Conhecê-lo e torna-lo conhecido

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Enquanto vivemos nesse mundo, é comum refletirmos sobre a importância das coisas que fazemos e que vivemos. É comum, principalmente na juventude, que as pessoas procurem o verdadeiro significado de suas vidas. Com o Sábio, em Eclesiastes não foi diferente:

Livro de Eclesiastes

Eclesiastes é uma longa reflexão sobre o sentido da vida e a falta de significado de muitas das buscas humanas. O autor examina o valor do trabalho, da riqueza, das posses, da comida e da bebida, do prazer sexual, da estimulação intelectual, da poder, e mais, e encontra todos estes como sendo insuficientes. A vida é cheia de injustiça e de adversidade. A vida centrada em Deus é a única busca que vale a pena.

Busca pelo sentido da vida:

Eclesiastes 1.1–14 ARA
1 Palavra do Pregador, filho de Davi, rei de Jerusalém: 2 Vaidade de vaidades, diz o Pregador; vaidade de vaidades, tudo é vaidade. 3 Que proveito tem o homem de todo o seu trabalho, com que se afadiga debaixo do sol? 4 Geração vai e geração vem; mas a terra permanece para sempre. 5 Levanta-se o sol, e põe-se o sol, e volta ao seu lugar, onde nasce de novo. 6 O vento vai para o sul e faz o seu giro para o norte; volve-se, e revolve-se, na sua carreira, e retorna aos seus circuitos. 7 Todos os rios correm para o mar, e o mar não se enche; ao lugar para onde correm os rios, para lá tornam eles a correr. 8 Todas as coisas são canseiras tais, que ninguém as pode exprimir; os olhos não se fartam de ver, nem se enchem os ouvidos de ouvir. 9 O que foi é o que há de ser; e o que se fez, isso se tornará a fazer; nada há, pois, novo debaixo do sol. 10 Há alguma coisa de que se possa dizer: Vê, isto é novo? Não! Já foi nos séculos que foram antes de nós. 11 Já não há lembrança das coisas que precederam; e das coisas posteriores também não haverá memória entre os que hão de vir depois delas. 12 Eu, o Pregador, venho sendo rei de Israel, em Jerusalém. 13 Apliquei o coração a esquadrinhar e a informar-me com sabedoria de tudo quanto sucede debaixo do céu; este enfadonho trabalho impôs Deus aos filhos dos homens, para nele os afligir. 14 Atentei para todas as obras que se fazem debaixo do sol, e eis que tudo era vaidade e correr atrás do vento.

Falta de sentido no conhecimento

Eclesiastes 1.15–18 ARA
15 Aquilo que é torto não se pode endireitar; e o que falta não se pode calcular. 16 Disse comigo: eis que me engrandeci e sobrepujei em sabedoria a todos os que antes de mim existiram em Jerusalém; com efeito, o meu coração tem tido larga experiência da sabedoria e do conhecimento. 17 Apliquei o coração a conhecer a sabedoria e a saber o que é loucura e o que é estultícia; e vim a saber que também isto é correr atrás do vento. 18 Porque na muita sabedoria há muito enfado; e quem aumenta ciência aumenta tristeza.

Falta de sentido no prazer

Eclesiastes 2.1–3 ARA
1 Disse comigo: vamos! Eu te provarei com a alegria; goza, pois, a felicidade; mas também isso era vaidade. 2 Do riso disse: é loucura; e da alegria: de que serve? 3 Resolvi no meu coração dar-me ao vinho, regendo-me, contudo, pela sabedoria, e entregar-me à loucura, até ver o que melhor seria que fizessem os filhos dos homens debaixo do céu, durante os poucos dias da sua vida.

Falta de sentido no trabalho

Eclesiastes 2.4–8 ARA
4 Empreendi grandes obras; edifiquei para mim casas; plantei para mim vinhas. 5 Fiz jardins e pomares para mim e nestes plantei árvores frutíferas de toda espécie. 6 Fiz para mim açudes, para regar com eles o bosque em que reverdeciam as árvores. 7 Comprei servos e servas e tive servos nascidos em casa; também possuí bois e ovelhas, mais do que possuíram todos os que antes de mim viveram em Jerusalém. 8 Amontoei também para mim prata e ouro e tesouros de reis e de províncias; provi-me de cantores e cantoras e das delícias dos filhos dos homens: mulheres e mulheres.

