36 - QUANTO CUSTA A NOSSA CONVICÇÃO?
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TEXTO
TEXTO
13 Portanto, deixemos de julgar uns aos outros. Pelo contrário, tomem a decisão de não pôr tropeço ou escândalo diante do irmão. 14 Eu sei e estou persuadido, no Senhor Jesus, de que nada é impuro em si mesmo, a não ser para aquele que pensa que alguma coisa é impura; para esse é impura. 15 Se o seu irmão fica triste por causa do que você come, você já não anda segundo o amor. Não faça perecer, por causa daquilo que você come, aquele por quem Cristo morreu. 16 Não seja, pois, difamado aquilo que vocês consideram bom. 17 Porque o Reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, paz e alegria no Espírito Santo. 18 Aquele que deste modo serve a Cristo é agradável a Deus e aprovado pelas pessoas. 19 Assim, pois, sigamos as coisas que contribuem para a paz e também as que são para a edificação mútua. 20 Não destrua a obra de Deus por causa da comida. Todas as coisas, na verdade, são puras, mas não é bom quando alguém come algo que causa escândalo. 21 É bom não comer carne, nem beber vinho, nem fazer qualquer outra coisa que leve um irmão a tropeçar. 22 A fé que você tem, guarde-a para você mesmo diante de Deus. Bem-aventurado é aquele que não se condena naquilo que aprova. 23 Mas aquele que tem dúvidas é condenado se comer, pois o que ele faz não provém de fé; e tudo o que não provém de fé é pecado.
INTRODUÇÃO
INTRODUÇÃO
Durante a Segunda Guerra Mundial, em países como a Inglaterra e os Estados Unidos, o governo instituiu o racionamento de bens. Itens como açúcar, carne, gasolina e borracha tornaram-se estritamente controlados. As famílias recebiam livretos com cupons que limitavam o quanto podiam comprar. Para comprar um item racionado, a pessoa precisava apresentar o cupom correspondente junto com o dinheiro. O objetivo era garantir uma distribuição justa dos recursos escassos e priorizar o abastecimento das tropas. Agora, pensem nisso: essas pessoas, em suas casas, longe dos campos de batalha, tinham comida. Elas não estavam passando fome. Mas foram chamadas a abrir mão de sua liberdade de consumir o quanto quisessem. Por quê?
Elas fizeram isso por um propósito maior. Cada quilo de açúcar não consumido, cada galão de gasolina economizado, era um recurso que podia ser enviado para sustentar os soldados na linha de frente: filhos, maridos e irmãos que estavam em uma posição muito mais vulnerável. O cidadão em casa era o "forte", com acesso e segurança. O soldado era o "fraco", em perigo constante. O forte limitava sua própria liberdade por amor e cuidado para com o fraco.
Irmãos, essa é a imagem que Paulo quer pintar para a igreja de Roma e para nós. Na semana passada, aprendemos a não julgar. Hoje, o apóstolo nos chama a um passo além: a 'racionar' a nossa liberdade cristã. Não porque nossa liberdade seja errada, mas porque nosso irmão, que luta em uma trincheira diferente na batalha da fé, pode ser mais vulnerável. A questão que Paulo coloca diante de nós é: estamos dispostos a abrir mão de um direito nosso para garantir que nosso irmão não venha a perecer?"
CONTEXTO Romanos 12 - 13
CONTEXTO Romanos 12 - 13
O Contexto Histórico da Igreja em Roma
O Contexto Histórico da Igreja em Roma
Judeus Convertidos vs. Gentios Convertidos: Havia judeus e alguns gentios convertidos que mantinham costumes alimentares (não comiam carne, talvez por associações com sacrifícios a ídolos) e dias especiais de observância. Por outro lado, havia gentios convertidos que não tinham essas restrições e talvez até alguns judeus também.
Questões de Consciência: Paulo não está lidando com questões de pecado (como imoralidade), mas com coisas indiferentes à salvação. A questão central não é se algo é certo ou errado, mas como a fé lida com as diferenças de consciência.
