Santidade não é opção Lc 1.5-17
hagiasmos, o termo grego que significa tanto “santidade” como “santificação”, pode denotar um estado no qual o crente se encontra e em que deve permanecer , vivendo de modo correspondente à santidade recebida; ou, também, um estado pelo qual deve se empenhar , buscar ou se aperfeiçoar, a fim de o alcançar plenamente
Há muitos anos, tenho a convicção profunda de que a santidade prática e a consagração total a Deus não recebem a devida atenção. Controvérsias, um espírito partidário e o mundanismo consomem a piedade vívida de muitos. O tema da piedade pessoal infelizmente fica em segundo plano. A importância imensa de “adornar a doutrina de Deus, nosso Salvador”, e torná-la mais atrativa e bela em nossos hábitos e disposições diários é por demais negligenciada. A santificação, em seu lugar e na proporção doutrinária correta, é tão importante quanto a justificação. A doutrina protestante e evangélica sensata perde o valor e se torna prejudicial, caso não seja acompanhada de uma vida santa. É desprezada e considerada vazia por não cristãos.
No entanto, é importante que a vida de santidade cristã seja fundamentada sobre um alicerce bíblico sadio.