Desilusão com a vida

Eclesiastes 2.9–23 ARA
9 Engrandeci-me e sobrepujei a todos os que viveram antes de mim em Jerusalém; perseverou também comigo a minha sabedoria. 10 Tudo quanto desejaram os meus olhos não lhes neguei, nem privei o coração de alegria alguma, pois eu me alegrava com todas as minhas fadigas, e isso era a recompensa de todas elas. 11 Considerei todas as obras que fizeram as minhas mãos, como também o trabalho que eu, com fadigas, havia feito; e eis que tudo era vaidade e correr atrás do vento, e nenhum proveito havia debaixo do sol. 12 Então, passei a considerar a sabedoria, e a loucura, e a estultícia. Que fará o homem que seguir ao rei? O mesmo que outros já fizeram. 13 Então, vi que a sabedoria é mais proveitosa do que a estultícia, quanto a luz traz mais proveito do que as trevas. 14 Os olhos do sábio estão na sua cabeça, mas o estulto anda em trevas; contudo, entendi que o mesmo lhes sucede a ambos. 15 Pelo que disse eu comigo: como acontece ao estulto, assim me sucede a mim; por que, pois, busquei eu mais a sabedoria? Então, disse a mim mesmo que também isso era vaidade. 16 Pois, tanto do sábio como do estulto, a memória não durará para sempre; pois, passados alguns dias, tudo cai no esquecimento. Ah! Morre o sábio, e da mesma sorte, o estulto! 17 Pelo que aborreci a vida, pois me foi penosa a obra que se faz debaixo do sol; sim, tudo é vaidade e correr atrás do vento. 18 Também aborreci todo o meu trabalho, com que me afadiguei debaixo do sol, visto que o seu ganho eu havia de deixar a quem viesse depois de mim. 19 E quem pode dizer se será sábio ou estulto? Contudo, ele terá domínio sobre todo o ganho das minhas fadigas e sabedoria debaixo do sol; também isto é vaidade. 20 Então, me empenhei por que o coração se desesperasse de todo trabalho com que me afadigara debaixo do sol. 21 Porque há homem cujo trabalho é feito com sabedoria, ciência e destreza; contudo, deixará o seu ganho como porção a quem por ele não se esforçou; também isto é vaidade e grande mal. 22 Pois que tem o homem de todo o seu trabalho e da fadiga do seu coração, em que ele anda trabalhando debaixo do sol? 23 Porque todos os seus dias são dores, e o seu trabalho, desgosto; até de noite não descansa o seu coração; também isto é vaidade.

Adiantando a resposta

Eclesiastes 2.24–26 ARA
24 Nada há melhor para o homem do que comer, beber e fazer que a sua alma goze o bem do seu trabalho. No entanto, vi também que isto vem da mão de Deus, 25 pois, separado deste, quem pode comer ou quem pode alegrar-se? 26 Porque Deus dá sabedoria, conhecimento e prazer ao homem que lhe agrada; mas ao pecador dá trabalho, para que ele ajunte e amontoe, a fim de dar àquele que agrada a Deus. Também isto é vaidade e correr atrás do vento.

Eclesiastes, livro do homem sem Deus

No livro de Eclesiastes estão registrados os pensamentos do “Sábio”, um homem que meditou profundamente sobre a vida humana, com as suas injustiças e decepções, e concluiu que “tudo é ilusão”. O Eclesiastes é o livro do homem sem Deus. Esse homem fala das suas vitórias e derrotas, do seu pessimismo e otimismo, da sua esperança e desespero.

