensinasse a cultura e a língua dos caldeus.
Entre 15 - 18 anos
A aparência era uma exigência para servir ao rei
Cultura dos Caldeus
Lingua dos Caldeus: acadiano
Daniel e seus amigos, já vinham com conhecimentos de Jerusalém, mas esse conhecimento deveria ser misturado ou trocado pelo de Babilônia
A Babilônia preferia os melhores jovens
A Babilônia quer controlar as escolhas dos jovens
Daniel 1.5 NAA
O rei determinou que eles recebessem uma alimentação diária tirada das finas iguarias da mesa real e do vinho que ele bebia. Os jovens deveriam ser educados ao longo de três anos e, ao final desse período, passariam a servir o rei.
Nabucodonosor tenta determinar a alimentação e o conteúdo intelectual para os Jovens
Daniel 1.8 NAA
Daniel resolveu não se contaminar com as finas iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia; por isso, pediu ao chefe dos eunucos que lhe permitisse não se contaminar.
Daniel e seus amigos não aceitam as imposições do Rei
Razões para não participar da mesa do rei:
1- Havia carnes imundas naquela mesa
2- Os animais (mesmo limpos) não haviam sido mortos de acordo com as leis leviticas (Lv. 17.14-15).
3- Parte daqueles animais eram oferecidos aos deuses pagãos (Atos 15.29). Comer seria reconhecer aqueles deuses
4- Contaminação religiosa - A Decisão tinha a ver com fidelidade a Deus.
A Babilônia quer mudar a identidade dos Jovens
Daniel 1.6–7 NAA
Entre eles, se achavam Daniel, Hananias, Misael e Azarias, que eram da tribo de Judá. O chefe dos eunucos lhes deu outros nomes, a saber: a Daniel, o de Beltessazar; a Hananias, o de Sadraque; a Misael, o de Mesaque; e a Azarias, o de Abede-Nego.
A babilônia quer mudar a identidade dos jovens:
Daniel: Deus é meu juiz
Ananias: Jeová é misericordioso
Misael: Quem pertence a Deus?
Azarias: Jeová ajuda
Novos Nomes:
Beltsazar: Como o nome do meu deus (Bel) (Daniel 4.8)
Sadrack - referência ao Deus Marduk
Mesack - Sem tradução conhecida (mas aponta para deuses)
Abde-nego - servo do deus Nabu
Daniel não aceita a mudança de identidade:
Daniel 1.19 NAA
Então o rei falou com eles. E, entre todos, não foram achados outros como Daniel, Hananias, Misael e Azarias. Por isso, passaram a servir o rei.
Qual o resultado de todas essas escolhas daqueles Jovens?
Daniel 1.17–20 NAA
Ora, a estes quatro jovens Deus deu o conhecimento e a inteligência em toda cultura e sabedoria. Mas a Daniel deu inteligência para interpretar todo tipo de visões e sonhos. Ao final do tempo determinado pelo rei para que os jovens fossem levados à sua presença, o chefe dos eunucos os levou à presença de Nabucodonosor. Então o rei falou com eles. E, entre todos, não foram achados outros como Daniel, Hananias, Misael e Azarias. Por isso, passaram a servir o rei. Em toda matéria de sabedoria e de inteligência sobre que o rei lhes fez perguntas, os achou dez vezes mais sábios do que todos os magos e encantadores que havia em todo o seu reino.
é possível conciliar excelência acadêmica com convicções religiosas
Lições para universitários cristãos
1 - O universitário cristão precisa ter uma estrutura cristã de pensamento
A aculturação é a primeira estratégia da Babilônia
A perseguição só se inicia quando a aculturação não dá certo
2 - Não se encante tão facilmente com o “novo”
Definição de progressismo: A Ideia de que o que é mais novo sempre é melhor.
Muitas ideias “novas” serão apresentadas
Não se esqueça dos princípios aprendidos
3 - Chegue na universidade decidido que todas as ideias estarão submetidas a Cristo
É preciso decidir ser fiel antes da tentação chegar
2Coríntios 10.3–5 NAA
Porque, embora andemos na carne, não lutamos segundo a carne. Porque as armas da nossa luta não são carnais, mas poderosas em Deus, para destruir fortalezas. Destruímos raciocínios falaciosos e toda arrogância que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levamos cativo todo pensamento à obediência de Cristo.
4 - Há uma luta por identidade na universidade
Como se define uma identidade?
“Quem sou eu?”. Mas essa pergunta não é necessariamente respondida nem pelo nome nem pela genealogia. O que nos responde de fato a essa interrogação é uma compreensão daquilo que tem importância crucial para nós. Saber quem eu sou é uma espécie de saber em que posição eu me coloco. Minha identidade é definida pelos compromissos e identificações que proporcionam a estrutura ou o horizonte em cujo âmbito posso tentar determinar caso a caso o que é bom, ou valioso, ou o que se deveria fazer, ou aquilo que endosso, ou a que me oponho” (Charles Taylor. As Fontes do Self, 43).
Com que ou com quem você está comprometido?
O que você endossa?
O que é valioso para você ?
Assim como Daniel foi fiel nos territórios da Babilônia geográfica, nós podemos e devemos ser fiéis no território da Babilônia mística
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