O Problema em Questão: O perigo não é apenas a diferença de opinião, mas a forma como os crentes estão se tratando por causa delas. O versículo 13 introduz a solução: o ponto não é mais o julgamento uns dos outros, mas sim a edificação mútua.
EXPOSIÇÃO
EXPOSIÇÃO
Prioridades: O irmão x Minha Opinião.
O que Realmente Importa no Reino.
Não Destrua a Obra de Deus
A Prioridade Não É a Minha Opinião, Mas o Meu Irmão. (13-16)
A Prioridade Não É a Minha Opinião, Mas o Meu Irmão. (13-16)
Visto que Paulo já deixou bem claro que devemos parar de julgar uns aos outros por questões de opinião, Paulo volta a ordenar que não julguemos o nosso irmão porque ele não é quem eu gostaria que fosse, porque ele não pensa como eu gostaria que pensasse.
Mas, quanto custa a nossa convicção?
Mas, quanto custa a nossa convicção?
Certa vez, houve um irmão presbiteriano da Igreja Presbiteriana da América, EUA, que foi visitar uma igreja presbiteriana na escocesa enquanto passava uns dias conhecendo a Escócia, o berço do presbiterianismo. O irmão foi muito bem recebido pela igreja, louvou a Deus, foi grandemente edificado pela ministração da palavra e da Ceia, se sentiu acolhido e pertencendo aquela família de presbiterianos, embora a língua, a cultura e tantas outras coisas fossem bem diferentes. Ao final do culto, no momento de confraternização, quando esse presbiteriano adentrou o salão social e viu todos os irmãos bebendo cerveja e vinho, ele ficou tão escandalizado, mas tão escandalizado, que até deixou o charuto cair da boca.
As vezes chamamos de sagrado o que não necessariamente é sagrado e chamamos de profano o que não necessariamente é profano. Muitas vezes, nos comportamos como perfeitos fariseus e saduceus.
Porque eu não paro de me concentrar tanto no que me incomoda no outro e passo a analisar o que eu posso estar fazendo para ferir o meu irmão?
Como vimos na mensagem passada sobre Romanos, o fraco não tem o direito de usar de sua fragilidade pra se acomodar e aprisionar o forte na sua opinião. Mas quando estamos falando de amor, de acolhimento, essa questão de quem é forte ou fraco para de existir.
Se eu amo o meu irmão, pouco me importa se eu sou o forte ou sou o fraco, eu vou viver para que a minha vida seja uma bênção para ele. Se eu amo o meu irmão, não me importa os meus caprichos, minhas opiniões pessoais sobre isso ou aquilo, eu quero fazer meu irmão feliz da forma que eu puder.
Nós vivemos muitas vezes uma rotina desgastante, por vezes momentos agonizantes e tortuosos, enfrentamos coisas que muitas vezes só nós e Deus sabemos e ainda vamos complicar ainda mais a vida do outro por falta de amor, compaixão e maturidade minha?
Acredito que a melhor figura para ilustrar contra qual tipo de comportamento Paulo está lutando aqui, é daquela criança mimada. Todo mundo conhece uma, tem uma na família e, se você não conhece ou não tem na família, pode ser que essa criança tenha sido você. Mas como se comporta uma criança mimada? É aquela criança que só brinca com os amiguinhos se for a brincadeira que ela quer, e não só isso, eles têm que brincar direito. Emprestar brinquedo? Só se ela perceber que o amigo tem um que ela quer muito também. Fazer o que os pais mandam? Só nos termos dela, só vai ficar calada se tiver o celular, só vai obedecer se tiver recompensa.
As pessoas se tornam reféns dessa criança porque tudo gira em torno dela e do que ela quer ou acha.
Existem muitos adultos que são infantilizados. Crentes que já tem 20, 30, 40 anos de caminhada com Cristo, mas continuam sendo bebezões na fé, são mimados, que não tem a maturidade e capacidade de abrir mão de si mesmo por amor ao outro.
