Do Calvário ao Pentecostes: O Caminho da Redenção e Poder
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Atos 2:22–36
Atos 2:22–36
“Este Jesus, que foi entregue pelo determinado conselho e presciência de Deus, vós o matastes, crucificando-o pelas mãos de injustos. Ao qual Deus ressuscitou, rompendo os grilhões da morte... exaltado pela destra de Deus, e tendo recebido do Pai a promessa do Espírito Santo, derramou isto que vós agora vedes e ouvis...” (Atos 2:23–33)
Introdução
Introdução
Do Calvário ao Pentecoste, percorremos uma jornada que revela o coração de Deus: redenção, restauração e capacitação.
No Calvário, vemos o sacrifício supremo; no túmulo vazio, a vitória sobre a morte; e em Pentecoste, o derramar do Espírito que transforma vidas. Essa trajetória não é apenas histórica — é espiritual e pessoal.
“Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniquidades...” (Isaías 53:5)
“Recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo...” (Atos 1:8)
1. Jesus Crucificado — O Plano Redentor (v. 22–23)
1. Jesus Crucificado — O Plano Redentor (v. 22–23)
Pedro começa lembrando que Jesus foi entregue segundo o plano soberano de Deus, mas também responsabiliza os ouvintes por sua crucificação.
Jesus foi aprovado por Deus: milagres, sinais e maravilhas (v. 22)
A cruz não foi acidente, mas propósito: “determinado conselho e presciência de Deus” (v. 23)
Responsabilidade humana: “vós o matastes”
Substituição vicária: Jesus tomou o nosso lugar. Ele não merecia a cruz, mas a assumiu por amor.
“O castigo que nos traz a paz estava sobre ele...” (Isaías 53:5)
Justiça satisfeita: Deus é justo e não pode ignorar o pecado. A cruz é onde a justiça e a misericórdia se encontram. “Cristo morreu por nossos pecados...” (1Coríntios 15:3)
Acesso restaurado: O véu do templo se rasgou, simbolizando que agora temos acesso direto ao Pai. “E o véu do templo se rasgou em dois, de alto a baixo.” (Mateus 27:51)
Aplicação:
Aplicação:
Reconheça que a salvação não é por mérito, mas por graça.
Abandone a culpa: o preço já foi pago.
Viva com gratidão e reverência diante do sacrifício de Cristo.
A cruz revela tanto o amor quanto a justiça de Deus. Somos chamados a reconhecer nossa necessidade de redenção.
2. Jesus Ressuscitado — A Vitória sobre a Morte (v. 24–32)
2. Jesus Ressuscitado — A Vitória sobre a Morte (v. 24–32)
Pedro afirma que Deus ressuscitou Jesus, rompendo os grilhões da morte, e cita o Salmo 16 para mostrar que isso já estava profetizado.
A morte não pôde detê-lo (v. 24)
Profecia cumprida: Davi falou da ressurreição (v. 25–28)
Testemunho apostólico: “deste Jesus, Deus ressuscitou, do que todos nós somos testemunhas” (v. 32)
Confirmação divina: A ressurreição é a prova de que Jesus é o Filho de Deus. “Declarado Filho de Deus com poder... pela ressurreição dos mortos.” (Romanos 1:4)
Nova vida: Somos chamados a viver como ressuscitados, deixando para trás a velha natureza. “Se alguém está em Cristo, nova criatura é...” (2Coríntios 5:17)
Esperança eterna: A morte não é o fim. Há vida após o túmulo. “Porque eu vivo, vós também vivereis.” (João 14:19)
A ressurreição é a base da nossa esperança. Ela nos chama a viver em novidade de vida.
A ressurreição é o coração do Evangelho. Sem ela, a cruz seria apenas uma tragédia. Com ela, temos esperança eterna.
Aplicação:
Aplicação:
Viva com esperança, mesmo em meio à dor.
Permita que a ressurreição transforme sua maneira de viver.
Testemunhe que Cristo vive — e vive em você.
3. Jesus Exaltado — O Senhor Glorificado (v. 33–35)
3. Jesus Exaltado — O Senhor Glorificado (v. 33–35)
Jesus não apenas ressuscitou — Ele foi exaltado à destra de Deus e recebeu autoridade para enviar o Espírito Santo.
Exaltação: “exaltado pela destra de Deus” (v. 33)
Promessa cumprida: “recebeu do Pai a promessa do Espírito Santo” (v. 33)
Senhorio confirmado: “até que ponha os teus inimigos por escabelo de teus pés” (v. 35)
Assim sendo, a ascensão de Jesus não foi uma despedida, mas uma transição. Ele sobe aos céus para preparar o próximo passo: o envio do Espírito Santo.
Jesus como intercessor: Ele está à direita do Pai, intercedendo por nós. “Ele vive para interceder por eles.” (Hebreus 7:25)
Missão confiada à Igreja: A ascensão marca o início da nossa responsabilidade como testemunhas.“Ide por todo o mundo e pregai o evangelho...” (Marcos 16:15)
Promessa do Espírito: Jesus promete que enviará o Consolador. “E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador...” (João 14:16)
Cristão hoje
Cristão hoje
Assuma seu papel como embaixador do Reino.
Confie que Jesus está intercedendo por você.
Prepare-se espiritualmente para receber mais de Deus.
Jesus reina hoje. Devemos viver sob Seu senhorio e autoridade.
4. Jesus Derramado — O Espírito que Transforma (v. 33, 36)
4. Jesus Derramado — O Espírito que Transforma (v. 33, 36)
Pedro conclui dizendo que o que o povo vê e ouve é resultado do derramamento do Espírito, e declara com ousadia que Jesus é Senhor e Cristo.
Pentecoste é fruto da obra completa de Cristo
O Espírito é a evidência viva da exaltação de Jesus
Convicção final: “Este Jesus... Deus o fez Senhor e Cristo” (v. 36)
Precisamos do poder do Espírito Santo de Deus em nós. Somos chamados a viver cheios do Espírito e a testemunhar com ousadia.
O que é o Pentecoste?
Poder para testemunhar: O Espírito não é apenas consolo, é capacitação. “Recebereis poder ao descer sobre vós o Espírito Santo...” (Atos 1:8)
Unidade e diversidade: Pessoas de diferentes línguas e culturas são alcançadas.“Cada um os ouvia falar na sua própria língua.” (Atos 2:6)
Marcou o nascimento da Igreja: A comunidade cristã nasce com força, comunhão e propósito. “E perseveravam na doutrina dos apóstolos...” (Atos 2:42)
Do Calvário ao Pentecoste, Deus revela Seu plano completo: Redenção, renovação, missão e poder. Essa jornada não termina em Atos — ela continua em nós.
“Aquele que começou boa obra em vós há de completá-la...” (Filipenses 1:6).
Pentecostes é o clímax, mas não é o fim da jornada. O Espírito Santo desceu, capacitou e ainda hoje capacita os discípulos para viver e proclamar o Evangelho com poder.
Busque ser cheio do Espírito diariamente.
Use seus dons para edificar a Igreja e alcançar o mundo.
Viva com ousadia e paixão pela missão de Deus.
Conclusão e Apelo
Conclusão e Apelo
Pedro termina sua pregação com um chamado ao arrependimento (v. 37–38). Qual será a nossa resposta?
Reconheça o sacrifício de Cristo
Creia na ressurreição
Submeta-se ao Senhorio de Jesus
Seja cheio do Espírito Santo
“Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo...” (Atos 2:38)