Eclesiastes trata de decifrar o enigma da existência e de penetrar no sentido das coisas apoiando-se tão-somente na sua experiência pessoal e nos seus próprios raciocínios. Essa atitude crítica o distanciou do sereno otimismo que revela o livro de Provérbios e o impediu de compartilhar da grande esperança dos profetas do povo de Israel; contudo, conclui com a afirmação de que “o dever de todo homem” (12:13) encontra-se no relacionamento deste com Deus.

Conhecendo a Nova Vida dada por Cristo

Filipenses 1.20–27 ARA
20 segundo a minha ardente expectativa e esperança de que em nada serei envergonhado; antes, com toda a ousadia, como sempre, também agora, será Cristo engrandecido no meu corpo, quer pela vida, quer pela morte. 21 Porquanto, para mim, o viver é Cristo, e o morrer é lucro. 22 Entretanto, se o viver na carne traz fruto para o meu trabalho, já não sei o que hei de escolher. 23 Ora, de um e outro lado, estou constrangido, tendo o desejo de partir e estar com Cristo, o que é incomparavelmente melhor. 24 Mas, por vossa causa, é mais necessário permanecer na carne. 25 E, convencido disto, estou certo de que ficarei e permanecerei com todos vós, para o vosso progresso e gozo da fé, 26 a fim de que aumente, quanto a mim, o motivo de vos gloriardes em Cristo Jesus, pela minha presença, de novo, convosco. 27 Vivei, acima de tudo, por modo digno do evangelho de Cristo, para que, ou indo ver-vos ou estando ausente, ouça, no tocante a vós outros, que estais firmes em um só espírito, como uma só alma, lutando juntos pela fé evangélica;

A Epístola a Diogneto, uma obra apologética cristã anônima, escrita provavelmente entre 150-200 d.C.

Os cristãos não se distinguem dos outros homens nem pelo país, nem pela língua, nem pelas roupas. Não habitam em cidades próprias, não se servem dum dialeto especial, o seu gênero de vida nada tem de singular. … Residem cada um na sua própria pátria, mas como estrangeiros domiciliados. Cumprem todos os seus deveres como cidadãos e suportam todas as cargas como se fossem estrangeiros. Toda a terra estrangeira é para eles a sua pátria, e toda pátria lhe é como uma terra estrangeira. Casam-se, como fazem todos [os outros]; têm filhos, mas não abandonam os seus recém-nascidos. Partilham a mesma mesa mas não a mesma cama. Eles estão na carne, mas não vivem segundo a carne. Eles passam seus dias na terra, mas são cidadãos do céu. Eles obedecem às leis prescritas e, ao mesmo tempo, superam as leis com suas vidas. Amam todos os homens e são perseguidos por todos. São desconhecidos e condenados; são mortos, e restaurados à vida. São pobres, mas tornam muitos ricos; estão em falta de todas as coisas e, no entanto, abundam em todas; são desonrados, mas em sua própria desonra são glorificados. Falam mal deles, mas são justificados; são injuriados, e abençoados; são insultados, e retribuem o insulto com honra; fazem o bem, mas são punidos como malfeitores. Quando punidos, eles se alegram como se tivessem ganhado vida; são atacados pelos judeus como estrangeiros, e perseguidos pelos gregos; no entanto, aqueles que os odeiam são incapazes de apontar qualquer razão para seu ódio.
Epistle to Diognetus

Glória futura

Romanos 8.18–25 ARA
18 Porque para mim tenho por certo que os sofrimentos do tempo presente não podem ser comparados com a glória a ser revelada em nós. 19 A ardente expectativa da criação aguarda a revelação dos filhos de Deus. 20 Pois a criação está sujeita à vaidade, não voluntariamente, mas por causa daquele que a sujeitou, 21 na esperança de que a própria criação será redimida do cativeiro da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus. 22 Porque sabemos que toda a criação, a um só tempo, geme e suporta angústias até agora. 23 E não somente ela, mas também nós, que temos as primícias do Espírito, igualmente gememos em nosso íntimo, aguardando a adoção de filhos, a redenção do nosso corpo. 24 Porque, na esperança, fomos salvos. Ora, esperança que se vê não é esperança; pois o que alguém vê, como o espera? 25 Mas, se esperamos o que não vemos, com paciência o aguardamos.