Paulo vai nos dizer que, olha, talvez você tenha a razão, talvez você seja o forte:
Romanos 14.14 “14 Eu sei e estou persuadido, no Senhor Jesus, de que nada é impuro em si mesmo, a não ser para aquele que pensa que alguma coisa é impura; para esse é impura.”
Mas essa conclusão de Paulo não o leva a estufar o peito, olhar para o alto e orar dizendo:
Obrigado Senhor porque não sou como esses fracos na fé, legalistas que nada podem, obrigado porque me fizeste muito mais sábio, maior e me deste olhos de Lyon com a visão além do alcance. Obrigado Deus porque não sou nem fraco, nem fariseu, nem cego.
Paulo se coloca como forte, Paulo se põe como aquele que sabe que questões de opinião não são pecados, mas o que ele afirma a seguir?
15 Se o seu irmão fica triste por causa do que você come, você já não anda segundo o amor. Não faça perecer, por causa daquilo que você come, aquele por quem Cristo morreu.
Você não anda segundo o amor = Sua fé não vale nada! Sua piedade não vale nada! Sua oração não vale nada!
20 Pois quem não ama o seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê. 21 E o mandamento que dele temos é este: quem ama a Deus, que ame também o seu irmão.
1 Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, [...] 2 Ainda que eu tenha o dom de profetizar e conheça todos os mistérios e toda a ciência; ainda que eu tenha tamanha fé, a ponto de transportar montes, [...] 3 E ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres e ainda que entregue o meu próprio corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada serei.
Se a nossa fé não nos leva a amar, a abrir mão por amor, a nos doar para o bem e a felicidade do outro, nossa fé não vale nada.
Somos piores que os descrentes. Eles pelo menos assumem que não amam, que a regra é bateu levou, que são egoístas mesmo, que quem faz as regras são eles. Não fazem como muitos de nós que dissimulam, que criam inimizades por questões vazias e pequenas. Fazem divisão e geram polêmicas por questões de gosto e que as vezes, nem lhes dizem respeito.
Romanos 14.15 “15 ...Não faça perecer, por causa daquilo que você come, aquele por quem Cristo morreu.”
Aos fortes Paulo ordena:
Não mate aquele por quem Cristo deu a vida meus irmãos. Não seja você o motivo pelo qual aquela pessoa irá blasfemar ou quem sabe se afastar da Igreja ou maldizer a fé.
Não seja difamado aquilo que vocês consideram bom. Além de ser pedra de tropeço, vocês ainda queimam o filme de algo que muitas vezes é legítimo, mas que agora está mal visto por falta de um trato mais sensível para com o próximo.
Diante das nossas diferenças, estamos agindo como os cidadãos na guerra, que abrem mão de seus direitos por um bem maior? Ou estamos agindo como a criança mimada, que bate o pé e exige que a brincadeira seja sempre do seu jeito?
Mas, quanto custa a minha convicção?
Mas, quanto custa a minha convicção?
O que Realmente Importa no Reino (17-18)
O que Realmente Importa no Reino (17-18)
17 Porque o Reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, paz e alegria no Espírito Santo. 18 Aquele que deste modo serve a Cristo é agradável a Deus e aprovado pelas pessoas.
Você quer servir a Cristo, honrar a Deus, ser bênção para seus irmãos, aprenda a amar. Seja justo sim, mas trabalhe pela paz e alegria no meio da Igreja, porque o Reino de Deus produz essas coisas, não picuinhas.
Toda ruptura, todo cisma, toda quebra de comunhão, todo afastamento entre irmãos é fruto do pecado.
Fruto do pecado porque muitas vezes diante das heresias somos obrigados a nos separar dos que resistem a correção da bíblia, assim como foi no século XVI com a Reforma.
Fruto do pecado porque, quando não há questões de pecado em jogo, nós escolhemos não amar, mas seguir nosso egoísmo e impor a nossa visão, o nosso modelo, aquilo que nós queremos, como se a Igreja fosse nossa e não do Senhor Jesus.
