A NECESSIDADE DE IR AOS PERDIDOS

JESUS É O CRISTO; CREIA E VIVA!  •  Sermon  •  Submitted   •  Presented
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O sermão "A Necessidade de Ir aos Perdidos" enfatiza que é vontade de Deus que seus filhos preguem o evangelho àqueles que ainda não foram alcançados pela salvação. Com base nas ordens de Jesus em Mateus 28.18-20 e Marcos 16.15-16, o sermão destaca que Deus escolheu usar os seus servos para levar a mensagem da salvação. Usando o exemplo de Jesus com a mulher samaritana (João 4.4-26), o pregador mostra como Cristo seguiu a vontade do Pai ao ir ao encontro de uma pecadora, iniciar uma conversa, revelar a verdade sobre o pecado, a adoração e, finalmente, apresentar-se como o Salvador. A aplicação é clara: se não estivermos evangelizando, estamos desobedecendo a Cristo. A conclusão reforça que a salvação vem pela pregação, e essa missão é nossa responsabilidade como servos e discípulos de Jesus.

Notes
Transcript

A NECESSIDADE DE IR AOS PERDIDOS

Introdução:
Mateus 28.18-20 diz: “Jesus, aproximando-se, falou-lhes, dizendo: Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra. Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século.”
E Marcos 16.15-16 diz: “E disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; quem, porém, não crer será condenado.”
Nessas duas passagens encontram-se as ordens de Jesus a seus discípulos para pregarem o evangelho. Elas também revelam a vontade de Deus para com Seus filhos. Deus tem um plano salvífico, e esse plano se realiza por meio da pregação do evangelho realizada pelos Seus servos. Sendo assim, conforme a vontade de Deus, é necessário irmos aos perdidos.
Lição: Conforme a Vontade de Deus, É Necessário Irmos aos Perdidos.
Texto: João 4.4-26.
Nos versículos 1 a 3 do capítulo 4, vemos que Jesus deixou a Judeia em direção à Galileia a fim de evitar um conflito com os fariseus. Isso, provavelmente, porque ainda não era chegada a Sua hora. Mas não apenas por isso: o Filho de Deus precisava cumprir uma agenda divina. Nessa agenda, estava marcado o encontro com uma mulher samaritana pecadora — e a sua salvação.
Jesus conhecia o plano salvífico do Pai e, diante disso, cumpriu a Sua vontade. Ou seja, fazia parte do plano de Deus que Jesus passasse por Samaria, parasse junto à fonte ao meio-dia, encontrasse a mulher samaritana indo buscar água e lhe pregasse o evangelho.
Diferentemente de Jesus, nós não conhecemos a agenda salvífica de Deus, nem o Seu cronograma e nem mesmo as pessoas que serão salvas. Contudo, conhecemos a vontade revelada de Deus: é vontade de Deus que vamos aos perdidos.
Deus poderia usar diversos meios para salvar o pecador, mas decidiu fazê-lo por meio da pregação do evangelho — pregação essa feita por nós, discípulos de Cristo. Passagens como Mateus 28.18-20 e Marcos 16.15 deixam isso muito claro. Dessa forma, irmãos, conforme a vontade de Deus, é necessário irmos aos perdidos.
Vejamos o exemplo de Jesus e como ele fez a vontade do Pai ao ir ao encontro da pecadora samaritana:
Jesus cumpriu a vontade do Pai (4).
A expressão “era-lhe necessário” está relacionada ao plano salvífico de Deus (ver Mc 8.31; Lc 9.22; 24.7; Jo 3.7; 9.4; 12.34). Ou seja, estava no plano de Deus que Jesus passasse por Samaria, parasse na fonte de água ao meio-dia, encontrasse a mulher samaritana indo buscar água e lhe pregasse o evangelho para sua salvação.
Está no plano de Deus — e é Sua vontade — que Seus filhos preguem o evangelho aos perdidos. Conforme a vontade de Deus, é necessário irmos aos perdidos.
Jesus começou a conversa com a mulher (5-8).
O primeiro passo para pregarmos o evangelho é iniciar uma conversa — puxar assunto com base em temas do cotidiano, acontecimentos, etc. Jesus iniciou a conversa pedindo “água”.
Jesus introduziu o assunto da salvação (9-10).
Nosso foco deve estar sempre na pregação do evangelho. Durante uma conversa, precisamos estar atentos às oportunidades de apresentar o evangelho. Sempre haverá uma oportunidade, e devemos estar preparados para aproveitá-la. Sem esse foco, ficaremos apenas em conversas vazias, sem evangelização.
Jesus corrigiu a visão materialista da mulher sobre Sua palavra (11-14).
Muitas pessoas têm uma visão materialista da Palavra de Deus, e essa visão precisa ser corrigida.
Jesus abriu o entendimento dela, expondo seu pecado (15-18).
Não podemos conduzir as pessoas a Jesus sem que compreendam seus próprios pecados. Precisamos levá-las a entender o que significa seguir a Cristo. Elas precisam entender quem é Jesus e reconhecer que são pecadoras e que devem abandonar seus pecados.
Jesus expôs a verdade sobre sua adoração (19-22).
Precisamos falar a verdade sobre a falsa adoração dos descrentes — porém, com sabedoria, amor e sensibilidade. Se formos questionados, respondamos com firmeza, mas sempre com graça. Quando não formos, devemos abordar o tema com delicadeza. O que não podemos fazer é nos calar diante do erro, pois, se o fizermos, a pessoa continuará pensando que está adorando a Deus corretamente.
Jesus ensinou a verdadeira forma de adorar a Deus (23-24).
A verdadeira adoração a Deus é em espírito e em verdade. Essa é a adoração que devemos ensinar aos perdidos.
Jesus revelou o Salvador a ela (25-26).
A salvação está em Jesus Cristo. Devemos revelar isso aos perdidos, pois essa verdade está oculta à sua mente. Um exemplo disso é o testemunho de João Batista (Jo 1.29).
Aplicação:
Jesus nos deu uma ordem (Mt 28.19-20; Mc 16.15), e essa ordem expressa a vontade de Deus. Qual tem sido a nossa resposta a essa ordem e a essa vontade?
Será que temos ido aos perdidos e pregado o Evangelho?
Se não estivermos indo aos perdidos, estamos desobedecendo a Cristo e desagradando a Deus.
Há muitos perdidos que Deus pode salvar por nosso intermédio (ver At 18.9-10).
Conclusão:
há salvação por meio da pregação do evangelho (ver Rm 10.14-15). E a vontade de Deus é que essa pregação seja realizada por nós, Seus servos. Lembremo-nos: somos servos e filhos de Deus, e discípulos de Cristo. Não vivemos para fazer a nossa vontade, mas a vontade de Deus.
E, conforme essa vontade, é necessário irmos aos perdidos.
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