Entendo o peso que é a Eternidade

Isaías 65.17–19 ARA
17 Pois eis que eu crio novos céus e nova terra; e não haverá lembrança das coisas passadas, jamais haverá memória delas. 18 Mas vós folgareis e exultareis perpetuamente no que eu crio; porque eis que crio para Jerusalém alegria e para o seu povo, regozijo. 19 E exultarei por causa de Jerusalém e me alegrarei no meu povo, e nunca mais se ouvirá nela nem voz de choro nem de clamor.

Aprendendo com Cristo - Tesouros no céu

Mateus 6.19–21 ARA
19 Não acumuleis para vós outros tesouros sobre a terra, onde a traça e a ferrugem corroem e onde ladrões escavam e roubam; 20 mas ajuntai para vós outros tesouros no céu, onde traça nem ferrugem corrói, e onde ladrões não escavam, nem roubam; 21 porque, onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração.

Aprendendo com Cristo - Sede pelo céu

Mateus 8.18–22 ARA
18 Vendo Jesus muita gente ao seu redor, ordenou que passassem para a outra margem. 19 Então, aproximando-se dele um escriba, disse-lhe: Mestre, seguir-te-ei para onde quer que fores. 20 Mas Jesus lhe respondeu: As raposas têm seus covis, e as aves do céu, ninhos; mas o Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça. 21 E outro dos discípulos lhe disse: Senhor, permite-me ir primeiro sepultar meu pai. 22 Replicou-lhe, porém, Jesus: Segue-me, e deixa aos mortos o sepultar os seus próprios mortos.

Aprendendo com Cristo - Jovem Rico

Mateus 19.16–22 ARA
16 E eis que alguém, aproximando-se, lhe perguntou: Mestre, que farei eu de bom, para alcançar a vida eterna? 17 Respondeu-lhe Jesus: Por que me perguntas acerca do que é bom? Bom só existe um. Se queres, porém, entrar na vida, guarda os mandamentos. 18 E ele lhe perguntou: Quais? Respondeu Jesus: Não matarás, não adulterarás, não furtarás, não dirás falso testemunho; 19 honra a teu pai e a tua mãe e amarás o teu próximo como a ti mesmo. 20 Replicou-lhe o jovem: Tudo isso tenho observado; que me falta ainda? 21 Disse-lhe Jesus: Se queres ser perfeito, vai, vende os teus bens, dá aos pobres e terás um tesouro no céu; depois, vem e segue-me. 22 Tendo, porém, o jovem ouvido esta palavra, retirou-se triste, por ser dono de muitas propriedades.

Aprendendo com Cristo - O Grande Mandamento

Marcos 12.28–34 ARA
28 Chegando um dos escribas, tendo ouvido a discussão entre eles, vendo como Jesus lhes houvera respondido bem, perguntou-lhe: Qual é o principal de todos os mandamentos? 29 Respondeu Jesus: O principal é: Ouve, ó Israel, o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor! 30 Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e de toda a tua força. 31 O segundo é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes. 32 Disse-lhe o escriba: Muito bem, Mestre, e com verdade disseste que ele é o único, e não há outro senão ele, 33 e que amar a Deus de todo o coração e de todo o entendimento e de toda a força, e amar ao próximo como a si mesmo excede a todos os holocaustos e sacrifícios. 34 Vendo Jesus que ele havia respondido sabiamente, declarou-lhe: Não estás longe do reino de Deus. E já ninguém mais ousava interrogá-lo.

Voltando pra Eclesiastes

AUTORREALIZAÇÃO

Conclusão

Eclesiastes 12.12–14 ARA
12 Demais, filho meu, atenta: não há limite para fazer livros, e o muito estudar é enfado da carne. 13 De tudo o que se tem ouvido, a suma é: Teme a Deus e guarda os seus mandamentos; porque isto é o dever de todo homem. 14 Porque Deus há de trazer a juízo todas as obras, até as que estão escondidas, quer sejam boas, quer sejam más.
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