Mas, quanto custa a sua convicção?
Mas, quanto custa a sua convicção?
A Prioridade Não É a Minha Opinião, Mas o Meu Irmão.
O que Realmente Importa no Reino.
Não Destrua a Obra de Deus
Não Destrua a Obra de Deus (19-23)
Não Destrua a Obra de Deus (19-23)
19 Assim, pois, sigamos as coisas que contribuem para a paz e também as que são para a edificação mútua. 20 Não destrua a obra de Deus por causa da comida. Todas as coisas, na verdade, são puras, mas não é bom quando alguém come algo que causa escândalo.
Siga, persiga, corra atrás, agarre, se engaje em coisas que contribuem para a paz e edificação de toda a Igreja. Não destrua a obra de Deus por causa de coisa boba, coisa pequena.
As vezes nós causamos prejuízos imensos na maior e melhor das intenções porque não estamos preocupados com o bem comum, mas com a nossa ideia de como as coisas devem ser. Nem sempre é fácil fazer essa distinção, mas por isso a Palavra nos recomenda a sermos tardios pra sentir raiva e pra falar.
Se nosso objetivo como igreja não é glorificar a Deus ao trabalharmos pelo bem comum, eu tenho um problema.
Cristo teve de derramar sangue, teve de ser traído, torturado e morto, fora o que passou em vida antes de ser morte, pra nos providenciar o Espírito, a justificação, a nossa salvação, nossa comunhão restaurada com Deus, pra eu chegar e ficar de intriga porque fulano disse isso, fulano disse aquilo, mas óh, fulano fez isso, fulano fez aqui, e com isso gerar divisão e confusão no meio da igreja?
Cristo morreu pra eu chegar aqui e dizer que o fraco tem que ser forte e eu não tenho nada a ver com isso, ele que se vire? Pra eu beber o vinho, a cerveja, ter tatuagem, pintar cabelo, jogar bola sem camisa, sem me preocupar quantas pessoas não estão pecando por minha causa?
Essa guerra entre fortes e fracos precisa acabar irmãos. Esse espírito de opressão e imposição, seja do forte para o fraco ou do fraco para o forte, precisa ter um fim. Porque se eu faço uma coisa boa e pura, que Deus não condena, mas com isso levo o meu irmão a pecar, a se afastar de Deus e da Igreja, a maldizer a fé e o evangelho, eu sou o problema.
Paulo então passa a recomendar o que devemos fazer, que postura devemos tomar.
Fortes:
22 A fé que você tem, guarde-a para você mesmo diante de Deus. Bem-aventurado é aquele que não se condena naquilo que aprova.
Deus não vai te julgar se o que você faz não é condenado pelas Escrituras ainda que o mundo todo te condene e te julgue. Siga em paz com sua consciência, não se amolde ao padrão dos que tem pouco entendimento sobre a graça e a liberdade cristã. Mas, não use disso como desculpa para passar por cima do irmão mas fraco. Ensine se tiver a oportunidade, mostre na Palavra a verdade e deixe o Espírito Santo fazer o trabalho. Algumas pessoas serão convencidas, outras permanecerão na sua obstinação ainda que você esteja com a razão, mas não é teu papel impor ou pior, ofender e derrubar da fé quem pensa diferente de você.
Fracos:
23 Mas aquele que tem dúvidas é condenado se comer, pois o que ele faz não provém de fé; e tudo o que não provém de fé é pecado.
Se você não tem segurança, não tem certeza, se a tua consciência pesa e te acusa, não faça, não experimente. Não dê ocasião para o pecado. Já é tão difícil não pecar com as coisas que são de fato pecaminosas, pra que pecar com aquilo que nem pecado é? Não se acomode na sua incerteza, busque aprender, fale com seu pastor, leia as Escrituras, leia bons autores que pensam diferente de você e os que pensam igual, tire as suas próprias conclusões. Aprender custa caro, custa esforço, custa tempo, dedicação. Crescer na fé também vai exigir de você mais do que conformismo, Deus quer que você amadureça, não que use dos seus preconceitos e incertezas para limitar a liberdade alheia.
Fortes e fracos:
Se amem. Deixem de lado suas preferências, lutem pela paz e pela harmonia entre vocês. Não seja uma barreira no caminho da Igreja. Porque aquele que não ajunta, espalha e aquele que não é por Cristo, é contra Ele. Não se torne alguém que só causa problemas na Igreja por besteirinhas que poderiam ser resolvidas em uma conversa entre você e quem te incomoda. Vivamos em paz, vivamos bem, buscando em tudo amar e edificar nossos irmãos.
CONCLUSÃO
CONCLUSÃO
Quanto custa a nossa convicção?
Quanto custa a nossa convicção?
APLICAÇÃO
APLICAÇÃO
1. Faça o "Teste do Tropeço" antes de agir.
1. Faça o "Teste do Tropeço" antes de agir.
Antes de exercer uma liberdade sua, seja postar algo nas redes sociais, fazer uma piada, escolher uma roupa ou ir a um lugar, pare e se pergunte: "Minha atitude pode, sinceramente, levar um irmão mais novo na fé ou com uma consciência mais sensível a pecar contra Deus, a duvidar do Evangelho ou a se afastar da comunidade?" (v. 13, 21).
Lembre-se que a questão não é "eu tenho o direito?", mas sim "o meu direito edifica o meu irmão?". Sua liberdade em Cristo deve ser usada como uma ferramenta para construir, não como um martelo para destruir.
2. Se concentre no que Realmente Importa.
2. Se concentre no que Realmente Importa.
Nossas igrejas e grupos de WhatsApp podem se tornar campos de batalha por coisas que não são o centro do Reino. Quando uma controvérsia surgir, pergunte-se: "Essa discussão está produzindo justiça, paz e alegria no Espírito Santo, ou está gerando amargura, divisão e fofoca?" (v. 17). Se não estiver alinhado com o Reino, recuse-se a participar da briga. Use seu tempo e energia para promover a paz e a edificação, que são os verdadeiros sinais de que estamos servindo a Cristo.
3. Seja um Construtor de Paz, não um Crítico de Obras.
3. Seja um Construtor de Paz, não um Crítico de Obras.
Paulo nos manda seguir e perseguir a paz e a edificação mútua (v. 19). Isso exige ação, não passividade. Nesta semana, escolha uma atitude prática para construir a paz:
Antes de criticar a preferência de um irmão (musical, política, etc.), pergunte-se: 'Minha crítica vai construir uma ponte ou um muro entre nós?'.
Em vez de se afastar de quem pensa diferente, convide essa pessoa para conversar, quem sabe comer alguma coisa, com o único objetivo de ouvir e amá-la.
Deus chamou você para acolher o irmão, não um fiscal da opinião alheia.
4. Assuma sua Responsabilidade, Seja "Forte" ou "Fraco".
4. Assuma sua Responsabilidade, Seja "Forte" ou "Fraco".
A responsabilidade é de todos.
Aos Fortes: Sua maturidade não é um troféu para ser exibido, mas uma ferramenta para proteger os outros. A força que Deus lhe deu é para servir, não para oprimir. Identifique uma área onde você pode voluntariamente abrir mão de um "direito" seu por amor a alguém que você sabe que é mais sensível nesse ponto. Guarde sua convicção para si diante de Deus (v. 22) e demonstre seu amor. Se possível, ensine o fraco a se tornar mais forte, mas não imponha.
Aos Fracos: Sua consciência sensível é para sua proteção, não uma arma para controlar a vida dos outros. Sua missão é crescer em fé e conhecimento, não permanecer na dúvida. Se há um assunto que te incomoda, em vez de julgar, decida estudar. Leia a Bíblia, procure um líder maduro e peça a Deus para firmar sua fé, pois tudo que não provém de fé, é pecado (v. 23).
